sexta-feira, 26 de agosto de 2022

 

                           Um dia a verdade chega!

Como não temos tempo a perder com ressabiados, com pessoas que não sentem qualquer motivação em prestar qualquer tipo de serviço à sociedade, em tentar analisar, enfrentar e ajudar a resolver os seus problemas, pois é nisso que aqueles que trilhamos uma nova forma de fazer política, uma nova maneira de estar em democracia, os que queremos restaurar a democracia, restituir a liberdade e resgatar os valores da sociedade, os que queremos valorizar o trabalho dignificando quem trabalha, os que queremos uma justiça eficaz, equilibrada e determinada a recuperar a segurança dos cidadão, uma saúde que roça o inaceitável, um sistema educativo que promove a doutrinação, limitando e condicionando a tarefa da família no que a educação é de direito, porque a nossa missão é a de lutar e corrigir sucessivos erros políticos traduzidos ao longo de quase meio século duma democracia onde o roubo foi legalizado e a corrupção institucionalizada. Sobrevivemos numa economia suspensa, num país onde mais de 2 milhões de portugueses estão no limiar abaixo da pobreza e mais de 1,5 milhões não tem médico de família. Vivemos num país com uma das maiores dívida públicas da Europa, em que famílias e empresas sentem-se "esmagadas" por uma das maiores cargas fiscais da UE. Vivemos num país onde a valorização do trabalho é inegavelmente baixa, com salários miseráveis, mas que paga os combustíveis e a energia das mais cara do velho continente. Vivemos num país em que a despesa do estado representa 50% do PIB. São mais de 740 mil funcionários públicos e 13 mil estruturas administrativas para alimentar, sendo que na sua maioria duvida-se da sua verdadeira utilidade. Num país que se sustenta sob a tutela de lobbies e os monopólios, que se perpetuam com a cumplicidade dos meios de comunicação, a convivência duma justiça inoperante e um povo ingenuamente conduzido a ser cúmplice da sua própria miséria. Esta é a nossa luta, por isso não temos tempo a perder com aqueles cujo único objetivo é criticar, com tanto que há para melhorar, quererem continuar a sobreviver das crítica contra a sua própria desgraça que nos persegue a todos, continuarem ingenuamente a combater aqueles que queremos uma nação com perspectivas de futuro, aqueles que combatem um sistema e que se tornaram seus inimigos, afinal os que nos criticam serão talvez os mesmos que sentem a verdadeira ameaça em que nos tornamos, a rutura com o passada com um único objetivo, lutar contra a corrupção e tentar com a ajuda de todos os portugueses de bem uma Portugal digno dum povo heroico. Porque existirão vários caminhos, várias soluções, e porque não até várias alternativas, não seremos nós a impor mas inteligentemente será o povo massacrado, perseguido, ostracizado que no momento certo e depois de esperar mais de 4 décadas de promessas incumpridas, de esperanças frustradas e de sonhos desfeitos, CHEGA o dia que isso cansa, e no dia em que a consciencialização da cidadania, muitos daqueles que agora criticam a nossa luta protegendo um regime que vive à custa da miséria e da ingenuidade do nosso povo, quando este despertar deste sono e desta anestesia, os políticos e os cúmplices desta catástrofe não conseguirão dormir, irão sentir  a força do sentimento e da realidade dum povo. Poderá até não termos todas as soluções, mas não tenhamos dúvidas que somo a voz dos mais de 5 milhões de abstencionistas que já não acreditam neste modelo de regime e que no seu silencio se revê numa nova oportunidade duma democracia quase moribunda. O que nos move é o direito inalienável de não sermos condenados por querermos uma vida melhor para nós, para os nossos filhos, netos e para todos os portugueses de bem. Por detrás do silencio dum povo ressoa a voz que despertará numa revolução silenciosa e que ecoará num: CHEGA de demagogia, hipocrisia, injustiça, ignorância e corrupção. 


sexta-feira, 19 de agosto de 2022

 Texto enviado para o JM-Madeira. É realmente deprimente por vezes até lastimável estado a que chegou no que a espaço comerciais diz respeito. É ver na nossa cidade com tantos espaços supostamente atribuídos ao comércio, muitos outrora foram lojas de referencia, imagens de marca, encerrados, degradados e ou em aparente estado de abandono, tornando a cidade do Funchal semelhante a uma cidade fantasma. E pensar que: continuam a ser licenciadas novas construções com espaços para exploração de comercio nada se justifica, antes sim a recuperação da imagem duma cidade que merece ser cuidada, pois para aqueles que nos visitam fiquem com uma imagem agradável e convidativa. Quando se preparam as comemorações de mais um aniversário da cidade do Funchal. Acho que CHEGA a hora de alterar o modelo de gestão da paisagem da cidade no que a espaços comerciais diz respeito.

segunda-feira, 15 de agosto de 2022

                                               Chega uma carta à cidade 

Novamente iremos comemorar mais um aniversário da elevação a cidade do nosso Funchal. E não é que já lá vão 514 anos da nobre e leal cidade. Mas após 5 séculos de evolução e de história parece que no de Nobre cumpre intrinsecamente esses desempenhos, pois só ela ( a nobreza) consegue sobreviver com a dignidade dum verdadeiro e autêntico cidadão. No que a Leal se refere, as promessas feitas muitas delas nos últimos anos dificilmente se conseguem enumerar aquelas que foram verdadeiramente cumpridas. Não podemos enumerar uma história sem primeiro assentar numa realidade patente e bem latente nos dias de hoje. Uma cidade onde aglutina 42% da população residente da ilha e absorve mais de 60 % do fluxo da maior indústria da região; o turismo. Será que têm sido acauteladas essas características, e criadas condições para desafogar no resto do território regional todo o desenvolvimento criado na nossa cidade. Durante muitos anos sem concorrência, pois foi a única em muitos séculos da nossa existência, as suas atuais concorrentes continuam distante em atingir o seu desenvolvimento e o seu estatuto de opções alternativas. Uma cidade onde continua-se a construir sem apoiar a recuperação de património degradado, abandonado ou devoluto. Com mais e mais espaços comerciais a cada novo licenciamento, quando existem centenas de espaço construídos para fins comerciais, novos e que nunca foram utilizados, alguns abandonados, degradados, ou simplesmente encerrados, por vezes passando uma imagem deprimente a quem nos visita e que o fruto da nossa sobrevivência parte dessa atividade, por vezes parecendo uma cidade fantasma. A violência e a sucessiva imagem de sem abrigo têm sido por estes dias notícia, onde a segurança de pessoas e bens quase ultrapassando o imaginável no que muito querem continuar a designar do cantinho do céu. Adiando necessidades em favor de prioridades trocadas ou simplesmente ignoradas. Veja-se a reconstrução duma lota dentro dum porto de turismo, a não implementação do aumento do molhe de modo a termos espaço para navios de cruzeiro durante mais tempo e com maior espaço de ancoragem, com uma gare no porto um investimento que nunca teve a utilização para a qual foi construída. A falta duma segunda rampa de ferry para que as sucessivas promessas incumpridas dum ferry que servisse de transporte alternativo aos condicionalismos e necessidades prementes, optando por construir uma ciclovia para um ano depois ser destruída.  A sucessiva invasão da frente mar pelo betão, descaracterizando a paisagem. E hipocritamente pretende-se convencer que o porto do Funchal deverá ser o melhor destino de cruzeiros da Europa, e que a região é o melhor destino turístico do mundo, com a asfaltagem duma estrada florestal, felizmente o tribunal deu ouvidos a uma petição pública impedindo tal atentado, ou talvez será com a modalidade de votos comprados? mas afinal, da mesma forma que se compravam votos com espetada, vinho seco e laranjada, e que em recentes atos eleitorais por inerência da pandemia passou a ser com fragos com entrega a domicílio, querer-nos fazer crer que estamos transformando a nossa capital na Singapura da Europa, à pois! não calha, afinal o Dubai já foi licenciado para ser implementado.

sexta-feira, 12 de agosto de 2022

Texto enviado no dia 28 /07 ao JM-Madeira  Porque à vezes no deturpar da realidade fazemos ver aquilo que nós queremos que se veja e não o que realmente deve ser visto. Alguém no seu perfeito juizo acha correto e lógico, criarem-se condições ou ajuda a emigrantes, quando existem 2 milhões de portugueses pobres e outros tantos «sobrevivem» no limiar da pobreza? Isto a propósito da condenação por parte de uma certa classe política pelo fato de um grupo de deputados eleitos pelo povo se manifestarem em desacordo com o apoio aqueles emigrantes que em nada contribuem para o desenvolvimento do país, vivem à expensas de subsídios, alguns são escravizados pela indignidade de certos empresários e pior ainda, muito deles cadastrados internacionalmente como terroristas. Não tenhamos medo de ver a realidade, apesar de a solidariedade ser digna, podemos começar a ser solidários com um povo que anda há quase meio século sacrificado e iludido de promessas. https://l.facebook.com/l.php?u=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DXXL6Asmo__A%26fbclid%3DIwAR0z43Tzw1-ubgc-hTndEsP6LfevoxjR55hhaV51YHxsmkZ4u_MZ96ixsbs&h=AT2sCfbo6zDDLAWIYKXJErlgWwkQQrzC8ScT2T6KTpLOhveDsfifhMHC63UKuGB45HJC5GoHnepTB_rPtOT7qheVATTdiVQTEpH4Nfb3Ngl803hxDQGVRPxgWb6aNaPAAi-f