terça-feira, 22 de outubro de 2019

                       Números versos democracia
Como podemos admitir que num universo de 10 (dez) milhões, 1.800.000 sejam maioria? 18,5% dos eleitores inscritos. Como devemos aceitar que a opinião de mais de 5 (cinco) milhões desse mesmo universo, 51,8% dos eleitores inscritos sejam ignorados, relegados, atirados pura e simplesmente para o lixo? É a minha (Modesta) análise feita aos números do ultimo acto eleitoral para a Assembleia da República. Acham que este modelo de regime deve continuar a a ser designado de democracia? Porque algo terá de ser alterado neste país. As populações sentem-se abandonadas, desprezadas, ignoradas, perseguidas, e mais que tudo injustiçadas com a forma que têm sido tratadas nesta pseudo-democracia portuguesa. Uma lei eleitoral ultrapassada e que em nada dignifica nem representa o verdadeiro sentimento deste povo, razão pela qual não acreditam, nem sentem sequer vontade de se manifestar e de expressar o seu sentido de voto, pois as leis foram feitas de tal forma por e para beneficiar aqueles que estão na porta à espera para a entrada nos lugares da «governação» que por sua vez lhes dá o direito a todo o tipo de benefícios criados à medidas daqueles que forçadamente exercem o poder. E pior ainda é: por exemplo; num país como a Alemanha ( 81,5 milhões de habitantes) existem uma Chanceler e 9 ministros, num país como o nosso (10 milhões de habitantes) são: um 1º ministro, 19 ministros e 50 secretários de estado. Só mais uma achega; Em Portugal cerca de 500 pessoas trabalham para a presidência da República, na Alemanha apenas 300. Obviamente que para suportar toda esta máquina, o povo tem de receber vencimentos de miséria, à custa de uma carga fiscal exorbitante. A injustiça que impera em Portugal é gritante, e o cidadão comum impotente e indefeso perante tamanho saque. Quem poderá salvar e restituir a dignidade deste nosso Portugal, o povo não tem ânimo nem força moral para combater! Portugal quer justiça.

quinta-feira, 3 de outubro de 2019



                     definitivamente vou mudar de clube!
Imaginem o que nos acontece, por exemplo: quando pedimos alguma coisa num restaurante ou numa pastelaria e deixamos a escolha a critério de quem vende! mesmo que depois não seja do nosso agrado, sentimos-nos na obrigação de pagar, a comer ou simplesmente como se diz vulgarmente, deixar na roda do prato. A razão simples é que, não fomos nós que escolhemos. Agora o que sucede quando você pede algo, escolhe o menu, ou a ementa e aquilo que lhe servem não está em condições de comer, não é do vosso agrado ou simplesmente não é em consonância com aquilo que estava no cardápio? Pois é! você reclama, protesta, devolve, troca e até é capaz de ir embora e não paga. Agora eu pergunto: porque será que na política andam todo o tempo a reclamar, a protestar, a dizer mal dos políticos corruptos, chamam-lhes nomes possíveis e inimagináveis, mas na hora de escolher, uns escolhem sempre os mesmos porque talvez lhes interessa, ou porque estão na boa com aquilo que esses governos lhes proporciona, ou então pura e simplesmente recusam-se escolher porque pensam que estão a escolher o clube dos fraquinhos que nunca ganha nada, como ser dum clube lá da terra que à mais de 40 anos que não ganha um titulo, mas é o clube do coração, e então em alternativa têm dois clubes, um dos grandes para poderem comemorar de vez em quando. Ou então são daqueles que acham que já não vale a pena e resignam-se a comer aquilo que os outros escolheram, pois acham que esgotaram-se os motivos para alterar este deplorável estado de corrupção a que chegou a classe política no nosso país. Este próximo acto eleitoral escolheremos os 6 (seis) representante na Assembleia da República que irão dar a cara no caso específico da Região Autónoma da Madeira. Portanto queremos cidadãos que defendam e apoiem os projectos que possam vir a beneficiar o povo madeirense, como a viabilidade de uma alternativa nos transportes, marítimos através de um ferry que funcione o anos inteiro se possível nos mesmos moldes que funcionou durante 4 anos, 2008/2012, sem custos para o erário público, a possibilidade de um hospital com condições para que possam ser ultrapassadas todas a deficiências actualmente existentes, lista de espera 50 mil exames (DN/22/05/2019) 20 mil cirurgias, enfim muitas outras situações, num calendário nada abonatório. Agora nada de confundir necessidades com promessas, pois de promessa está o inferno cheio já diz o povo, para isso não somos obrigados a eleger o mesmo (diabo) de sempre que nos atormenta, ou ficar à espera que outros escolham por nós. Só dependerá da nossa atitude no dia 06 de Outubro confrontados com a nossa consciência perante o boletim de voto. Se acham que não vale a pena votar, não se esqueça que outros irão decidir por si, e nessa altura é como diz o ditado; come e cala-te.