quarta-feira, 27 de julho de 2022

                                 Quando será que o país endireita?

Andamos quase a meio século a  engolir sapos, a viver de promessas, a sermos consequentemente enganados com mentiras e "condenados a ser cúmplices" da maior catástrofe que alguma vez o país enfrentou, "A CORRPÇÃO". Quando num país com uma taxa de Emigração descomunal onde os nosso jovens não encontram a condições mínimas para sobreviverem e emigram, sem incentivos à natalidade dos que cá vivem, castigados, massacrados e sufocados de impostos, para a um estado onde já nem os pais têm direito a educar seus filhos segundos os seus princípios, onde morrem portugueses na rua à espera de atendimento médicos, onde os hospitais encerram urgências de obstetrícia e ginecologia, onde um paciente parte uma perna e manda-se para casa pois não têm material de atendimento, onde a segurança na rua é o que se vê com assaltos, e agressões físicas. Onde anda Portugal à arder por culpa dum «negócio» do fogo com aviões da força aérea para combate a incêndios parados e contarta-se empresas para o efeito pagos com o dinheiro dos contribuintes. Ser solidário é digno duma sociedade justas, mas a injustiça que se pratica neste país para com os portugueses tem de ser denunciada. Aida há quem tenha o descaramento de vir para a imprensa condenar a revolta de quem luta por um Portugal com dignidade, reprovando um governo que trocando as prioridades prefere dar apoio a cidadão «Imigrantes» que por vezes até cadastro de terroristas apresenta. Existem os refugiados da Síria, Afeganistão, Somália Eritreia etc. onde países Islâmicos muito mais ricos que nós mas não os querem receber, porquê?  São já mais de 22 mil as ofertas de emprego inscritas na plataforma do Instituto do Emprego e Formação Profissional para refugiados ucranianos e que propõem um salários médio bruto de 884 euros mensais. Um valor que é 156 euros abaixo do salário médio nacional, mas que está 179 euros acima do salário mínimo.(noticia publicado on line) , entretanto existem reformados e pensionistas nesta terra com PENSÕES MISERÁVEIS QUE NEM CHEGA  A 300€. Além de que muitos dos refugiados que entram no nosso país são tratados como escravos por parte de empresários inescrupulosos. Nada contra a entrada de Imigrantes legais, para ajudar ao nosso crescimento e melhor qualidade de vida para todos; SEJAM BEM VINDOS, desde que os nosso cidadão tenham também as mesmas oportunidade e os mesmos direitos, pois são nossos conterrâneos e aqui não existe qualquer descriminação. Quem achar o contrário terá de explicar as razões. Ou será este verdadeiramente o país que os portugueses sonharam com o 25 de Abril, um país num Santo Colapso?

Texto corrigido.

Quando será que o nosso país endireita?

Andamos quase a meio século a engolir sapos, a viver de promessas, a sermos consequentemente enganados com mentiras e "condenados a ser cúmplices" da maior catástrofe que alguma vez o país enfrentou, "A CORRPÇÃO". Quando num país com mais de 2 milhões de pobres, e outros tantos a sobreviverem no limiar da pobreza, com uma taxa de Emigração descomunal onde os nosso jovens não encontram a condições mínimas para sobreviverem e emigram, sem incentivos à natalidade dos que cá vivem, castigados, massacrados e sufocados de impostos, para a um estado onde já nem os pais têm direito a educar seus filhos segundos os seus princípios, onde morrem portugueses na rua à espera de atendimento médicos, onde os hospitais encerram urgências de obstetrícia e ginecologia, onde um paciente parte uma perna e manda-se para casa pois não têm material de atendimento, onde a segurança na rua é o que se vê com assaltos, e agressões físicas. Onde anda Portugal a arder por culpa dum «negócio» do fogo com aviões da força aérea para combate a incêndios parados e contrata-se empresas para o efeito pagos com o dinheiro dos contribuintes. Ser solidário é digno duma sociedade justas, mas a injustiça que se pratica neste país para com os portugueses tem de ser denunciada. Ainda há quem tenha o descaramento de vir para a imprensa condenar a revolta de quem luta por um Portugal com dignidade, reprovando um governo que trocando as prioridades prefere dar apoio a cidadão «Imigrantes» que por vezes até cadastro de terroristas apresenta. Existem os refugiados da Síria, Afeganistão, Somália Eritreia etc. onde países Islâmicos muito mais ricos que nós, mas não os querem receber, porquê?  São já mais de 22 mil as ofertas de emprego inscritas na plataforma do Instituto do Emprego e Formação Profissional para refugiados ucranianos e que propõem um salários médio bruto de 884 euros mensais. Um valor que é 156 euros abaixo do salário médio nacional, mas que está 179 euros acima do salário mínimo.(noticia publicado on line) , entretanto existem reformados e pensionistas nesta terra com PENSÕES MISERÁVEIS QUE NEM CHEGA AOS 300€. Além de que muitos dos refugiados que entram no nosso país são tratados como escravos por parte de empresários inescrupulosos. Nada contra a entrada de Imigrantes legais, para ajudar ao nosso crescimento e melhor qualidade de vida para todos; SEJAM BEM VINDOS, desde que os nossos cidadãos tenham também as mesmas oportunidades e os mesmos direitos, pois são nossos conterrâneos e aqui não existe qualquer descriminação. Quem achar o contrário terá de explicar as razões. Ou será este verdadeiramente o país que os portugueses sonharam com o 25 de Abril, um país como nunca Visto; num Santo Colapso?

quinta-feira, 21 de julho de 2022

                       Carta de Promessas Sem Perspetivas

 Ora vamos lá testar como anda a fidelidade deste povo após 2 anos de interregno. Se a memória não me atraiçoa, já lá vão 38 edições da festas das promessas e das laranjas amargas, onde tudo serve para continuar a manter a fidelidade dum povo que após quase meio século de democracia continua a achar que partidos políticos são como clube de futebol, fidelidade eterna e fanatismo doentio quase doença crónica. Este ano com a a particularidade que deverão levar pela primeira vez os parceiros do regime, para poder compor a moldura humana para as fotografias da praxe. Outros tempos em que o mediático Alberto João Jardim arrastava multidões, se fosse hoje a oposição chamar-lhe-ia de populista, mas naquele tempo não existia populismos, erradicaram os fascistas, hoje parecem quere ressuscitar fascistas, a xenofobia era palavra inexistente, hoje contestar quem vive à custa da institucionalizada subsidiodependência leva com esse rótulo, chamar cubanos ao do continente soava tão bem, hoje contestar quem vem viver para Portugal com estatuto de refugiado, mesmo que seja terrorista é discurso de ódio e deve ser considerado um ato de solidariedade. Enfim outros tempos. Mas regressarão de novo as promessas para daqui a um ano, quando os madeirenses voltarem a ser chamados a elegerem os (seus representantes) talvez lá para fins de setembro 2023, e veremos de novo, as novas "velhas" promessas, como um aumento do molhe da pontinha com o dinheiro que sobrou da Marina do Lugar de Baixo,  do cais 8 e do terminal da gare do proto do Funchal, um túnel da Ajuda a São Gonçalo, com o resto do orçamento dos Heliportos do Porto Moniz  e o do Hospital pois o helicóptero de apagar incêndios não pode lá aterrar, a conclusão da Cota 500 com o restante dos dinheiros, da destruição da ciclovia e da Praça do Povo, o apoio à agricultura com o dinheiro que cresceu do encerramento da fábrica da Ilma e da fábrica das moscas na Camacha, a construção do teleférico para o Curral das Freiras com o dinheiros de ainda existe dos parques industriais, a asfaltagem da estrada das Gingas com as poupanças da reconstrução das ribeiras do Funchal, e subsídios para os que ainda não receberam as indeminizações do 20 de Fevereiro, pois encontrado uma mealheiro na Praça da Autonomia que dizia ser da GESBA, mas que afinal foi deixado por esquecimento na festa da flor debaixo de uma das bancadas na Av. do Mar. Há! mas a promessa das promessas será sempre sem qualquer dúvida, um serviço FERRY para o verão de 2024 com um barco a energia produzida através do vinho seco, já que não tem outra utilização ou em alternativa à energia produzida pela estação de biocombustível à base de algas no Porto Santo. Este ano não haverá sandes de atum ou de gaiado, pois a quota de pesca esgotou mais cedo, de espada não pode ser praticado o preço de outros anos pois o gasóleo aumentou, a de carne de vinho e alhos, da Santagro fugiram os porcos todos e a cerveja será racionada dado o excesso de exportação para a China, o consumo excedeu a capacidade de produção. O restante rol de promessa ainda estará a ser elaborado de certeza que (C)om (D)inheiros (S)obrantes. 

sexta-feira, 15 de julho de 2022

                           Uma carta a Nossa senhora 

Em breve vamos comemorar de novo mais uma das grandes festas da nossa terra, o arraial de Nossa Senhora do Monte. Dizem que é o dia da festa das 7 senhoras, não sei se sim, mas realmente são muitas festas com diferentes designações e a uma só Senhora. Á primeira Senhora perguntaria se: um povo que cultiva a inveja e cria os inimigos dentro da própria casa, merece continua a ter fé e acreditar que Portugal esteja sob a sua proteção, se a fé anda perdida pelas horas da amargura ou até Nossa Senhora já perdeu a esperança da abnegação característica deste povo. Á segunda poria a questão se: dois anos chegam para voltar a acreditar que as saudades dos madeirenses em celebrar a Virgem fará com que se consciencializem de que é preciso muita coragem para manter a fé inabalável num país onde a verdade é cada vez mais difícil de acreditar, visto andarmos há quase meio século a viver de promessas que não propriamente à senhora, mas de mentiras a eludir a ingenuidade deste povo. Á terceira fazia a pergunta; se é possível voltar a encher de coragem e de fé este humilde povo que, tem medo da liberdade de modo a que possam almejar um futuro digno para as gerações vindouras, pois pelo que nos quer transparecer a catástrofe a que foi conduzido o nosso país parece ser crónica e sem remédio à vista, será que a esperança um dia chega? Á quarta Senhora interpelava a sua bondade e o seu magnânimo poder para que interferisse na consciência dos portugueses de modo a que construíssem uma nação sólida com o seu empenho, dedicação e trabalho deixando de serem subservientes, subsidiodependentes, e muitos perseguidos pelos governantes sem contemplação das suas fraquezas. A quinta Senhora gostava de saber se temos forçosamente de continuar a suportar governos intempestivos que adiam o futuro do povo empenhado em dívidas até os cabelos, ou podemos ter esperança de que a mentalidade deste povo mude. A sexta Senhora colocaria a dúvida se mais 4 anos desta política de descalabro o seu Portugal que acreditamos piamente contar com a sua proteção, suportará semelhante atentado. E a sétima e última Senhora peço-lhe encarecidamente que ao igual que os sucessivos crimes cometidos e que por cá, desde a inveja, o roubo, a mentira, a violência e a usurpação, dificilmente os criminosos serão jugados pois a justiça não tem tempo suficiente para os analisar, quando chegam ao céu serão condenados ou a misericórdia divina tornar-se-á «também um tanto ou quanto cúmplice» da nossa própria miséria? Pois nós por cá temos enorme dificuldade em praticar o mandamento do perdão, é que por favor! já andamos nisto à quase meio século e custa tanto a mais de uma geração perdoar e a ser constantemente enganado e ostracizado. Há, e já agora! os supostos culpados da queda da árvore no Monte em 2017, já chegaram aí?

segunda-feira, 11 de julho de 2022

                                                          Carta dum emigrante

Preparo ansiosamente o dia da viagem, as saudades são mais do que muitas, após dois anos proibido de os visitar, renova-se a minha ansiedade em voltar a vos abraçar. Não sei se preciso fazer teste para poder viajar para a região visto ser um transporte público, se irão me condicionar a visita, mas vou à conta de Deus. Estou com enorme dificuldade em apanhar o avião a situação no aeroporto outrora da Portela, como mudou de nome, de repente pensei que Humberto Delgado seria um novo, mas que nada os governos do pós 25 de Abril de vez em quando mudam o nome das coisas, fizeram-no logo do 25 de  Abril com a então ponte de Salazar!  e com a agravante que é um pandemónio. Oiço comentários que o Presidente da República regressa duma viagem ao Brasil, pensei que a confusão no aeroporto seria esse o motiva mas não, desconheço a razão, estou a ver numa mensagem no instagram que ele foi se encontrar com o Lula, afinal o presidente atual não é o Bolsonaro? entretanto no meio de tanta balburdia eis que não encontro as minhas malas, pois tive de divergir da  Easy jet porque estão em greve para chegar ao meu destino remarcar nova viagem na TAP, e eu que pensava que já tinha fechado com tanto subsidio e tanta injeção do governo julgava que a eutanásia seria aplicável a empresas falidas. Chega a hora de regressar à ilha e a minha ansiedade transforma-se em quase como uma angustia, não vejo a hora de abraçar de novo familiares e amigos. Quando da aproximação e depois de várias tentativas anunciam que por condições atmosféricas a inoperância do aeroporto temos que desviar para Canárias. Poça! já perdi mais de um dia das minhas férias com estas interrupções, mas antes isto que uma tentativa falhada. Após duas hora e lá uma nova tentativa e eis que finalmente conseguimos aterrar no aeroporto Cristiano Ronaldo, coitado do rapaz devem de estar a arder as orelhas. Como já ninguém vai receber visitantes, combinado deixar o carro no parque, arrumamos a tralha depois de um dia estafante e chegamos a casa sãos e salvos. Amanhã vamos ao arraial a festa da cerveja na cidade, alguém ressalva, agora não é da cerveja é a da Sé, bolas isto em 2 anos mudou tanto. O meu cunhado não pode ir connosco, está à 4 horas no hospital à espera duma consulta e o meu vizinho que costuma nos acompanhar não vai, também está à mais de 2 anos à espera para ser operado das cataratas quase não enxerga e a mulher à três à espera da operação do bócio. Encontrei um primo da Venezuela, já vive à quase três anos aqui com mais dez pessoas da família fugidos da miséria e da insegurança que por lá paira. Mas afinal! li no diário que as coisas estavam uma maravilha e que a comitiva que foi lá no dia da região elogia o bom caminho que aquilo leva, será que li mal ou levei algum barrete? Há esqueci-me de dizer que: quando fui à cidade, a Fernão Ornelas está muito bonita e olhei para a ribeira pensei que iriam fazer algum comboio para as zonas altas, visto a forma lisinha que cimentaram aquilo tudo. Definitivamente a nossa terra evoluiu muito, já se vê a obra megalómana dum hospital digno de qualquer grande cidade da europa, teremos capacidade de importar doentes e porque não fazer com que os médicos e enfermeiros que emigraram, regressem de novo à sua terra, pois vida de emigrante não é fácil, fala-se num túnel da Ajuda a São Gonçalo, não sei se para implementar o metro no Funchal e que o problema das pessoas irem à missa na igreja do colégio está sendo estudado na CMF com a construção dum parque subterrâneo no largo do colégio. Pensava que para a próxima visita traria o meu carro elétrico com a família toda , mas raz parto o diabo, continuo a não poder vir á minha terra senão de avião.

Texto corrigido

Carta dum emigrante

Preparo ansiosamente o dia da viagem, as saudades são mais do que muitas, após dois anos proibido de os visitar, renova-se a minha ansiedade em voltar a vos abraçar. Não sei se preciso fazer teste para poder viajar para a região visto ser um transporte público, se irão me condicionar a visita, mas vou à conta de Deus. Estou com enorme dificuldade em apanhar o avião a situação no aeroporto outrora da Portela, como mudou de nome, de repente pensei que Humberto Delgado seria um novo, mas que nada os governos dos pós 25 de Abril de vez em quando mudam o nome das coisas, fizeram-no logo do 25 de Abril com a então ponte de Salazar!  e com a agravante que é um pandemónio. Ouço comentários que o Presidente da República regressa duma viagem ao Brasil, pensei que a confusão no aeroporto seria essa o motiva, mas não, desconheço a razão, estou a ver numa mensagem no Instagram que ele foi se encontrar com o Lula, afinal o presidente atual não é o Bolsonaro? entretanto no meio de tanta balburdia eis que não encontro as minhas malas, pois tive de divergir da  Easy jet porque estão em greve para chegar ao meu destino remarcar nova viagem na TAP, e eu que pensava que já tinha fechado com tanto subsidio e tanta injeção do governo julgava que a eutanásia seria aplicável a empresas falidas. Chega a hora de regressar à ilha e a minha ansiedade transforma-se em quase como uma angustia, não vejo a hora de abraçar de novo familiares e amigos. Quando da aproximação e depois de várias tentativas anunciam que por condições atmosféricas a inoperância do aeroporto temos que desviar para Canárias. Poça! já perdi mais de um dia das minhas férias com estas interrupções, mas antes isto que uma tentativa falhada. Após duas horas e lá uma nova tentativa e eis que finalmente conseguimos aterrar no aeroporto Cristiano Ronaldo, coitado do rapaz devem de estar a arder as orelhas. Como já ninguém vai receber visitantes, combinado deixar o carro no parque, arrumamos a tralha depois de um dia estafante e chegamos a casa sãos e salvos. Amanhã vamos ao arraial a festa da cerveja na cidade, alguém ressalva, agora não é da cerveja é a da Sé, bolas isto em 2 anos mudou tanto. O meu cunhado não pode ir connosco, está à 4 horas no hospital à espera duma consulta e o meu vizinho que costuma nos acompanhar não vai, também está à mais de 2 anos à espera para ser operado das cataratas quase não enxerga e a mulher à três à espera da operação do bócio. Encontrei um primo da Venezuela, já vive à quase três anos aqui com mais dez pessoas da família fugidos da miséria e da insegurança que por lá paira. Mas afinal! li no diário que as coisas estavam uma maravilha e que a comitiva que foi lá no dia da região elogia o bom caminho que aquilo leva, será que li mal ou levei algum barrete? Há esqueci-me de dizer que: quando fui à cidade, a Fernão Ornelas está muito bonita e olhei para a ribeira pensei que iriam fazer algum comboio para as zonas altas, visto a forma lisinha que cimentaram aquilo tudo. Definitivamente a nossa terra evoluiu muito, já se vê a obra megalómana dum hospital digno de qualquer grande cidade da Europa, teremos capacidade de importar doentes e porque não fazer com que os médicos e enfermeiros que emigraram, regressem de novo à sua terra, pois vida de emigrante não é fácil, fala-se num túnel da Ajuda a São Gonçalo, não sei se para implementar o metro no Funchal e que o problema das pessoas irem à missa na igreja do colégio está sendo estudado na CMF com a construção dum parque subterrâneo no largo do colégio. Pensava que para a próxima visita traria o meu carro elétrico com a família toda , mas raz parto o diabo, continuo a não poder vir á minha terra senão de avião.


quarta-feira, 6 de julho de 2022

 Não será bem assim, porque o silêncio também fala. Continuo a dizer que este modelo de regime intimidou os portugueses por falta de cultura democrática têm medo da liberdade, e os corruptos sabendo com que povo lidam aproveitam-se das circunstâncias. Será essa a nossa missão, desmitificar o medo de ser livre. Transformar a mentalidade dum povo não acontece num dia, nem num ano, imagine que o socialismo anda com a cabeça dos portugueses às voltas à quase meio século já que não conseguiu pela imposição da força pretendida inicialmente com o 25 de Abril e que o 25 de Novembro adiou, mas infelizmente não erradicou essa praga. O retirara as crianças aos país é o facto de não criarem as condições dignas para que os país possam dedicar o tempo a educar os filhos, propositadamente foram retiradas essas condições transferidas para o estado. Repare que a grande maioria dos pais de hoje não querem «perder tempo com os filhos» essa foi a estratégia utilizada para que eles, os pais sentirem os filhos como um estorvo. 400 mil já deram a sua opinião e o silencio do povo poderá trazer novidades e quase garanto que esta legislatura não CHEGA ao fim, acredite no que lhe digo. Tudo dependerá do desenrolar da guerra e as consequências, de futuros atos eleitorais, a história repete-se e para isso estamos cá nós a dar o litro para que algo mude. Para mim a redução da abstenção foi uma luta que abracei e sinto-me feliz por ter conseguido não sei se contribui ou não mas o fato é que aconteceu. É pena realmente quando as pessoas sentem dificuldade em partilhar ideias, opiniões e lidar com diferentes maneiras de ser, agir e pensar. Afinal todos pensamos de maneira diferente mesmo quando o objetivo seja o mesmo, agora quando os objetivos pessoais se sobrepõem ao coletivo, aí não há nada a fazer. Podemos divergir de opinião mas reza o bom censo que numa qualquer organização as discordâncias terão por obrigação serem discutidas em conjunto para podermos CHEGAr a um consenso. É pena realmente que tenhamos dificuldades em aglutinar militantes e apoiantes, mas percebe-se; que ser do CHEGA não é fácil nem é para todos, romper com hábitos e vícios do passado é complicado, e mais, estar ao serviço das pessoas sem esperar nada em troca no mundo atual torna-se quase impossível, mas se quisermos ser diferentes, terá de ser essa a nossa linha de orientação. Como diz André Ventura nem que esteja a vida toda na oposição mas nunca quebrar e romper os nossos compromisso com os eleitores, porque se fosse fácil não seria para nós. FORÇA, os portugueses esperam muito de nós, da nossa coragem, determinação, abnegação e empenho. O medo e a falta de coragem dos portugueses terá de estar concentrada nos que diariamente damos o nosso melhor daí criar a motivação para que outros com a mesma determinação se juntem a nós. Não é por acaso que já se houve esta frase; O CHEGA é que tem de resolver, isso dá-nos muita força.