ROMPER COM O PASSADO, CONSTRUIR O FUTURO.
Afinal a acusação de radicalismo que se difunde na «praça» não é bem a realidade quando se fala de apoios a futuras alternativas governativas. Será que os erros do passado não podem ser corrigidos? (José Manuel Durão Barroso) que diga-se de passagem não é modelo de virtudes para ninguém, começou a sua carreira política num partido extremista, (PCTP/MRPP) e chegou onde chegou! Será que chega a altura de mudar radicalmente o modelo de regime alterando o paradigma político dentro da sã e normal democracia? Muitos dos abusos e crimes contra a cidadania deverão servir de exemplo para alterar todo o panorama político em Portugal, a começar pelo protagonismo, a arrogância, a prepotência e a corrupção. Temos de criar consciência aos cidadãos e trazere-los à participação activa na evolução do regime onde a liberdade possa ser o padrão e o ingrediente de motivação que possamos acreditar que é possível fazer mais e melhor em democracia. Num país onde as acusações contra quem mais rouba ou fez pior, é o modo e a arma de combate entre antagonistas políticos, porque não começar a fazer mais e melhor em benefício das maiorias, cansadas, exploradas, ludibriadas, iludidas, massacradas e castigadas. Será que ser da oposição é ser radicalmente do contra, do bota abaixo, mesmo que isso custe aos cidadãos a sua liberdade, o hipotecar do futuro e o perpetuar da injustiça? Chegou a hora de começar a alterar a mentalidade dum povo cansado de injustiça, onde à quase um século tem servido de joguete duma elite que ainda não percebeu que: quanto mais pobres houverem, mais difícil será manter os cada vez menos cidadãos ricos cada vez a serem mais ricos. Porque um país só será grande e próspero, quando houver incentivo á produtividade, educação e cultura aos cidadãos, dignidade e respeito pelos valores da sociedade e equidade na justiça. Será que é esta a grande oportunidade de consciencializar os cidadãos para construir um futuro digno e aspirara um Portugal com justiça. Comentário na página ferry o ano inteiro. 2/06/2021
Temos que continuar na senda da luta pela dignidade das pessoas, pelos valores da sociedade e pelo pilar dessa mesma sociedade que são as famílias. Educar as populações para o respeito e integridade de eventuais minorias, isso não implica que essas minorias passem a ser predominantes a avassaladas. O suporte duma sociedade equilibrada será sempre a família, a educação, a justiça e a preservação dos seus intrínsecos valores. Comentário na página Miguel Macedo 28/06/2021