Na hora da decisão
As guerras de escolhas de candidatos os media muitas vezes manipuláveis ou defendendo grandes interesses, é só ver o que já entram pelos nossos olhos e ouvido, as sondagens já começam a manipular as nossas mentes, aventam-se nomes e cognomes para os cargos e nós, vamos aguardar que os mesmos de sempre continuem a montar o negócio à espera da nossa decisão?
Aproximam-se a passos largos mais uma consulta ao povo para escolher os próximos legisladores e governantes para mais uma legislatura. Será uma decisão muito difícil tendo em conta que: ou elegemos aqueles que durante quatro décadas deram cabo da economia do país, elegemos aqueles que puseram o povo a pagar uma dívida que não fomos nós a criar-la mas sim os senhores que supostamente eleitos, deram cabo do nosso património ou tomamos a iniciativa de dar oportunidade a outros que nunca fizeram parte do clã. É tão difícil para o cidadão comum a escolha que atrevo-me a pensar que a grande maioria farta da política e dos políticos decidirá em nem sequer por os pés nas mesas de voto. Sim porque é isso que apetece dada a desilusão que os protagonistas da nossa democracia intencionalmente tiveram, um comportamento tão mau que, ao longo deste tempo desacreditaram o regime e desmotivaram a participação dos eleitores. Mas se quiser-mos podemos ver a situação noutra perspectiva: se pensar-mos que mesmo que uma maioria não vote, a maioria dos que vão às urnas impor-nos-à um governo para o qual a maioria não está de acordo, mas devido às regras desta democracia à portuguesa, teremos de levar com isso e aceitar a maioria dos votantes e não a maioria dos eleitores; sim porque a coisa tá feita de tal maneira e propositadamente para que, cada vez mais o povo se vá cansando dos políticos e quem os elege são aqueles que de uma maneira ou de outra beneficiam das suas decisões, esses nunca deixam de votar pois está em causa o seu futuro. Daí que acho a melhor forma para acabar com isto seria: de uma vez por todas o povo ter uma atitude democrática e distribuir os votos em grande percentagem por vários dos pequenos partidos que concorrem, pois daria a oportunidade de quem quer que seja o partido mais votado, deverá precisar do apoio de um ou mais partidos que habitualmente não partilham o arco do poder com os do costume. Se continuar-mos a concentrar os votos nos três partidos que durante 40 anos mantém o país atrofiado e corrupto, afinal eles todos juntos já fizeram parte da corja que desgraçou o país e não podemos manter por mais tempo os nossos carrascos presos ao tacho. Não querendo copiar a atitude do povo grego, mas seria importante alterar o estado das coisas no nosso país para mostrar que somos inteligentes e que não nos deixamos comprar por uns pedaços de alcatrão, ou um espeto de carne e uma laranjada, já é tempo de aprender-mos com os erros cometidos no passado e ter uma atitude responsável e democrática, pois o país precisa de nós e sem o seu povo Portugal deixará de ser o povo heróico que sempre foi. Está nas nossas mãos a mudança que deverá ser radical para que aqueles que acham que continuarão a manipular-nos sintam que estamos aqui. Acabemos de uma vez por todos com os poleiros e os tachos, a democracia merece uma oportunidade a que todos deveremos aproveitar, porque a liberdade não se pode perder, e as pessoas é que constroem a democracia, e nós portugueses temos estado alheios à participação da sua verdadeira construção e solidificação e quarenta anos já é tempo mais do que suficiente.
Obs:O título para o DN foi, Leilão de votos.
sábado, 11 de julho de 2015
sábado, 4 de julho de 2015
E de quem é a culpa?
Acha-se uma situação dramático, e a Europa preocupada por uma situação que para muitos de nós não nos é alheia. A actual situação da Grécia o (berço) da democracia que acha que deve colocar na decisão do seu povo e de forma democrática uma situação que em nada abona ao futuro da União Europeia. Pois se uma solução seria a saída da Grécia da moeda única outra será por em causa a coesão da união e o seu futuro. Sim porque Portugal como país membro e nós povo fazendo parte dessa integração, beneficiamos em parte pelo apoio dado que agora questiona-se se bem ou mal aplicado, se a solidariedade aparente que a união iria proporcionar aos povos aderentes chegou às maiorias e equitativamente a todos, e sobretudo alicerçou o futuro dos países membros. Vendo a situação com os olhos de um comum dos cidadãos que diariamente se preocupa e questiona o assunto, parece-me que os países ricos que na tentativa de ajudarem os mais pobres esqueceram-se de que um pobre muitas vezes é pobre porque tem dificuldades em administrar riquezas ou dinheiro, e foi-nos dado à confiança de que: os dinheiros emprestados pela união seriam aplicados para garantir o futuro dos países e das usas populações. Afinal será que os governantes que neste período «áureo» de apoios comunitários, fizeram o trabalho bem feito? ou será que continuamos a aplicar aqueles fundos que nos emprestaram em diversão, obras que no futuro o seu retorno o rentabilidade chegariam a produzir lucros para pagar o que nos tinham emprestado? Fizemos como quem vai*a banca pedir dinheiro para investir num negócio, mas entretanto apeteceu-nos comprar um carro novo, equipar a casa com electrodomésticos de topo, remodelar a casa equipá-la, piscina e mais alguns apetrechos e depois nem chegou dinheiro para fazer a escritura da empresa. Como será que depois de um investimento sem retorno conseguimos arranjar dinheiro para pagar aquilo que nos emprestaram?
Acho que quem realmente tem culpa foram os que emprestaram o dinheiro sem o mínimo de atenção na sua aplicação e se seria ou não recuperável pois de resto e no intuito de satisfazer alguns desejos, interesses e até caprichos, esqueceu-se o essencial, se os povos a quem lhes tinham emprestado o dinheiro estavam a fazer a sua aplicação em benefício do futuro desses povos, afinal deveria ser essa a ideia e a base da tão propagada solidariedade europeia.
À hora que possivelmente seja publicado este texto, já o povo grego tomou a sua decisão, bem ou mal esperemos que a solução não venha a ser o princípio de uma catástrofe para a Europa, pois afinal continua como no início: de quem é a culpa?
Acha-se uma situação dramático, e a Europa preocupada por uma situação que para muitos de nós não nos é alheia. A actual situação da Grécia o (berço) da democracia que acha que deve colocar na decisão do seu povo e de forma democrática uma situação que em nada abona ao futuro da União Europeia. Pois se uma solução seria a saída da Grécia da moeda única outra será por em causa a coesão da união e o seu futuro. Sim porque Portugal como país membro e nós povo fazendo parte dessa integração, beneficiamos em parte pelo apoio dado que agora questiona-se se bem ou mal aplicado, se a solidariedade aparente que a união iria proporcionar aos povos aderentes chegou às maiorias e equitativamente a todos, e sobretudo alicerçou o futuro dos países membros. Vendo a situação com os olhos de um comum dos cidadãos que diariamente se preocupa e questiona o assunto, parece-me que os países ricos que na tentativa de ajudarem os mais pobres esqueceram-se de que um pobre muitas vezes é pobre porque tem dificuldades em administrar riquezas ou dinheiro, e foi-nos dado à confiança de que: os dinheiros emprestados pela união seriam aplicados para garantir o futuro dos países e das usas populações. Afinal será que os governantes que neste período «áureo» de apoios comunitários, fizeram o trabalho bem feito? ou será que continuamos a aplicar aqueles fundos que nos emprestaram em diversão, obras que no futuro o seu retorno o rentabilidade chegariam a produzir lucros para pagar o que nos tinham emprestado? Fizemos como quem vai*a banca pedir dinheiro para investir num negócio, mas entretanto apeteceu-nos comprar um carro novo, equipar a casa com electrodomésticos de topo, remodelar a casa equipá-la, piscina e mais alguns apetrechos e depois nem chegou dinheiro para fazer a escritura da empresa. Como será que depois de um investimento sem retorno conseguimos arranjar dinheiro para pagar aquilo que nos emprestaram?
Acho que quem realmente tem culpa foram os que emprestaram o dinheiro sem o mínimo de atenção na sua aplicação e se seria ou não recuperável pois de resto e no intuito de satisfazer alguns desejos, interesses e até caprichos, esqueceu-se o essencial, se os povos a quem lhes tinham emprestado o dinheiro estavam a fazer a sua aplicação em benefício do futuro desses povos, afinal deveria ser essa a ideia e a base da tão propagada solidariedade europeia.
À hora que possivelmente seja publicado este texto, já o povo grego tomou a sua decisão, bem ou mal esperemos que a solução não venha a ser o princípio de uma catástrofe para a Europa, pois afinal continua como no início: de quem é a culpa?
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