terça-feira, 22 de junho de 2021

 ROMPER COM O PASSADO, CONSTRUIR O FUTURO.

 Afinal a acusação de radicalismo que se difunde na «praça» não é bem a realidade quando se fala de apoios a futuras alternativas governativas. Será que os erros do passado não podem ser corrigidos? (José Manuel Durão Barroso) que diga-se de passagem não é modelo de virtudes para ninguém, começou a sua carreira política num partido extremista, (PCTP/MRPP) e chegou onde chegou! Será que chega a altura de mudar radicalmente o modelo de regime alterando o paradigma político dentro da sã e normal democracia? Muitos dos abusos e crimes contra a cidadania deverão servir de exemplo para alterar todo o panorama político em Portugal, a começar pelo protagonismo, a arrogância, a prepotência e a corrupção. Temos de criar consciência aos cidadãos e trazere-los à participação activa na evolução do regime onde a liberdade possa ser o padrão e o ingrediente de motivação que possamos acreditar que é possível fazer mais e melhor em democracia. Num país onde as acusações contra quem mais rouba ou fez pior, é o modo e a arma de combate entre antagonistas políticos, porque não começar a fazer mais e melhor em benefício das maiorias, cansadas, exploradas, ludibriadas, iludidas, massacradas e castigadas. Será que ser da oposição é ser radicalmente do contra, do bota abaixo, mesmo que isso custe aos cidadãos a sua liberdade, o hipotecar do futuro e o perpetuar da injustiça? Chegou a hora de começar a alterar a mentalidade dum povo cansado de injustiça, onde à quase um século tem servido de joguete duma elite que ainda não percebeu que: quanto mais pobres houverem, mais difícil será manter os cada vez menos cidadãos ricos cada vez a serem mais ricos. Porque um país só será grande e próspero, quando houver incentivo á produtividade, educação e cultura aos cidadãos, dignidade e respeito pelos valores da sociedade e equidade na justiça. Será que é esta a grande oportunidade de consciencializar os cidadãos para construir um futuro digno e aspirara um Portugal com justiça. Comentário na página ferry o ano inteiro. 2/06/2021


Temos que continuar na senda da luta pela dignidade das pessoas, pelos valores da sociedade e pelo pilar dessa mesma sociedade que são as famílias. Educar as populações para o respeito e integridade de eventuais minorias, isso não implica que essas minorias passem a ser predominantes a avassaladas. O suporte duma sociedade equilibrada será sempre a família, a educação, a justiça e a preservação dos seus intrínsecos valores. Comentário na página Miguel Macedo 28/06/2021

sexta-feira, 18 de junho de 2021

                                                                      Fora de jogo

Enquanto andamos animados e até um tanto ou quanto distraídos pelo futebol, a paixão enorme duma grande maioria de portugueses, os nossos governantes continuam na sua saga de castigar-nos com atentados á nossa liberdade e assaltos ao nossos bolsos. São as denuncias de envio de dados pessoais por parte do presidente da C.M. de Lisboa de três ativistas que frente à embaixada protestavam pela libertação do líder da oposição Alexey Navalny para as autoridades Russas. Mais recentemente o agravamento da pandemia na capital e por conseguinte as restrições impostas novamente; Estará a liberdade de expressão posta em causa? aprova-se uma lei 27/2021 Carta Portuguesa de Direitos Humanos na Era Digital, que «regula» e coarta a liberdade de expressão, passando quase despercebida ao cidadão comum. Mas entretanto no que a economia diz respeito essa está a ficar cada vez mais crítica. Parece que a bazuca já vem a caminho e os guardiãs dos planos da pólvora estão com as malas oleadas para uma nova investida. Os combustíveis não param de aumentar e prepara-se aumentos na eletricidade de si os mais caros da UE, agravando cada vez mais a já catastrófica economia nacional, e condicionando a cada dia que passa o nosso enferrujado desenvolvimento. Enquanto continuamos a sofrer as agruras da corrupção, já proliferam pela cidade a venda de imagens de bem feitores e salvadores da pátria que andam a 47 anos vendendo promessas, iludindo o povo com obras muitas delas inúteis ou de utilidade duvidosa, mas que na realidade muito benefício trouxe a quem as projetou e as executou. Andamos nesta serie de remates a rasar o poste, faltas duvidosas, penaltis inventados, mas continuamos eternamente fora de jogo. Pois é neste jogo político que infelizmente a falta de cultura democrática do nosso povo continua indiferente e tolerante, a sustentar a sua própria miséria com a sua insistente ignorância. Quando os beneficiários do regime esforçam-se para manterem os tachos conduzindo mansamente o rebanho, quando os dependentes do modelo de subsidiodependencia criado para comprar a consciência duma parte da população ingenuamente manipulada, mais de 50% continua de costas viradas à participação da democracia. Será que essa franja do eleitorado talvez indignada e até revoltada, não se sente de certa forma cúmplice da desgraça que nos assola? porque definitivamente não é com abstenção que iremos combater a corrupção. Depois de todos estes anos a nos (venderem) mentiras, temos uma enorme dificuldade em ver a verdade. Será que não podemos ambicionar um novo modelo de democracia mais decente? Reparem que para mudar não será necessário estar contra ninguém, porque raio temos de continuara a sustentar um regime corrupto não nos sentido capazes de alterar o paradigma político da nossa terra? Afinal porque parece que confundimos política com futebol onde a hegemonia dos grandes parece perpetuar-se da mesma forma permitimos que os grandes corrutos se perpetuem no poder, quando á muito já deveríamos ter encetado outras alternativas. É hora de dizer chega de  ingenuidade, de indiferença, de tolerância e de injustiças, queremos acreditar que com a coragem e determinação dos que se sentem injustiçados, indignados e revoltados é possível fazer mais e melhor. Iremos comemorar em breve o dia da cidade, os cidadãos perderam a confiança neste regime, e continuar calado aprofundará mais a cumplicidade do desastre político em que estamos mergulhados, temos de passar para outra margem. Os que acharem que estando de acordo com o actual modo como a política desta terra foi conduzida nestas mais de 4 décadas, estejam à vontade para continuar a dar o seu aval a esta lastimosa maneira de gerir os destinos deste povo, agora! aquela maioria que se sente cansada de suportar o jugo da injustiça, acho que é hora de dizer chega para não ser sempre apanhada fora de jogo. O nosso silencio e indiferença irá perpetuar a nossa miséria, chega: Portugal quer justiça, Porque a democracia e a liberdade permite-nos alterar o rumo do futuro, está nas vossas mãos.

 

quinta-feira, 3 de junho de 2021

                            Chega o momento em que temos de mudar

Como podemos depositar confiança no futuro conduzidos por quem  construiu no passado o modelo que deu azo à catástrofe do presente? Ao longo de 47 anos de «democracia» aceitamos de maneira ingénua a destruição progressiva da nossa economia. Acham que este tipo de políticos merecem continuar sempre à frente duma governação que deixou o país e a região na mendicidade? Constantes medidas erradas conduziram o país à ruina que nos assola. Pagaram para abater a frota pesqueira, agora houve-se dizer que urge a necessidade da sua renovação. Construímos um modelo de educação que fez com que os quadros de maior relevância tiveram de abandonar o país para poderem sobreviver, sobrepondo a partidocracia à meritocracia. Apostou-se num modelo de (justiça) que transformou o nosso país no mais corrupto da UE e um dos piores do mundo. Condena-se por chamar bandido ao bandido, e os criminosos e os corruptos ficam ilibados do crime. Um sistema de saúde onde se não fossem os hospitais construídos antes do 25 de Abril, não sei se estaríamos vivos agora. Com mais de um milhão e meio de consultas adiadas e mais a 150 mil cirurgias em espera, parece que nada acontece, enquanto as estatísticas se focam apenas nos números da pandemia. Na defesa nacional as situações de imigração ilegal é suportada por apoios governamentais, enquanto existem portugueses que trabalharam toda uma vida a sobreviverem com pensões de miséria, mais de 2 milhões de portugueses a sobreviverem no limiar da pobreza. Chefias e deputados a receberem vencimentos que envergonham profissionais de primeira linha; médicos, enfermeiros, professores, agentes da autoridade (polícias), bombeiros, enfim! Numa sociedade onde se retarda cada vez mais a formação dos jovens para o trabalho, considerando que são muto jovens para trabalhar, mas que aos 50 são muito novos para se reformarem ou muito velhos para conseguirem um novo emprego caso estejam na situação de desempregados. Num país da subsidiodependência suporta uma economia sustentada por serviços onde a produtividade básica foi relegada para segundo plano, que espera agora este povo depois desta prova de fogo à nossa economia estagnada à mais dum ano, com um défice que ultrapassa todos os recordes, atinge os 275 MIL MILHÕES de €  e uma dívida pública que ultrapassa os 131%. Vivemos de mão estendida tal qual mendigo perante as sucessivas e desastrosas governações. Pensar que 60% do fruto do nosso trabalho é-nos surripiado direta ou indiretamente pelo estado castrador. Mas este povo tolerante e indiferente que não acredita neste regime, pois mais de 60% não vota, sustenta a sua própria miséria com a sua ignorância,  mas acha que serão estes mesmo que com novas promessa continuarão a tentar resolver esta dramática situação. É tão criminoso quem rouba ao povo, como o que coloca a governar os cúmplices e promotores desse crime. Precisamos de um povo com a coragem e a determinação em mudar o rumo a esta defunta democracia. Ressuscitar a democracia, restaurar a liberdade, repor a equidade na justiça, restituir os valores básicos da sociedade. Alguém um dia falou em mudança intitulando-a de revolução tranquila. Que maior tranquilidade seria a mudança desta democracia se o povo mudasse de atitude na hora de eleger os seus futuros governantes, pois não será com a abstenção que porá fim a esta pouca vergonha em que se converteu a corrupção. O reivindicar de todas estas situações  não nos torna de extremistas muito menos de reacionários, apenas decididos a reivindicar o que de direito numa verdadeira sociedade democrática. Chega o dia em que temos de mudar para uma nova forma de fazer política, pois será com uma mudança de atitude que precisamos para que tudo mude, vamos deixar de lado o (conforto) e o comodismo pois temos de ser determinados e decididos; Pois Portugal que justiça.