O velho merceeiro
Quando do tempo das mercearias onde se compravam: 1/4 quilo de açúcar, 100 gramas de banha, 125 gramas de café de cevada e 50 gramas do bom, 1/2 quilo de macarrão, e 1/2 quilo de arroz e 1 litro de petróleo ou 5 quilos de lenha, que deveria sustentar uma família de 4 ou 5 pessoas, houve clientes que não conseguiam gerir esses bens e então muitas vezes optavam por levar o rol e comprar fiado, que depois pelo facto de não terem trabalho durante um período, havia quem fosse acumulando ao longo de um certo tempo, via-se na impossibilidade de cumprir com a responsabilidade do respectivo pagamento e daí o merceeiro teria que cortar o crédito, e muitos usavam um modelo chantagista que era: se não continuar a fornecer fiado, não pago aquilo que devo. (Não esquecer que esta situação dava-se após o terminus de uma guerra mundial). Ora o coitado do merceeiro entre a espada e a parede e às vezes com a consciência que ficariam pessoas à fome e o cliente até era um gajo porreiro e durante muito tempo cumpriu fielmente ou regularmente o compromisso, voltava a fornecer a crédito, depois o que podia acontecer? ou recuperava a dívida quando o freguês tivesse condições financeiras para fazê-lo, ou ficava com aquilo que vulgarmente chamavam na altura: um cachorro. Parece que esta história real, tem muito a ver com aquilo que a actual união europeia faz com os países devedores que foi-lhes dado um crédito, supostamente para gastarem em investimentos rentáveis, mas pelo facto de não terem sido gerido por pessoas conscientes ou à partida estavam colocadas estrategicamente para canalizar estes créditos em benefício próprio ou de seus «amigos», e o que deveria ser convertido em investimento rentável, tornou-se num pesadelo para a grande maioria dos que diariamente trabalham e agora é-lhes exigido o pagamento de um empréstimo, com o qual muito pouco beneficiaram a não ser em cimento e alcatrão.
Será que o erro é de quem pediu ou de quem emprestou, com a artimanha de poder lucrar a longo prazo com o erro de quem foi incapaz de fazer valer as suas capacidades de poder fazer render esse empréstimo, para desenvolver o seu país? Afinal deram um cartão de crédito a quem nem tinha onde cair morto fazendo-o pensar que podia gastar com fartura aquilo que não tinha?
Agora começa o populismo a aproveitarem-se dos erros e das más gestões para implementarem um diálogo esperançoso onde contam-se múltiplas soluções para uma doença criada pelos políticos usando a democracia como parceira, quando na realidade essa mesma democracia foi manipulada deixando o povo condicionada aos interesses instalados. E o grande culpado é sem qualquer dúvida o vírus da corrupção. Está na hora de mostrar-mos mais interesse por aquilo que nos diz respeito no nosso dia a dia, as promessas contrárias aos erros que até aqui criaram a catástrofe económica a que mergulharam os povos do sul da Europa, poderá ser uma faca de dois gumes, teremos que ter uma atitude própria e raciocinar naquilo que são as necessidades básicas de cada um de nós. Não continuemos a pedir fiado para assentar no rol com a chantagem de se assim não for não pagamos nada, teremos de agir e exigir de que, quem desperdiçou(roubou) que pague a dívida e que não obrigue a quem continua a produzir e a sustentar o equilíbrio financeiro do país, seja forçado a pagar aquilo que nem sequer uma única vez lhes perguntaram se queriam que pedíssemos.
Os povo britânico virou as costas à Europa, será que ficou a dever alguma coisa? no nosso caso, acho a situação que estamos num plano oposto. A situação dos nosso vizinhos espanhóis aguarda solução de uma situação muito conflituosa, dado o descrédito a que os político que até aqui conduziram a democracia com uma política errada. Não queiramos copiar situações semelhantes, esta solução nada abona a estabilidade do nosso país. Só uma solução servirá: fim da corrupção, e quem roubou que pague e isso terá de haver outro comportamento na nossa justiça.
domingo, 26 de junho de 2016
quinta-feira, 23 de junho de 2016
Comentário no DN-23/06/2016.sobre a novas descobertas sobre Michael Jackson
O mundo dos negócios, a sociedade de consumo e a fobia por fazer dinheiro ultrapassou todos os níveis do admissível. A degradação a que o ser humano chegou leva-nos a duvidar cada vez mais de uma sociedade justa, próspera, e em paz.Os seres humanos estão desorientados e leva-nos cada vez mais a auto-destruição.A começar pelo controle da natalidade e a fome na maioria dos países e o excesso de consumo numa minoria.Dito em outras palavras está tudo torto e está tudo louco. Haja consciência naqueles que ainda conseguem pensar pela seu livre raciocínio e que não se deixam manipular por esta sociedade que sepultou os valores e promove os vícios.
Comentário sobre artigo de opiniãoDN 23/06/21016. Arca de Noé -José Manuel Morna Ramos
Existem situações que levariam a tomar a atitude consoante às circunstâncias.
Não será igual corrigir uma deficiência física, que optar por um capricho ou uma tara. A lógica das coisas só seria válida se à partida a consciência de cada ser humano prevalecesse, ou que não acontece no mundo actual, visto que por detrás de todas e cada uma das situações apresentada existe o factor, NEGÓCIO, que a sociedade de consumo implementou e que condiciona a maioria que por necessidades intrínsecas, terão de esperar que a saúde pública se digne resolver o seu problema passando por cima de caprichos e manias, mas isso é uma utopia pensar que algum dia iria ou seria possível acontecer porque o poder do dinheiro sobrepõe-se a todas as necessidades quer mais ou menos urgentes. Resumindo se tem dinheiro resolve o seu problema ou capricho, se não tem tire o ticket e aguarde a sua vez.
Comentário 12 reacções saída RU da UE: Opinião DN.24/06/20161
Aquilo que se poderia intitular de casamento por conveniência, acabou pura e simplesmente em divórcio.
1º: Porque os políticos europeus falharam em toda a linha, defendendo estratégicas económicas que só privilegiavam esses grupos e deixaram de fora toda a base do equilíbrio, o braço produtivo;os povos. Será que ainda vão a tempo de salvar a família europeia, visto que os seus progenitores estão de costas voltada num divórcio não litigioso mas com consequências imprevisíveis.
2º Estava na cara que o evoluir de extremismos radicais teria o seu efeito, visto que as sociedades europeias ao longo da sua construção nunca sentiram benefícios directos, antes pelo contrário, a decadência implementada pela alta taxa de desemprego, serviços de saúde pouco digno, o aumento da pobreza, a insegurança, e o pior de todos os males, a corrupção, que foi a doença que mais se propagou nestes anos decorridos pós união, e o povo demora mas reage e começou por aqueles que à partida nem sequer aderiram em pleno na já de início duvidosa união.O futuro passa pela regressão no comportamento dos políticos europeus, governando para as populações, mas acho que o vírus da corrupção e da defesa dos interesses económicos está demasiado enraizado na cabeças dos actuarias políticos europeus.http://portugalglorioso.blogspot.com/2014/01/um-arrasador-discurso-no-parlamento.html =
Comentário Facebock; Miguel Fonseca A Catarina Martins 26/06/2016 Referendo
Os radicalismos e o populismo impõe-se, quando falham os políticos no seu verdadeiro desempenho em democracia, depois é a catástrofe e uns serão piores que os outros, pois a culpa não é da democracia nem da esquerda ou da direita, mas sim dos interesses que cada uns defendem que não são verdadeiramente os das maiorias que contribuem com o seu trabalho e esforço para o engrandecimento dos países, e no nosso caso ao longo de 42 anos de democracia, têm sido todos iguais sem excepção. Terá de nascer uma nova geração que tenha outro tipo de mentalidade, formação e relação com a democracia autêntica, pois a nossa e a vindoira, está contagiada pelo vírus da corrupção dos políticos do século passado e do XXI. Vivemos no típico país latino onde os desenrasques e os favores, terão sempre prioridade.
Comentário Irresponsabilidades directas ,Jorge Freitas de Sousa DN 26/06/2106
Os radicalismos e o populismo impõe-se, quando falham os políticos no seu verdadeiro desempenho em democracia, depois é a catástrofe e uns serão piores que os outros, pois a culpa não é da democracia nem da esquerda ou da direita, mas sim dos interesses que cada uns defendem que não são verdadeiramente os das maiorias que contribuem com o seu trabalho e esforço para o engrandecimento dos países, e no nosso caso ao longo de 42 anos de democracia, têm sido todos iguais sem excepção. Terá de nascer uma nova geração que tenha outro tipo de mentalidade, formação e relação com a democracia autêntica, pois a nossa e a vindoira, está contagiada pelo vírus da corrupção dos políticos do século passado e do XXI. Vivemos no típico país latino onde os desenrasques e os favores, terão sempre prioridade.
Que pergunta gostava de fazer ao presidente da república DN 30/06/ 2016
Tanta esperança que os portugueses criaram ao volta do regime democrático ao longo destes 42 anos, e porque os políticos usaram a liberdade que a democracia concede em beneficio próprio de modo que agora, quase ninguém acredita na democracia por culpa dos políticos corruptos que ao longo de quatro décadas deram cabo da economia do nosso país, e que os presidentes ainda não tiveram a coragem de assumir perante a nação esta detestável realidade. Será que ele teria a coragem de ao menos reconhecer esta triste realidade?
O mundo dos negócios, a sociedade de consumo e a fobia por fazer dinheiro ultrapassou todos os níveis do admissível. A degradação a que o ser humano chegou leva-nos a duvidar cada vez mais de uma sociedade justa, próspera, e em paz.Os seres humanos estão desorientados e leva-nos cada vez mais a auto-destruição.A começar pelo controle da natalidade e a fome na maioria dos países e o excesso de consumo numa minoria.Dito em outras palavras está tudo torto e está tudo louco. Haja consciência naqueles que ainda conseguem pensar pela seu livre raciocínio e que não se deixam manipular por esta sociedade que sepultou os valores e promove os vícios.
Comentário sobre artigo de opiniãoDN 23/06/21016. Arca de Noé -José Manuel Morna Ramos
Existem situações que levariam a tomar a atitude consoante às circunstâncias.
Não será igual corrigir uma deficiência física, que optar por um capricho ou uma tara. A lógica das coisas só seria válida se à partida a consciência de cada ser humano prevalecesse, ou que não acontece no mundo actual, visto que por detrás de todas e cada uma das situações apresentada existe o factor, NEGÓCIO, que a sociedade de consumo implementou e que condiciona a maioria que por necessidades intrínsecas, terão de esperar que a saúde pública se digne resolver o seu problema passando por cima de caprichos e manias, mas isso é uma utopia pensar que algum dia iria ou seria possível acontecer porque o poder do dinheiro sobrepõe-se a todas as necessidades quer mais ou menos urgentes. Resumindo se tem dinheiro resolve o seu problema ou capricho, se não tem tire o ticket e aguarde a sua vez.
Comentário 12 reacções saída RU da UE: Opinião DN.24/06/20161
Aquilo que se poderia intitular de casamento por conveniência, acabou pura e simplesmente em divórcio.
1º: Porque os políticos europeus falharam em toda a linha, defendendo estratégicas económicas que só privilegiavam esses grupos e deixaram de fora toda a base do equilíbrio, o braço produtivo;os povos. Será que ainda vão a tempo de salvar a família europeia, visto que os seus progenitores estão de costas voltada num divórcio não litigioso mas com consequências imprevisíveis.
2º Estava na cara que o evoluir de extremismos radicais teria o seu efeito, visto que as sociedades europeias ao longo da sua construção nunca sentiram benefícios directos, antes pelo contrário, a decadência implementada pela alta taxa de desemprego, serviços de saúde pouco digno, o aumento da pobreza, a insegurança, e o pior de todos os males, a corrupção, que foi a doença que mais se propagou nestes anos decorridos pós união, e o povo demora mas reage e começou por aqueles que à partida nem sequer aderiram em pleno na já de início duvidosa união.O futuro passa pela regressão no comportamento dos políticos europeus, governando para as populações, mas acho que o vírus da corrupção e da defesa dos interesses económicos está demasiado enraizado na cabeças dos actuarias políticos europeus.http://portugalglorioso.blogspot.com/2014/01/um-arrasador-discurso-no-parlamento.html =
Comentário Facebock; Miguel Fonseca A Catarina Martins 26/06/2016 Referendo
Os radicalismos e o populismo impõe-se, quando falham os políticos no seu verdadeiro desempenho em democracia, depois é a catástrofe e uns serão piores que os outros, pois a culpa não é da democracia nem da esquerda ou da direita, mas sim dos interesses que cada uns defendem que não são verdadeiramente os das maiorias que contribuem com o seu trabalho e esforço para o engrandecimento dos países, e no nosso caso ao longo de 42 anos de democracia, têm sido todos iguais sem excepção. Terá de nascer uma nova geração que tenha outro tipo de mentalidade, formação e relação com a democracia autêntica, pois a nossa e a vindoira, está contagiada pelo vírus da corrupção dos políticos do século passado e do XXI. Vivemos no típico país latino onde os desenrasques e os favores, terão sempre prioridade.
Comentário Irresponsabilidades directas ,Jorge Freitas de Sousa DN 26/06/2106
Os radicalismos e o populismo impõe-se, quando falham os políticos no seu verdadeiro desempenho em democracia, depois é a catástrofe e uns serão piores que os outros, pois a culpa não é da democracia nem da esquerda ou da direita, mas sim dos interesses que cada uns defendem que não são verdadeiramente os das maiorias que contribuem com o seu trabalho e esforço para o engrandecimento dos países, e no nosso caso ao longo de 42 anos de democracia, têm sido todos iguais sem excepção. Terá de nascer uma nova geração que tenha outro tipo de mentalidade, formação e relação com a democracia autêntica, pois a nossa e a vindoira, está contagiada pelo vírus da corrupção dos políticos do século passado e do XXI. Vivemos no típico país latino onde os desenrasques e os favores, terão sempre prioridade.
Que pergunta gostava de fazer ao presidente da república DN 30/06/ 2016
Tanta esperança que os portugueses criaram ao volta do regime democrático ao longo destes 42 anos, e porque os políticos usaram a liberdade que a democracia concede em beneficio próprio de modo que agora, quase ninguém acredita na democracia por culpa dos políticos corruptos que ao longo de quatro décadas deram cabo da economia do nosso país, e que os presidentes ainda não tiveram a coragem de assumir perante a nação esta detestável realidade. Será que ele teria a coragem de ao menos reconhecer esta triste realidade?
Carta (entre)aberta ao Sr. Presidente da República
Acheu miotonteressante e importante que achei porbem publicar.
Juvenal Pereira
11 comentários
A Vossa Excelência, decidi informar que a partir de hoje, de borla, não vou mais votar. Ou seja, de futuro para que eu vá votar terão de me pagar. E tomei esta decisão por saber que os beneficiados com os meus votos nada fazem de graça em prol da Nação. E se eles se pagam e repagam pelos trabalhos prestados, eu, com o meu voto, que os coloco no “poleiro” questiono: por que razão não tenho direito a receber dinheiro? Até agora tenho feito, gratuitamente, esse sacrifício, porque pensava tratar-se de um acto cívico. Hoje estou convencido que não passa de conversa fiada de político. E o mais grave, Sr. Presidente, é que ao votar estou, infelizmente, a dar lugar a que muito irresponsável e incompetentemente assuma as rédeas em vários sectores do meu País e leve-o para onde bem entende. Ou seja, para o descalabro permanente. E eu não me sinto bem com isso, Sr. Presidente. Daí juntar-me aos milhares de descontentes e indignados que já representam quase 50% do eleitorado. Sabe, Sr. Presidente, o que já se ouve dizer por muita gente consciente e bem formada?
Que o país desde há muito está transformado numa sociedade (não) anónima de irresponsabilidade ilimitada! E, claro, eu, ao votar, estou com isso a colaborar. Sinceramente, Sr. Presidente, não conte mais com o meu aval para prosseguir este tipo de sociedade em Portugal.
Desde as impunidades, às tristes, vergonhosas, inqualificáveis discriminações sociais, apoiar não sou capaz. Mandar para “prisões domiciliárias”, onde podem fazer vidas milionárias, presumíveis responsáveis pela miséria, pela fome e tristeza que bateram à porta de milhares de famílias portuguesas? Conceder o descomunal “estatuto” de imunidade a quem, mais do que ninguém, pelos seus actos, deveria ser chamado a responsabilidades? Discutir – como se fosse um grande mal – aumentos miseráveis no salário mínimo nacional, mas permitir aumentos de milhares de euros a gestores de empresas bem conhecidas que se não fossem as injecções de dinheiros públicos estavam falidas? E mais e mais, que se fosse para aqui escrever V.ª Ex.ª teria de tirar uma semana de férias para ler. Os corruptos, os ladrões, que são desde há anos aos montões, mesmo sendo condenados, a reporem o que roubaram não são obrigados.
Os que trabalham, que têm hora de entrada, mas não de saída, porque esta exploração lhes é permitida... Enfim, estes consentidos procedimentos, juntos ao oportunismo e demagogia, não fazem parte do meu conceito de democracia. Gostava, ainda, de falar dos “podres” da Saúde, da Educação, da visível pobreza que visa esconder os focos existentes de riqueza, mas não tenho tempo, Sr. Presidente. Quero acabar dizendo-lhe: se nada disto se alterar não conte mais comigo para votar, mesmo a pagar.
Votei em si e ainda não me arrependi. Sei que a nossa velha e caduca Constituição não lhe concede margem para muita intervenção. Mas a palavra de um Presidente que conta com o apoio das suas gentes tem muito mais peso, mais credibilidade, as pessoas confiam mais no que diz, do que naquilo que dizem, por exemplo, muitos deputados e autarcas deste País. Tenha isso em mente, Sr. Presidente, a bem de Portugal e das suas gentes.
Os meus cumprimentos.
Que o país desde há muito está transformado numa sociedade (não) anónima de irresponsabilidade ilimitada! E, claro, eu, ao votar, estou com isso a colaborar. Sinceramente, Sr. Presidente, não conte mais com o meu aval para prosseguir este tipo de sociedade em Portugal.
Desde as impunidades, às tristes, vergonhosas, inqualificáveis discriminações sociais, apoiar não sou capaz. Mandar para “prisões domiciliárias”, onde podem fazer vidas milionárias, presumíveis responsáveis pela miséria, pela fome e tristeza que bateram à porta de milhares de famílias portuguesas? Conceder o descomunal “estatuto” de imunidade a quem, mais do que ninguém, pelos seus actos, deveria ser chamado a responsabilidades? Discutir – como se fosse um grande mal – aumentos miseráveis no salário mínimo nacional, mas permitir aumentos de milhares de euros a gestores de empresas bem conhecidas que se não fossem as injecções de dinheiros públicos estavam falidas? E mais e mais, que se fosse para aqui escrever V.ª Ex.ª teria de tirar uma semana de férias para ler. Os corruptos, os ladrões, que são desde há anos aos montões, mesmo sendo condenados, a reporem o que roubaram não são obrigados.
Os que trabalham, que têm hora de entrada, mas não de saída, porque esta exploração lhes é permitida... Enfim, estes consentidos procedimentos, juntos ao oportunismo e demagogia, não fazem parte do meu conceito de democracia. Gostava, ainda, de falar dos “podres” da Saúde, da Educação, da visível pobreza que visa esconder os focos existentes de riqueza, mas não tenho tempo, Sr. Presidente. Quero acabar dizendo-lhe: se nada disto se alterar não conte mais comigo para votar, mesmo a pagar.
Votei em si e ainda não me arrependi. Sei que a nossa velha e caduca Constituição não lhe concede margem para muita intervenção. Mas a palavra de um Presidente que conta com o apoio das suas gentes tem muito mais peso, mais credibilidade, as pessoas confiam mais no que diz, do que naquilo que dizem, por exemplo, muitos deputados e autarcas deste País. Tenha isso em mente, Sr. Presidente, a bem de Portugal e das suas gentes.
Os meus cumprimentos.
sábado, 11 de junho de 2016
De mal a pior
Página de opinião de José A. Roque Martins 11/06/2016
Comentários:
A dificuldade da democracia tem sido essencialmente a falta de cultura democrática do povo, daí que nenhuma organização neste país tenha tido a preocupação de educar a população para democracia, pois os que continuam a enveredar pela carreira politica refugiados nos partidos politico, têm-na manipulado para defenderem interesses próprios e cada vez mais o povo tem-se sentido relegado na participação da construção da autêntica democracia. Interessa aos vários grupos que um minoria controle a maioria dos eleitores, que só se sentem «úteis», cada vez que são chamados a votar e depois é o que se vê, cada vez mais cresce o descrédito da classe política muito por culpa dos próprios. E cuidado que o final disto tudo leva a situações graves onde já se vêm por esse mundo fora o fruto dos erros na condução das democracias modernas.
A solução passa por integrar a maioria da população no compromisso de melhorar o modelo democrático, honestidade, seriedade,integridade,justiça social, amor à pátria, o que tem sido feito até agora não serve de exemplo, tem sido sim uma verdadeira decepção. A liberdade que a democracia consagra permite-o, mas terá de haver uma consciência por parte dos governantes e coragem política para mudar o modo de agir na gestão do património público, é verdadeiramente difícil mas mão impossível.
Cartas do leitor:Valores intrínsecos,
Mário Mascarenhas Alencastre 1/06/20016
Comentários.
Os políticos utilizando a liberdade que a democracia a todos concede, tomaram para si tudo de modo que cada vez mais as pessoas acham que a democracia é a culpada de todos os males, quando afinal foram os condutores da democracia a tomarem sua essas liberdades. Daí que cada vez mais o regime esteja «desacreditado» pelo facto dos políticos refugiados naquilo que deveria ser a base de sustentação das democracias, converterem os partidos políticos em clãs, e o cidadão só é (usado) cada vez que é necessário eleger alguém que é«vendido»pelas organizações partidárias como a ansiada solução para todos os males que eles (políticos) têm criado, no nosso caso ao longo da umas já longas quatro décadas. A solução será que todos os valores da sociedade acima focados possam ser postos em prática e é com liberdade e em democracia que isso será possível, terá de mudar é tudo o resto.
Página de opinião de José A. Roque Martins 11/06/2016
Comentários:
A dificuldade da democracia tem sido essencialmente a falta de cultura democrática do povo, daí que nenhuma organização neste país tenha tido a preocupação de educar a população para democracia, pois os que continuam a enveredar pela carreira politica refugiados nos partidos politico, têm-na manipulado para defenderem interesses próprios e cada vez mais o povo tem-se sentido relegado na participação da construção da autêntica democracia. Interessa aos vários grupos que um minoria controle a maioria dos eleitores, que só se sentem «úteis», cada vez que são chamados a votar e depois é o que se vê, cada vez mais cresce o descrédito da classe política muito por culpa dos próprios. E cuidado que o final disto tudo leva a situações graves onde já se vêm por esse mundo fora o fruto dos erros na condução das democracias modernas.
A solução passa por integrar a maioria da população no compromisso de melhorar o modelo democrático, honestidade, seriedade,integridade,justiça social, amor à pátria, o que tem sido feito até agora não serve de exemplo, tem sido sim uma verdadeira decepção. A liberdade que a democracia consagra permite-o, mas terá de haver uma consciência por parte dos governantes e coragem política para mudar o modo de agir na gestão do património público, é verdadeiramente difícil mas mão impossível.
Cartas do leitor:Valores intrínsecos,
Mário Mascarenhas Alencastre 1/06/20016
Comentários.
Os políticos utilizando a liberdade que a democracia a todos concede, tomaram para si tudo de modo que cada vez mais as pessoas acham que a democracia é a culpada de todos os males, quando afinal foram os condutores da democracia a tomarem sua essas liberdades. Daí que cada vez mais o regime esteja «desacreditado» pelo facto dos políticos refugiados naquilo que deveria ser a base de sustentação das democracias, converterem os partidos políticos em clãs, e o cidadão só é (usado) cada vez que é necessário eleger alguém que é«vendido»pelas organizações partidárias como a ansiada solução para todos os males que eles (políticos) têm criado, no nosso caso ao longo da umas já longas quatro décadas. A solução será que todos os valores da sociedade acima focados possam ser postos em prática e é com liberdade e em democracia que isso será possível, terá de mudar é tudo o resto.
quarta-feira, 8 de junho de 2016
25 de Abril versus 10 de Junho
Aquilo que a maioria dos portugueses esperava da democracia morreu à nascença infelizmente.Tentou-se inicialmente apagar na memória da maioria dos portugueses que tudo o que de bom vinha do anterior regime.A educação cívica fazendo crer que cada um em democracia manda como quer, errado:o simbolismo que a democracia representa é sem dúvida o respeito pela liberdade de cada um que termina quando a de outrem começa. Foi essa a grande conquista. Que os símbolos pátrios poderiam andar à deriva mesmo que para isso tivesse-mos que recorrer cada 2 anos quando a selecção de futebol disputa uma competição internacional ou quando algum atleta atinge um patamar de relevo. Mentira: o respeito por aquilo que representa a nação nunca deveria ter descido tão baixo, ao ponto de até os mais altos representantes da nação, até terem colocado a bandeira ao contrário, talvez seria para fazer saber ao povo que, afinal a liberdade virou o país ao contrário. Enfim tudo confundido e baralhado que agora teremos que formar uma nova geração de patriotas, apesar da tão apregoada globalização, a não ser que o objectivo da democracia em Portugal foi vender a nação ao retalho tornando-a dependente no seu todo e gerido por Chineses, e potencias europeias quando os nossos fundadores e precursores estarão a dar voltas no seu túmulo ao observar aquilo que em nome da liberdade se fez ao país.Afinal vale a pena continuar a ser português? será necessário o empenho de todo uma nação para recuperar o orgulho Lusitano que todos aprendemos no tempo do antigo regime e que a liberdade aniquilou, ou foi tudo mau e teremos que continuar a leiloar Portugal e que dele só reste o nome e pouco mais. A educação e a motivação às crianças na escola; não se aprende o hino nacional, não se ensinam os símbolos da bandeira, nãos se educa e motiva o amor por Portugal e isso só se sente quando deixamos a nossa terra para ir viver noutras paragens e cada vez que ouvimos uma musica portuguesa, arrepiamos-nos, quando vemos a nossa bandeira solta-se uma lágrima no canto do olho e quando escutamos entoar a portuguesa o chão parece que estremece, por isso seria bom voltarmos a ser portugueses.
As armas e os barões assinalados,
Que da ocidental praia lusitana.
Por mares nunca antes navegados,
Em perigos e guerras esforçados,
Mais do que permitia a força humana,
E entre gente remota edificaram,
Novo Reino, que tanto sublimaram;
Canto 1-Lusiadas: Luis Vaz de Camões.
Aquilo que a maioria dos portugueses esperava da democracia morreu à nascença infelizmente.Tentou-se inicialmente apagar na memória da maioria dos portugueses que tudo o que de bom vinha do anterior regime.A educação cívica fazendo crer que cada um em democracia manda como quer, errado:o simbolismo que a democracia representa é sem dúvida o respeito pela liberdade de cada um que termina quando a de outrem começa. Foi essa a grande conquista. Que os símbolos pátrios poderiam andar à deriva mesmo que para isso tivesse-mos que recorrer cada 2 anos quando a selecção de futebol disputa uma competição internacional ou quando algum atleta atinge um patamar de relevo. Mentira: o respeito por aquilo que representa a nação nunca deveria ter descido tão baixo, ao ponto de até os mais altos representantes da nação, até terem colocado a bandeira ao contrário, talvez seria para fazer saber ao povo que, afinal a liberdade virou o país ao contrário. Enfim tudo confundido e baralhado que agora teremos que formar uma nova geração de patriotas, apesar da tão apregoada globalização, a não ser que o objectivo da democracia em Portugal foi vender a nação ao retalho tornando-a dependente no seu todo e gerido por Chineses, e potencias europeias quando os nossos fundadores e precursores estarão a dar voltas no seu túmulo ao observar aquilo que em nome da liberdade se fez ao país.Afinal vale a pena continuar a ser português? será necessário o empenho de todo uma nação para recuperar o orgulho Lusitano que todos aprendemos no tempo do antigo regime e que a liberdade aniquilou, ou foi tudo mau e teremos que continuar a leiloar Portugal e que dele só reste o nome e pouco mais. A educação e a motivação às crianças na escola; não se aprende o hino nacional, não se ensinam os símbolos da bandeira, nãos se educa e motiva o amor por Portugal e isso só se sente quando deixamos a nossa terra para ir viver noutras paragens e cada vez que ouvimos uma musica portuguesa, arrepiamos-nos, quando vemos a nossa bandeira solta-se uma lágrima no canto do olho e quando escutamos entoar a portuguesa o chão parece que estremece, por isso seria bom voltarmos a ser portugueses.
As armas e os barões assinalados,
Que da ocidental praia lusitana.
Por mares nunca antes navegados,
Em perigos e guerras esforçados,
Mais do que permitia a força humana,
E entre gente remota edificaram,
Novo Reino, que tanto sublimaram;
Canto 1-Lusiadas: Luis Vaz de Camões.
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