segunda-feira, 29 de janeiro de 2024

 A ingenuidade tem o seu preço, a ignorância o seu custo e o oportunismo o seu tempo. É de facto uma tamanha ingenuidade por parte dos envolvidos em que evidências que já ultrapassam o limite do imaginável, poderem continuar na sombra ou até atrás da frágil cortina da mediocridade de que se acha acima da lei. Afinal a liberdade serviu até aqui para que: sob o manto da democracia legalizar o roubo e institucionalizar a corrupção, ditando que afinal isto é tudo normal e aceitável, e a serem as regras duma democracia onde o povo nunca teve poder. Chegou a hora de restaurar a democracia, restituir a liberdade e resgatar os valores da sociedade. O exercício da política não está reservado a vigaristas, oportunistas, malabaristas e corruptos, nós os cidadãos sérios e honestos merecemos uma oportunidade para que o povo restabeleça aquilo que esta classe política fez questão de atirar ao lixo: a dignidade e a seriedade e honestidade no desempenho da política. Afinal! após 50 anos de democracia começa o despertar que afinal as pessoas séria e honestas merecemos uma oportunidade para fazer política, pois a política não é só para gente sem escrúpulos que se aproveita da ingenuidade e humildade dos cidadãos. Agora mais do que nunca o nosso compromisso toma proporções de missão. Não podemos falhar com o risco de que aquilo em que defendemos e em que acreditamos, se desmoronar. Vamos em frente convictos de que a democracia não é para ser usada para benefícios próprios ou de grupos interesseiros, mas sim estar ao serviço da nação. Não precisa estar em idade de cumprir o serviço militar, qualquer altura da nossa vida será uma boa oportunidade para servir o nosso país.. Nós os cidadãos sérios e honestos temos de ter a nossa oportunidade. Em qualquer altura da nossa vida podemos servir a nação. CHEGA a nossa hora.

 Coragem versus Covardia!

A honestidade nunca poderá ser uma promessa, mas sim uma prática. Porque um homem digno ganha para viver, o homem honesto vive para ganhar. Nenhuma herança é tão rica como a honestidade. A vantagem da honestidade é que a concorrência é pequena. A ingenuidade tem o seu preço, a ignorância o seu custo e o oportunismo o seu tempo. É de facto uma tamanha ingenuidade por parte dos envolvidos em tantas trapaças e em evidências que já ultrapassam o limite do imaginável, poderem continuar na sombra ou até atrás da frágil cortina da mediocridade de quem se acha acima da lei. Afinal a liberdade serviu até aqui para que: sob o manto da democracia, legalizar o roubo e institucionalizar a corrupção, ditando que afinal isto é tudo normal e aceitável, e a serem as regras duma democracia onde o povo nunca teve poder. Chegou a hora de restaurar a democracia, restituir a liberdade e resgatar os valores da sociedade. O exercício da política não está reservado a vigaristas, oportunistas, malabaristas e corruptos, nós os cidadãos sérios e honestos merecemos uma oportunidade para que o povo restabeleça aquilo que esta classe política fez questão de atirar ao lixo: a dignidade e a seriedade e honestidade no desempenho da política. Afinal! após 50 anos de democracia começa o despertar que afinal as pessoas sérias e honestas merecemos uma oportunidade para fazer política, pois a política não é só para gente sem escrúpulos que se aproveita da ingenuidade e humildade dos cidadãos. Agora mais do que nunca o nosso compromisso toma proporções de missão. Não podemos falhar com o risco de que aquilo em que defendemos e em que acreditamos, se desmoronar. Não podemos desperdiçar nada do nosso esforço e do nosso trabalho até aqui efetuado, pois cada minuto da nossa entrega, valeu um voto de confiança do eleitorado que se não for estimulado facilmente se perderá. Vamos em frente convictos de que a democracia não é para ser usada para benefícios próprios ou de grupos interesseiros, mas sim estar ao serviço da nação. Não precisa estar em idade de cumprir o serviço militar, qualquer altura da nossa vida será uma boa oportunidade para servir o nosso país.. Nós os cidadãos sérios e honestos temos de ter a nossa oportunidade. Em qualquer altura da nossa vida podemos servir a nação. CHEGA a nossa hora. Porque a democracia merece uma nova oportunidade. No próximo dia 10 de Março, ficar em casa e não votar será um ato de covardia e de traição à pátria e um atentado à liberdade. Votar terá de ser um ato de coragem e de dignidade em defesa da democracia. 

Obs: Publicar como A.J. Ferreira

segunda-feira, 22 de janeiro de 2024

                         Os refugiados da democracia

Vamos em breve comemorar os 50 anos do regime democrático e o balanço é francamente pouco animador. Num país que em meio século de liberdade, não conseguiu reduzir as assimetrias das populações, onde o desnível social é cada vez mais latente, o fosso entre ricos e pobres cada vez maior, leva a que a maioria dos portugueses já não acreditam neste modelo de regime. Mas afinal quem serão os verdadeiros culpados da situação a que o país chegou? Um país com um clima fantástico, com uma terra arável e própria para desenvolver uma agricultura de base com condições orográficas formidáveis e um povo habituado a trabalhar para conquistar o pão diariamente, o que falta a este país maravilhoso? Após 41 ano de regime totalitário, designado de ditadura onde as circunstâncias conduziram a que quem se opusesse ao regime estaria sujeito a perder a pouca liberdade até então existente. Volvidos 50 anos de conquistas dessa liberdade (plena), quais os verdadeiros resultados?  Construiu-se um país com uma enorme taxa de emigração, fruto da falta de oportunidades dos muitos quadros médios e superiores do qual o regime se orgulha, mas que em nada beneficiaram o verdadeiro desenvolvimento do país, pois foi-lhes vedada a oportunidade e a valorização das suas capacidades. Temos 4 milhões de cidadão que sobrevivem no limiar da pobreza e mais de 10 mil sem abrigo. Milhares de consultas, centenas de cirurgias e muitos portugueses a morrerem por falta de médicos ou de atendimento em hospitais. Preocupa mais aos governos até aqui as mudanças de sexo, o aborto, a ideologia de género, e o doutrinamento de crianças nas escolas convertendo as casas de banho em mistas , do que preservar a formação de cidadãos. Sai o aluno do ensino básico e secundário sem saber rigorosamente nada sobre o que é a Constituição da Republica nem preencher uma declaração de IRS, mas tem cultura (woke) e ideologia de género, será isso básico para a formação e o futuro dos nossos jovens? O tráfego humano que converteu a imigração em escravos do século XXI, tem sido a outra vertente que põe em causa a valorização dos nossos jovens no que a dignificação do trabalho diz respeito. Nunca os que criaram o problema poderão ser parte da sua solução, é este o legado de meio século de Socialismo e seus cúmplices! Afinal os que queremos um país digno podemos aceitar que quem pactuou com tudo isto venha agora se apresentar com a solução para os problemas e a destruição que eles próprios criaram. Talvez muito estejam arrependidos dos erros cometidos, mas falta-lhes a moral para apoiar quem pretende uma nova forma de fazer política e uma nova maneira de estar em democracia, daí que podemos aceitar a sua regeneração, mas dificilmente poderão ser o rosto desta geração que quer devolver a democracia ao povo. Quem tiver a coragem de abraçar um projeto renovador que venha aportar algo de aglutinador a penitência a cumprir será a de trabalhar na sombra dalgum remorso e da contrição dos erros cometidos, pois esta luta por um Portugal com justiça trava-se com as bandeiras da honestidade, seriedade, humildade, integridade e justiça. Por que um país não se constrói por decretos ou à custa de milhões e de subsidio-dependentes. Quero ajudar a reconstruir Portugal e devolver a dignidade à política e mostrar que a política não é só para oportunistas vigaristas e corruptos, os cidadãos sérios e honestos merecemos uma oportunidade e aqueles que até aqui duvidaram dessa possibilidade, chega a derradeira oportunidade de restaurar a democracia, restituir a liberdade e resgatar os autênticos valores da sociedade num derradeiro combate contra o maior flagelo e a pior pandemia que enfrenta a nação; a corrupção. Porque os nossos adversários nunca serão nossos inimigos, apenas vêm a democracia duma forma diferente, mas em nada nos oporemos e tudo faremos para que sejam também beneficiários das nossas propostas para construirmos uma nação onde todos possamos conviver livremente.