sábado, 27 de abril de 2024

 Bom dia. Isto só em jeito de desabafo. Apenas coloco esta passagem e saber da vossa opinião em relação à mesma. 

E se de repente você está tranquilo em sua casa e toca o telefone  alguém do outro lado da linha se identifica pessoalmente e o convida para um café.  Você aceita e nesse encontro esse até aí desconhecido acha que você tem perfil para liderar uma lista de candidatura à sua junta de freguesia. Se você jamais se viu envolvido em política,  muito menos militou em partido político e só porque durante 4 anos escreveu com alguma regularidade texto de sua autoria que foram publicados no jornal de maior tiragem da sua região.  Aceite o convite e você foi a 3° candidatura mais votada. Envolveu-se nesse partido pois além de ser compatível com as ideias que defende,  acreditou nas pessoas que o componham. E de repente se vê envolvido de tal forma que participa em tudo o que é evento,  dedica-se de corpo e alma à causa, e sem abordagem ou convite prévio, vê-se integrado no 14° lugar duma lista de 47 elegíveis e 47 suplentes de candidatos à assembleia da sua região autónoma. Logo de seguida e é-lhe apresentada a proposta para integrar a lista de candidatos à Assembleia da República pela mesma região, compreende os seus limites aceita com a condição de não ser colocado nos 6 primeiros dos ilegíveis. Depois e por circunstâncias de dissolução da assembleia regional, os eleitores são de novo chamados a votos para 26 de Maio. E eis que o seu nome assim como o de muitos outros dos idênticos militantes não aparecem nas listas de candidatos em detrimento de os 14 primeiros elementos e dada a suas ( qualidades e capacidades) preenchem essas mesma lista mesmo que todos eles tenham sido ex-militantes do PSD  e ou do CDS-PP. Fica aqui a questão e a apreciação de cada quem. Onde o que tanto combatemos está a meritocracia de que tanto defendemos. Por hoje um abraço CHEGA.

terça-feira, 23 de abril de 2024

 Porque os partidos políticos deveriam ser a base e o sustento duma democracia. Porque razão nunca foi aceite pela Constituição da República os denominados círculos uninominais? Será que estamos à 50 anos sob a tutela da ditadura dos partidos daí a razão de continuar a sentir enorme dificuldade e impor a democracia com a chancela de partidos políticos?  Porque será que nos países onde partidos comunistas governam são condicionados ou simplesmente não são permitidos partidos políticos de outras ideologias, no entanto em países ditos democráticos é permitido a existência de partidos comunistas? LIBERDADE E OU DEMOCRACIA! Graças à liberdade conquistada com o 25 de Abril podemos debater estas e outras questões, na concordância ou no contraditório. Mas será que a liberdade construiu a autêntica democracia? Num pais onde a essência da democracia nunca foi posta à consulta da população fazendo jus à seu verdadeiro significado (demo cracia; poder do povo) por parte da classe política nunca houve a coragem de consulta popular sobre a carta magna da democracia, a Constituição da República. Será que passamos da ditadura mono-partidária para a ditadura dos partidos políticos? Porque razão se põe sempre fora da discussão política a possibilidade dos círculos uninominais? Será que a classe política do pais tem muito medo de entregar verdadeiramente a democracia ao povo. Porque será que os cidadãos (50% já não votam) pois já não acreditam neste modelo de democracia?

segunda-feira, 15 de abril de 2024

 

Entre conquistas e fracassos

Após 50 anos da conquista da liberdade e quando se apregoam aos 4 ventos dos sucessos que advêm dessa conquistas, será que a sociedade se poderá rejubilar dos muitos benefícios conquistados?                    A condição de liberdade, de ser livre e de ter autonomia para agir e tomar as decisões, é um conceito muito questionado pela filosofia. Averigue algumas citações sobre liberdade vistas por muitos filósofos utilizadas em textos, trabalhos ou para inspirações próprias. E perguntamo-nos: mas afinal o que é liberdade? será não sermos escravos de circunstância alguma, de qualquer tipo de ameaça ou de qualquer oportunidade. Só seremos livres quando não tenhamos de procuramos fora de nós próprios a resolução dos nossos problemas. 

Porque se a liberdade significa alguma coisa, será sobre tudo o direito de dizer às outras pessoas o que elas não querem ouvir. (George Orwell)

Quando a liberdade põe em causa os valores que defendemos nos quais acreditamos, será que vale a pena continuar a lutar por essa liberdade? Infelizmente os valores da sociedade atual criou um fosse enorme. A falta de valores e da afetividade que os pais transmitem aos filhos foi substituída por dogmas, crença e modelos que em nada preenchem os afetos. Aquilo a que vulgarmente se designava de baboseira de criança,  não era mais do que a manifestação do vínculo fortíssimo que uma mãe geradora de vida e de um pai protetor transmitiam às crianças o hello de ligação que desprendia o cordão umbilical mas que mantinha a dependência dos filhos para com os pais. Substituiu-se pela educadora o trabalho assignado naturalmente à mãe e as regras da sociedade e leis produzidas para doutrinar, a função do trabalho protetor do pai. A família deixou de ter a responsabilidade na formação do ser humano e passou essa responsabilidade aos governos (estado) e o estado que deveríamos ser os cidadãos passamos a ser os produtores de bens para sustentar essa forma indireta de excursar-nos das nossas reais responsabilidades e passarmos única e exclusivamente a ser do tipo galinhas de aviário, comer produzir e dormir  pelo meio os governantes criaram meios de distração para subtilmente tirar-nos o tempo de dar a atenção ao que realmente interessa e passarmos a dedicar esse tempo só para nós, num egoísmo atroz que no fundo só serviu como método de degradação do que deveria ser a sociedade equilibrada, no humanismo e nas responsabilidade dos cidadãos. Porque ser responsável exige muito de nós, dá muito trabalho e nos tempos de hoje tornou-se muito complicado ter disponibilidade para essa tarefa. Não temos tempo para cuidar dos filhos, em contrapartida não podemos perder um jogo de futebol, um convívio entre amigos, umas semanas de férias bem passadas em lugares exóticos, uma ida ao ginásio, um carro para cada membro da família porque a sociedade criou essas necessidades, a de protagonismo e ostentação e daí faltar o orçamento, o tempo e os sentimentos para cuidar de 3 ou 4 filhos. Porque cuidar da família exige tempo, responsabilidade, dedicação, esforço e até algum sofrimento e dor própria do ser humano e que a sociedade moderna quis dispensar dando-nos outras ocupações. Resgatar os valores da sociedade e devolver às famílias a sua autêntica e verdadeira função será esse o princípio duma nova sociedade onde o futuro tenha como pilar a família e criar as bases para o fim da guerra e devolver ao mundo a paz. Só o AMOR vencerá.

domingo, 7 de abril de 2024

                                      De irrelevante a imprescindível

Será que por alguma ignorância ou até falta de sensibilidade política, alguma extrema esquerda, esquerda ou até porque não a direita acomodada no sistema, nos vícios do oportunismo e no intuito de quererem continuar a manipular, influenciar, manobrar e iludir a população no ataque serrado a uma alternativa política ao sistema que a reconquistar o seu espaço aniquilado pelo Socialismo durante estes 50 anos de democracia, andam a promover rotulando de fascismo, xenofobia, populismo, racismo e até conotando-nos com o salazarismo quando na realidade a ditadura matém-se vigente, a diferença é a  suposta (liberdade de expressão), justamente aquilo que nunca tiveram a coragem de compreender que no íntimo da maioria dos portugueses o seu anseio seria uma democracia que abolisse os vícios da ditadura. O totalitarismo, a corrupção, o malabarismo político, os vigaristas, os que vivem som o modelo das promessas como soluções para contentar os cidadãos, mas depois estão sempre como meta os benefícios pessoais às minorias a quem servem religiosamente, levando ao caos as maiorias em quem se apoiam na hora de acenar com a bandeira da democracia. Porque existe a política para além dos cargos políticos. A clarividência com que se analisa o enterro político daqueles que continuam a fazer como o habitual rol das promessas e aqueles que queremos substituir a partidocracia que relega a pessoa ao mero cartão de identificação partidária, ou as sua origens familiares influentes por um currículo de mérito, pessoas simples que o seu único objetivo é ajudar a combater o flagelo da corrupção, a influência e o compadrio onde a classe política tradicionalmente neste país, navega ao sabor do vento, mudou de direção, virou à direita, teve a capacidade de dar uma verdadeira lição de democracia mostrando a sua interpretação em colocar os diferentes setores políticos sob vigilância uns dos outros, e mostra que democracia constroí-se com diversas correntes de opinião. No dia em que a classe política deste país tiver a capacidade de saber analisar que os portugueses amadureceram politicamente, que nas conversas de café ou nas de família e amigos, já não se fala somente de futebol, big brotter's,  telenovelas ou bilhardices das revistas cor de rosa mas felizmente já se debate política e a sua influencia no dia a dia  dos cidadão, porque o vento que sopra da direita assumida trouxe uma lufada de ar fresco que começa a despertar o povo duma anestesia a que estavam submetidos durante estes 50 anos mas que agora existe um novo conceito de fazer política que despertou a curiosidade dos jovens e o renascer dum sonho que ainda depositam no que possa vir a ser um novo 25 de Abril. Será que podemos ambicionar uma nova forma de fazer política e uma nova maneira de estar em democracia? Se assim for, estaremos a reconstruir um novo rumo e até quem sabe dizer que o 25 de Abril chega à madeira após 50 anos de Socialismo. Por isso nós acreditamos na possibilidade de substituir promessas por compromissos e oportunismo por voluntariedade e vontade de servir, não precisamos de ter de cumprir serviço militar para nos colocarmos ao serviço da nação, mesmo vestidos com o nosso humilde traje de quem dá tudo para poder restaurar a democracia, restituir a liberdade e resgatar os valores da sociedade sem ter de sequestrar a democracia para continuar com os vícios do passado, pois a política não é para oportunistas mas para quem pretende um Portugal com justiça.

sábado, 6 de abril de 2024

 Pois é   o objetivo de quem vem no intuito de (sequestrar) o partido e ainda por cima tirar partido de todo o trabalho conseguido através do empenho das pessoas que estávamos quietas e que de repente vimos uma réstia de esperança no CHEGA,  os oportunistas saltaram logo e colocaram-nos esta armadilha,  mas se formos inteligentes não vamos desistir de colocar o CHEGA no seu lugar e connosco no lugar que por direito o CHEGA  nos concedeu. Porque as pessoas de bem muitas vezes agimos com o coração deixando de lado a emoção,  mas temos de ter a perspicácia de saber lidar com estrategas, porque as pessoas passam e as instituições ficam e é aí que nós temos as 《armas》 para combater o inimigo, com a mesma estratégia mas com a nossa força,  coragem e determinação em fazer valer a nossa humildade e a nossa missão de transformar esta sociedade podre. O mal dos bons é: continuar a permitir que a maldade impere deixando-lhes o caminho livre, e isso não contem comigo  agora mais do que nunca a batalha se inicia e enquanto não despoletar em guerra   todas as estratégias deverão ser válidas para combater os inimigos. Porque os partidos políticos deveriam ser a base e o sustento duma democracia. Porque razão nunca foi aceite pela Constituição da República os denominados círculos uninominais? Será que estamos à 50 anos sob a tutela da ditadura dos partidos daí a razão de continuar a sentir enorme dificuldade e impor a democracia com a chancela de partidos políticos?  Sempre que escolhas recaem nos melhores mesmo que a partidocracia, o amiguismo e ou o oportunismo se sobreponha à humildade, à integridade, à entrega, à fidelidade e à dedicação no acreditar à causa em que lutamos. Foram escolhidos os (melhores) esperemos é que a causa em que nós acreditamos não se desmorone no caminho de oportunistas, vigaristas, malabaristas e corruptos 《infiltrados》, se isso acontecer perder-se-á todo um trabalho de base na credibilidade dum partido em que continuo a acreditar na sua essência: o combate à corrupção, ao clientelismo, ao oportunismo, à vigarice e à corrupção. Vou utilizar aqui a frase que interpelei o líder nacional do partido; espero nunca me sentir defraudado em dedicar todo o meu trabalho empenho e esperança neste projecto para mudar Portugal; esta será a derradeira oportunidade que a democracia nos proporciona, por favor não nos defraude! A degradação do sistema é que fez com que o CHEGA esteja no patamar da esperança de milhões de portugueses e milhares de madeirenses, se forem traídos de novo estaremos a contribuir para hipotecar o futuro da democracia e a pôr em causa a liberdade. Porque crescemos muito à custa de 50 anos de sucessivos erros, não façamos que esses mesmos erros sirvam de caixão para o nosso próprio funeral. Porque as pessoas passam e as instituições ficam, mas se forem violados os seus princípios também será o antídoto para a extinção das mesmas. Tenho continuado a duvidar de que os partidos políticos serão essenciais para as democracias, mas dificilmente me identifico com este modelo de democracia convertida em ditadura de partidos. Porque paira no meu íntimo o desejo de poder servir o meu país e a minha região, quero continuar a ser livre e acredito no dia em que a oportunidade CHEGA e a verdade vencerá.

Vamos continuar a sustentar a democracia dos partidos que andam à 50 anos a sobreviverem da miséria e da ingenuidade do povo?