O facto de cada vez mais os governos nacional e regional continuarem a promover a dependência dos cidadãos aos apoios governamentais tem um significado. Os governos neste país não acreditam nas capacidades individuais dos cidadãos em serem livres, autónomos e auto suficientes, não acham que os cidadãos com uma educação e uma formação com bases sólidas. possam ser livres em escolher o seu futuro, traçar os seus caminhos, evoluir como uma sociedade normal e livre, crescer progressivamente sem ter de sustentar uma máquina burocrática e corrupta que à custa dos impostos dos contribuintes sufocam cada vez mais os cidadãos. Promover a incapacidade, a miséria e uma educação deficitária pois os que se acham capazes de auto-evoluirem emigram porque o país não lhes proporciona as condições devidas para que possam crescer económica e socialmente.
segunda-feira, 21 de novembro de 2022
sábado, 19 de novembro de 2022
No Catar de Costa a Costa
Muita tinta tem consumido ao longo destas semanas os vários temas que os meios de comunicação abordaram. No livro publicado pelo ex-governador do Banco de Portugal, aborda assuntos que muito se comenta, alguns falam, poucos conhecem e ninguém quer comentar desde que a mensagem venha da parto da classe política focada nessas páginas levantando o véu sobre uma situação que o país teima em esconder e que de vez em quando algum corajoso bem por denuncia ou por vingança política, o descortinar duma série de denúncias que por vezes na distorção da verdade produz mentiras verdadeiras e o boato se consagra numa realidade. O constante adiar da justiça perante evidências, leva a que a maioria dos portugueses aceitam isto da corrupção como facto consumado, sem resolução à vista e na impossibilidade de a justiça poder validar o seu verdadeiro papel. Mas afinal! toda esta situação nós os cidadãos comuns continuar a ter de levar com estas situações? Porque à espera que a justiça que retira autoridade aos agentes que à partida é sua função impor a disciplina em cidadania, cumprir e fazer cumprir a lei, salvaguardar a segurança dos cidadãos e o bom funcionamento das regras em sociedade, parecer quererem tirar partido do livre pensamento para perseguir ou intimidar aqueles que arriscam a vida (às vezes até por tão pouco) em prol da liberdade e da segurança dos portugueses. Sim! porque apesar de serem cidadãos e livres de pensar como tal, os agentes da autoridade têm limitações que os impede de se expressar, afinal pondo talvez em causa o artigo 37º da Constituição da República: 1. Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio, bem como o direito de informar, de se informar e de ser informados, sem impedimentos nem discriminações. 2. O exercício destes direitos não pode ser impedido ou limitado por qualquer tipo ou forma de censura. Em alguns casos como o recente roubo onde o suposto assaltante foi a vítima do homicida, será caso para dizer: tem razão, mas vai preso. Um consócio de jornalista investiga alguns agentes das forças de segurança e na imprensa faz-se (o julgamento) perante a opinião pública antes que a justiça, será que esses mesmos consócios que investigou o caso, analisou outrora um cidadão estrangeiro membro da instituição SOS racismo, quando este manifestou publicamente que: Polícia bófia, acabar com a polícia, polícia bom era polícia morto, ou morte ao homem branco? ou quando de uma manifestação pública em Abril de 2019 dum partido de extrema esquerda em cântico desejavam a morte do presidente da República do Brasil? Quanto a futebol muitos irão se Catar, mas estamos conversados mesmo que estejam em causa os direitos humanos (bandeira de protestos da extrema esquerda) mas como é óbvio defendidos por todos e que nada os move para como é seu apanágio virem para a rua, aliás! isso foi ultrapassado com a frase do máximo dirigente do país, mas enfim esqueçam lá isso. Enquanto da geringonça em que a (estrema- esquerda) fez parte do poder, as greves estiveram de férias, já reparam? Quanto à polémica entrevista de Ronaldo o maior embaixador de Portugal, este é o preço a pagar por ser livre, não ser politicamente correto, conquistar o seu estatuto à custa do seu empenho, trabalho, esforço e determinação, defender a família e os seus valores, representar dignamente e com orgulho a pátria e a terra que o viu nascer, valores esses que são condenados pelos que querem destruir a nação e é coisa que a maioria inveja pois não estão habituados, é o exemplo claro de tenacidade e conquista. Infelizmente cada vez mais estamos a construir um país dividido muita à custa duma ditadura mental onde quase é impedido pensar, onde o certo se tornou errado e o indigno e a mentira passaram a ser valores a seguir numa subjugação às nossas cabeças.
quinta-feira, 3 de novembro de 2022
Depois de andarem quase meio século a defender o politicamente correto, vêm agora com mil e um ataques a quem ganhou espaço política e restituiu em boa parte a credibilidade na política destruída pela má opção, pelos sucessivos erros e sobre tudo por defender, ocultar ou encobrir o pior dos cancros da sociedade, um regime corrupto que permitiu a legalização do roubo e a institucionalização da corrupção levando o povo à miséria e fazendo com que a esperança adquirida com o 25 de Abril se desmoronasse. Haja coragem em assumirem que o facto de ter de surgir um partido com a coragem e a determinação do CHEGA poderá salvar da catástrofe a que todos os que passaram pela governação do país são os cúmplices da nossa miséria e da atual situação a que Portugal chegou. Os heróis anónimos, o Eder marcou o golo que nos deu a única vitória até aqui no que a seleção diz respeito, no entanto o Cristiano Ronaldo continua a ser o herói. Nunca a insegurança, a violência e a miséria deverão ser símbolos duma democracia nem bandeira de liberdade. Porque vivemos uma democracia de mão estendida. Não nos preocupemos em plantar uma árvore para que outros colham seus frutos, afinal nós colhemos talvez aquilo que outros plantaram. Para continuar o debate político será que forçosamente a utilizar tudo o que de mau tem este regime.