Renovar a independência
Muito se fala, protesta, reclama, revoltámos-nos, e até à boca pequena comentamos mil e uma situações sobre o estado atual do país. É a situação politica, financeira, que se reverte na sociedade no seu dia a dia, com maior ou menor grau de dificuldade lá vai passando o tempo.Mas os dias passam, e as soluções para os gravíssimos problemas que o mundo, o país e a região atravessam, tardam em aparecer. Será que existem alguém interessados em que estas situações prevaleçam? Às vezes dou em mim a pensar que esta situação seria propositada, para servir interesses instalados e deixar o povo entalado. Mas porque razão existiriam interesses em provocar uma situação tão ingrata às pessoas, se são elas e só elas que sustentam qualquer regime e cada vez que se vivem situações semelhantes, põe-se logo em causa em primeiro lugar quem governa. Numa faze tão complicada da nossa história política e social, não haverá quem pense que a nossa realidade tem-se repetido ao longo dos tempos e muito recentemente, em situações idênticas, continuam a provocar dificuldades a quem, apesar de ser o prejudicado mais direto, continua alheio á verdadeira participação na construção de um país livre, democrático e sobretudo de cidadãos responsáveis e senhores de decidir em qualquer momento quem na verdade poderá trazer as soluções práticas, a uma tão flamejada crise que os que a provocaram, são aqueles que menos sentem os seus efeitos. Continuam os desperdícios dos dinheiros públicos, autoridades que fecham os olhos ao desbaratar contínuo dos parcos recursos da nação, acusações mutuas entre aqueles que provocaram a situação atual e que ninguém quer assumir as suas responsabilidades. É um continuo acumular de problemas uns atrás de outros, sem que haja alguém que dê soluções práticas apesar de um grande número de comentadores, políticos, e cidadãos anónimos, apresentarem algumas alternativas e possíveis soluções, continuamos num muro de lamentações sem soluções à vista.
Só se vêm guerras políticas, utilização de meios de comunicação para ataques pessoais, acusações sem nenhuma autoridade moral para tal, há! mas o povo, esse tem de continuar a fazer um esforço para equilibrar a situação do país com a medidas aplicadas e as que ainda viram a ser implementadas no futuro, pois para isso (elegemos) os nossos próprios carrascos, mesmo que nos ponham a pão e água, mesmo que cometam o maior dos crimes, teremos de certeza que aguentar ainda mais, até o dia em que já ninguém acredite que não é esta a receita para a doença tão grave que o país padece.
Já chega de divergências ,é preciso unidade, contenção e sobretudo vontade política de fazer com que os portugueses deixem de ser cobaias do sacrifício financeiro, conduzidos pelos seus próprios carrascos a mando de ordens exteriores, para salvaguardar interesses que em nada nos apoiam para que o nosso país deixe de ser totalmente dependente de terceiros. Está em causa a soberania e a independência nacional, pois estamos indiretamente metido na mesma alhada que em 1580, só que desta vez não foram os espanhóis, mas os senhores do Deus do mundo.
domingo, 17 de novembro de 2013
sábado, 9 de novembro de 2013
As nossas guerras
A humanidade passou ao longo dos tempos por vários períodos conturbados com guerras bélicas declaradas e que deixaram marcas inesquecíveis.
Actualmente ainda proliferam muitas em vários pontos do globo e que temos acessos quase imediato do seu desfecho. Mas infelizmente abundam por esse mundo, no nosso país e na nossa região guerras que a diário mexem com o pulsar da cidadania e dos seus modos de vida. É só pegar, por exemplo nos dois matutinos regionais e ver as guerras políticas que diariamente se travam e tudo por culpa de um ódio promovido pela decadência da politica regional. Acusações, vinganças, ódios, maledicência, enfim um sem número de disputas questões que põem em causa a credibilidade da democracia, que se implantou nesta terra e faz com que cada dia tenhamos mais receio de tornar-nos participativos no seu desenvolvimento.
O actual estado a que chegou o país cria um sentimento de revolta aos cidadãos, que sentem-se com sentimento de revolta perante todas as medidas implementadas pelos governantes, vivemos situações que quase se assemelham a um tempo de guerra e que com muita dificuldade será superada.
Importamos guerras diplomáticas; Portugal, Angola, guerras de sociedades supostamente desenvolvidas, são os constantes mascares que acontecem em países como, os EU onde várias vezes pessoas assassinadas à mão de portadores legais ou ilegais de armas, seres humanos que acham que a solução para os seus problemas que a sociedade lhes criou põem cobro à vida, jovens que por infelicidade ou falta de consciência cívica, acabam a sua permanência no mundo dos vivos, prostrados no asfalto, são os políticos derrotados declarando«guerra» politica aos vencedores, é o presidente da FIFA incitando à guerra verbal contra um ícone do desporto actual manifestando a sua simpatia pessoal pelo seu concorrente, é até os programas e as noticias das TV's, vivem das brigas, discussões, mal entendidos, ataques verbais, desavenças de casais, famosos e não só, enfim tudo se movimenta à volta do ódio, da mentira, da promoção de uma sociedade totalmente desprevenida de valores e que em nada abonam à harmonia da sociedade actual. Parece que perdoar é pecado, falar verdade não nos promove, ser amável é sinal da nossa fragilidade, cumprir leis penaliza-nos, dar afecto leva-nos à desconfiança. Mas afinal que mundo é este que nós estamos a construir? Onde as pessoas só se aceitam por interesses, desconfiam de tudo o que se move à sua volta, sentem necessidade de conduzir as suas vidas por padrões que são anti- humanos e que degradam a imagem do único ser que habita a terra e que tem a capacidade de através do afecto, da amizade , da simpatia, das palavras e dos gestos, transmitir o sentimento mais belo que alguma vez algum se conseguiu dar O AMOR.
A humanidade passou ao longo dos tempos por vários períodos conturbados com guerras bélicas declaradas e que deixaram marcas inesquecíveis.
Actualmente ainda proliferam muitas em vários pontos do globo e que temos acessos quase imediato do seu desfecho. Mas infelizmente abundam por esse mundo, no nosso país e na nossa região guerras que a diário mexem com o pulsar da cidadania e dos seus modos de vida. É só pegar, por exemplo nos dois matutinos regionais e ver as guerras políticas que diariamente se travam e tudo por culpa de um ódio promovido pela decadência da politica regional. Acusações, vinganças, ódios, maledicência, enfim um sem número de disputas questões que põem em causa a credibilidade da democracia, que se implantou nesta terra e faz com que cada dia tenhamos mais receio de tornar-nos participativos no seu desenvolvimento.
O actual estado a que chegou o país cria um sentimento de revolta aos cidadãos, que sentem-se com sentimento de revolta perante todas as medidas implementadas pelos governantes, vivemos situações que quase se assemelham a um tempo de guerra e que com muita dificuldade será superada.
Importamos guerras diplomáticas; Portugal, Angola, guerras de sociedades supostamente desenvolvidas, são os constantes mascares que acontecem em países como, os EU onde várias vezes pessoas assassinadas à mão de portadores legais ou ilegais de armas, seres humanos que acham que a solução para os seus problemas que a sociedade lhes criou põem cobro à vida, jovens que por infelicidade ou falta de consciência cívica, acabam a sua permanência no mundo dos vivos, prostrados no asfalto, são os políticos derrotados declarando«guerra» politica aos vencedores, é o presidente da FIFA incitando à guerra verbal contra um ícone do desporto actual manifestando a sua simpatia pessoal pelo seu concorrente, é até os programas e as noticias das TV's, vivem das brigas, discussões, mal entendidos, ataques verbais, desavenças de casais, famosos e não só, enfim tudo se movimenta à volta do ódio, da mentira, da promoção de uma sociedade totalmente desprevenida de valores e que em nada abonam à harmonia da sociedade actual. Parece que perdoar é pecado, falar verdade não nos promove, ser amável é sinal da nossa fragilidade, cumprir leis penaliza-nos, dar afecto leva-nos à desconfiança. Mas afinal que mundo é este que nós estamos a construir? Onde as pessoas só se aceitam por interesses, desconfiam de tudo o que se move à sua volta, sentem necessidade de conduzir as suas vidas por padrões que são anti- humanos e que degradam a imagem do único ser que habita a terra e que tem a capacidade de através do afecto, da amizade , da simpatia, das palavras e dos gestos, transmitir o sentimento mais belo que alguma vez algum se conseguiu dar O AMOR.
sábado, 19 de outubro de 2013
Uma concepção errada
Perverteu-se o conceito de democracia em Portugal.Aquilo que é errado, que é contra natura, um pesadelo para a sociedade, uma aplicação descabida, muitos erros e muitas outras formas de vivência da actualidade do nosso país, foram criadas leis para torná-las numa legalidade.
Como é possível casos de política completamente errada e que a grande parte da população está em desacordo se torna uma legalidade? Como é possível, casos de corrupção que o país inteiro debate, comenta e até existem provas,não exista lei que condene os culpados, faça-os devolver aquilo que ilegalmente se apropriaram e compensem as pessoas ou instituições lesadas. Como é possível que: pessoas, empresas ou instituições lesarem cidadãos, famílias, crianças, cidadãos indefesos, possam passar impunes perante a justiça, com a agravante de ainda receberem compensações financeiras, comendas ou até, pasmem-se louvores do estado. Afinal estamos perante uma nação onde: o crime compensa, a justiça só se aplica aqueles a quem as leis sejam mais imputáveis, o facto de pertencer a uma certa classe da sociedade permite-lhes que se façam leis para proteger aqueles que de antemão as conhecem e quando não os beneficiam ou até os penalizam, pura e simplesmente altera-se a dita lei.
Um exemplo claro recentemente, é o caso do «Dr». Mário Soares usar os termos mais recentes para catalogar o actual governo, que diga-se de passagem tem sido o mais criminoso dos últimos 20 anos, por circunstâncias várias e antecedentes que para agora não devem ser abordados, pois está à vista de todos, e que durante os seus mandatos, quer seja como primeiro ministro, quer seja como presidente da república deixaram marcas muito negativas para o país, que é de todos sobejamente conhecido.
Apesar de estar em total desacordo com as políticas dos governos do pós 25 de Abril, uma coisa fez este governo que abalou o sentimento do Dr. Mário Soares, foi abolir as mordomias das suas fundações e querer acabar com as pensões vitalícias de ex-representantes de cargo públicos, daí o grande descontentamento deste senhor, que tornando-se porta voz dos incautos antecessores políticos, fez finca-pé desta decisão. Com que autoridade moral este senhor vem agora fazer-se opositor de um governo, quando o seu historial deixa tanto a desejar? Quando iremos ter governantes isentos,sábios,desinteressados,humanos, humildes, justos,defensores do bem comum,empreendedores de uma política de progresso no indivíduo, apostar nas pessoas,desenvolver as nossas potencialidades, independência externa,educação à medida das necessidades, justiça equilibrada, saúde gerida consoante as necessidades do cidadão, segurança ajustada com a justiça, promoção da nossa imagem como país de povo humilde e trabalhador não de incultos e submissos a uma democracia onde o essencial do país é subjugado para segundo plano, (o cidadão).
Vivemos submetidos ás ditaduras dos partidos políticos que embora achasse-mos que seriam o sustento da democracia, não passaram de um ninho de víboras para criar núcleos de interesses que marginalizaram os cidadãos, de modo a não terem direito àquilo que a autentica democracia proporciona; liberdade e participação cidadã na construção de um país evoluído e moderno.Será que teremos de esperar pela erradicação da actual classe política e fazer renascer e crescer uma nova geração de seres que até dificilmente deixariam de herdar os vícios dos seus antecessores, pois são eles que actualmente lhes transmitem valores que em nada contribuem para sub-sanar uma mentalidade perversa de seres egoístas, mal educados e corruptos. Uma herança muito pesada.Onde estará o remédio para curar deste cancro social que tem sido a administração do nosso país?
Perverteu-se o conceito de democracia em Portugal.Aquilo que é errado, que é contra natura, um pesadelo para a sociedade, uma aplicação descabida, muitos erros e muitas outras formas de vivência da actualidade do nosso país, foram criadas leis para torná-las numa legalidade.
Como é possível casos de política completamente errada e que a grande parte da população está em desacordo se torna uma legalidade? Como é possível, casos de corrupção que o país inteiro debate, comenta e até existem provas,não exista lei que condene os culpados, faça-os devolver aquilo que ilegalmente se apropriaram e compensem as pessoas ou instituições lesadas. Como é possível que: pessoas, empresas ou instituições lesarem cidadãos, famílias, crianças, cidadãos indefesos, possam passar impunes perante a justiça, com a agravante de ainda receberem compensações financeiras, comendas ou até, pasmem-se louvores do estado. Afinal estamos perante uma nação onde: o crime compensa, a justiça só se aplica aqueles a quem as leis sejam mais imputáveis, o facto de pertencer a uma certa classe da sociedade permite-lhes que se façam leis para proteger aqueles que de antemão as conhecem e quando não os beneficiam ou até os penalizam, pura e simplesmente altera-se a dita lei.
Um exemplo claro recentemente, é o caso do «Dr». Mário Soares usar os termos mais recentes para catalogar o actual governo, que diga-se de passagem tem sido o mais criminoso dos últimos 20 anos, por circunstâncias várias e antecedentes que para agora não devem ser abordados, pois está à vista de todos, e que durante os seus mandatos, quer seja como primeiro ministro, quer seja como presidente da república deixaram marcas muito negativas para o país, que é de todos sobejamente conhecido.
Apesar de estar em total desacordo com as políticas dos governos do pós 25 de Abril, uma coisa fez este governo que abalou o sentimento do Dr. Mário Soares, foi abolir as mordomias das suas fundações e querer acabar com as pensões vitalícias de ex-representantes de cargo públicos, daí o grande descontentamento deste senhor, que tornando-se porta voz dos incautos antecessores políticos, fez finca-pé desta decisão. Com que autoridade moral este senhor vem agora fazer-se opositor de um governo, quando o seu historial deixa tanto a desejar? Quando iremos ter governantes isentos,sábios,desinteressados,humanos, humildes, justos,defensores do bem comum,empreendedores de uma política de progresso no indivíduo, apostar nas pessoas,desenvolver as nossas potencialidades, independência externa,educação à medida das necessidades, justiça equilibrada, saúde gerida consoante as necessidades do cidadão, segurança ajustada com a justiça, promoção da nossa imagem como país de povo humilde e trabalhador não de incultos e submissos a uma democracia onde o essencial do país é subjugado para segundo plano, (o cidadão).
Vivemos submetidos ás ditaduras dos partidos políticos que embora achasse-mos que seriam o sustento da democracia, não passaram de um ninho de víboras para criar núcleos de interesses que marginalizaram os cidadãos, de modo a não terem direito àquilo que a autentica democracia proporciona; liberdade e participação cidadã na construção de um país evoluído e moderno.Será que teremos de esperar pela erradicação da actual classe política e fazer renascer e crescer uma nova geração de seres que até dificilmente deixariam de herdar os vícios dos seus antecessores, pois são eles que actualmente lhes transmitem valores que em nada contribuem para sub-sanar uma mentalidade perversa de seres egoístas, mal educados e corruptos. Uma herança muito pesada.Onde estará o remédio para curar deste cancro social que tem sido a administração do nosso país?
domingo, 8 de setembro de 2013
Para refletir
Aproxima-se mais um ato eleitoral onde serão eleitos os representantes mais próximos do povo. As autarquias representam em termos de cidadania, o mais perto do palpitar do dia à dia dos cidadãos. Vamos eleger, uma equipa para a Câmara Municipal liderada por um presidente, uma assembleia Municipal e uma junta de freguesia. Posto isto é de extrema importância que cada munícipe eleitor, na hora de tomar a decisão de fazer a sua escolha, tenha plena consciência e esteja devidamente esclarecido no ato que em sua mão terá de decidir. Em primeiro lugar pensar seriamente se decide ir votar ou ficar em casa e as consequências dessa decisão. Apesar da desilusão criada pelos próprios políticos ao longo da já adulta mas pouco participada democracia, poderemos chegar à conclusão que já não vale a pena e que não acreditamos em ninguém, é sem dúvida este o sentimento generalizado da população. Outro aspeto é que fatos de uma governação que apesar de apresentar ao longo dos anos um desenvolvimento e a modernização da nossa ilha, apesar da obra perpetuar umas úteis outras um pouco duvidosas, cometeu erros imperáveis e inadmissíveis e por isso as gerações futuras terão de acarretar com as consequências, daí achar que deverão ser penalizados nas urnas. De ter uma oposição que durante todo este tempo nunca se consegui-o identificar com a verdadeira realidade desta terra, na verdade pareceu anestesiada com a política levada a cabo pelo partido que durante quatro décadas se perpetua no poder, uma renovação poderá ser um lufada de ar fresco na política conturbada da nossa região. Fartos de promessa, enganados todos estes anos, usufruir dos benefícios criados, revoltados contra inúmeras situações bem conhecidas, tudo isto coloca-nos a questão pertinente! votar ou não se sim, em quem? se achamos que tudo aquilo que foi feito foi bom , a decisão estará tomada, se pelo contrário achamos que poderia e deveria ser feito melhor, acho que quem poderá fazer melhor deverá ser-lhe dada essa oportunidade, Se discordamos de muita coisa daquilo que de mau foi feito, acho que num ato de protesto deveremos votar na oposição, e no caso de não se rever em nenhum dos interveniente, deixar a escolha ao critério daqueles que por interesses em não deixar de continuar a usufruir das benesses que o poder proporciona! então será um erro grave ficar em casa e deixar que as coisas continuem como estão, mesmo estando em desacordo, mas achando que não há solução viável. Se não houver nunca uma alternância no poder a democracia desmorona-se e só nos restará o consolo de continuar vivendo ao sabor da decisão daqueles que, por acharem que a dependência da sua existência continua a ser, aceitar tudo o que quem beneficia do poder decide e adiar a nossa própria vontade de alterar o nosso destino. Quem acha que como tem sido governada a nossa terra é o caminho certo, até pode ficar em casa, pois em nada alterará a sua decisão, claro está, desde que não seja interessados diretos dos benefícios que o poder dá, agora quem está descontente terá no dia 29 deste mês a oportunidade de poder alterar o rumo das coisa. Mesmo que depois tudo continue na mesma, mas pelo menos teremos um argumento de que tentamos. Se nada se alterar continuaremos a lutar, cada um por um dia melhor cada dia da nossa vida, não podemos é ficar de braços cruzados á espera que as coisas aconteçam, porque alguém decidiu que não nós. A democracia precisa de cidadãos participativos e cada um de nós apesar desta democracia estar condicionada, ainda é possível alterar o rumo de muita coisa, basta que cada cidadão sinta que a sua decisão é de uma importância vital. Sentido de responsabilidade, de cidadania e sobretudo expressar a liberdade que a democracia proporciona, é isso que a nossa terra precisa. Vamos todos cumprir com a nossa participação.
Aproxima-se mais um ato eleitoral onde serão eleitos os representantes mais próximos do povo. As autarquias representam em termos de cidadania, o mais perto do palpitar do dia à dia dos cidadãos. Vamos eleger, uma equipa para a Câmara Municipal liderada por um presidente, uma assembleia Municipal e uma junta de freguesia. Posto isto é de extrema importância que cada munícipe eleitor, na hora de tomar a decisão de fazer a sua escolha, tenha plena consciência e esteja devidamente esclarecido no ato que em sua mão terá de decidir. Em primeiro lugar pensar seriamente se decide ir votar ou ficar em casa e as consequências dessa decisão. Apesar da desilusão criada pelos próprios políticos ao longo da já adulta mas pouco participada democracia, poderemos chegar à conclusão que já não vale a pena e que não acreditamos em ninguém, é sem dúvida este o sentimento generalizado da população. Outro aspeto é que fatos de uma governação que apesar de apresentar ao longo dos anos um desenvolvimento e a modernização da nossa ilha, apesar da obra perpetuar umas úteis outras um pouco duvidosas, cometeu erros imperáveis e inadmissíveis e por isso as gerações futuras terão de acarretar com as consequências, daí achar que deverão ser penalizados nas urnas. De ter uma oposição que durante todo este tempo nunca se consegui-o identificar com a verdadeira realidade desta terra, na verdade pareceu anestesiada com a política levada a cabo pelo partido que durante quatro décadas se perpetua no poder, uma renovação poderá ser um lufada de ar fresco na política conturbada da nossa região. Fartos de promessa, enganados todos estes anos, usufruir dos benefícios criados, revoltados contra inúmeras situações bem conhecidas, tudo isto coloca-nos a questão pertinente! votar ou não se sim, em quem? se achamos que tudo aquilo que foi feito foi bom , a decisão estará tomada, se pelo contrário achamos que poderia e deveria ser feito melhor, acho que quem poderá fazer melhor deverá ser-lhe dada essa oportunidade, Se discordamos de muita coisa daquilo que de mau foi feito, acho que num ato de protesto deveremos votar na oposição, e no caso de não se rever em nenhum dos interveniente, deixar a escolha ao critério daqueles que por interesses em não deixar de continuar a usufruir das benesses que o poder proporciona! então será um erro grave ficar em casa e deixar que as coisas continuem como estão, mesmo estando em desacordo, mas achando que não há solução viável. Se não houver nunca uma alternância no poder a democracia desmorona-se e só nos restará o consolo de continuar vivendo ao sabor da decisão daqueles que, por acharem que a dependência da sua existência continua a ser, aceitar tudo o que quem beneficia do poder decide e adiar a nossa própria vontade de alterar o nosso destino. Quem acha que como tem sido governada a nossa terra é o caminho certo, até pode ficar em casa, pois em nada alterará a sua decisão, claro está, desde que não seja interessados diretos dos benefícios que o poder dá, agora quem está descontente terá no dia 29 deste mês a oportunidade de poder alterar o rumo das coisa. Mesmo que depois tudo continue na mesma, mas pelo menos teremos um argumento de que tentamos. Se nada se alterar continuaremos a lutar, cada um por um dia melhor cada dia da nossa vida, não podemos é ficar de braços cruzados á espera que as coisas aconteçam, porque alguém decidiu que não nós. A democracia precisa de cidadãos participativos e cada um de nós apesar desta democracia estar condicionada, ainda é possível alterar o rumo de muita coisa, basta que cada cidadão sinta que a sua decisão é de uma importância vital. Sentido de responsabilidade, de cidadania e sobretudo expressar a liberdade que a democracia proporciona, é isso que a nossa terra precisa. Vamos todos cumprir com a nossa participação.
sábado, 20 de julho de 2013
Emergência nacional
Durante todos estes anos , mais concretamente nos últimos anos, ou seja, já nos anos mais recentes, e com mais evidencia nas ultimas semanas, assistimos a um continuado funeral da situação política do nosso país, depois de ter passado por um alergia, seguindo-se um vírus e depois uma infecção até uma doença crónica e incurável, que culmina com a morte lenta provocada por «pessoas» sem escrúpulos que se apoderaram da política, infiltrando-se nas organizações que a sustentam, ou pelo menos deveriam sustentar, que são as organizações políticas, mas que, por razões várias, contagiando-se com a força que o poder proporciona, foram a pouco e pouco tomando conta dos bens da nação que a repressiva ditadura ao longo de quatro décadas e à força da ignorância e de parca cultura a que foi submetido o povo, consegui-o arrecadar.
O facto da queda do regime ter concedido ao povo o poder de decidir, eis que surgem os salteadores da arca, que com magistral astúcia tomam conta daquilo que é por natureza do povo e aproveitando da liberdade permitir que outros moldes de gestão dos bens públicos pudessem ser utilizados,consideraram-se donos e senhores da coisa publica e ao longo de outras tantas décadas, chegou-se o dia e a hora de o país estar definitivamente arrasado e financeiramente destruído.
Como será possível este mesmo povo a quem a liberdade permitiu a opção de escolha dos seus governantes, permitir que esses escolhidos, pudessem fazer do povo uns ignorantes e pior ainda ao longo de quatro décadas, continuarmos a confiar-lhes a gestão do património que é de todos, sem nunca terem tido a coragem de por em causa semelhante desastre?
Como será possível depois de tentativas falhadas de acordos políticos a convidar todos os até aqui, intervenientes da festança, a comerem no mesmo gamelão que agora só tem as cascas secas da bolota que é dada ao povo já que ninguém a quer, pois o caviar já à muito deixou de existir e por já nem o seu cheiro pairar no ar, leva-se a que ainda consigam brigar para gerir as esmolas que a esfarrapada Europa nos que mandar, à custa de comermos o pão com farinha da bolota, pois já nem o rolão nos dão.
Acham que é motivante para o cidadão comum, ser chamado mais uma vez a participar no refegabofe que se tornarão novas eleições, para voltar a ver e ouvir os mesmos salteadores e (até presidiários candidatos a assembleias municipais existem),a fazerem promessas impossíveis de cumprir, a apresentar planos para enterrar o esforço de um povo farto de sacrifícios, quando aqueles que deveriam se sacrificar por serem os beneficiários directos do desastres nacional, continuarem a usufruir dos seu vencimentos chorudos ou de um senhor (Silva) fazer estoirar dos cofres do estado 160 MIL Euros, para visitar as selvagens, quando a maioria dos cidadãos deste país,demoraria pelo menos 20 anos a receber essa verba de vencimento fruto do seu trabalho, e para os privilegiados que ainda o têm, pois quase um milhão já vive à esmola de instituições, institutos e voluntários, sem falar dos que adormecem e se levantam sem saber se irão aconchegar o seu estômago.Terá de haver uma outra motivação e muito forte para que com toda a força, convicção, confiança e sobretudo esperança, possamos em massa acorrer às assembleias de votos e dizer com toda a força vai ser desta que eu e milhões de portugueses vamos libertar verdadeiramente o nosso país. Até lá resta-nos que apareçam cidadãos com coragem de prestar os seus serviço a bem da nação mas a troco única e exclusivamente de um protejo de salvação nacional verdadeiro e sobretudo autentico. A verdade é que muitos dos que poderiam dar o seu contributo até terão receio a dar o passo em frente visto a classe política estar tão desacreditada, mas terá de haver alguma coragem e sobretudo vontade de lutar, com trabalho e convicção patriótica.Portugal consegue e a nação é o seu povo.
Durante todos estes anos , mais concretamente nos últimos anos, ou seja, já nos anos mais recentes, e com mais evidencia nas ultimas semanas, assistimos a um continuado funeral da situação política do nosso país, depois de ter passado por um alergia, seguindo-se um vírus e depois uma infecção até uma doença crónica e incurável, que culmina com a morte lenta provocada por «pessoas» sem escrúpulos que se apoderaram da política, infiltrando-se nas organizações que a sustentam, ou pelo menos deveriam sustentar, que são as organizações políticas, mas que, por razões várias, contagiando-se com a força que o poder proporciona, foram a pouco e pouco tomando conta dos bens da nação que a repressiva ditadura ao longo de quatro décadas e à força da ignorância e de parca cultura a que foi submetido o povo, consegui-o arrecadar.
O facto da queda do regime ter concedido ao povo o poder de decidir, eis que surgem os salteadores da arca, que com magistral astúcia tomam conta daquilo que é por natureza do povo e aproveitando da liberdade permitir que outros moldes de gestão dos bens públicos pudessem ser utilizados,consideraram-se donos e senhores da coisa publica e ao longo de outras tantas décadas, chegou-se o dia e a hora de o país estar definitivamente arrasado e financeiramente destruído.
Como será possível este mesmo povo a quem a liberdade permitiu a opção de escolha dos seus governantes, permitir que esses escolhidos, pudessem fazer do povo uns ignorantes e pior ainda ao longo de quatro décadas, continuarmos a confiar-lhes a gestão do património que é de todos, sem nunca terem tido a coragem de por em causa semelhante desastre?
Como será possível depois de tentativas falhadas de acordos políticos a convidar todos os até aqui, intervenientes da festança, a comerem no mesmo gamelão que agora só tem as cascas secas da bolota que é dada ao povo já que ninguém a quer, pois o caviar já à muito deixou de existir e por já nem o seu cheiro pairar no ar, leva-se a que ainda consigam brigar para gerir as esmolas que a esfarrapada Europa nos que mandar, à custa de comermos o pão com farinha da bolota, pois já nem o rolão nos dão.
Acham que é motivante para o cidadão comum, ser chamado mais uma vez a participar no refegabofe que se tornarão novas eleições, para voltar a ver e ouvir os mesmos salteadores e (até presidiários candidatos a assembleias municipais existem),a fazerem promessas impossíveis de cumprir, a apresentar planos para enterrar o esforço de um povo farto de sacrifícios, quando aqueles que deveriam se sacrificar por serem os beneficiários directos do desastres nacional, continuarem a usufruir dos seu vencimentos chorudos ou de um senhor (Silva) fazer estoirar dos cofres do estado 160 MIL Euros, para visitar as selvagens, quando a maioria dos cidadãos deste país,demoraria pelo menos 20 anos a receber essa verba de vencimento fruto do seu trabalho, e para os privilegiados que ainda o têm, pois quase um milhão já vive à esmola de instituições, institutos e voluntários, sem falar dos que adormecem e se levantam sem saber se irão aconchegar o seu estômago.Terá de haver uma outra motivação e muito forte para que com toda a força, convicção, confiança e sobretudo esperança, possamos em massa acorrer às assembleias de votos e dizer com toda a força vai ser desta que eu e milhões de portugueses vamos libertar verdadeiramente o nosso país. Até lá resta-nos que apareçam cidadãos com coragem de prestar os seus serviço a bem da nação mas a troco única e exclusivamente de um protejo de salvação nacional verdadeiro e sobretudo autentico. A verdade é que muitos dos que poderiam dar o seu contributo até terão receio a dar o passo em frente visto a classe política estar tão desacreditada, mas terá de haver alguma coragem e sobretudo vontade de lutar, com trabalho e convicção patriótica.Portugal consegue e a nação é o seu povo.
sábado, 13 de julho de 2013
E se!
Aproxima-se a passos largos mais um período de campanha eleitoral para as eleições autárquicas, e voltará o mesmo diálogo já gasto de promessas cada vez mais impossíveis de cumpri, por razões sobejamente conhecidas. Depois do deprimente espetáculo bem vivo na memória dos portugueses, se bem sei de nada benéfico para a situação que o país atravessa, mas por estratégia dos políticos a boa maneira de sempre, mechem os cordelinhos de modo a fragilizar qualquer coisa desde que, depois o benefício o quem sabe até, o prejuízo, vá bater sempre ao mesmo sítio.
Agora eu pregunto: depois de assistir a tanta manobra politiqueira nesta terra, como será se: Numa ou mais autarquias nenhuma das forças politicas concorrentes obtiver maiorias, que diga-se de passagem acho quem vai ter a maioria em todas elas será o «partido» da abstenção, aquele em quem a maioria dos eleitores se revêm e que nuca os enganou, mas que a lei portuguesa não o leva em conta, pois os descontentes terão que levar com a maioria daqueles que por interesses vários, são motivados a sentirem-se na obrigação de depositar o seu voto, visto que os que não usufruem de benefícios desta camuflada democracia, estarão se borrifando para quem quer que seja o vencedor deste «concurso» político.
Imaginem só, por exemplo: o que seria ver um Funchal com um PSD com 30% a 35% dos votos, ou um movimento cívico Mudança, com igual percentagem, quem seria o convidado para formar uma assembleia municipal maioritária, visto que os restantes parecem sempre estarem de costas voltadas?
Num conselho como Santa Cruz por exemplo: ninguém obter maioria tornaria uma autarquia ingovernável, visto não haverem condições ou pelo menos deixa tudo transparecer semelhante impossibilidade. Quem diz nestes, diria noutros conselho de uma terra que à quase 40 anos habituou-se à hegemonia laranja, que parece ter terminado o seu ciclo.
Estaremos num beco sem saída política, ou estaremos começando uma nova era onde deverá exigir-se ou até porque não, obrigar aos cidadão a sua total participação na construção da autêntica democracia, para não continuar-mos a trata-la num faz de conta de liberdade, onde essa liberdade só tem permitido até agora o aproveitamento em benefícios de uns poucos mas que agora , dada as circunstâncias todos reclamam pão, na casa onde já nem migalhas existem. Acho um caso muito sério e será um teste à sobrevivência democrática da nossa região e até, porque não, do nosso país.
Enviada para DN Funchal 13/07/3013
Aproxima-se a passos largos mais um período de campanha eleitoral para as eleições autárquicas, e voltará o mesmo diálogo já gasto de promessas cada vez mais impossíveis de cumpri, por razões sobejamente conhecidas. Depois do deprimente espetáculo bem vivo na memória dos portugueses, se bem sei de nada benéfico para a situação que o país atravessa, mas por estratégia dos políticos a boa maneira de sempre, mechem os cordelinhos de modo a fragilizar qualquer coisa desde que, depois o benefício o quem sabe até, o prejuízo, vá bater sempre ao mesmo sítio.
Agora eu pregunto: depois de assistir a tanta manobra politiqueira nesta terra, como será se: Numa ou mais autarquias nenhuma das forças politicas concorrentes obtiver maiorias, que diga-se de passagem acho quem vai ter a maioria em todas elas será o «partido» da abstenção, aquele em quem a maioria dos eleitores se revêm e que nuca os enganou, mas que a lei portuguesa não o leva em conta, pois os descontentes terão que levar com a maioria daqueles que por interesses vários, são motivados a sentirem-se na obrigação de depositar o seu voto, visto que os que não usufruem de benefícios desta camuflada democracia, estarão se borrifando para quem quer que seja o vencedor deste «concurso» político.
Imaginem só, por exemplo: o que seria ver um Funchal com um PSD com 30% a 35% dos votos, ou um movimento cívico Mudança, com igual percentagem, quem seria o convidado para formar uma assembleia municipal maioritária, visto que os restantes parecem sempre estarem de costas voltadas?
Num conselho como Santa Cruz por exemplo: ninguém obter maioria tornaria uma autarquia ingovernável, visto não haverem condições ou pelo menos deixa tudo transparecer semelhante impossibilidade. Quem diz nestes, diria noutros conselho de uma terra que à quase 40 anos habituou-se à hegemonia laranja, que parece ter terminado o seu ciclo.
Estaremos num beco sem saída política, ou estaremos começando uma nova era onde deverá exigir-se ou até porque não, obrigar aos cidadão a sua total participação na construção da autêntica democracia, para não continuar-mos a trata-la num faz de conta de liberdade, onde essa liberdade só tem permitido até agora o aproveitamento em benefícios de uns poucos mas que agora , dada as circunstâncias todos reclamam pão, na casa onde já nem migalhas existem. Acho um caso muito sério e será um teste à sobrevivência democrática da nossa região e até, porque não, do nosso país.
Enviada para DN Funchal 13/07/3013
sábado, 8 de junho de 2013
férias de reflexão
Férias de reflexão
Aproxima-se a passos largos mais um verão,com arraiais,festas,praia,viagens,diversão enfim,o merecido descanso no período de férias que bem reconforta as energias de quem durante doze meses se esforça por cumprir,bem ou mal com o seu compromisso laboral,isso claro está,aqueles que ainda têm a sorte de poder usufruir de um posto de trabalho digno desse nome.Ma eis que também se vislumbra no horizonte,mais uma luta titânica pelo poder!A nossa cidade qual centro comercial gigantesco disponibiliza já em grande escala imagens de potenciais herdeiros da autarquia como se de mercadoria se trata-se,e com a mesma formula e o mesmo marketing para mais uma vez poder «vender» o produto de si já desgastado,e não é pelo tempo,mas porque as máquinas que o fabricam estão decadentes,contaminadas e obsoletas.Agora com a agravante de «usarem»alguns cidadãos para poderem chegar aquele grupo que até agora não tinham tido a ousadia de se preocupar.Infelizmente poderia ser usada a mesma estratégia,mas levando a que os cidadãos eleitores e principalmente os mais jovens e os idosos,que vivem alheados desta política destrutiva fomentada ao longo destes dramáticos anos de pseudodemocracia,onde os eleitores foram convidados e não incentivados ou até talvez,porque não,obrigados a participar activamente no projecto de desenvolvimento cívico do regime democrático.Claro que se assim fosse não estaria eu aqui agora a lamentar aquilo que milhares de cidadãos se encontram revoltados com o regime e fartos de promessa e demagogia barata. Nesta campanha antecipada das próximas eleições autárquicas,em vez de tanto desperdício de dividendos em campanhas de promessas vans,deveriam ser chamados os cidadãos a coo-participar,com trabalho activo,pois o dinheiro que se investe em cartazes,folhetos e papelinho para deitar ao lixo e conspurcar a cidade,pois já pouco ou nada valem para vender a imagem dos políticos que eles próprios ao longo dos anos deram o exemplo claro de como não se deve vender um produto denegrindo a sua própria imagem,deveriam esses investimentos reverter para os jovens atletas para actividades de campanha com eventos desportivos,aos idosos com actividades de solidariedade lazer e acompanhamento para minimizar o sofrimento desses seres humanos,para as largas dezenas de desempregados que proliferam nesta região castigada pela má politica utilizada ao longo destes anos,para que com algum trabalho comunitário pudessem receber alguma ajuda para reduzir o seu drama.Ainda vão a tempo de reparar alguns erros e minimizar o sofrimento de tantas pessoas que sentem muita dificuldade em continuar a acreditar na democracia.Enquanto não tivermos a coragem de alterar alei eleitoral seremos nós os cidadão a dar o mote,tentado alterar o circuito das leis democráticas,pois a lei eleitoral actual só serve apenas para fomentar mais corruptos e condicionar a participação democrática a pequenos grupos que até agora se refugiaram escondidos por detrás dos pilares da democracia,os partidos políticos.De continuar assim não chegaremos à plenitude de uma democracia deveras participativa.
Aproxima-se a passos largos mais um verão,com arraiais,festas,praia,viagens,diversão enfim,o merecido descanso no período de férias que bem reconforta as energias de quem durante doze meses se esforça por cumprir,bem ou mal com o seu compromisso laboral,isso claro está,aqueles que ainda têm a sorte de poder usufruir de um posto de trabalho digno desse nome.Ma eis que também se vislumbra no horizonte,mais uma luta titânica pelo poder!A nossa cidade qual centro comercial gigantesco disponibiliza já em grande escala imagens de potenciais herdeiros da autarquia como se de mercadoria se trata-se,e com a mesma formula e o mesmo marketing para mais uma vez poder «vender» o produto de si já desgastado,e não é pelo tempo,mas porque as máquinas que o fabricam estão decadentes,contaminadas e obsoletas.Agora com a agravante de «usarem»alguns cidadãos para poderem chegar aquele grupo que até agora não tinham tido a ousadia de se preocupar.Infelizmente poderia ser usada a mesma estratégia,mas levando a que os cidadãos eleitores e principalmente os mais jovens e os idosos,que vivem alheados desta política destrutiva fomentada ao longo destes dramáticos anos de pseudodemocracia,onde os eleitores foram convidados e não incentivados ou até talvez,porque não,obrigados a participar activamente no projecto de desenvolvimento cívico do regime democrático.Claro que se assim fosse não estaria eu aqui agora a lamentar aquilo que milhares de cidadãos se encontram revoltados com o regime e fartos de promessa e demagogia barata. Nesta campanha antecipada das próximas eleições autárquicas,em vez de tanto desperdício de dividendos em campanhas de promessas vans,deveriam ser chamados os cidadãos a coo-participar,com trabalho activo,pois o dinheiro que se investe em cartazes,folhetos e papelinho para deitar ao lixo e conspurcar a cidade,pois já pouco ou nada valem para vender a imagem dos políticos que eles próprios ao longo dos anos deram o exemplo claro de como não se deve vender um produto denegrindo a sua própria imagem,deveriam esses investimentos reverter para os jovens atletas para actividades de campanha com eventos desportivos,aos idosos com actividades de solidariedade lazer e acompanhamento para minimizar o sofrimento desses seres humanos,para as largas dezenas de desempregados que proliferam nesta região castigada pela má politica utilizada ao longo destes anos,para que com algum trabalho comunitário pudessem receber alguma ajuda para reduzir o seu drama.Ainda vão a tempo de reparar alguns erros e minimizar o sofrimento de tantas pessoas que sentem muita dificuldade em continuar a acreditar na democracia.Enquanto não tivermos a coragem de alterar alei eleitoral seremos nós os cidadão a dar o mote,tentado alterar o circuito das leis democráticas,pois a lei eleitoral actual só serve apenas para fomentar mais corruptos e condicionar a participação democrática a pequenos grupos que até agora se refugiaram escondidos por detrás dos pilares da democracia,os partidos políticos.De continuar assim não chegaremos à plenitude de uma democracia deveras participativa.
sábado, 11 de maio de 2013
Pela medida grande
Assisti na passada quinta feira,na televisão pública,RTP talvez ao programa que deveria servir de modelo de orientação para todos os portugueses.Tratou-se do 5 p'ra meia noite com o moderador e humorista,Zé Pedro Vasconcelos entrevistando um português que reside actualmente na Dinamarca,Paulo Morais,que apresentou as causas e as soluções para o actual estado do país.Só faltou realmente ser mais radical nas medidas a tomar.Certamente,mas ainda não assisti à medida que seria a mais correcta,que era a dos ministros,secretários de estado, presidente da república e seus assessores,deputados,autarcas,governadores,enfim todos os cargos por inerência política,administradores de empresas públicas ,enfim e toda essa cambada de «corruptos» reduzirem pelo menos 50% do seu vencimento,enquanto o país não equilibra-se as contas das despesas pública,só aí demonstrariam que existe boa vontade da parte dos políticos em resolver rapidamente a situação económica do país,poderiam até com essa atitude,reactivar a credibilidade nos políticos,não vejo outro modo de começar a dar o exemplo e já agora,meter na prisão e obrigar a devolver tudo o que ilegalmente subtraíram dos cofres do país,e aqueles que durante todos estes anos assaltaram o património da nação.Penso que se estas medidas fossem tomadas,o povo não necessitaria de tanto sacrifício,e o país rapidamente sairia da crise a que foi conduzido.Há ! e por os bancos também a contribuir mais,pois o que fizeram e fazem é injusto.
Assisti na passada quinta feira,na televisão pública,RTP talvez ao programa que deveria servir de modelo de orientação para todos os portugueses.Tratou-se do 5 p'ra meia noite com o moderador e humorista,Zé Pedro Vasconcelos entrevistando um português que reside actualmente na Dinamarca,Paulo Morais,que apresentou as causas e as soluções para o actual estado do país.Só faltou realmente ser mais radical nas medidas a tomar.Certamente,mas ainda não assisti à medida que seria a mais correcta,que era a dos ministros,secretários de estado, presidente da república e seus assessores,deputados,autarcas,governadores,enfim todos os cargos por inerência política,administradores de empresas públicas ,enfim e toda essa cambada de «corruptos» reduzirem pelo menos 50% do seu vencimento,enquanto o país não equilibra-se as contas das despesas pública,só aí demonstrariam que existe boa vontade da parte dos políticos em resolver rapidamente a situação económica do país,poderiam até com essa atitude,reactivar a credibilidade nos políticos,não vejo outro modo de começar a dar o exemplo e já agora,meter na prisão e obrigar a devolver tudo o que ilegalmente subtraíram dos cofres do país,e aqueles que durante todos estes anos assaltaram o património da nação.Penso que se estas medidas fossem tomadas,o povo não necessitaria de tanto sacrifício,e o país rapidamente sairia da crise a que foi conduzido.Há ! e por os bancos também a contribuir mais,pois o que fizeram e fazem é injusto.
sábado, 4 de maio de 2013
UM DIA COM A MÃE
Como é difícil estar um dia inteiro com a mãe!
Uma chata que está sempre a mandar vir,quando vou para a escola enquanto estou com os colegas,até esqueço-me que tenho mãe.E volta o pesadelo no regresso a casa,para poder-la suportar até o dia seguinte,ter de comer aquelas porcarias que me impinge,sem poder libertar-me de permanecer horas a fio com um livro à minha frente,fazendo que estou a estudar mas em frente ao PC a teclar via face com os amigos.Há porque aí sim!perco-me no tempo;enfim é realmente uma seca.
Ó mãe! Há quanto tempo não sinto a tua voz,não tive o privilégio de te ter a ralhar comigo nos momentos que a solidão me invadia,naqueles dias onde os Invernos são extremamente frios nunca mais senti o calor dos teus braços ou caricia das tuas mãos e nem até o sabor dos teus beijos,quão difícil é viver sem a presença da nossa mãe,sabendo de antemão que mãe há só uma e quando a sua presença é por tempo limitado, cada dia da nossa vida mesmo com o passar dos anos podemos afirmar:que grande dádiva de Deus é sentirmos por muitos anos a presença da nossa mãe no nosso dia a dia.Mesmo ausento sinto todos os dias da minha vida a tua mão estendida.Para todos os filhos parabéns pelas vossas mães e para todas as mães um feliz dia.
sábado, 13 de abril de 2013
São os loucos da cidade!
Quando tanto problema e tantas preocupações envolve a nossa sociedade,os nossos cidadãos,a nossa região,o nosso país e o mundo;sim porque ainda vivemos neste mundo,quase virtual onde uns acham-se iluminados e super inteligente fazendo de muitos outros seus escravos,seus servidores,seus lacaios,seus domados e até seus adoradores.Sim,porque muitos até se acham Deuses,dada a sua forma de agir com os outros supostamente seus semelhantes,mas que em nada esses se assemelham aos outros.
Vem ao caso uma situação que a maioria das vezes passa despercebida ao comum dos cidadãos,mas que é digna de referencia.
A caminho do trabalho na minha rotina diário,dei por mim a apreciar os gestos de um cidadão que para a maioria dos comuns,é uma pessoa com alguma incapacidade mental,e portanto tratado como tal,mas,a sua atitude e comportamento com o ambiente nada tem a ver do que como é considerado,viu-o recolhendo os detritos que os cidadãos supostamente civilizados e bons da sua cabeça,atiram abusivamente desrespeitando as verdadeiras normas de civismo,lá ia ele com um saco de plástico recolhendo latas,papeis e enfim muitos outros detritos,isso aconteceu nas imediações da zona conhecida por Transval na Boa Nova.Fiquei perplexo e comecei a pensar quem nesta sociedade está realmente bem da cabeça.
Mas o caso repetiu-se com outro cidadão dias depois,supostamente com as mesmas perturbações mentais e que,nas paragens de autocarros adjacentes à empresa de electricidade e quando muita gente aguardava pacientemente o transporte para regressar a casa,lá estava outro cidadão a fazer o mesmo serviço,sem aparentemente se preocupar com os vários comentários que vinham das várias pessoas que ali estavam,com o seu saco,ia pacientemente recolhendo,papeis,plásticos,pastilhas elásticas,pontas de cigarros,enfim tudo o que conspurcava toda aquela área por onde circula diariamente muitos cidadãos supostamente civilizados.Quem serão os verdadeiros«loucos» da nossa cidade.
Aprendamos a comportar-nos dignamente com todos os incapacitados que aparentemente parecem querer ensinar-nos como se vive civilizadamente numa cidade que é de todos.
Quando tanto problema e tantas preocupações envolve a nossa sociedade,os nossos cidadãos,a nossa região,o nosso país e o mundo;sim porque ainda vivemos neste mundo,quase virtual onde uns acham-se iluminados e super inteligente fazendo de muitos outros seus escravos,seus servidores,seus lacaios,seus domados e até seus adoradores.Sim,porque muitos até se acham Deuses,dada a sua forma de agir com os outros supostamente seus semelhantes,mas que em nada esses se assemelham aos outros.
Vem ao caso uma situação que a maioria das vezes passa despercebida ao comum dos cidadãos,mas que é digna de referencia.
A caminho do trabalho na minha rotina diário,dei por mim a apreciar os gestos de um cidadão que para a maioria dos comuns,é uma pessoa com alguma incapacidade mental,e portanto tratado como tal,mas,a sua atitude e comportamento com o ambiente nada tem a ver do que como é considerado,viu-o recolhendo os detritos que os cidadãos supostamente civilizados e bons da sua cabeça,atiram abusivamente desrespeitando as verdadeiras normas de civismo,lá ia ele com um saco de plástico recolhendo latas,papeis e enfim muitos outros detritos,isso aconteceu nas imediações da zona conhecida por Transval na Boa Nova.Fiquei perplexo e comecei a pensar quem nesta sociedade está realmente bem da cabeça.
Mas o caso repetiu-se com outro cidadão dias depois,supostamente com as mesmas perturbações mentais e que,nas paragens de autocarros adjacentes à empresa de electricidade e quando muita gente aguardava pacientemente o transporte para regressar a casa,lá estava outro cidadão a fazer o mesmo serviço,sem aparentemente se preocupar com os vários comentários que vinham das várias pessoas que ali estavam,com o seu saco,ia pacientemente recolhendo,papeis,plásticos,pastilhas elásticas,pontas de cigarros,enfim tudo o que conspurcava toda aquela área por onde circula diariamente muitos cidadãos supostamente civilizados.Quem serão os verdadeiros«loucos» da nossa cidade.
Aprendamos a comportar-nos dignamente com todos os incapacitados que aparentemente parecem querer ensinar-nos como se vive civilizadamente numa cidade que é de todos.
sábado, 9 de março de 2013
Para inglês ver
Não sendo muito dado a comentários desportivos,mas algo levou-me desta vez a começar por essa área. Exemplo de civismo,desportivismo e amor pelo seu clube,vi isso e muito mais no passado encontro de futebol Real Madrid,Manchester United,algo que me chamou muito a atenção:um estádio com setenta mil pessoas a aplaudir o futebol,os adversários que até por acaso dentro desse grupo encontravam-se três portugueses e casualmente um deles é madeirense.Para nós deverá ser motivo de orgulho ainda poder sermos vistos no mundo,mais que não seja no do futebol,como excelentes desportistas e bons naquela modalidade.Casualmente lendo uma notícia que até desconhecia sobre a ultima guerra mundial onde existiam planos de ocupação da nossa terra pelos ingleses,parei para pensar qual teria sido o nosso futuro se isso tivesse acontecido!
Pará já teríamos deixados de ser os coitados dos portugueses que durante as ultimas décadas só temos sido explorados e manipulados por portugueses,madeirenses desavergonhados,teria-mos um salário digno e minimamente uma administração pública muito mais controlada,não estaríamos na miséria em que estamos e poderíamos desenvolver a nossa terra contribuir para que as actuais e futuras gerações tivessem a possibilidade de ajudar a desenvolver a nossa terra e as nossa potencialidades,não teríamos que emigrar pois com certeza que de uma ou de outra forma seriam criadas condições para que todos os habitantes desta maravilhosa ilha pudessem aportar os seus dons em prol duma terra que tem tudo para ser excelente, mas que pelo facto de ao longo destas oito décadas ter sido administrada por mentalidades corruptas e exploradoras dos mais desprovidos,transformou-se num espaço onde a esperança no futuro é quase um oásis,onde não se perspectiva nada de bom para as décadas futuras e onde os pobres continuarão a ser pobres e os ricos cada vez menos e mais ricos.Será que foi azar da nossa parte a guerra ter terminado mais cedo,ou a posta em marcha desse plano deveria ter sido antecipada para bem de um povo que terá de suportar mais algumas gerações de incompetentes até um dia poder sair deste marasmo politico e social a que tem sido levado ao longo destes anos!
Há!outra coisa,e eu e muitos de nós até já teríamos todos aprendido a falar inglês,nem que para isso tivéssemos de ser obrigados como fomos todos estes anos a aguentar toda esta pouca vergonha,seria fácil para nós como foi para os políticos manter a hegemonia do poder,contar um povo extremamente submisso e pouco participativo na sociedade politica do dia a dia.Em suma,teria acordado mais cedo para a realidade.
Não sendo muito dado a comentários desportivos,mas algo levou-me desta vez a começar por essa área. Exemplo de civismo,desportivismo e amor pelo seu clube,vi isso e muito mais no passado encontro de futebol Real Madrid,Manchester United,algo que me chamou muito a atenção:um estádio com setenta mil pessoas a aplaudir o futebol,os adversários que até por acaso dentro desse grupo encontravam-se três portugueses e casualmente um deles é madeirense.Para nós deverá ser motivo de orgulho ainda poder sermos vistos no mundo,mais que não seja no do futebol,como excelentes desportistas e bons naquela modalidade.Casualmente lendo uma notícia que até desconhecia sobre a ultima guerra mundial onde existiam planos de ocupação da nossa terra pelos ingleses,parei para pensar qual teria sido o nosso futuro se isso tivesse acontecido!
Pará já teríamos deixados de ser os coitados dos portugueses que durante as ultimas décadas só temos sido explorados e manipulados por portugueses,madeirenses desavergonhados,teria-mos um salário digno e minimamente uma administração pública muito mais controlada,não estaríamos na miséria em que estamos e poderíamos desenvolver a nossa terra contribuir para que as actuais e futuras gerações tivessem a possibilidade de ajudar a desenvolver a nossa terra e as nossa potencialidades,não teríamos que emigrar pois com certeza que de uma ou de outra forma seriam criadas condições para que todos os habitantes desta maravilhosa ilha pudessem aportar os seus dons em prol duma terra que tem tudo para ser excelente, mas que pelo facto de ao longo destas oito décadas ter sido administrada por mentalidades corruptas e exploradoras dos mais desprovidos,transformou-se num espaço onde a esperança no futuro é quase um oásis,onde não se perspectiva nada de bom para as décadas futuras e onde os pobres continuarão a ser pobres e os ricos cada vez menos e mais ricos.Será que foi azar da nossa parte a guerra ter terminado mais cedo,ou a posta em marcha desse plano deveria ter sido antecipada para bem de um povo que terá de suportar mais algumas gerações de incompetentes até um dia poder sair deste marasmo politico e social a que tem sido levado ao longo destes anos!
Há!outra coisa,e eu e muitos de nós até já teríamos todos aprendido a falar inglês,nem que para isso tivéssemos de ser obrigados como fomos todos estes anos a aguentar toda esta pouca vergonha,seria fácil para nós como foi para os políticos manter a hegemonia do poder,contar um povo extremamente submisso e pouco participativo na sociedade politica do dia a dia.Em suma,teria acordado mais cedo para a realidade.
domingo, 17 de fevereiro de 2013
GUARDA COSTAS DE LADRÕES?
Num estado de direito,é dever de todo o cidadão cumprir com as suas obrigações fiscais.Segundo sei,existem muitos países onde o não cumprimento das obrigações nos pagamentos dos impostos ao estado,reverte em multas muito pesadas o que não compensa o incumprimento das mesmas.Dado esse facto,os governantes,consoante ao incumprimento,aplicam as devidas multas que por sua vez revertem para os cofres do estado.Até aqui tudo certo.Mas no nosso caso e falando concretamente nas medidas recentemente aprovados quanto à exigência de factura por tudo o que é adquirido,deixa muito a desejar.Por exemplo,na aquisição de um título de transporte(giro)no autocarro,o condutor não me dá a factura na hora da compra!Isto para citar um caso flagrante.Outra estupidez,o de ir a um café que em média paga-se 0,60 cêntimos,exigir uma factura que será lógico,mas não funcional.Imaginar que tomo,dois cafés por dia,chego ao fim do ano com uma gaveta cheia de papeis;há!com agravante de que se não pedir a factura poder ser -me aplicada a respectiva multa.Ora se tudo isto mais o incentivo que a DGCI me dá na dedução no meu IRS,fosse real até vale a pena,mas depois?como são geridos os dinheiro deste país?É o descalabro que se vê,ministros,ex-ministros,secretários de estado,autarcas,governadores,administradores de empresas públicas com montes de caso de corrupção que são de todos sabidos e que a justiça,por razões várias não aplica a verdadeira justiça democraticamente. Agora eu pergunto:será que vale a pena continuar a contribuir para a evasão fiscal do comerciante do café,do cabeleireiro,enfim de tantos outros que com uma pouca quantia individualmente lesa o erário público mas que reverte em favor da sua família,ou servir de fiscal das finanças,para depois esses dinheiros reverterem para ajudar quem durante tantos anos sacrificou e cada vez mais continua a roubar e a sacrificar quem realmente trabalha?Qual a autoridade moral dos políticos que governaram e governam este país,para fazerem semelhante exigência,quando quem realmente deveria ser o cumpridor e e contribuidor do estado é quem mais recebe os benefícios e menos contribui. Estarão usando-nos indirectamente para fiscalizando-nos uns aos outros,possamos continuar a ter governantes sem escrúpulos que só pensam em medidas abruptas e no imediato,e depois aplicarem o garrote financeiro destruindo a economia e o sector produtivo,entregando-nos à mercê de administrações estrangeiras. Entreguem de uma vês por toda a alguém que possa administrar o nosso dinheiro de modo a não serem sempre os mesmos,que realmente trabalham,a terem de pagar a tão flamejada crise,que bem vista,não foi o povo que a criou,mas sim os seus governantes ao longo de 39 anos de liberdade. Dêem-nos outra missão,a de com o nosso trabalho contribuir para o desenvolvimento da grande nação que foi e é o nosso Portugal.Se esse for o compromisso eu e muitos como eu assumi-mo-lo.
Num estado de direito,é dever de todo o cidadão cumprir com as suas obrigações fiscais.Segundo sei,existem muitos países onde o não cumprimento das obrigações nos pagamentos dos impostos ao estado,reverte em multas muito pesadas o que não compensa o incumprimento das mesmas.Dado esse facto,os governantes,consoante ao incumprimento,aplicam as devidas multas que por sua vez revertem para os cofres do estado.Até aqui tudo certo.Mas no nosso caso e falando concretamente nas medidas recentemente aprovados quanto à exigência de factura por tudo o que é adquirido,deixa muito a desejar.Por exemplo,na aquisição de um título de transporte(giro)no autocarro,o condutor não me dá a factura na hora da compra!Isto para citar um caso flagrante.Outra estupidez,o de ir a um café que em média paga-se 0,60 cêntimos,exigir uma factura que será lógico,mas não funcional.Imaginar que tomo,dois cafés por dia,chego ao fim do ano com uma gaveta cheia de papeis;há!com agravante de que se não pedir a factura poder ser -me aplicada a respectiva multa.Ora se tudo isto mais o incentivo que a DGCI me dá na dedução no meu IRS,fosse real até vale a pena,mas depois?como são geridos os dinheiro deste país?É o descalabro que se vê,ministros,ex-ministros,secretários de estado,autarcas,governadores,administradores de empresas públicas com montes de caso de corrupção que são de todos sabidos e que a justiça,por razões várias não aplica a verdadeira justiça democraticamente. Agora eu pergunto:será que vale a pena continuar a contribuir para a evasão fiscal do comerciante do café,do cabeleireiro,enfim de tantos outros que com uma pouca quantia individualmente lesa o erário público mas que reverte em favor da sua família,ou servir de fiscal das finanças,para depois esses dinheiros reverterem para ajudar quem durante tantos anos sacrificou e cada vez mais continua a roubar e a sacrificar quem realmente trabalha?Qual a autoridade moral dos políticos que governaram e governam este país,para fazerem semelhante exigência,quando quem realmente deveria ser o cumpridor e e contribuidor do estado é quem mais recebe os benefícios e menos contribui. Estarão usando-nos indirectamente para fiscalizando-nos uns aos outros,possamos continuar a ter governantes sem escrúpulos que só pensam em medidas abruptas e no imediato,e depois aplicarem o garrote financeiro destruindo a economia e o sector produtivo,entregando-nos à mercê de administrações estrangeiras. Entreguem de uma vês por toda a alguém que possa administrar o nosso dinheiro de modo a não serem sempre os mesmos,que realmente trabalham,a terem de pagar a tão flamejada crise,que bem vista,não foi o povo que a criou,mas sim os seus governantes ao longo de 39 anos de liberdade. Dêem-nos outra missão,a de com o nosso trabalho contribuir para o desenvolvimento da grande nação que foi e é o nosso Portugal.Se esse for o compromisso eu e muitos como eu assumi-mo-lo.
sábado, 12 de janeiro de 2013
O capital em função social
Manter a sociedade consumista no sustento de um estado social;será este o futuro dos governantes da Europa actual,pois de outro modo romper com qualquer um destes moldes seria o caos total da actual sociedade europeia e mundial.O rigor na gestão da coisa pública será no imediato uma prioridade imprescindível.
Senão vejamos:cortar nos serviços públicos gera maus serviços e desemprego que fica dependente do apoio do estado.
Aumentar os impostos gera menos consumo,menos receitas para o estado,menos disponibilidade financeira para suportar as dependência a que se conduziu toda a anterior situação.
Casos de desnível de vencimentos como os que se vêm na nossa administração pública e privada,resultam de um desnível social de tal ordem que dentro em breve as empresas só têm dinheiro para pagar os chefes pois os trabalhadores não terão direito o seus salários.
Enquanto um país mantiver o sustento da administração pública com inúmeros cargos de chefias,como por exemplo o sr.Primeiro ministro com 68 colaboradores,com um custo ao erário público de mais de 150 mil euros mês,jamais conseguiremos equilibrar esta terra que continua a consumir o dobro daquilo que produz.
É só ver as inúmeras pessoas que recebem muito mais que os seus trabalhadores (PT;GALP;EDP;etc,etc)no seu todo,só por ocupar um cargo de chefia.É só ver a quem é que o estado apoia na hora da sobrevivência,não é às empresas que produzem bens,nem aos trabalhadores em situação de precariedade,mas à banca que não só cobra dividendos excessivos à classe produtora como também a que mais lesa o estado em questão de contribuição no que diz respeito ao pagamento dos impostos.
Portanto,se o estado continuar a penalizar quem produz em detrimento de quem só cobra dividendos pelo produto,chegará ao dia que;nem pagando para trabalhar conseguiremos ter aquilo que é o essencial para a manutenção de uma sociedade digna e minimamente humana.O capital terá que ser canalizado em função social de modo a que haja,trabalho,produtividade,impostos,capital circulante,serviços condignos,saúde,educação,segurança e fomentar o crescimento da população de modo que hajam mais produtores,mais consumidores e menos dependentes de um estado falido que já não encontra soluções para o essencial da sobrevivência daquilo que é o mais importante.os seres humanos.
E olhem que não tenho formação académica ou nada que se pareça,simplesmente sinto e vivo o dia a dia de cada ser humano que tal como eu sofre na pele as consequências de todos estes anos de uma gestão pública danosa,feita à medida dos interesses de quantos passaram e passam pela gestão dos bens que são de todos mas que só beneficiam e continuam a beneficia interesses pessoais e ou impostos por «ceitas» de capitalistas internacionais,que vivem à custa das desgraças dos países mais pobres, esquecendo-se que no dia que derem cabo do último pobre,deixaram de ter escravos a produzir-lhes riquezas.Ainda está a tempo de reflectir para salvar as populações e a humanidade de uma catástrofe de dimensões incalculáveis,pois por situações talvez menos graves,aconteceram coisas que ainda estão bem presentes na memória de muita gente.1914 e ou 1944 datas para repensar e reflectir.
Manter a sociedade consumista no sustento de um estado social;será este o futuro dos governantes da Europa actual,pois de outro modo romper com qualquer um destes moldes seria o caos total da actual sociedade europeia e mundial.O rigor na gestão da coisa pública será no imediato uma prioridade imprescindível.
Senão vejamos:cortar nos serviços públicos gera maus serviços e desemprego que fica dependente do apoio do estado.
Aumentar os impostos gera menos consumo,menos receitas para o estado,menos disponibilidade financeira para suportar as dependência a que se conduziu toda a anterior situação.
Casos de desnível de vencimentos como os que se vêm na nossa administração pública e privada,resultam de um desnível social de tal ordem que dentro em breve as empresas só têm dinheiro para pagar os chefes pois os trabalhadores não terão direito o seus salários.
Enquanto um país mantiver o sustento da administração pública com inúmeros cargos de chefias,como por exemplo o sr.Primeiro ministro com 68 colaboradores,com um custo ao erário público de mais de 150 mil euros mês,jamais conseguiremos equilibrar esta terra que continua a consumir o dobro daquilo que produz.
É só ver as inúmeras pessoas que recebem muito mais que os seus trabalhadores (PT;GALP;EDP;etc,etc)no seu todo,só por ocupar um cargo de chefia.É só ver a quem é que o estado apoia na hora da sobrevivência,não é às empresas que produzem bens,nem aos trabalhadores em situação de precariedade,mas à banca que não só cobra dividendos excessivos à classe produtora como também a que mais lesa o estado em questão de contribuição no que diz respeito ao pagamento dos impostos.
Portanto,se o estado continuar a penalizar quem produz em detrimento de quem só cobra dividendos pelo produto,chegará ao dia que;nem pagando para trabalhar conseguiremos ter aquilo que é o essencial para a manutenção de uma sociedade digna e minimamente humana.O capital terá que ser canalizado em função social de modo a que haja,trabalho,produtividade,impostos,capital circulante,serviços condignos,saúde,educação,segurança e fomentar o crescimento da população de modo que hajam mais produtores,mais consumidores e menos dependentes de um estado falido que já não encontra soluções para o essencial da sobrevivência daquilo que é o mais importante.os seres humanos.
E olhem que não tenho formação académica ou nada que se pareça,simplesmente sinto e vivo o dia a dia de cada ser humano que tal como eu sofre na pele as consequências de todos estes anos de uma gestão pública danosa,feita à medida dos interesses de quantos passaram e passam pela gestão dos bens que são de todos mas que só beneficiam e continuam a beneficia interesses pessoais e ou impostos por «ceitas» de capitalistas internacionais,que vivem à custa das desgraças dos países mais pobres, esquecendo-se que no dia que derem cabo do último pobre,deixaram de ter escravos a produzir-lhes riquezas.Ainda está a tempo de reflectir para salvar as populações e a humanidade de uma catástrofe de dimensões incalculáveis,pois por situações talvez menos graves,aconteceram coisas que ainda estão bem presentes na memória de muita gente.1914 e ou 1944 datas para repensar e reflectir.
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