600 anos depois
Porque a história não começou hoje, nem se encerrará com a nossa partida.Virão outros que tal como os nossos antepassados fizeram aquilo que ao longo de seis séculos encontramos no meio de nós e que nos orgulhamos de designar pura e simplesmente como a nossa terra. Mas já passaram 600 anos onde a aventura, a tenacidade, a sagacidade, a vontade de ver mais além, fez com que hoje possamos dizer orgulhosamente que somos filhos de uma das regiões mais belas do planeta. Plantada ao largo do oceano Atlântico com características ímpares, o arquipélago da Madeira deixou-se apaixonar ao longo destes seis séculos por imensas culturas, vários povos que foram a pouco e pouco descobrindo um espaço de terra minúsculo, mas que tão perto da grande Europa, que serviria de berço e de paraíso a muitos dos que foram abordando ao longo deste tempo. Para aqui chegarem, os primeiros seres tiveram que utilizar o meio de transporte moderno para a altura e que era um privilégio dos heróicos navegadores portugueses que à época na vanguarda desse meio de transporte. Depois serviria de porto de abrigo para novas aventuras e novos feitos, e que ao longo foi dando a tão famosa designação de império e que o mundo rendido aos factos, colocou Portugal no topo dos países de destaque. Hoje com a evolução que o mundo durante estes 600 anos sofreu, consignou-nos o estatuto de melhor destino turístico ilhéu em todo o mundo, atribuição dada já em três anos consecutivos e isso enche-nos de orgulho. Pena é que aquilo que nos tornou conhecidos e que levou 600 anos a ser o que somos, tenha sido banido do nosso meio de deslocação de e para o regresso à nossas origens, os transportes marítimos de e para o continente, de onde inicialmente partiram as primeira caravelas e descobriram este maravilhoso jardim plantado no meio do Atlântico. O mundo evoluiu, mas o mar continua a proporcionar um meio para servir de deslocação, mais que não fosse por questões históricas. Será que estaremos à espera de descobrir o meio de transporte para regressar às origens?
domingo, 31 de dezembro de 2017
sábado, 30 de dezembro de 2017
Não querendo ser defensor de ditaduras
Nunca se quis aproveitar aquilo que de bom tinha o antigo regime, fazendo os portugueses acreditarem que tudo era ruim e tudo era terror. Afinal agora vem-se a ver que por razões várias em muito o antigo regime tinha algumas razões para manter a mão de ferro contra este tipo de gente que o único que fez foi assaltar os cofres da nação. A circunstâncias a que levou a tão flamejada miséria do tempo do Salazar deveu-se em parte às circunstâncias que o mundo p'ra época enfrentava, saída de uma guerra mundial, pouca produtividade e plano nacional de subsistência, que aos poucos foi tornando o país auto-suficiente. Os interesses estrangeiros nas riquezas existentes na ex- colónias foram o plano para desestabilizar a economia de Portugal que por sua vez teve dificuldade em se integrar num mundo em vias de globalização. A forte convicção nacionalista de Salazar levou-o a perder a «batalha» contra os poderes económicos internacionais que se expandiam à volta dos interesses económicos e daí o descalabro a que se chegou sustentando uma guerra com divisas e vidas que não trouxeram grandes benefícios à nação antes pelo contrário. Estão à vista os resultados de uma série de situações que conduziram a actual calamidade na economia dos países de pequenas economias da qual o nosso Portugal é um exemplo. Cabe a cada um dos portugueses tirar as suas próprias conclusões o que para isso teria-mos de ter maior formação cívica, conhecimento de deveres e direitos a todos sem excepção e que, os actuais políticos teimam em (esconder) para não perderem os privilégios que a liberdade da democracia lhes concede e que não interessa distribuir por todos os portugueses. Porque a democracia consegue-se com respeitar todos dentro da liberdade que a mesma consagra.
Será que o comportamento dos políticos perante a lei de financiamento dos partidos manchou o seu comportamento?
Uma classe que dado o descrédito a que foi propositadamente conduzida e desacreditada para poder (sequestrar) a democracia, não haverá branqueador ou detergente que retire todas as nódoas que têm. Será necessário que o eleitorado dê um passo em frente e aprenda a usar a arma que a democracia nos proporciona e votar massivamente nos diversos partidos pequenos que concorrerem em futuros actos eleitorais, para poderem demonstrar o descontentamento geral da população. Se continuar a abstenção e os votantes continuarem a ser «fieis» aos partidos do arco da governação, em nada resolverá o flagelo que se tornou a corrupção, uma epidemia no nosso país. Deverá haver sobretudo atitude e participação cívica de todos os cidadãos sem excepção.
Nunca se quis aproveitar aquilo que de bom tinha o antigo regime, fazendo os portugueses acreditarem que tudo era ruim e tudo era terror. Afinal agora vem-se a ver que por razões várias em muito o antigo regime tinha algumas razões para manter a mão de ferro contra este tipo de gente que o único que fez foi assaltar os cofres da nação. A circunstâncias a que levou a tão flamejada miséria do tempo do Salazar deveu-se em parte às circunstâncias que o mundo p'ra época enfrentava, saída de uma guerra mundial, pouca produtividade e plano nacional de subsistência, que aos poucos foi tornando o país auto-suficiente. Os interesses estrangeiros nas riquezas existentes na ex- colónias foram o plano para desestabilizar a economia de Portugal que por sua vez teve dificuldade em se integrar num mundo em vias de globalização. A forte convicção nacionalista de Salazar levou-o a perder a «batalha» contra os poderes económicos internacionais que se expandiam à volta dos interesses económicos e daí o descalabro a que se chegou sustentando uma guerra com divisas e vidas que não trouxeram grandes benefícios à nação antes pelo contrário. Estão à vista os resultados de uma série de situações que conduziram a actual calamidade na economia dos países de pequenas economias da qual o nosso Portugal é um exemplo. Cabe a cada um dos portugueses tirar as suas próprias conclusões o que para isso teria-mos de ter maior formação cívica, conhecimento de deveres e direitos a todos sem excepção e que, os actuais políticos teimam em (esconder) para não perderem os privilégios que a liberdade da democracia lhes concede e que não interessa distribuir por todos os portugueses. Porque a democracia consegue-se com respeitar todos dentro da liberdade que a mesma consagra.
Será que o comportamento dos políticos perante a lei de financiamento dos partidos manchou o seu comportamento?
Uma classe que dado o descrédito a que foi propositadamente conduzida e desacreditada para poder (sequestrar) a democracia, não haverá branqueador ou detergente que retire todas as nódoas que têm. Será necessário que o eleitorado dê um passo em frente e aprenda a usar a arma que a democracia nos proporciona e votar massivamente nos diversos partidos pequenos que concorrerem em futuros actos eleitorais, para poderem demonstrar o descontentamento geral da população. Se continuar a abstenção e os votantes continuarem a ser «fieis» aos partidos do arco da governação, em nada resolverá o flagelo que se tornou a corrupção, uma epidemia no nosso país. Deverá haver sobretudo atitude e participação cívica de todos os cidadãos sem excepção.
sexta-feira, 15 de dezembro de 2017
Um ano raríssimo
Mais um caso que até nem será RARÍSSIMO no nosso país pois a corrupção quase que já faz parte do ADN da política em Portugal. Esperava que as várias análises efectuadas aos variadíssimos casos que ao longo deste tempo têm sido despontadas e que quase nuca chegam a encontra solução, aplicação da lei, ou acção na justiça, agora soma-se mais um utilizando situações que por vezes a este humilde povo nem lhes passa pela cabeça. Utilizar a doença das pessoas criando imensas instituições de «Solidariedade Social» que por sua vez o estado se (digna) apoiar para depois servirem caprichos de Chico espertos que se acham no topo da inteligência. O fosso que se cria ao longo dos anos entre a sociedade deste país é cada vez maior, a impunidade nos crimes leva cada vez mais ao descrédito da já tão moribunda classe politica, os desmazelo a qu a justiça deste país age deixa o cidadão comum tão desamparado que nem forças tem para acreditar em semelhante desgraça. Quando teremos cidadãos com atitude democrática, políticos com honestidade e vontade de serviço, e justiça que actue perante a criminalidade sem olhar a que classe pertence o ou os criminosos. Como seria bom que este e os futuros Natais nos trouxessem confiança no futuro, acreditar na democracia, crer na justiça e podermos esforçar-nos para construir um mundo de humildade, verdade, solidariedade distribuída equitativamente a todos para podermos continuar a acreditar na sociedade, na humanidade e ter esperança para o futuro. Sem verdade e sem valores dificilmente poderemos continuar a desejar um feliz Natal a todos, pois cada vez mais será o Natal dos infelizes. Depois de um ano catastrófico, com inúmeros casos que aguardam a necessidade de apurar o que se passou, oxalá que 2018 possa vir a ser o ressuscitar de uma verdadeira vida democrática. Por favor não nos tirem a esperança e o desejo de continuar a sonhar por um Portugal melhor.
Mais um caso que até nem será RARÍSSIMO no nosso país pois a corrupção quase que já faz parte do ADN da política em Portugal. Esperava que as várias análises efectuadas aos variadíssimos casos que ao longo deste tempo têm sido despontadas e que quase nuca chegam a encontra solução, aplicação da lei, ou acção na justiça, agora soma-se mais um utilizando situações que por vezes a este humilde povo nem lhes passa pela cabeça. Utilizar a doença das pessoas criando imensas instituições de «Solidariedade Social» que por sua vez o estado se (digna) apoiar para depois servirem caprichos de Chico espertos que se acham no topo da inteligência. O fosso que se cria ao longo dos anos entre a sociedade deste país é cada vez maior, a impunidade nos crimes leva cada vez mais ao descrédito da já tão moribunda classe politica, os desmazelo a qu a justiça deste país age deixa o cidadão comum tão desamparado que nem forças tem para acreditar em semelhante desgraça. Quando teremos cidadãos com atitude democrática, políticos com honestidade e vontade de serviço, e justiça que actue perante a criminalidade sem olhar a que classe pertence o ou os criminosos. Como seria bom que este e os futuros Natais nos trouxessem confiança no futuro, acreditar na democracia, crer na justiça e podermos esforçar-nos para construir um mundo de humildade, verdade, solidariedade distribuída equitativamente a todos para podermos continuar a acreditar na sociedade, na humanidade e ter esperança para o futuro. Sem verdade e sem valores dificilmente poderemos continuar a desejar um feliz Natal a todos, pois cada vez mais será o Natal dos infelizes. Depois de um ano catastrófico, com inúmeros casos que aguardam a necessidade de apurar o que se passou, oxalá que 2018 possa vir a ser o ressuscitar de uma verdadeira vida democrática. Por favor não nos tirem a esperança e o desejo de continuar a sonhar por um Portugal melhor.
Um Natal raríssimo
Tanta coisa haveria para dizer de modo a poder desejar um Feliz Natal a todos, mas as circunstâncias não deixam qualquer cidadão responsável, minimamente preocupado com tudo aquilo que ao longo dos tempo tem vindo a suceder no nosso país. As catástrofes, os desastres, as calamidades, e sobre tudo a má gestão financeira que tem levado o país a altos e baixos(mais baixos que altos), é preocupante, e tira o ânimo a maioria dos portugueses que já nem vontade sentem de acreditar em ninguém, a corrupção passou à imagem de marca no nosso país e até já faz parte do ADN da classe política e não só. Chegar ao ponto de criar associações de solidariedade para «facilitar» o roubo a trafulhice a aldrabice, o favorecimento pessoal, chegamos demasiado baixo ao descrédito total, com a conivência de governantes, e a displicência da justiça para apurar a verdade, a demorar o tempo suficiente para que outro caso aconteça e que façam esquecer os anteriores. Em tudo o que mexe dinheiro neste país, tem de haver a mão de alguém a usufruir-lo em seu próprio benefício, a população cada vez mais tem razão em não acreditar na classe política dado o descrédito a que chegou esta situação, quase considero uma calamidade nacional. Impossível poder desejar um Feliz Natal, quando a maioria sofre cada vez mais em silencio, sem ânimo nem forças, para tornar uma época que deveria ser de felicidade para todos e só alguns que se aproveitam da humildade e fragilidade das população, vivem a'leia de Reis com se costuma dizer. Oxalá que 2018 possa devolver a confiança aos portugueses de modo que ressuscite o espírito da verdadeira democracia quase assassinada, e que entretanto haja paz para que possamos acreditar no futuro.
Tanta coisa haveria para dizer de modo a poder desejar um Feliz Natal a todos, mas as circunstâncias não deixam qualquer cidadão responsável, minimamente preocupado com tudo aquilo que ao longo dos tempo tem vindo a suceder no nosso país. As catástrofes, os desastres, as calamidades, e sobre tudo a má gestão financeira que tem levado o país a altos e baixos(mais baixos que altos), é preocupante, e tira o ânimo a maioria dos portugueses que já nem vontade sentem de acreditar em ninguém, a corrupção passou à imagem de marca no nosso país e até já faz parte do ADN da classe política e não só. Chegar ao ponto de criar associações de solidariedade para «facilitar» o roubo a trafulhice a aldrabice, o favorecimento pessoal, chegamos demasiado baixo ao descrédito total, com a conivência de governantes, e a displicência da justiça para apurar a verdade, a demorar o tempo suficiente para que outro caso aconteça e que façam esquecer os anteriores. Em tudo o que mexe dinheiro neste país, tem de haver a mão de alguém a usufruir-lo em seu próprio benefício, a população cada vez mais tem razão em não acreditar na classe política dado o descrédito a que chegou esta situação, quase considero uma calamidade nacional. Impossível poder desejar um Feliz Natal, quando a maioria sofre cada vez mais em silencio, sem ânimo nem forças, para tornar uma época que deveria ser de felicidade para todos e só alguns que se aproveitam da humildade e fragilidade das população, vivem a'leia de Reis com se costuma dizer. Oxalá que 2018 possa devolver a confiança aos portugueses de modo que ressuscite o espírito da verdadeira democracia quase assassinada, e que entretanto haja paz para que possamos acreditar no futuro.
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