domingo, 25 de setembro de 2022

                                               Tem razão; mas vai preso

A propósito duma situação frequente mas um tanto ou quanto caricata e no meu habitual (deambular) pela nossa cidade o que após 55 anos de árduo trabalho as circunstâncias assim me o permitem, deparei-me com uma situação que é frequente na Rua do Ribeirinho de Baixo  (acesso da F. Ornelas ao estacionamento e espaços comerciais ali existentes),  colocarem-se alguns vendedores de produtos da sua horta ou de confeção caseira, e lá estavam 2 cidadão dum lado e do lado oposto outros 2 de mão estendida. Lembrei-me duma situação: se a justiça tivesse de agir, quem seria o prevaricador e seria alertado para a ilegalidade? Obviamente que uma fiscalização intimidaria os que (ilegalmente) estão a negociar na via pública talvez sem o devido e exigido licenciamento. Agora eu pergunto, onde está a justiça? Quando se utiliza o combate político a qualquer preço, servimo-nos de todas a razões e motivos para apresentar as nossas ideias, propostas e possíveis soluções. Será que é importante manter as angustias, os desejos, a incertezas, os desesperos, as inconveniências, a injustiça, a ignorância, a miséria para que a cada 4 ou 5 anos ter argumentos suficientes para desenrolar de novo o rol das habituais promessas  nesta deplorável democracia? Será que só agora CHEGA  o culpado de tudo isto? Da sucessiva insegurança, do caos na saúde, dos problemas da justiça onde corrupto não tem que prestar contas à justiça e onde quem rouba, existem alíneas na lei que justificam ou inibem desse ato. Dos graves problemas da educação e dos educandos no que a colocação, custos, modelo , alojamentos e serviços deixam tantas famílias quase em estado de choque. Dos sucessivos problemas da saúde onde o constante adiar de cirurgias, consultas, atendimentos e tratamentos levam a que  o indicie de mortalidade tenha aumentado gradualmente e de forma exagerada. Será mesma estratégia política o perpetuar das necessidades básicas dos portugueses para poder-los manter sempre dependentes das já tradicionais promessas eleitorais? Parece que só agora CHEGA o culpado da insegurança, da violência doméstica, dos incêndios, dos acidentes de trânsito, enfim duma série de problemas que só agora e após quase meio século de «liberdade» é que CHEGA  o culpado. Porque num país que durante séculos foi o pioneiro das descobertas, o modelo da frota marítima, agora nem os seus cidadãos usufruem desse tipo de transporte para se deslocarem dentro dos eu próprio território sentindo-se prisioneiros sem motivo aparente, (talvez um grande motivo) a continua persistência em acreditar que os problemas têm de se manter para que as promessas a cada 4 anos sejam sempre válidas. Porque só agora CHEGA  alguém que achou que: CHEGA  de continuar a pensar que em democracia tudo é permitido, que afinal o povo iludido nas promessas continuara sonhar com o 25 de Abril prometido ao povo como a salvação da pátria e que no fundo e após 48 longos anos de espera, CHEGA  a coragem de alguém abraçar a verdade, e lá está a conta de todos estes anos de sucessivos erros cometido, CHEGA  a hora do povo despertar para a realidade? Quando a ameaça do continuar a sobreviver à custa da miséria do povo tendo como pano de fundo continuar a possuir argumentos para a continuidade das promessas eleitoralistas, custa muito admitir que CHEGA um dia que o povo cansa. Por isso e antes que algum Virtuoso Santo descubra o milagre da perfeição conseguido pelos que conduziram o país ao Colaps(ç)o, a culpa é de todos os portuguese que andam à 48 anos a acreditar que a solução virá sempre daqueles que criaram, causaram e alimentaram o verdadeiro problema do nosso país; ( a miséria). O medo imposto pelo sistema e após meio século de sucessivos erros, já no povo começámos a pensar de que lado estará a verdade? Por isso é que o povo começa a dizer que: já CHEGA!  

quinta-feira, 15 de setembro de 2022

                                   

Antes que seja tarde 

Por vezes custa acreditar que: como é possível atingir um patamar de ingenuidade ao ponto de condenar um povo à sua própria miséria. Vivemos num país medíocre, onde os governantes são medíocres, os eleitores medíocres e um regime medíocre. Mas afinal se vivemos em democracia, se a liberdade foi uma (conquista do povo), se os políticos são eleitos, se a cada 4 ou 5 anos esse povo é chamado a eleger esses governantes, de que é que podemos reclamar? Elegemos de forma  democrática um governo com 23% dos votos dos eleitores, 27% votou contra (noutros partidos) e aproximadamente 50% dos cidadãos (abstencionistas) pois já não acredita neste modelo de regime que querem continuará a designar de democracia. Vejamos: quando aparentemente parece tudo estar normal, qualquer incompetente serve para gerir a coisa pública, mesmo que a custo de excesso de corrupção, de clientelismo, de oportunismo e de interesses pessoais. Quando as coisas começam a agravar-se, eis que surgem as incertezas. É caso para dizer como alguém disse um dia; quando existe dinheiro qualquer um sabe governar. Agora vem o inverso, a inflação dispara, propositadamente surgem os problemas económicos e financeiros que a grande maioria começa a ter dificuldades em ultrapassar. Eis que surgem os magos da economia e acham que distribuindo dinheiro às migalhas, o povo sente que os governantes estarão a defender os interesses das populações. Nada mais errado. O estado arrecadou mais de 2 mil milhões em impostos com a inflação, e atira uma esmola aos portugueses como se de uma emergência nacional se trate, onde aparentemente salvará muitas famílias do caos. Será que a classe política não vai ao supermercado? Será que não abastecem a sua viatura, será que não vão à farmácia, não cortam o cabelo, não fazem obras de manutenção à casa, não pagam renda, não compram roupas e bens essenciais para os filhos regressarem à escola, isso não falando das prestações da casa e dos créditos de outros bens. Teimosamente persiste o IVA da eletricidade e do gás ao preço do mais elevados da UE.                                                                                                                                          A situação caminha para um período dramático, as famílias veem-se a braços e cada vez mais contra a parede, a demagogia, a hipocrisia e a mentira tem sido a bandeira de sucessivos governos que ao longo de décadas conduziram o país e os portugueses ao caos e por um desfiladeiro. Sempre que situações semelhantes surgiram ao longo dos tempos, aqueles que outrora eram condenados e ostracizados pelos regimes em vigência, foram mais tarde chamados para salvarem as catástrofes fomentadas pelos que imprudentemente causaram as desgraças das nações. Reparem por exemplo: Churchill. Quando tudo era normal, calmo e pacífico rejeitaram-no como governante, na hora da calamidade foram rapidamente recorrer dele, um homem corajoso, lúcido, clarividente e imaginativo. Portugal foi parar (numa ditadura) às mãos de Salazar após a catástrofe financeira, para que à custa dos sacrifícios do povo se tronasse numa das economias mais estáveis do mundo. Ao contrário disso, todos os governos dos pós 25 de Abril contribuiu de certa forma para o atual estado de ruina a que o país se encontra; a maior dívida externa de sempre, insegurança, saúde desastrosa, educação caótica. Portanto, os homens excecioneis servem apenas para situações excecionais, pois são os únicos capazes de as resolverem, depois eles desaparecem prescindimos deles pois os idiotas não nos colocam em causa. Estaremos, portanto, nós à espera a ver quando chega esse homem excecional para repor o país da catástrofe a que foi conduzido naquilo que em 48 anos este modelo de regime assente na corrupção e no compadrio não conseguiu fazer?                                                                                                                         Sabiam que: é frequente os utentes no hospital esperarem mais de 24 horas para serem conduzidos ao internamento por falta de lugares, entretanto ficam em macas nos corredores horas a fio  (ao frio e fome) deitados em macas? Isso sucede com alguma frequência.