quinta-feira, 8 de dezembro de 2016


                                                                                Uma reforma  no emprego
Prevê-se para breve a alteração quanto à atribuição das reformas para os trabalhadores. Para quem acha que aos 65 anos será a idade ideal, muito dependerá da actividade que desempenha, da capacidade física e de raciocínio quanto às tarefas a executar, e ao estado de saúde dos trabalhadores. Profissões que exigem maior esforço físico ou mental dificilmente serão executadas com a mesma eficácia por uma pessoa com 30 ou 40 anos, que um trabalhador que já produziu durante 30 ou 40 anos com o fruto do seu esforço. Daí que caso a caso deveria ser analisado consoante às capacidades de cada um e consequentemente à eficácia no seu desempenho das tarefas a executar. 
A Suécia deliberou que a partir de uma certa idade seria reduzido progressivamente o horário laboral, de modo a dar maior produtividade, redução do esforço dos que já trabalharam mais anos e ocupação dos despregados reduzindo o nível de desemprego. Estamos perante uma medida que urge ser implementada em Portugal, claro está analisando as característica e necessidades do nosso país, de modo a formar pessoas nas áreas mais necessitadas e condicionando-as onde os excedentes de oferta  existam. É de uma injustiça prolongar a idade da reforma e manter gente jovem no desemprego são dois erros numa só medida quando o contrário seria no meu ver a formula lógica para reduzir duas situações que nos são tão pesadas no nosso orçamento.
Porque não se cria uma forma do tipo: contratação temporária para substituição de ,férias, baixas, horas de ponta, enfim, períodos extra laborais, daí pode-se-iam reduzir o número de desempregados, o de dependentes da totalidade do subsídio de desemprego que seria paga parcialmente e por conseguinte a sobrecarga de muitas pessoas que trabalham em excesso para «sustentar» os encargos que os desempregados acarretam ao estado. Tenho um exemplo claro no meu trabalho quando está alguém de férias o trabalho que é executado precáriamente por quatro pessoas, terá de ser desempenhado por apenas três, e como eu existem centenas de casos neste país que poderiam ser minimizados.                                   Da reforma ao emprego
PREVÊ-SE PARA BREVE A ALTERAÇÃO DA LEI LABORAL EM PORTUGAL, QUANTO À ATRIBUIÇÃO DAS REFORMAS PARA OS TRABALHADORES. PARA QUEM ACHA QUE AOS 65 ANOS SERÁ A IDADE IDEAL, MUITO DEPENDERÁ DA ACTIVIDADE QUE DESEMPENHA, DA CAPACIDADE FÍSICA E DE RACIOCÍNIO QUANTO ÀS TAREFAS A EXECUTAR, E AO ESTADO DE SAÚDE DOS TRABALHADORES. PROFISSÕES QUE EXIGEM MAIOR ESFORÇO FÍSICO OU MENTAL, DIFICILMENTE SERÃO EXECUTADAS COM A MESMA RIGOR E EFICÁCIA POR UMA PESSOA COM 30 OU 40 ANOS, QUE UM TRABALHADOR QUE JÁ PRODUZIU DURANTE 30 OU 40 ANOS COM O FRUTO DO SEU ESFORÇO. DAÍ QUE CASO A CASO DEVERIA SER ANALISADO CONSOANTE ÀS CAPACIDADES DE CADA UM E CONSEQUENTEMENTE À EFICÁCIA NO SEU DESEMPENHO DAS TAREFAS A EXECUTAR. 
RECENTEMENTE A SUÉCIA DELIBEROU QUE A PARTIR DE UMA CERTA IDADE SERIA REDUZIDO PROGRESSIVAMENTE O HORÁRIO LABORAL, DE MODO A DAR MAIOR PRODUTIVIDADE, REDUÇÃO DO ESFORÇO DOS QUE JÁ TRABALHARAM MAIS ANOS E OCUPAÇÃO DOS DESPREGADOS REDUZINDO O NÍVEL DE DESEMPREGO. ESTAMOS PERANTE UMA MEDIDA QUE URGE SER IMPLEMENTADA EM PORTUGAL, CLARO ESTÁ ANALISANDO AS CARACTERÍSTICA E NECESSIDADES DO NOSSO PAÍS, DE MODO A FORMAR PESSOAS NAS ÁREAS MAIS NECESSITADAS E CONDICIONANDO-AS ONDE OS EXCEDENTES DE OFERTA  EXISTAM. É DE UMA INJUSTIÇA PROLONGAR A IDADE DA REFORMA E MANTER GENTE JOVEM NO DESEMPREGO, SÃO DOIS ERROS NUMA SÓ MEDIDA QUANDO O CONTRÁRIO SERIA NO MEU VER A FORMULA LÓGICA PARA REDUZIR DUAS SITUAÇÕES QUE NOS SÃO TÃO PESADAS NO NOSSO ORÇAMENTO.
PORQUE NÃO SE CRIA UMA FORMA DO TIPO: CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA PARA SUBSTITUIÇÃO DE ,FÉRIAS, BAIXAS, HORAS DE PONTA, ENFIM, PERÍODOS EXTRA LABORAIS, DAÍ PODE-SE-IAM REDUZIR O NÚMERO DE DESEMPREGADOS, O DE DEPENDENTES DA TOTALIDADE DO SUBSÍDIO DE DESEMPREGO QUE SERIA PAGA PARCIALMENTE E POR CONSEGUINTE A SOBRECARGA DE MUITAS PESSOAS QUE TRABALHAM EM EXCESSO PARA «SUSTENTAR» OS ENCARGOS QUE OS DESEMPREGADOS ACARRETAM AO ESTADO. EXISTEM SITUAÇÕES DE EMPRESAS QUE QUANDO UM OU MAIS TRABALHADORES SE AUSENTA POR FÉRIAS OU BAIXA, OS RESTANTES TÊM DE EXECUTAR  AS TAREFAS SOBRECARREGADOS, EM VEZ DE EXISTIR A POSSIBILIDADE DE CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA PARA MINIMIZAR O ESFORÇO DOS QUE LÁ TRABALHAM E REDUZIR O NÚMERO DE DESEMPREGADOS E OS CUSTOS QUE ISSO ACARRETA, AFINAL OS QUE TRABALHAM OU TRABALHARAM, É QUE«SUSTENTAM» TODOS AQUELES QUE POR UMA OU OUTRA RAZÃO CONTINUAM A DEPENDER DO SUBSÍDIO DE DESEMPREGO. SERÁ QUE HAVERÁ INTERESSES OU FALTA DE VONTADE POLÍTICA EM CRIAR UM PLANO PARA RESOLVER UMA DAS SITUAÇÕES MAIS GRAVES DO NOSSO PAÍS, OS MILHARES DE CONTERRÂNEOS QUE ESPERAM UMA OPORTUNIDADE PARA PODEREM CONTRIBUIR COM O FRUTO DO SEU TRABALHO PARA O CRESCIMENTO E ENRIQUECIMENTO DA NAÇÃO. VAMOS AGUARDAR PARA O PRÓXIMO ANO A VER SE O PAI NATAL NOS TRÁS ESSE PRESENTE.