sexta-feira, 24 de dezembro de 2021

                                                      Carta de despedida  

Funchal (hoje) Dezembro de 2021.

Escrevo estas linhas nos moldes em que habitualmente eram redigidas as cartas do antigamente, quando as pessoas acreditavam que seria possível no futuro um mundo melhor, quando as promessas eram cumpridas, quando o convívio e a partilha era feita sem objetivos interesseiros apenas porque achávamos que era o normal, quando as crianças esperavam ansiosamente a vinda do menino Jesus e os adultos na sua crença e na sua fé ansiavam todos os anos pelo Natal das pessoas e das vivencias. Hoje no século XXI onde o medo substituiu a esperança, a desconfiança aniquilou a fé e a mentira erradicou a verdade, parece que caminhamos para o fim da autêntica essência humana, quando na realidade seremos nós, os homens e mulheres de boa vontade que poderemos restaurar a esperança, resgatar a fé e restituir a verdade num mundo onde cada vez mais se promove o distanciamento entre seres que não foram criados para viverem isolados. Assistimos à partida de muitos dos nossos amigos, companheiros e familiares com um sentimento de desilusão pois até nos condicionam e dificultam a comunhão com nos seus últimos dias. O mundo caminha para a auto destruição e não é uma profecia apocalíptica, mas a falta de humanismo, de afetividade, de ética, de carinho e de tolerância cada vez mais semeia a dúvida acentuada pelo medo a que estão a conduzir as pessoas nos nossos dias. Vem aí 2022, nas incertezas, nas dúvidas e outra vez no medo de não sermos capazes de superar toda esta situação um tanto ou quanto esquizofrénica e intimidatória duma sociedade cada vez mais mergulhada na dúvida, na arrogância e no protagonismo. Entraremos num novo ano quase que em campanha eleitoral, caso inédito ao longo de mais de 4 décadas de democracia, numa incerteza política dum país mergulhado numa crise onde a corrupção da classe politica cada vez mais desacreditada fruto dos seus próprios erros quase diria que propositados, para cada vez mais os eleitores optarem por se recusar a participar na escolha dos que até aqui quase terem sido os eus próprios «carrascos». Num país onde a ignorância promove a própria miséria, que condecora corruptos, promove vigaristas, e perdoa ladrões, parece ser impossível ao povo recuperar o controle do regime democrático que se diz na filosofia da sua origem Grega; poder do povo. Vamos voltar a tomar a rédeas da liberdade conquistada à quase 48 anos pelos corajosos militares de Abril que infelizmente esqueceram-se de educar os cidadãos para a vivencia numa plena e autêntica democracia que políticos sem escrúpulos, sequestraram-na para seu benefício próprio, legalizaram o roubo e institucionalizaram a corrupção. O país e a democracia vive de dogmatismo que terá de ser substituído por pragmatismo. Porque abstenção não será a solução para por termino ao maior flagelo da nação; a corrupção, a 30 de janeiro chega a grande oportunidade de restaurar a liberdade, resgatar a democracia e restituir os valores da sociedade. Se os 50% de eleitores que não votam decidirem alterar o seu comportamento, Portugal poderá mudar. Por isso  que: com coragem e determinação poderemos realmente instaurar um novo modelo de regime onde a dignidade e a verdade sejam apanágio de quem nos governe, para isso será necessário substituir o medo de mudar, pelo querer e pela coragem determinante em realmente poder ter um AUTÊNTICO NOVO ANO.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2021

                                                  Carta de um Cristão

 A Comissão Europeia (CE) está no centro de polémica, após se ter descoberto que, em nome da inclusão e da diversidade, a Comissária para a Igualdade sugeriu que, nas comunicações internas daquela estrutura, se abolisse, entre outras, a palavra ‘Natal’. E eis que novamente ele se aproxima. Os preparativos, a azáfama, os presentes, as iguarias, as tradições, tudo isto se conjuga para mais uma época onde a alegria, o convívio, a partilha e os abraços se confundam por entre crenças, hábitos, costumes, tradições ou meramente o cumprir de um ritual muito enraizado nas nossas famílias, mesmo que aos poucos muitos queiram fazer desaparecer ou erradicar dos nossos velhos costumes, Os cristão teremos de novo a sua participação presencial, embora condicionada nas tradicionais missas do parto. Os portugueses povo muito conservador nos seus hábitos, costumes e tradições voltarão a ter um  NATAL do convívio entre as famílias, apesar de muito ameaçadas por uma sociedade que cada vez mais com a imposição do medo e no egoísmo tenta destruir e deixar fugir o que de melhor temos como ser humano, a base e o pilar sustentável da sociedade (a família), aquilo que nos define como seres racionais, sendo seres espirituais com uma experiência humana. Embora já muitos não acreditam da realidade destas festividade e não sendo a verdadeira essência da mesma, mas duma realidade estamos convictos, de que: a presença de Deus no meio dos homens veio trazer a mensagem da reconciliação, da luta pela verdade, do AMOR e da paz para que os seres humanos compreendessem que fomos seres para estar uns ao serviço dos outros a fim de conquistar na terra a dimensão divina através da nossa disponibilidade para com todos os que necessitam do nosso apoio. Saibamos pois uma vez mais, interpretar a mensagem de que esta época festiva não se converta só e uma vez mais em aproveitamento de diversão e de lazer, para ser aquilo que a verdadeira essência do NATAL realmente representa, a vinda do mensageiro da paz e da fraternidade entre os homens. A gratidão pelo dom da vida faz-nos acreditar que teremos que ser nós o impulsionadores da mensagem e os verdadeiros testemunhos dum mundo onde os HOMENS transmitam a verdadeiramente a mensagem e ensinamentos de Jesus Cristo. Portanto: que a luz que ilumina esta época natalícia não permita que deixemos passar esta oportunidade única de acolher-mos a mensagem para ser-mos dignos representantes da verdade, da justiça, da fraternidade, do AMOR e da paz como autentica imagem de Deus. Não esqueçamos o aniversariante, temendo que ele sinta dificuldade em transmitir e fazer-nos compreender a sua mensagem. Não tenham medo dos que matam o corpo, mas não podem matar a alma. Antes, tenham medo daquele que pode destruir tanto a alma como o corpo no inferno.

Jesus Cristo Bíblia, Mateus 10:28.

Um Bom Natal para todos.

domingo, 21 de novembro de 2021

                                            Carta de um indigente

Porque cada vez mais as preocupações aumentam, os alarmes soam os perigos perseguem-nos! a sociedade vive em constante ansiedade temendo tudo à sua volta. Os governantes preocupados com os números alarmantes quase 5 milhões de óbitos (no mundo) por COVID, grande parte em países desenvolvidos ou em vias de desenvolvimento. Mas infelizmente a maior pandemia deste mundo continua a ser os 24 (vinte e quatro) mil pessoas que diariamente morrem de fome, a cada 5 segundos uma delas é uma criança, num mundo que desperdiçam anualmente 1,3 MILHÕES DE TONELADAS DE ALIMENTOS. E pensar que que uma mudança radical de comportamento das sociedade poder-se-ia erradicar esta lamentável situação! Tudo isto acontece enquanto no desespero autoridades tomam medidas abruptas, por vezes quase impossíveis de se fazerem cumprir, e pensar que por culpa da irresponsabilidade dos cidadão e da sua insensibilidade. O país aguarda o desenlace dum prematuro fim duma legislatura que no meio de toda desta turbulência leva a confusão e ao pânico da cidadania. Discutem-se prioridades que nunca serão soluções para os graves problemas que o país atravessa. A saúde continuam a ser o problema grave que os sucessivos governos não encontram soluções práticas aos anseios das populações. A educação persiste em esquecer que ela começa em casa e na família, cuja sucessiva degradação é a causa duma sociedade desprovida de valores e em conflito. A segurança e a justiça espera melhores dias, pois quando os verdadeiros culpados são indultados, casos concretos de violações, crimes violentos e ou corrupção, leva-a ao total descrédito na sociedade. Quem porventura pretende apresentar um pano alternativo defendendo em por cobro a estas situações, rapidamente é rotulado de extremista ou radial e atacado pelos que defendem e promovem o actual modelo caduco dum regime que já deixa mais de 50% da população de costas viradas, (OS ABSTENCIONISTAS) o povo infelizmente já não acredita ser possível restaura a democracia, renovar os princípios elementares da cidadania e restituir os valores da sociedade. Será mesmo IMPOSSÍVEL devolver aos portugueses a confiança na classe política, acreditar que a justiça seja aplicada com equidade e autenticidade numa sociedade totalmente incrédula? que a saúde deixe de ser um grande negócio e humanamente seja considerada o fator elementar do verdadeiro e autentico HUMANISMO? Que a educação insira nos valores e na cidadania a importância de ser-se uma verdadeiro exemplo de seres humanos com dignidade? Não se esqueçam que a 30 de Janeira a democracia poderá dar-nos a derradeira oportunidade de escolher uma verdadeira alternativa. Se a miséria dos pobres não é causada pelas leis da natureza, mas pelas instituições, é grande o nosso pescado. (Charles Darwin) 

segunda-feira, 1 de novembro de 2021

                                                     Carta de um «inculto»

Já diz o provérbio: é tão difícil ser-se profeta na sua própria terra. Olhando, para a cultura o designado parente pobre da sociedade, deparamo-nos que algo de bom foi feito nesta terra nas últimas décadas. Muitos dos nossos jovens evoluíram nesse campo e até deram-nos grandes alegrias e projeção a nível nacional e internacional. Tanto no público e até no privado com associações ligadas às artes conseguiu-se boas performances nesse sector. Recentemente foi efetuada uma gala que comemorou os 75 anos do Conservatório escola profissional das artes da Madeira que muito honradamente leva o nome de um dos percursores nessa área, o Eng.º Luiz Peter Clode.  Certo é que todos os que ali passaram bem sejam como gestores, administrativos, lecionando e ou como alunos merecem toda a nossa consideração, respeito e motivação para que no seu desempenho tenham o almejado sucesso de que tanto ambicionam. Pena é que muitos daqueles que por lá passaram e que hoje são talentos reconhecidos a nível regional, nacional e porque não dizer-lho; mundial, tenham ficado esquecidos na hora da merecida homenagem. Por uma questão de dignidade e de reconhecimento pelo trabalho desempenhado, acho que deveriam ter convidado atores que atualmente têm projeção regional, nacional e internacional através de algumas digressões, e sobre tudo nos milhões de seguidores via internet através da redes sociais, 4 ex-alunos do conservatório e o grupo humorístico de maior impacto a nível regional e são da Madeira, (com vídeos de milhões de visualizações e partilhas) assim como uma bailarina que concluiu os seus estudos numa das melhores escolas do mundo na Rússia e que durante alguns anos fez parte da equipa de Filipe la Féria atualmente a lecionar dança numa academia privada, também uma pianista deficiente visual e que teve projeção a nível internacional e alguns outros que na hora de homenagens simplesmente foram esquecidos. Em detrimento dos homenageados muito embora não deixando de reconhecer o seu maravilhosos talento, empenho, dedicação e porque não sucesso nas suas carreira, alguns deles até nunca terem sido alunos dessa escola e tiveram o privilégio da merecida e (justa) homenagem pois a arte pública e ou privada no seu todo é a representatividade da cultura dum povo. Será que o mérito só é reconhecido àqueles que partilham um sistema que tem enorme dificuldade em reconhecer o talento e o mérito antes que as influências, as classes ou as amizades, pois esse continua como a condicionante duma democracia onde a liberdade continua muito condicionada. Será essa uma das razões que leva a que: muitos  dos nossos jovens talentos, não só nas artes mas em quase todos os sectores, desporto, hotelaria, saúde etc, sintam a necessidade de terem de emigrar porque na sua terra continua-se a fazer-se jus ao proverbio inicialmente focado?


sexta-feira, 15 de outubro de 2021

 Devido aos maus resultados das autárquicas, nem que tenham de vender a alma ao diabo, um ou outro irá aprovar o orçamento mesmo contra a sua própria vontade, vontade essa que será a de permanecer influente num governo que pretende arruinar o país. Porque a esquerda a qualquer preço consegue fazer, aquilo que a direita infelizmente teima em adiar; Unidade Nacional.

quarta-feira, 13 de outubro de 2021

                                    QUANDO VOLTAREMOS A ACREDITAR?

No dia em que houver a coragem de combater os verdadeiros criminosos, unir os defensores da família, da justiça, da saúde, da segurança e da educação, no dia em que os criminosos sejam julgados, os corruptos presos e confiscados os seus bens entregues ao estado, no dia em que os agentes da autoridade tenham a justiça a seus favor, No dia em que seja restituída a autoridade aos professores, no dia em que os mais de 2 milhões de portugueses que vivem no limiar da pobreza tenham o mínimo para poderem viver dignamente, no dia em que quem trabalha não continue a ser o sustento de subsídio-dependentes, calaceiros, vadios, e imigração ilegal, nos dia em que um reformado que dignamente entregou a sua vida ao trabalho receba o justo valor por isso, no dia em que se valorize o trabalho e dignifique quem trabalha, no dia em que as famílias sejam valorizadas, dignificadas e apoiadas, no dia em que consigam unir os portugueses à volta dum projeto para resgatar a democracia e restituir a liberdade mobilizando os mais de 5 milhões de abstencionistas,. Em suma: no dia em que se ponham fim a este regime destruidor, nesse dia poderemos voltar a creditar na classe política. Até lá o protagonismo, a vaidade, a arrogância, a fobia pelo património do povo e a prepotência dos actuais políticos que descredibilizam dia após dia a classe daí que o povo não acredita. Num pais onde a liberdade permitiu que políticos sem escrúpulos sequestrassem a democracia, legalizassem o roubo e institucionalizassem a corrupção, com a conivência da «justiça», o patrocínio de alguns meios de comunicação e a cumplicidade de mais de 5 milhões de abstencionistas sem cultura democrática. Não podemos esperar mais nada deste povo MUITO MENOS DA CLASSE POLÍTICA, a não ser que nós os indignados e revoltados continuar-mos ativamente e incessantemente a nossa luta. CHEGA DE DEMAGOGIA, HIPOCRISIA, INJUSTIÇA E CORRUPÇÃO. Portugal quer justiça.

QUANDO VOLTAREMOS A ACREDITAR?

No dia em que houver a coragem de combater os verdadeiros criminosos,  unir os defensores da família, da justiça, da saúde, da segurança e da educação, no dia em que os criminosos sejam julgados, os corruptos presos e confiscados os seus bens entregues ao estado, no dia em que os agentes da autoridade tenham a justiça a seus favor, No dia em que seja restituída a autoridade aos professores, no dia em que os mais de 2 milhões de portugueses que vivem no limiar da pobreza tenham o mínimo para poderem viver dignamente, no dia em que quem trabalha não continue a ser o sustento de subsídio-dependentes, calaceiros, vadios, e imigração ilegal, nos dia em que um reformado que dignamente entregou a sua vida ao trabalho receba o justo valor por isso, no dia em que se valorize o trabalho e dignifique quem trabalha, no dia em que as famílias sejam valorizadas, dignificadas e apoiadas, no dia em que consigam unir os portugueses à volta dum projeto para resgatar a democracia e restituir a liberdade mobilizando os mais de 5 milhões de abstencionistas,. Em suma: no dia em que se ponham fim a este regime destruidor, nesse dia poderemos voltar a creditar na classe política. Até lá o protagonismo, a vaidade, a arrogância, a fobia pelo património do povo e a prepotência dos actuais políticos que descredibilizam dia após dia a classe daí que o povo não acredita. Num pais onde a liberdade permitiu que políticos sem escrúpulos sequestrassem a democracia, legalizassem o roubo e institucionalizassem a corrupção, com a conivência da «justiça», o patrocínio de alguns meios de comunicação e a cumplicidade de mais de 5 milhões de abstencionistas sem cultura democrática. Não podemos esperar mais nada deste povo MUITO MENOS DA CLASSE POLÍTICA, a não ser que nós os indignados e revoltados continuar-mos ativamente e incessantemente a nossa luta. CHEGA DE DEMAGOGIA, HIPOCRISIA, INJUSTIÇA E CORRUPÇÃO. Portugal quer justiça.

segunda-feira, 11 de outubro de 2021

 

A abolição da família /premium

PATRÍCIA FERNANDES OCTOBER 11, 2021

“Que estas mulheres todas serão comuns a todos esses homens, e nenhuma coabitará em particular com nenhum deles; e, por sua vez, os filhos serão comuns, e nem os pais saberão quem são os seus próprios filhos, nem os filhos os pais.”

(Platão, A República, V – 457d)  https://l.facebook.com/l.php?u=https%3A%2F%2Foutline.com%2FhPD6WM%3Ffbclid%3DIwAR3zUryzh3L9gMpX4qRcP2eDy81FwfEEELjZvmWMMyBnvSjkqz2AMlBJLP4&h=AT00m2SZy9FsRQBkB0-6sb92jV5duUZxVllKT21tgvFQedN07eG42EYHH58T3yYh_RisgJzO7PrYefSR_N1t-RfLaugJagiii9kteIPxcm-fq8NQ2WBrUnTuhjiU-0aCYXk&__tn__=%2CmH-R&c[0]=AT0UfIjtzRKS9rVt0oqlUVIBP8Z7YITnXQlP6_tiUhQwbtKuiDZniYEzv7jiFdm9eZ4WKEIXhGnzbJxIjJQhLaG64mkWZAwFCslR7mqz01tBtU5p4I3IwMf9bw2Z7Ghupsqvmjjq4qo1DokIPiY1PH9bEMvTQLqUpPb9R3Ht2HAuj76xAsRAg8xQWg

sábado, 2 de outubro de 2021

                         Porque só com boa vontade não chega
Pouco se conseguiu de significativo no que diz respeito ao último acto eleitoral. Ganhou o maior partido em Portugal;  A BASTENÇÃO.+ ou - 50% se adicionar-mos os votos brancos e nulos ultrapassa essa fasquia. Os partidos mais votados continuam a se digladiar e a se declarem vencedores, quando a realidade é bem diferente. Cada vez que acontece um acto eleitoral, Portugal e os portugueses perdem em todas as frentes. Se não vejamos: sucessivamente utilizam-se os mesmos argumentos desde que se implementou um regime «democrático» e não é mera coincidência, é apenas que: os verdadeiros prolemas dos portugueses já se arrastam desde então, estamos a falar de 47 anos. Construímos um regime que sucessivamente  criou cidadãos à esmola dum estado que progressivamente promoveu políticos corruptos e uma (justiça) que deixa impunemente os contínuos actos de corrupção sucederem-se e que são a pior praga e a mais degradante epidemia da nação. Alguns dos desprezados e abandonados são confrontados com  a situação que leva-os a  desconfiar de tudo e de todos, irrevogavelmente desistiram da sua participação, a não ser aqueles que por interesses vários e nesse dia os familiares lembram-se que eles existe e quase de forma compulsória levam-nos a cumprir o dever de votar. Os que por diferentes razão são os dependentes do regime, haaa!  lá esses não se esquecem, pois o seu futuro depende da sua atitude e comportamento perante o tal regime que defendem com unha e dentes. Falamos dos: subsídio-dependentes, dos caçadores de tachos, dos  subservientes e os das negociatas milionárias que sustenta toda uma máquina de corrupção infernal. Alguns dizem-se fartos da classe política, outros porém dificilmente sobreviveriam sem eles. Logo os mais votados teriam de ser por força dos hábitos, os vendedores de promessas, os construtores de sonhos e os que conhecem e sabem no fundo o preço dum voto. Depois há os que não gostam de fazer parte de equipas derrotados e como no desporto é ser fanático dos vencedores pois na hora de comemorar são eles que proporcionam as alegrias, efémeras porém e toca aguentar mais 4 anos de sacrifícios, de protestos contra a própria culpa e de pagar tudo o que lhes foi oferecido ( canetas, t´shirts, bonés, cabazes, frangos e ou almoços), enfim, e tudo o prometido durante pouco mais de 10 dias. Dificilmente conseguiremos ter cidadãos verdadeiramente livres, esses continuam de consciência pesada, calados e sem confiança por um regime que os ignora totalmente pois não são levados em conta, são os relegados. É pena que mesmo tentando fazer compreender a essa franja enorme de portugueses que já não acreditam no milagre da liberdade, poderem entender que seriam eles que um dia seriam capazes de dar a volta a isto, lamentavelmente não compreendam a mensagem de quem promove a verdade, defende a justiça, insiste na equidade, e quer através da educação duma população que definitivamente terá muito que aprender no que a cultura democrática diz respeito. Enquanto tivermos a justiça a perseguir os partidos que querem mudar o rumo à democracia  e essa mesma justiça patrocinar a fuga dos corruptos e tudo isso com o aval dos 50% de portugueses de costas voltadas á democracia, não sei não se Manuela Ferreira Leite teria alguma razão quando um dia afirmou que: deveriam suspender a democracia, eu não diria por 6 meses, talvez seriam necessárias 6 décadas, para repor a dignidade, a justiça, os valores da sociedade e um novo rumo para o nosso Portugal. Não vamos desistir, porque enquanto o corpo e a mente aguente que a determinação e a vontade nunca falte. Só assim poderemos ambicionar e atingir a verdadeira e autêntica LIBERDADE.

domingo, 5 de setembro de 2021

                                                VOTAR! uma arma

Votar será a palavra de ordem, um desígnio nacional essa é sem dúvida alguma a arma da democracia. Será que é nossa satisfação permitir-nos continuar a viver num país onde cada vez mais as liberdade são condicionada? Nunca nenhum regime neste país teve a coragem de implementar tanta lei de proibição. Será que é este o modelo de democracia que o povo português ansiou com o 25 de Abril, onde políticos sem escrúpulos sequestraram a democracia, legalizaram o roubo e institucionalizaram a corrupção? Será que é este o modelo de justiça que queremos, onde os criminosos são (perdoados) e os justos por vezes perseguidos? Será que foi este o modelo de educação que queríamos para os nossos filhos e que agora vemos o fruto dessa inoperância e incongruência, onde se perderam os valores básicos duma sociedade? Será economicamente sustentável um país onde a produtividade é cada vez menor e a subsidiodependencia e o desincentivo ao trabalho é cada vez maior? Será que é humano permitir que cada vez mais deambulem seres humanos pela cidade, pondo em risco a suas vidas e a segurança dos outros? Será que é este o país o tal cantinho do céu, onde cada vez menos os agentes da autoridade têm menos autoridade retirada pela inoperância do modelo de justiça? Será que é digno que refugiados alguns com cadastro recebam apoios de tal monta, e que um português que trabalhou toda uma vida seja compensado com uma pensão miserável?  Será que a saúde dos portugueses consagrada na constituição da República foi convertida cada vez mais num dos pesadelos do nosso povo? Baseado nos quatro pilares duma sociedade equilibrada, saúde, educação, segurança e justiça, podemos confiar neste modelo de democracia? Afinal para quem acham que estamos no caminho certo, os que de certa forma são beneficiários diretos ou indiretos do regime, estejamos claros; esses continuarão a votar para manter este modelo de gestão que os tem beneficiado ao longo de décadas, mas os inconformados, indignados e revoltados acham que já não vale a pena acreditara e desistiram terminantemente em participar e compreender que é possível mudar o paradigma político em Portugal. Mas a liberdade consagrada na carta magna da República permite que a democracia proporcione a oportunidade dos cidadão se manifestarem através da única arma que o livre pensamento concede; !O VOTO! POR ISSO PENSE ENQUANTO NÃO FOR PROIBIDO! Porque abstenção, votos brancos e nulos não são levados em conta na hora de escolher os eleitos e futuros governantes, deixo aqui um apelo aos cidadãos insatisfeitos e desiludidos abstencionistas que: a única maneira de demonstrarem o seu descontentamento será: VOTAREM massivamente contra aqueles que andam à 47 anos com o cardápio das promessas e a promoverem a ignorância que os sustentam com a miséria do próprio povo. Em 47 anos de democracia ainda não se conseguiu encontrar o caminho para dar aos portugueses aquilo que por direito lhes pertence;  a igualdade de oportunidades. Não quero utilizar qualquer termo vinculativo, apenas emitir uma opinião livre de quaisquer conotação político partidária. Será que é preciso um curso académico para percebermos os verdadeiros problemas do nosso país e as realidades da maioria das populações que as sentem na pele, apenas estará centrada no comportamento dos eleitores, ou escusado será dizer que poderemos assistir às primeiras e verdadeira eleições livres em Portugal, com a massiva participação de cidadãos determinados, conscientes e arrojados em mudar o rumo à democracia encontrando uma alternativa? À dois mil anos foi assim, crucificaram quem diz a verdade e libertaram o ladrão. Porque conformamo-nos com pouco mas queixamo-nos de quase tudo e para que a história não se repita, VOTAR será um ato de coragem. 

terça-feira, 17 de agosto de 2021

                                 A alternativa CHEGA a Santa Maria Maior

Depois de durante muito tempo ser um (contestatário) do regime em conversas, diálogos entre familiares e alguns amigos e manifestando-me com frequência através da imprensa nas oportunidade que DN/Madeira me permitiu através das cartas do leitor, tomei a liberdade que ainda a democracia me consagra em aceitar o convite para encabeçar a lista da candidatura à junta da freguesia mais antiga da região; Santa Maria Maior. Porque nunca me imaginei nesta situação de ter a oportunidade de em certa forma poder contribuir para um possível melhoramento substancial das populações, nomeadamente da minha freguesia, também é certo que sempre sonhei em contribuir para que de alguma maneira poder tornar mais simples, fácil e comoda a vida dos cidadãos. Daí que aceitei o desafio proposto pelo partido CHEGA a ser o candidato independente para concorrer à Junta de freguesia desta histórica e nobre comunidade, com uma equipa digna e ambiciosa em servir. Gostaria em primeiro lugar substituir as promessas por ação, o que não é habitual em todos os que se propõem fazer parte da classe política. Sou um cidadão que sempre dependi do esforço do meu próprio trabalho, e de forma simples achei que poderia ajudar a que muitos dos que sentem dificuldade em sobreviver num regime que promoveu um modelo submetido e tornou os cidadãos cada vez mais dependentes do apoio do estado condicionando-lhes com isso a sua própria liberdade. 

Precisamos de motivar os cidadãos para se sentirem cada vez mais úteis à sociedade, libertando-os para tarefas simples, inicialmente apoiadas mas depois deixadas a que possam ser livres em tudo quanto no seu desempenho seja possível. Os custos que ao longo de mais de 4 décadas tem demonstrado a dependência dos cidadãos para com o estado, tem servido para que a pior praga que nos atormenta tenha proliferado pelo país fora: a praga da CORRUPÇÃO.

Partindo do nosso princípio no que a dignificar o trabalho e valorizar quem trabalha incentivando os cidadãos a ajudarem com o seu contributo no crescimento do país como nação e apoio à comunidade e à família, essência base no combate à corrupção, porque só com a força do trabalho faremos crescer o país. A integração da sociedade no que a política diz respeito, será fundamental para uma sociedade ativa e participativa. Fundamental a revitalização das famílias, da sua essencial importância e do seu valor na evolução integral da sociedade.

Acho que deveria haver mais atenção aos idosos que infelizmente vivem na solidão, criar grupos de (voluntariado) de apoio,  coordenados pelos serviços socias e a Junta de Freguesia. Assim seria numa maior integração e de apoio ás famílias para responder ás suas necessidade.

Aos desempregados que poderiam integrar esses grupos com a respetiva formação e ajuda, e por conseguinte uma remuneração, por sermos a favor do trabalho em vez de «sustentar» preguiça e ócio. 

Aproveitar outros grupos de jovens que estivessem a sua preparação em áreas sociais para em tempos livres apoiar essas pessoas, de forma a que servisse como iniciação e integração e na participação ativa no mercado de trabalho e na sua área de aperfeiçoamento, para assim usufruírem de apoios na sua própria formação.

Á falta de parques e espaços verdes, na educação e lazer o aproveitamento dos espaços desportivos escolares bem poderiam ser utilizados pelas populações com uma equipa coordenadora para o efeito, ocupando na sua gestão e manutenção as pessoas que habitualmente recebem apoios sem prestarem quaisquer serviço.

 O aproveitamento e apoio as pequena terras de cultivo para agricultura de subsistência ou até de pequenos comercio poderia ser dada a exploração caso os seus proprietários não tivessem disponibilidade para o efeito, com uma equipa que coordenasse técnica e juridicamente essas tarefas.

Um serviço de transportes dentro das ruas onde o transporte público tem dificuldade em efetuar o serviço com viatura de menor dimensão e até de energias alternativas, de modo a servir as populações sobre tudo em zonas mais condicionadas no que a mobilidade diz respeito. 

A falta que faz um serviço de multibanco numa freguesia que num raio de 5 quilómetros da sua sede não possui esse serviço e apenas tem uma única entidade bancária.

terça-feira, 10 de agosto de 2021

                                                              Por  ti Bartolomeu

Nunca antes se poderia imaginar que um dos responsáveis pela colonização destas ilhas á mais de seis séculos, sendo inicialmente lhe sido assignado o cargo de capitão donatário da ilha do Porto Santo depois sogro dum dos maiores navegadores da história da humanidade, que ao longo de todos estes séculos continuaríamos sendo os ilhéus dependentes de tudo no que a subsistência diz respeito.  A miséria outrora encontrada infelizmente para a grande maioria da sociedade actual continua, mesmo com outros contornos. Situações que este povo corajoso mas por vezes indeciso quanto a mudanças pois numa teimosia intrínseca sente uma enorme dificuldade em ultrapassar vícios, fanatismos, superstições, preconceitos e até convicções, daí que continuamos um povo totalmente dependente dos que se acham os administradores das mentalidades incautas, teimam em acreditar em todas as mentiras e sentem enorme dificuldade em interpretar a verdade. Conseguem deixar-se manipular por uma manancial de promessas que depois ficam apenas nisso, ( promessas)! Quando andam 4 anos em lamentos e indignações que rapidamente com meia dúzia de novas promessas que logo se desvanecem. Nunca imaginei que em 47 anos de democracia muitos ansiarem voltar ao que em tempos se chamou de ditadura e que apesar de não deixar saudades, muitas mais proibições existem atualmente em tempo de liberdade. Nunca imaginei ver por exemplo em plena cidade: um homem na mais humilhante degradação deitado no chão e mesmo ao lado um cão ao colo do dono sentados no café. Não achando o afeto ao animal de exagero, mas reprovando totalmente a sociedade que permite que seres humanos vivam em total estado de abandono.  Para que uma sociedade seja mais justa e equilibrada não necessariamente seriam necessárias leis para tudo e proibições excessivas desde que a sociedade educasse os cidadãos para que fossem mais humanos, genuínos, sensíveis, afetivos, dignos, respeitosos, condescendentes, clementes, compassivos e bondosos, dispostos a estarem ao serviço da sociedade e substituíssem o egoísmo pela simplicidade e o protagonismo pela humildade. Por isso teremos de mudar de atitude e de comportamento para repor os valores da sociedade, restaurar a verdadeira democracia restituir a dignidade e a honestidade onde a verdade seja um primordial valor e a mentira seja encarcerada no mais profundo da consciência humana. Precisamos de gente com sabedoria, humildade, dignidade, que preserve valores fundamentais para resgatar a dignidade dos cidadãos.  Afinal não foi este o modelo de democracia que a liberdade conquistou para servir os cidadãos e fazer com que possamos lutar afincadamente para que o Bartolomeu não se envergonhe das gerações precursoras nem dos seus antecessores. Continuarei a luta pelo projeto de defender a dignidade dos cidadãos e da sociedade dos valores mesmo que isso me custe a minha própria liberdade.

quarta-feira, 28 de julho de 2021

 Freguesia

Funchal (Santa Maria Maior)
  • CÂMARA MUNICIPAL
  • ASSEMBLEIA MUNICIPAL
  • ASSEMBLEIA DE FREGUESIA
Mapa  Lista
Região Autónoma: Madeira
Concelho: Funchal
Freguesia: Funchal (Santa Maria Maior)
PS-BE-JPP-PDR-NC
42,92%
2.921 votos
PPD/PSD
29,93%
2.037 votos
CDS-PP
12,81%
872 votos
PCP-PEV
4,41%
300 votos
MPT.PPV/CDC
3,45%
235 votos
PTP
2,59%
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terça-feira, 20 de julho de 2021

                            A pior maneira de lidar com a democracia

Depois de 47 anos do 25 de Abril de 1974 onde supostamente iria ser implementado um regime democrático em Portugal, pois a liberdade conquistada assim o exigia! Temos partidos políticos, elegemos os governantes e depois! Mas afinal será mesmo que a democracia está em vigor? Porque chegamos ao extremismo do desleixo, da desilusão, da miséria, da demagogia, da hipocrisia, da injustiça, da falta de ética, da ignorância, da descriminação, da inércia, insignificância, da indiferença, da tolerância, da incúria, da usurpação do poder, da degradação dos valores na sociedade e da manipulação da mentalidade sob o signo do medo e da ignorância. Os mais de 50% de cidadãos que através da abstenção, desmotivados viraram as costas à democracia, porque cada vez mais sentem-se desiludidos com este modelo de como ela foi conduzida ao longo de mais de 4 décadas. Deveria ser adulta, mas infelizmente «nasceu» com uma deficiência crónica, citada numa frase do General Ramalho Eanes: (Abril ofereceu as liberdades mas esqueceu-se de formar cidadãos) que também citou recentemente: "Há uma  epidemia da corrupção na sociedade portuguesa"; acho que chega mais de palavras para definir o que se passa neste nosso país. Quando os portugueses se aperceberem que por falta de cultura democrática deste povo, o país chegou ao actual estado de degradação e descrédito, se não reagirem a tempo poderá já ser demasiado tarde. Será essa  a razão de surgirem vozes e cidadãos "anónimos" que tiveram a coragem de aderir a alguns projetos que visam mudar o paradigma político em Portugal e fundamentalmente na nossa região? Será que agora os protagonistas deste descalabro começam a perceber que: afinal o povo está cansado de suportar o jugo a que foi sujeitado e tomou a decisão de dar a cara por uma alternativa. E se os abstencionistas indignados e revoltados tiverem também a coragem de alterar o seu comportamento e decidirem duma forma muito democrática  ensaiar uma nova forma de revolução, VOTANDO massivamente nos novos (AVENTUREIROS). Habitualmente as pessoas comentam: votar sempre nos mesmo para quê, mas agora surge a alternativa, cidadãos «comuns» que se dedicam ao trabalho no seu dia  a dia, que têm as suas famílias, as suas ocupações  e os seus compromissos, que se deslocam em transportes públicos ou nos seus humildes veículos e que quase a vida do quotidiano lhes ocupa todo o seu tempo, mas que acharam que é hora de demonstrar que a democracia chega a todos. Porque a contestação começa a emergir e os autores deste drama político que (catalogam estes cidadãos corajosos de extremistas), já começam a sentir o medo de perderem a hegemonia do poder que não é mais do que o dado pelo povo, mas que chega o dia e cansa pois perdeu toda a confiança no regime e agora recusa-se a continuar calado. A oportunidade está de volta, a democracia exige aos cidadãos a responsabilidade de: sem medo, com determinação e coragem que o voto inteligente chega para mudar o rumo à democracia e construir um novo futuro para Portugal.

sexta-feira, 9 de julho de 2021

                                     Uma vacina contra a ignorância

A contínua convulsão que prolifera neste país à beira mar plantado por vezes parece um testo dum um qualquer livro de ficção, uma história contada por gângsteres, um guião dum filme ou até uma desta novas séries da netflix. Mas afinal até onde irá suportar este pequeno país europeu no que a corrupção, roubo, e descalabro político diz respeito? Isto agora já não bastam os políticos, os banqueiros, os empresários e os dirigentes desportivos que refugiados nas instituições que lhes concedem estatuto e protagonismo para através dessas mesmas instituições lesar o país, dito em português fluente roubar os portugueses. Até quando para estar na política teremos que continuar a utilizar miséria dos portugueses no debate político e a que esta classe de espertalhaços, hipócritas e demagogos, conseguem enganar os cidadãos incautos. Infelizmente parece que o país se converteu numa autentica bandalheira onde a justiça luta inglória contra toda uma série de desastres económicos contra o património da nação tornando-se por vezes «cúmplice» desses crimes e alguma comunicação social quase que (persegue) quem luta pelo esclarecimento da verdade e promove o dia inteiro os protagonistas das fraudes que assolam o nosso Portugal.  Mas será mesmo que isto já não tem solução, ou será que os portugueses definitivamente abdicaram de lutar pelos seus direitos, de reivindicar os valores da sociedade, defender a família pilar dessa mesma sociedade, e dizer duma vez por todas chega de bandidagem. Aproxima-se mais uma consulta às populações através das eleições autárquicas. A campanha eleitoral oficialmente ainda não começou, mas já prolifera  a venda de promessas em cartazes enormes onde se degladiam os autores e construtores do actual estado a que o país e a região estão. A cada semana que passa basta ir à bomba de gasolina para saber que cada vez percorremos menos quilómetros com os habituais 20€ de gasolina. Que as compras do supermercado preenchem cada vez menos espaço no carrinho das compras, que cada vez deambula pela cidade homens e mulheres catalogados de sem abrigo mas que eu denominaria de cidadãos abandonados, cada vez mais os subsídio dependentes lutam por um lugar ao sol, enquanto se percorrem algumas dezenas de metros em comércios do Funchal com cartazes na portas solicitando mão de obra. Cada vez mais se exportam os recém graduados em várias áreas enquanto a saúde e a educação clamam por prestadores de serviços com os sucessivos adiamentos de consultas, cirurgias e exames. Queremos um país que dignifique e valorize o trabalho, que o respeito e a dignidade dos cidadãos seja bandeira duma sociedade evoluída, que a educação siva para o desenvolvimento e criação de futuro numa nação prospera. Mas afinal 47 anos de promessa e este povo continua impávido e sereno sentado no sofá ou no café a protestar contra a classe política, e divorcia-se do dever de num ato de coragem mostra a sua indignação e revolta através da única arma que a liberdade lhe concedeu e a democracia lhes proporciona; O VOTO: Porque não é com abstenção que irão combater a corrupção, a indignação e a revolta terá de ser expressa através do voto contra toda esta fraude instalada. Por que a corrupção em Portugal converteu-se na pior pandemia do século XXI, será que algum dia CHEGA uma vacina que desperte o povo para a revolta contra a ignorância?

terça-feira, 22 de junho de 2021

 ROMPER COM O PASSADO, CONSTRUIR O FUTURO.

 Afinal a acusação de radicalismo que se difunde na «praça» não é bem a realidade quando se fala de apoios a futuras alternativas governativas. Será que os erros do passado não podem ser corrigidos? (José Manuel Durão Barroso) que diga-se de passagem não é modelo de virtudes para ninguém, começou a sua carreira política num partido extremista, (PCTP/MRPP) e chegou onde chegou! Será que chega a altura de mudar radicalmente o modelo de regime alterando o paradigma político dentro da sã e normal democracia? Muitos dos abusos e crimes contra a cidadania deverão servir de exemplo para alterar todo o panorama político em Portugal, a começar pelo protagonismo, a arrogância, a prepotência e a corrupção. Temos de criar consciência aos cidadãos e trazere-los à participação activa na evolução do regime onde a liberdade possa ser o padrão e o ingrediente de motivação que possamos acreditar que é possível fazer mais e melhor em democracia. Num país onde as acusações contra quem mais rouba ou fez pior, é o modo e a arma de combate entre antagonistas políticos, porque não começar a fazer mais e melhor em benefício das maiorias, cansadas, exploradas, ludibriadas, iludidas, massacradas e castigadas. Será que ser da oposição é ser radicalmente do contra, do bota abaixo, mesmo que isso custe aos cidadãos a sua liberdade, o hipotecar do futuro e o perpetuar da injustiça? Chegou a hora de começar a alterar a mentalidade dum povo cansado de injustiça, onde à quase um século tem servido de joguete duma elite que ainda não percebeu que: quanto mais pobres houverem, mais difícil será manter os cada vez menos cidadãos ricos cada vez a serem mais ricos. Porque um país só será grande e próspero, quando houver incentivo á produtividade, educação e cultura aos cidadãos, dignidade e respeito pelos valores da sociedade e equidade na justiça. Será que é esta a grande oportunidade de consciencializar os cidadãos para construir um futuro digno e aspirara um Portugal com justiça. Comentário na página ferry o ano inteiro. 2/06/2021


Temos que continuar na senda da luta pela dignidade das pessoas, pelos valores da sociedade e pelo pilar dessa mesma sociedade que são as famílias. Educar as populações para o respeito e integridade de eventuais minorias, isso não implica que essas minorias passem a ser predominantes a avassaladas. O suporte duma sociedade equilibrada será sempre a família, a educação, a justiça e a preservação dos seus intrínsecos valores. Comentário na página Miguel Macedo 28/06/2021

sexta-feira, 18 de junho de 2021

                                                                      Fora de jogo

Enquanto andamos animados e até um tanto ou quanto distraídos pelo futebol, a paixão enorme duma grande maioria de portugueses, os nossos governantes continuam na sua saga de castigar-nos com atentados á nossa liberdade e assaltos ao nossos bolsos. São as denuncias de envio de dados pessoais por parte do presidente da C.M. de Lisboa de três ativistas que frente à embaixada protestavam pela libertação do líder da oposição Alexey Navalny para as autoridades Russas. Mais recentemente o agravamento da pandemia na capital e por conseguinte as restrições impostas novamente; Estará a liberdade de expressão posta em causa? aprova-se uma lei 27/2021 Carta Portuguesa de Direitos Humanos na Era Digital, que «regula» e coarta a liberdade de expressão, passando quase despercebida ao cidadão comum. Mas entretanto no que a economia diz respeito essa está a ficar cada vez mais crítica. Parece que a bazuca já vem a caminho e os guardiãs dos planos da pólvora estão com as malas oleadas para uma nova investida. Os combustíveis não param de aumentar e prepara-se aumentos na eletricidade de si os mais caros da UE, agravando cada vez mais a já catastrófica economia nacional, e condicionando a cada dia que passa o nosso enferrujado desenvolvimento. Enquanto continuamos a sofrer as agruras da corrupção, já proliferam pela cidade a venda de imagens de bem feitores e salvadores da pátria que andam a 47 anos vendendo promessas, iludindo o povo com obras muitas delas inúteis ou de utilidade duvidosa, mas que na realidade muito benefício trouxe a quem as projetou e as executou. Andamos nesta serie de remates a rasar o poste, faltas duvidosas, penaltis inventados, mas continuamos eternamente fora de jogo. Pois é neste jogo político que infelizmente a falta de cultura democrática do nosso povo continua indiferente e tolerante, a sustentar a sua própria miséria com a sua insistente ignorância. Quando os beneficiários do regime esforçam-se para manterem os tachos conduzindo mansamente o rebanho, quando os dependentes do modelo de subsidiodependencia criado para comprar a consciência duma parte da população ingenuamente manipulada, mais de 50% continua de costas viradas à participação da democracia. Será que essa franja do eleitorado talvez indignada e até revoltada, não se sente de certa forma cúmplice da desgraça que nos assola? porque definitivamente não é com abstenção que iremos combater a corrupção. Depois de todos estes anos a nos (venderem) mentiras, temos uma enorme dificuldade em ver a verdade. Será que não podemos ambicionar um novo modelo de democracia mais decente? Reparem que para mudar não será necessário estar contra ninguém, porque raio temos de continuara a sustentar um regime corrupto não nos sentido capazes de alterar o paradigma político da nossa terra? Afinal porque parece que confundimos política com futebol onde a hegemonia dos grandes parece perpetuar-se da mesma forma permitimos que os grandes corrutos se perpetuem no poder, quando á muito já deveríamos ter encetado outras alternativas. É hora de dizer chega de  ingenuidade, de indiferença, de tolerância e de injustiças, queremos acreditar que com a coragem e determinação dos que se sentem injustiçados, indignados e revoltados é possível fazer mais e melhor. Iremos comemorar em breve o dia da cidade, os cidadãos perderam a confiança neste regime, e continuar calado aprofundará mais a cumplicidade do desastre político em que estamos mergulhados, temos de passar para outra margem. Os que acharem que estando de acordo com o actual modo como a política desta terra foi conduzida nestas mais de 4 décadas, estejam à vontade para continuar a dar o seu aval a esta lastimosa maneira de gerir os destinos deste povo, agora! aquela maioria que se sente cansada de suportar o jugo da injustiça, acho que é hora de dizer chega para não ser sempre apanhada fora de jogo. O nosso silencio e indiferença irá perpetuar a nossa miséria, chega: Portugal quer justiça, Porque a democracia e a liberdade permite-nos alterar o rumo do futuro, está nas vossas mãos.

 

quinta-feira, 3 de junho de 2021

                            Chega o momento em que temos de mudar

Como podemos depositar confiança no futuro conduzidos por quem  construiu no passado o modelo que deu azo à catástrofe do presente? Ao longo de 47 anos de «democracia» aceitamos de maneira ingénua a destruição progressiva da nossa economia. Acham que este tipo de políticos merecem continuar sempre à frente duma governação que deixou o país e a região na mendicidade? Constantes medidas erradas conduziram o país à ruina que nos assola. Pagaram para abater a frota pesqueira, agora houve-se dizer que urge a necessidade da sua renovação. Construímos um modelo de educação que fez com que os quadros de maior relevância tiveram de abandonar o país para poderem sobreviver, sobrepondo a partidocracia à meritocracia. Apostou-se num modelo de (justiça) que transformou o nosso país no mais corrupto da UE e um dos piores do mundo. Condena-se por chamar bandido ao bandido, e os criminosos e os corruptos ficam ilibados do crime. Um sistema de saúde onde se não fossem os hospitais construídos antes do 25 de Abril, não sei se estaríamos vivos agora. Com mais de um milhão e meio de consultas adiadas e mais a 150 mil cirurgias em espera, parece que nada acontece, enquanto as estatísticas se focam apenas nos números da pandemia. Na defesa nacional as situações de imigração ilegal é suportada por apoios governamentais, enquanto existem portugueses que trabalharam toda uma vida a sobreviverem com pensões de miséria, mais de 2 milhões de portugueses a sobreviverem no limiar da pobreza. Chefias e deputados a receberem vencimentos que envergonham profissionais de primeira linha; médicos, enfermeiros, professores, agentes da autoridade (polícias), bombeiros, enfim! Numa sociedade onde se retarda cada vez mais a formação dos jovens para o trabalho, considerando que são muto jovens para trabalhar, mas que aos 50 são muito novos para se reformarem ou muito velhos para conseguirem um novo emprego caso estejam na situação de desempregados. Num país da subsidiodependência suporta uma economia sustentada por serviços onde a produtividade básica foi relegada para segundo plano, que espera agora este povo depois desta prova de fogo à nossa economia estagnada à mais dum ano, com um défice que ultrapassa todos os recordes, atinge os 275 MIL MILHÕES de €  e uma dívida pública que ultrapassa os 131%. Vivemos de mão estendida tal qual mendigo perante as sucessivas e desastrosas governações. Pensar que 60% do fruto do nosso trabalho é-nos surripiado direta ou indiretamente pelo estado castrador. Mas este povo tolerante e indiferente que não acredita neste regime, pois mais de 60% não vota, sustenta a sua própria miséria com a sua ignorância,  mas acha que serão estes mesmo que com novas promessa continuarão a tentar resolver esta dramática situação. É tão criminoso quem rouba ao povo, como o que coloca a governar os cúmplices e promotores desse crime. Precisamos de um povo com a coragem e a determinação em mudar o rumo a esta defunta democracia. Ressuscitar a democracia, restaurar a liberdade, repor a equidade na justiça, restituir os valores básicos da sociedade. Alguém um dia falou em mudança intitulando-a de revolução tranquila. Que maior tranquilidade seria a mudança desta democracia se o povo mudasse de atitude na hora de eleger os seus futuros governantes, pois não será com a abstenção que porá fim a esta pouca vergonha em que se converteu a corrupção. O reivindicar de todas estas situações  não nos torna de extremistas muito menos de reacionários, apenas decididos a reivindicar o que de direito numa verdadeira sociedade democrática. Chega o dia em que temos de mudar para uma nova forma de fazer política, pois será com uma mudança de atitude que precisamos para que tudo mude, vamos deixar de lado o (conforto) e o comodismo pois temos de ser determinados e decididos; Pois Portugal que justiça.

sexta-feira, 21 de maio de 2021

                       É hora de por fim ao comodismo

Vivemos numa sociedade extremamente tolerante, quase sem objetivos ou sonhos, desiludida, diria até que decadente pelo facto de que os cidadãos que diariamente tentamos cumprir regras, leis, trabalho, os contribuintes sentimo-nos cada vez mais desprotegidos, castigados, penalizados, indignados, revoltados e sobre tudo impotentes perante este continuar de perseguições e opressões ao cidadão comum. Já sem falar do castigo a que cada dia que passa somos submetidos a uma carga fiscal direta e indireta insuportável, olhem só para o exemplo dos combustíveis, os mais caros da Europa. E sem meios para combater esta diversidade, continuamos impávidos e serenos á espera dum milagre ou dum messias. Mas afinal de quem será a culpa? Infelizmente continuamos a acreditar em profecias e promessas vans da parte duma classe política que usa e abusa do poder para benefícios individuais ou seus cúmplices, e faz com que os cidadãos cada vez mais deixem de acreditar na classe política e com alguma razão. Mas será que nós os que continuamos a cumprir minimamente as nossas obrigações, não teríamos o dever de fazer frente a esta classe de administração que anda à 47 anos a enganar o povo tirando-lhe o poder de se indignar. O surgimento de novas vertentes políticas que querem classificar de extremistas, não é mais do que o resultado duma gestão escandalosa, desavergonhada e catastrófica, daí que as pessoas começam a se cansar disto e a mostrarem a sua indignação e revolta contra um sistema caduco. É hora de por fim ao «comodismo» e saltar do sofá, da frente da TV ou da cadeira do café onde habitualmente se ouvem os lamentos e protestos e mostrar que afinal existem alternativas para mudar o paradigma da democracia. Os cidadãos de bem aqueles que achavam que devem continuar quietos no seu canto, temos de nos organizar e mostra que estamos presentes para reivindicar o que por direito nos pertence, a liberdade e a democracia. Não podemos continuar tolerantes e indiferentes pois se não reagirmos com coragem e determinação no combate a esta situação, seremos no futuro apelidados de covardes e cúmplices desta miséria a que a ignorância e a falta de cultura democrática conduziu a nação. Não tenhamos medo, qualquer oportunidade que nos seja dada para mostrar a nossa indignação e revolta contra este estado de coisas não a podemos deixar fugir sob pena de hipotecar o futuro dos nossos filhos, netos e quem sabe no imediato o nosso próprio futuro. Não iremos continuar a creditar que aqueles que criaram o atual estado de degradação a que o país chegou, venham a ser a solução para um problema que já ultrapassou uma geração. Porque queremos cidadãos livres e não um povo cada vez mais condicionando a sua liberdade à custa da cada vez maior dependência do estado. Ansiamos um projeto novo, onde o povo se sinta livre e útil à sociedade, não os coitados subsídio-dependentes dum estado ladrão, corrupto que persegue quem trabalha, massacra com uma carga de impostos quem produz, para sustentar vícios e promover a miséria. Até quando iremos continuar tolerantes e indiferentes a este drama que se apoderou da democracia á conta da liberdade. Chega de ingenuidade e de resignação pois queremos um Portugal com justiça.

sábado, 15 de maio de 2021

Comentários numa página de maria vieira onde dois homens se beijam. 15/05/2021

Será que a partir de agora os heterossexuais, os casais formados por homens e mulheres, os filhos de famílias tradicionais, os homens apaixonados por mulheres e vice verso teremos que vir para as redes sociais manifestar o nosso modelo de comportamento, o que até aqui era considerado de normalíssimo? Aceitar as pessoas tal qual elas são, não obriga necessariamente a (autopromoção) daqueles que até aqui eram «rejeitados» pela sociedade dita de conservadoras e defensoras dos valores tradicionais da sociedade. O que até aqui era condenado poderá ser aceite sem a obrigação ou a imposição no gosto das pessoas. As coisas são livremente aceites pelo modelo de comportamento dos seres e não pela imposição de modelos até aqui rejeitados e por vezes condenados, mas não talvez condenáveis. As sociedades evoluem consoante à sua cultura, mas o que é dado pela natureza não pode nunca ser rejeitado ou condenado, apenas aceite, melhorado e sobretudo que a tolerância seja recíproca e haja harmonia na sociedade sem deturpar a mentalidade dos seres. No comportamento dos humanos a falta de afetos, carinho, dedicação, disponibilidade, atenção, conduz por vezes as sociedades por guetos à procura desses sentimentos que levam ao confronto de mentalidades desprotegidas. Queremos resgatar os valores da sociedade, não por imposição mas com educação, formação cívica, tolerância, equidade e sobre tudo muito AMOR. 

sábado, 1 de maio de 2021

                                   Calamidade, catástrofe ou pandemia

Continua a saga da corrupção neste pequeno país à beira mar plantado. Desculpem continuar a insistir e persistir num tema que parece não ter solução á vista.  Cada vez mais sente-se a revolta e indignação de cidadãos impotentes para travar este flagelo nacional. São situações que seriam impossíveis transcrever  no tempo da ditadura, mas que agora livremente é-me permitido falar pois a legalidade de roubar foi institucionalizada. Se fosse para enumerar os caso que estes 47 anos do regime permitiu, seria quase impossível devido ao limite de carateres que o DN disponibiliza, aliás quem quiser ter um dos "catálogos da corrupção" O pequeno livro negro da corrupção existe. Mas as coisas não ficaram por aqui: Até o parlamento europeia já se pronunciou com o comportamento da «justiça» portuguesa ao substituir a designada Ana Carla Almeida 1ª classificada para o cargo de procurador(a) preterida pela ministra da «justiça» por José Guerra 2º classificado. Pois isso não vos dirá nada é verdade, mas essa guerra não termina aqui. Promulgou-se uma lei 41/ 2020 de expropriações um tanto ou quanto semelhante ao que vigora em regime como Cuba e Venezuela, onde simplesmente aquilo que é vosso deixa de o ser mediante a conveniência do governo. Até onde chega a usurpação da liberdade? E o pior ainda está para vir; eis que os iluminados dos corruptos pretendem (combater a corrupção) com uma lei anticorrupção imaginem só, que aqueles que supostamente cometam atos de corrupção mas que se acusem e venham a arrepender-se serão perdoados. Dito em português percetível: ROUBEI, SEI QUE O FIZ E ESTOU ARREPENDIDO POR ISSO NÃO VOU PRESO,(PERDÃO)! Isto é o cúmulo da pouca vergonha e da hipocrisia. Por isso insisto que neste pais legalizou-se o roubo, institucionalizou-se a corrupção com a conivência da «justiça», o patrocínio dos meios de comunicação e a cumplicidade da ignorância duma grande maioria do povo português. Há quem já diga que o cancro da «justiça» nasce no parlamento. Há quem aproveite esta selva jurídica? aos prevaricadores e aos seus advogados pagos a preço de ouro. Há quem classifique o juiz Ivo Rosa como um perigo à solta, tendo em conta ele ser  o juiz que Sócrates mais gosta, outros catalogam-no de ovni, e há que o diga que o juiz  até parecia o advogado de Sócrates. Muitas outras coisas poderia transcrever. Só que infelizmente temos enorme dificuldade em alavancar as nossa possibilidade de enfrentar esta deplorável e imunda situação a que permitimos chegar o nosso país. Entretanto quem realmente enfrenta, denuncia, reage e confronta os protagonistas desta calamidade nem tem direito a tempo de antena e muito pior é escorraçado e bombardeado com acusações e rotulados de extremistas, racistas, xenófobos, fascistas, enquanto os verdadeiros salteadores continuam impunes. Alguém dizia que gostava de ter oportunidade de voltar ao serviço militar e pegar nas armas, mas atenção! a democracia ainda permite que o povo utilize duas armas fundamentais disponíveis, com a sua inteligência usar a determinação fundamentada na sua indignação e revolta através da outra arma; O VOTO.