Refugiado nos meus pensamentos
A situação dos refugiados e deslocados que assola a Europa e que é deveras preocupante e tornou-se numa dor de cabeça para a maioria dos governos, aparentemente sem solução prática à vista, deixa muitas questões no ar quanto à possibilidade de uma solução e de um final difícil de avaliar. Importar o problema não será a solução, deverá sim ser posta em prática uma solução na origem.
Porque ajudar nunca será dar, será quando muito criarem-se condições para que os que estão bem, façam com que os que estão mal, atinjam um patamar mais digno, terá que ser este o sentimento dos europeus e da Europa. O mundo dispõe de tantos meios hoje que quase tudo é possível.
A grande dificuldade da Europa actual é: a mistura de europeus com radicais islâmicos e as intenções de, quem criou a situação talvez numa formula estratégica de fazer guerra sem armas usando as pessoas, e os objectivos da mesma intenção, daí a renitências dos governos europeus em aceitar o problema com a única causa aparente de refugiados de guerra, quando muitos não fogem de conflitos mas sim à procura da liberdade que é-lhes impedidas nos seus países de origem. O facto de serem pessoas com culturas e características diferentes dos europeus a solução passaria por: a Europa e a ONU e tantas outras organizações internacionais, criarem uma zona neutra num país com as condições e as características próprias dessas pessoas, por exemplo, Argélia,Turquia, Marrocos, e acolher essas pessoas e dando-lhes condições mínimas para que pudessem viver segundo as suas crenças e não trazer mais um problema onde já existem muitos problemas.Não se pode tomar como exemplo países como o Brasil e de tantos outros países nos séculos dos descobrimentos pois, colonização não tem nada a ver com acolhimento, o facto de terem ido refugiados após os conflitos mundiais, deve-se a que já lá estavam alguns dos seus descendente e por influencia, levaram-nos a emigrar, são povos com cultura equivalentes e em circunstâncias diferentes e épocas diferentes, daí que, ficaria muito bem resolvido e com ajuda dos povos desenvolvidos do resto do mundo tornar-se-ia mais simples se houvesse vontade política de resolver esta situação e tudo seria bem mais fácil. Com a tecnologia e os meios que o mundo hoje dispõe, e se houvesse boa vontade, em muito pouco tempo construir-se-iam cidades novas em locais diferentes, para alojar essas pessoas e dar-lhes o mínimo de condições dignas, bastava que; o dinheiro que se gasta para fomentar a guerra, mais aquele que está sendo gasto no suposto acolhimento nos moldes actuais e em condições muitas vezes inumanas, fosse investido para a dignidade dos seres humanos com carências como são estes. Os governantes e senhores da guerra é que ainda não perceberam que lucrariam muito mais se, em vez de manter a actual situação e aniquilar pessoas, salvassem vidas. Os massacres da II guerra mundial pairam ainda na mente da grande maioria, e não queremos que se repita essa história triste da humanidade, só pelo facto de achar-mo-nos num mudo mais desenvolvidos, não queremos que se torne num mais desumano.
sábado, 30 de janeiro de 2016
domingo, 17 de janeiro de 2016
Será que podemos mudar a democracia?
Como quantos dedos temos nas nossas mãos assim é o numero de pretendentes à máxima magistratura do país, e os eleitores no próximo dia 24 são novamente chamados a escolher o futuro presidente da república. Não sei se são cinco da esquerda e cinco da direita, até em relação ás pessoas em causa o que conheço é sobretudo aquilo que os meios de comunicação habitualmente «vendem», mas felizmente como quando faço compras só compro aquilo que realmente preciso. Tudo o que se tem querido passar à população e tal qual o que acontecem no futebol, só se fala nos três grandes e o resto é paisagem, mas afinal o que é que realmente o país precisa ou sejam os cidadãos comprariam em política, alguém que simpaticamente vendeu imagem durante muito tempo perante as câmaras de TV , por exemplo, alguém que defende loobis concentrados nas várias organizações partidárias onde ao longo destes anos têm dado mostras dos verdadeiros interesses para os quais concentram as suas lutas, talvez nem calceteiro, sem desconsideração à profissão apesar dos enormes buracos que o país apresenta. A desilusão é grande demais a desmotivação é duma dimensão impressionante e tudo por culpa dos políticos e das políticas para as quais, durante toda a já bem adulta democracia portuguesa levou a que a maioria dos portugueses perdessem a vontade de fazer parte da luta democrática manipulada pelas tais organizações, refugiadas nos partidos políticos, onde aquilo que eu apelido de PPP's Parceria Perversas do Poder, dão cabo de toda uma vida dos cidadãos que continuam à espera dum Portugal melhor. Será que ainda resta alguma possibilidade de resgatar o regime democrático para aquilo que foi a sua verdadeira essência? A liberdade ainda permite-nos que possamos ter uma opção e escolher alguém que realmente a sua luta prioritária é sem dúvida o combate ao flagelo que levou ao total descrédito do nosso regime e que a classe política utilizou e utiliza a seu belo prazer para seu benefício e benefício dos seus próprios interesses e seus cúmplices. Não quero influenciar ninguém na hora de escolher, mas como nas compras faço-as livremente sem pressão ou imposição, adquirindo essencialmente aquilo que preciso, também na hora de eleger o futuro presidente do meus país irei optar por escolher aquele que em consciência acho que deveria ser o que propõe a luta que a grande maioria dos portugueses em silencio lutam e se revolta todos os dias, a luta contra a corrupção. Porque o último poderá ser o primeiro e às vezes sempre do mesmo cansa e deixar que outros escolham por nós, perdemos autoridade moral de reclamar o que quer que seja.
Porque precisamos de salvar a democracia, disciplinar a justiça e dignificar o país,
Portugal merece muito mais.
Como quantos dedos temos nas nossas mãos assim é o numero de pretendentes à máxima magistratura do país, e os eleitores no próximo dia 24 são novamente chamados a escolher o futuro presidente da república. Não sei se são cinco da esquerda e cinco da direita, até em relação ás pessoas em causa o que conheço é sobretudo aquilo que os meios de comunicação habitualmente «vendem», mas felizmente como quando faço compras só compro aquilo que realmente preciso. Tudo o que se tem querido passar à população e tal qual o que acontecem no futebol, só se fala nos três grandes e o resto é paisagem, mas afinal o que é que realmente o país precisa ou sejam os cidadãos comprariam em política, alguém que simpaticamente vendeu imagem durante muito tempo perante as câmaras de TV , por exemplo, alguém que defende loobis concentrados nas várias organizações partidárias onde ao longo destes anos têm dado mostras dos verdadeiros interesses para os quais concentram as suas lutas, talvez nem calceteiro, sem desconsideração à profissão apesar dos enormes buracos que o país apresenta. A desilusão é grande demais a desmotivação é duma dimensão impressionante e tudo por culpa dos políticos e das políticas para as quais, durante toda a já bem adulta democracia portuguesa levou a que a maioria dos portugueses perdessem a vontade de fazer parte da luta democrática manipulada pelas tais organizações, refugiadas nos partidos políticos, onde aquilo que eu apelido de PPP's Parceria Perversas do Poder, dão cabo de toda uma vida dos cidadãos que continuam à espera dum Portugal melhor. Será que ainda resta alguma possibilidade de resgatar o regime democrático para aquilo que foi a sua verdadeira essência? A liberdade ainda permite-nos que possamos ter uma opção e escolher alguém que realmente a sua luta prioritária é sem dúvida o combate ao flagelo que levou ao total descrédito do nosso regime e que a classe política utilizou e utiliza a seu belo prazer para seu benefício e benefício dos seus próprios interesses e seus cúmplices. Não quero influenciar ninguém na hora de escolher, mas como nas compras faço-as livremente sem pressão ou imposição, adquirindo essencialmente aquilo que preciso, também na hora de eleger o futuro presidente do meus país irei optar por escolher aquele que em consciência acho que deveria ser o que propõe a luta que a grande maioria dos portugueses em silencio lutam e se revolta todos os dias, a luta contra a corrupção. Porque o último poderá ser o primeiro e às vezes sempre do mesmo cansa e deixar que outros escolham por nós, perdemos autoridade moral de reclamar o que quer que seja.
Porque precisamos de salvar a democracia, disciplinar a justiça e dignificar o país,
Portugal merece muito mais.
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