sábado, 21 de dezembro de 2024

 COMENTÁRIO AO J.P.P.

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COMENTÁRIO A ESTA PUBLICAÇÃO.

Se isto tivesse acontecimento a nível nacional seria catalogado de "Golpe de estado democrático" derruba governo eleito. É pena que os autores dessa «proeza» venham conquistar os loros quando na realidade são os cúmplices de toda esta encenada peça de teatro. Em futebol as equipas designadas de topo " os grandes", têm uma equipa satélite ou a equipa B. o PSD-Madeira sequestrou um partido de destaque e de direita e criou recentemente a sua equipa satélite, o CHEGA-Madeira liderado por Miguel Castro e coadjuvados por Francisco Gomes, foram os emissários do PSD para dar relevo e alternativa aos PSD- anti-Albuquerque. Tiraram do caminho todos os militantes genuínos, gente que nunca tinha sido político mas que acreditou nesse projeto, traindo na maioria esses cidadãos. Os 12.541 votos 9,23% do eleitorado, corresponde em boa parte de abstencionistas que viram a possibilidade de mudar o sistema e isso até seria a grande oportunidade desperdiçada com a cumplicidade na eleição do presidente Da Assembleia Regional, da aprovação dum orçamento e viabilização dum governo liderado por um arguido, cuja continuação viu-se 5 dos 8 secretários desse mesmo governo serem acusado de corrupção e constituídos arguidos. Aquilo que nunca deveria ter acontecido e que os que prometeram combater a corrupção e o amiguismo, que afirmaram taxativamente que com Miguel Albuquerque não é não, foram levar a região a esta situação, traindo o seu eleitorado. è preciso coragem para por a nu todos estes esquemas encenados por pessoas que deixam muitas dúvidas pela sua seriedade e honestidade. Os nossos adversários nunca serão nossos inimigos, apenas percorrem outros caminhos talvez para conseguirem os mesmo nossos objetivos, o de devolver a credibilidade à classe política e a democracia aos cidadãos comuns e genuínos, porque esta gente não querem cidadãos como nós na Assembleia Regional.

Mensagem ao Presidente do CHEGA-Madeira.  Por discordar não preciso andar a dizer mal e ofender ninguém, esse nunca será a minha posição. Por ter-me sentido tão desvalorizado, usado e (humilhado) em detrimento daqueles que prestam vassalagem mesmo indo em contra os seus princípios, não posso aceitar concordar com o que vai em contra dos meus, mas continuo a respeitar as pessoas independentemente das sua pretensões. as minhas estão plenamente definidas, continuar a luta contra a corrupção, o compadrio, o oportunismo e a mentira com uma vontade enorme de servir aqueles que tal como eu não se sentem representados. Porque o espaço que conquistei por mérito próprio, dificilmente o perderei por imposição de regras ou disciplinas partidária. Continuo firme aos valores e princípio que acredito e defendo de forma acérrima como comuniquei ao presidente André Ventura, sou anti-partidos políticos na forma como encaram a democracia, talvez por isso a minha incompatibilidade e fico eternamente grato pela oportunidade que me foi dada. Porque para mim democracia e política não é isto nem isto é o fim da democracia. Votos de sucesso com o mérito como prémio. Porque a verdade tarda mas CHEGA. Cordiais cumprimentos.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2024

                                        Um SMS do pai Natal   

Depois de definidas as situações no que a política diz respeito, orçamento chumbado, governo derrubado com a moção de censura, este Nata não poderia ter sido a melhor prenda para os madeirenses. Ao menos vamos ter um tema de conversa para as reuniões de familiares e amigos nesta quadra onde esses encontros se propiciam. No que a políticos e partidos diz respeito, será talvez o aproveitar esta época de fraternidade e amor para por em ordem as soluções para o futuro político que se avizinham. Visto o arquipélago da Madeira voltar a conquistar, pelo décimo ano consecutivo  o prestigiante título de Melhor destino turístico Insular do Mundo 2024 nos World Travel Awards, como curiosidade minha, enviei um amigo português que atualmente vive no estrangeiro a visitar a Madeira nesta época Natalícia, recebe-o e se puderes mostra-lhe as belezas, as iguarias e os costumes da tua terra. Ora lembrei-me de o levar a passear pela placa Central do Funchal onde de forma resumida poderia aperceber-se de como nós madeirenses vivemos esta época festiva. Ás tantas, entre tanta animação e mostras de hábitos e costume não poderia faltar um convite para saboreara a nossa tradicional e deliciosa poncha visto que serviria de aperitivo para o almoço que se perspetivava. Quando de repente depara-see o meu convidado com uma bebida confecionada base de Vodka, logo perguntou: será porque venho de fora acham que para mim deveria ser confecionada com esse ingrediente, ou o vosso aguardente já escasseia devido a que tive conhecimento que a vossa produção de cana de açúcar está a regredir. Nem tive argumentos para responder, e pensar que ia-mos pagar 5 euros por uma bebida que os estrangeiros trazem os ingredientes da sua terra!

sexta-feira, 13 de dezembro de 2024

                                                O meu amigo secreto

Para quem anseia ser grande, anda à procura de mediatização e protagonismo, vive na ambição de querer ser o maior ignorando a simplicidade e pondo de lado o mais importante, a humildade, este é um texto sobre a inveja inútil, destrutiva, miserável, asquerosa, aquela que nos faz querer rebaixar quem está onde nós gostaríamos de estar, aquela que nos faz querer atacar quem tem o que nós gostaríamos de ter, aquela que nos faz celebrar o que corre mal a quem tem o talento que nós gostaríamos de ter, a que nos faz vibrar com as derrotas dos nossos adversários, os fracassos dos nossos opositores e as calamidades dos nossos inimigos. Essa é a inveja que por todo o lado, nos comentários, conversas, nas redes sociais, nas ruas, à socapa ou em público, mais temos visto nos últimos tempos sobre aqueles que muito à custa do seu empenho, trabalho, dedicação e esforço conseguem ser grandes. Uma inveja dos pequeninos, que só os pequeninos insignificantes sentem — e que os diminuí ainda mais, que os deixa carcomidos, minúsculos, meros parasitas. Porque acho que se apenas trocar-mos o comportamento por atitude, se interpretarmos inveja trocando-a por motivação, poderemos encontrar a fórmula de em todo conseguirmos mudar o mundo e aqueles que à nossa volta acham-se superiores a nós.

Eu prefiro a outra inveja, a boa, a útil, a «inveja» dos grandes. A que me faz olhar para quem fez o que eu gostaria de ter feito, para quem conseguiu o que eu gostaria de ter conseguido, a que me motive ser cada vez melhor para poder atingir esse patamar (envejado) e tentar eu mesmo fazer o que alguém um dia gostará de ter feito, e tentar eu mesmo conseguir algo que alguém um dia gostará de ter conseguido. A inveja que me faz acreditar mais em mim, que me faz pensar que se ele conseguiu eu também posso conseguir com o meu empenho, trabalho, esforço, dedicação e honestidade. A inveja que me faz aplaudir quem invejo, admirar quem invejo, inspirar-me em quem invejo, aprender com quem invejo: crescer com quem invejo. Porque, desenganem-se, não é a inveja que é uma coisa feia; é o que fazemos com ela.

domingo, 8 de dezembro de 2024

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Será que combater André Ventura é fazer o jogo da extrema esquerda e adiar o futuro duma alternativa à direita? Goste-se ou não, Há um facto que terá de ser reconhecido independentemente dos vínculos para os quais André Ventura venha a estar comprometido. Tem feito um trabalho notável para desmascarar as vigarices, falcatruas e roubos que o Socialismo tem perpetrado ao longo destes 50 anos de democracia na tentativa de erradicar a esquerda do poder e arrasar com o Socialismo. Fez renascer a esperança, a coragem para resgatar e despertar a tímida e moribunda direita em Portugal. Despertou o interesses da população para o debate político e o ataque acérrimo à corrupção. Não será por acaso que se tornou no inimigo do sistema e o alvo a abater pelos adversários políticos e pela comunicação social. Se estará a proteger ou a ser protegido por algum setor, isso não lhe deixa qualquer impedimento em se tronar no líder que pretende restaurar a democracia em Portugal e restituir a esperança dos portugueses para nos livramos das garras do Socialismo. Só por isso tem o mérito de singrar na política em Portugal, coragem e determinação precisam-se e o povo ditará inteligentemente o futuro da nação. As mudanças são cíclicas e para o bem ou para o mal a coragem para mudar dará o seu fruto. Pena é que por detrás da mediática e carismática imagem se refugiem muitos oportunistas, malabaristas, vigaristas e corruptos e outros que utilizam essa imagem para benefícios pessoais, e os invejosos cujo sentimento é o de denegrir alguém que possa vir a ser a solução para os problemas criados ao longo de 50 anos de falsa democracia e que tentam sequestrar o seu projeto e a forte mediatização de um dos melhores oradores políticos em Portugal nas últimas décadas. Eu também já fui traído por esses oportunistas infelizmente. O passo a seguir será o de combater os oportunistas para que um projeto alternativo possa vingar unindo os portugueses à volta de uma alternativa. Mas lutar contra um projeto alternativo que venha abrir caminho para uma nova forma de fazer política e uma nova maneira de estar em democracia, será trair a esperança de milhões de portugueses indignados revoltados, desiludidos e defraudados, pois não foi este o modelo de democracia que o povo sonhou com o 25 de Abril. Poderá até nem ser a solução, mas será que se formos suficientemente inteligentes teremos um caminho aberto para preparar o futuro da democracia em liberdade?    

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 Não é possível concorrer à assembleia Regional como movimento de cidadãos, mas existem outras alternativas, MUDAR é preciso. Haverá coragem da sociedade civil aceitar o desafio de Alberto João Jardim e criar uma alternativa de cidadãos contestatários do regime, indignados, revoltados, desiludidos, defraudados, numa sociedade onde os cidadãos comuns continuam a evidenciar a falta de cultura democrática. Os cidadãos já não acreditam neste regime, não é por acaso que quase 50% não votam, os abstencionistas são o maior partido e antes de ser oposição são a autêntica contestação a um regime que perdeu toda e qualquer credibilidade, e o regime definitivamente descredibilizou de tal forma o regime que ninguém quer pegar num sistema condenado a se transformar numa autentica fraude à liberdade conquistada. A democracia arrisca-se a condenar a liberdade ao não permitir os cidadãos comuns e genuínos na Assembleia Regional e permitir a democracia dos cidadãos. Onde andam os corajosos?


CONTACTO PARTIDO ALINAÇA Madeira. 

https://www.facebook.com/paulo.lamylaranjeira?__cft__[0]=AZXIXlOdNa7hmtD9ndkCn7q_EO4rcpPmAr3uOfUJN55L0QKdIoR-y22L_AAl8H9N6xR3MdRgUlhVBLOwlyCQ88MPy2bbqVYv5-KaJxrKRlMqF3TV3ABAivj2j0GQF-yqT2sHNbL82gr0x7vKcuCb3LfXW7uelb_7Pb58DNn0IkOpQmCDK93GglRtFgOWb4SBtU8RAsMkE7_8Fl4yecK3PxhM&__tn__=-UC%2CP-R

sexta-feira, 6 de dezembro de 2024

                             Haverá algum ídolo plantador de batatas?

Ás vezes dou por mim a pensar o que vai na cabeça dos nossos jovens. Todos querem ser cantores famosos porque aparentemente dá-lhes protagonismos ( aliás parece o vírus do século), toda a gente os conhece, falam deles, nas redes sociais são idolatrados, nos meios de comunicação são autênticos (deuses). Parece que a imagem que se pretende passar dos cantores, artistas, futebolistas, enfim todos esses ídolos modernos servem de modelo e motivação para que a nossa juventude sinta-se impulsionada e motivada para enveredar por essas carreiras. Qual não será a criança que pretende ser um dia Cristiano Ronaldo? E pensar que até existem pessoas que através das redes sociais ganham dinheiro e são denominados de influencers. Mas será que esse tipo de atitude garante-lhes algum futuro? Dificilmente se promovem cientistas, empresários com dignidade e sucesso, investigadores, enfim um sem número de profissionais que poderia e deveriam ser modelo para os nossos jovens e promovida as suas capacidades e o seu sucesso servindo de motivação a muita gente. O grande incentivo é sempre apresentado pelo sucesso e os dividendos que possam vir a beneficiar e nisso os meios de comunicação são exímios e promotores desses modelos colocando de lado tantos e tantos meios de sucesso profissional. A falta de mão de obra qualificada, de profissionais de diversas áreas, pedreiros, carpinteiros, pintores, mecânicos, eletricistas, enfim todas essas profissões essenciais no dia a dia das pessoas, raramente se vêm jovens motivados para essas áreas o que à partida parece ser até um tanto ou quanto depreciativo, inferiorizante e até insultuoso quando alguém opta por essas profissões. Para não falar de pescadores, agricultores que aí sim, jamais um povo será livre e autónomo se não produzir minimamente aquilo que consome, carne, peixe, legumes, hortaliças, frutas etc., bens essenciais para a sua sobrevivência. Porque até aqui os governantes nunca se preocuparam na verdadeira formação profissional básica da sociedade, porque progressivamente foi sendo desvalorizada e de certa forma foi ultrajante e menosprezada essas opções, agora reclama-se a falta de mão de obra é um caso calamitoso, o aumento dos preços dos bens essenciais são cada dia mais agravados, e pasmem-se! ainda esta semana soube-se que a Câmara Municipal de Lisboa criou um plano (PMPSSA) aprovado a 28 de maio deste ano, para tentar solucionar o problema de sem abrigo, mas não os que deambulam vulgarmente pela cidade, nada disso, pessoas que trabalham mas que não conseguem ter meios de suportar os custos duma vivenda para si e a sua família «trabalhadores sem abrigo». è caso para dizer: até onde a nossa sociedade continuará a ser indiferente perante este tipo de flagelo que 50 anos de suposta democracia continuam a promover a miséria e cada vez mais fomentar a pobreza. Não é que até os concursos televisivos e as casas de apostas incentivam ao dinheiro fácil num país onde mais de 3,5 milhões são pensionistas, 8,5% dos jovens não estudam e não trabalham, de 1 milhão e cem mil deles entre os 15 e 24 anos, ou seja 50% da população depende da restante para sobreviver.  Uns trabalham para sustentar aqueles que nada produzem, qual será o futuro da nação?

terça-feira, 19 de novembro de 2024

 Respostas aos comentário do DN-Madeira 19/11

A construção do cidadão novo passa por: incutir nos que até aqui apenas e tão só se preocuparam com o seu bem estar pessoal, vivem exclusivamente para os seus interesses pessoais, onde predomina o egoísmo, a ganância e a soberba em serem donos do protagonismo a todo custo mesmo que isso prejudique a maioria dos cidadãos. Formar os cidadão para a democracia, pessoas que de forma livre e emotiva assumam as suas responsabilidades sendo úteis a si, à sua família e ao país. Não precisa aborto e eutanásia nem controle da natalidade, apenas e tão só consciência cívica, na luta pela dignidade e a vida.

Imagine que surgia um líder com a coragem de por fim a uma realidade inalienável, "A corrupção"? Um líder que recrutasse na sociedade civil pessoas integras que tivessem como princípio base, servir o país. Pesssoas desprendidas de egoísmo, protagonismo e vaidade, apenas com vontade de mudar o rumo político do país. Será que não é possível? Qual a razão de que muitas pessoas não querem agarrar a política? Para não se confundirem com aqueles que até aqui descredibilizaram uma missão que deveria ser a mais digna de todas, a de servir o país e os cidadãos. A classe política ao longo destes 50 anos de democracia adotou como sinónimo de ladrão; o político! Quando deveria ser pessoa com vontade de servir a nação. São pessoas que à partida para se manterem no sistema abdicam dos seus princípios, gente sem verticalidade e hombridade, pessoas que cedem à primeira sedução, claudicam no primeiro obstáculo. Razões mais do que suficientes para continuar a afirmar, esta classe política não quer cidadãos como nós num parlamento, a representatividade que assumiriamos tornar-se-ia numa verdadeira ameaça ao sistema em vigor.

domingo, 17 de novembro de 2024

Democracia 100 partidos!

A primeira página do DN- Madeira do dia 17/11 despertou-me para uma realidade! A subsequente rejeição dos partidos por parte dos jovens e da sociedade civil em geral, deve-se em boa parte à lastimosa e degradante atuação dos partidos políticos ao longo de 50 anos de democracia. Percebeu-se que essas organizações até agora só serviram para estar ao dispor dos grupos que controlam governos, governantes e governações. As populações em nada beneficiam dum estado onde os partidos nestas democracias ditas representativas, que em nada têm representado até aqui, a resolução das necessidades básicas dos cidadãos. Foi isso que a constituição socialista fez com o 25 de Abril, uma sociedade cada vez mais dependente do estado, cujo estado em vez de ser todos são apenas alguns, os defensores do sistema, aqueles que usaram a liberdade para sequestrar a democracia. O consequente surgimento de novos partidos só tem contribuído para a divisão dos cidadãos e a desintegração duma sociedade sem cultura democrática.
Como dizem os cidadãos comuns; mais um! Não tarda nada e seremos 10 milhões de partidos políticos, um por cada português.Quanto mais dividir, mais o sistema se perpetua,os oportunistas vingam e a corrupção arrasta-se e é cada vez mais pretendida e desejada.  Precisamos de unidade, de gente sem vícios, sem pretenções pessoais, sem o culto do protagonismo, apenas e tão só com vontade de servir, do tipo militar voluntárioso que leva no coração o seu país e o seu povo como ÚNICO objetivo no seu propósito e de trabalhar em prol desse povo com seu verdadeiro ideal, construir uma sociedade mais unida, justa, com equidade e livre. Deixemos o protagonismo, as ideologias e o individualismo de lado e vamos partir para uma nova forma de fazer política e uma nova maneira de estar em democracia. Seriedade, honestidade, idoneidade e vontade de servir. Se queremos um mundo melhor, um país melhor, será necessário criar as condições para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos. Teremos nós os cidadãos de começar o processo alterando o nosso comportamento e a nossa atitude perante a sociedade. Será que no meio de tanta gente boa, não encontraremos alguém com vontade de devolver a liberdade aos cidadãos, a responsabilidade aos gestores e a esperança ao povo? Porque a liberdade exige responsabilidade e isso elevá-los como seres humanos, responsáveis e livres. Quando diria que: temos de construir um cidadão novo para depois esperar que a sociedade no seu todo possa MUDAR.  

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Política 100 partidos!

A primeira página do DN- Madeira do dia 17/11 despertou-me para uma realidade! A subsequente rejeição dos partidos por parte dos jovens e da sociedade civil em geral, deve-se em boa parte à lastimosa e degradante atuação dos partidos políticos ao longo de 50 anos de democracia. Percebeu-se que essas organizações até agora só serviram para estar ao dispor dos grupos que controlam governos, governantes e governações. As populações em nada beneficiam dum estado onde os partidos nestas democracias ditas representativas, que em nada têm representado até aqui, a resolução das necessidades básicas dos cidadãos. Foi isso que a constituição socialista fez com o 25 de Abril, uma sociedade cada vez mais dependente do estado, cujo estado em vez de ser todos são apenas alguns, os defensores do sistema, aqueles que usaram a liberdade para sequestrar a democracia. O consequente surgimento de novos partidos só tem contribuído para a divisão dos cidadãos e a desintegração duma sociedade sem cultura democrática.
Como dizem os cidadãos comuns; mais um! Não tarda nada e seremos 10 milhões de partidos políticos, um por cada português. Quanto mais dividir, mais o sistema se perpetua, os oportunistas vingam e a corrupção arrasta-se e é cada vez mais pretendida e desejada.  Precisamos de unidade, de gente sem vícios, sem pretensões pessoais, sem o culto do protagonismo, apenas e tão só com vontade de servir, do tipo militar voluntarioso que leva no coração o seu país e o seu povo como ÚNICO objetivo no seu propósito e de trabalhar em prol desse povo com seu verdadeiro ideal, construir uma sociedade mais unida, justa, com equidade e livre. Deixemos o protagonismo, as ideologias e o individualismo de lado e vamos partir para uma nova forma de fazer política e uma nova maneira de estar em democracia. Seriedade, honestidade, idoneidade e vontade de servir. Se queremos um mundo melhor, um país melhor, será necessário criar as condições para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos. Teremos nós os cidadãos de começar o processo alterando o nosso comportamento e a nossa atitude perante a sociedade. Será que no meio de tanta gente boa, não encontraremos alguém com vontade de devolver a liberdade aos cidadãos, a responsabilidade aos gestores e a esperança ao povo? Porque a liberdade exige responsabilidade e isso elevá-los como seres humanos, responsáveis e livres. Quando diria que: temos de construir um cidadão novo para depois esperar que a sociedade no seu todo possa MUDAR.

Obs. Publicar como A. J. Ferreira. Grato pela oportunidade, cordiais cumprimentos.

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terça-feira, 29 de outubro de 2024

                             Emoção, emissão, missão e omissão

Quando mantemos a emoção (agitação popular) que criamos à volta duma qualquer situação, achamo-nos capazes de avaliar o porque deste estado emocional em relação ao caso. Isto a propósito da decisão do aprovação da proposta duma moção de censura ao governo do PSD-Madeira liderado por Miguel Albuquerque e viabilizado por quem se auto intitulava de combatentes da corrupção e do compadrio, que a Madeira tinha de mudar e que em última instância afirmariam que com Miguel Albuquerque não é não. A emissão (Ato ou efeito de emitir) dessa proposta vem em zig zag sendo posta em caus ora porque a direção regional aguarda uma resolução da evolução das (suspeitas de corrupção), mesmo que a Direção Nacional sugira a apresentação da dita proposta de moção de censura. A missão (Encargo, incumbência desempenho de um dever) que a todos se propunha seria o concluir dos princípios pelos quais 12.500 eleitores confiaram o seu voto daí que a omissão desses princípios pôs em causa toda e qualquer credibilidade conquistada ao longo dum curto período de vida dum partido que tinha tudo para ser a esperança de mais de 125 mil madeirenses abstencionistas que já não acreditam neste modelo de democracia onde a corrupção e o compadrio parece ter sido definitivamente a formula encontrada para perpetuar uma forma de governação que em nada dignifica aquilo que poderíamos continuar a designar de democracia. Porque a omissão (Ausência de ação ou reação, inércia) das razões pelas quais tudo se manterá tal qual como está, leva a que os madeirenses e Portosantenses continuarem a afirma que já CHEGA  de demagogia, hipocrisia, injustiça, oportunismo e sobre tudo de traição aos princípios pelos quais muitos estamos esperançados em que não morreu a oportunidade, apenas aguarda pela submissão aos valores e princípios que muitos de nós continuamos a acreditar e a defender. Na eminência da possível dissolução do governo e novas eleições, ou eventualmente da demissão do seu líder e possível substituição da equipa, qual desta soluções chega para resolver esta confusão política gerada pela falta de coragem, irresponsabilidade e incoerência. Porque há quem continue a achar que a política é assim, mas política para o cidadão comum que sofre com este modelo, a política não é nada disto.

sábado, 26 de outubro de 2024

Resposta a João Paulo Batalha

Quer dizer que: é verdade, muitas vezes não se deve dizer aquilo que se pensa partindo do politicamente correto, mas será que o Mamadu Bah dizer que polícia bom é polícia morte é promover a paz e a Concórdia. Será que protestar é incendiar os bens públicos, pondo em causa a segurança e o património dos cidadãos que pagamos impostos? Será que as TV's e os restantes meios de comunicação promovendo a condenação dos agentes da autoridade   e condenando e crucificando os agentes que arriscam as suas vidas só defenderem os cidadãos é que é justo. Por favor! a violência é a expressão da alma dos sem razão. B@ndido só é bom depois de sair do meio da sociedade e ir para o lugar onde deve estar. Não podemos continuar tolerantes e indiferentes ao que se passa no nosso país, corremos o risco de nos tornarmos cúmplices da nossa desgraça, miséria e extinção como povo. Um bem haja pelo vosso louvável trabalho. Cordiais cumprimentos.

quinta-feira, 24 de outubro de 2024

sexta-feira, 18 de outubro de 2024

Foi isso que a constituição socialista fez com o 25 de Abril, uma sociedade cada vez mais dependente do estado, cujo estado em vez de ser todos são apenas alguns, os defensores do sistema, aqueles que usaram a liberdade para sequestrar a democracia. COMENTÁRIO EM RELAÇÃO À FORMAÇÃO DUM NOVO PARTIDO LIBERAL SOCIAL.
Como dizem os cidadãos comuns; mais um! Não tarda nada e seremos 10 milhões de partidos políticos, um por cada português.Quanto mais dividir, mais o sistema se perpetua,os oportunistas vinham e a corrupção arrasta-se e é cada vez mais pretendida e desejada.  Precisamos de unidade, de gente sem vícios, sem pretenções pessoais, sem o culto do protagonismo, apenas e tão só com vontade de servir, do tipo militar voluntário que leva o país e o seu povo como ÚNICO objetivo no seu propósito e e trabalhar em prol desse povo com seu verdadeiro ideal, construir uma sociedade mais unida, justa, com equidade e livre. Deixemos o protagonismo, as ideologias e o individualismo de lado e vamos partir para uma nova forma de fazer política e uma nova maneira de estar em democracia. Seriedade, honestidade, idoneidade e vontade de servir. Se queremos um mundo melhor, um país melhor será necessário criar as condições para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos. Teremos nós os cidadãos de começar o processo alterando o nosso comportamento e a nossa atitude perante a sociedade. Quando diria que: temos de construir um cidadão novo para depois esperar que a sociedade no seu todo possa MUDAR.

quinta-feira, 17 de outubro de 2024

 Inscrição de militantes.

Efetivamente, e nada a opor a essa situação, mas se em vez da (ânsia) de crescimento rápido, tinham acautelado os lugares a atribuir em listas de candidaturas em vez de colocar qualquer um para, como se diz na gíria (encher chouriços) e logo atrás vêm os oportunistas aparecer na primeira linha. Falo da situação concreta que aconteceu na R.A. da Madeira, onde os militantes genuínos fomos usados e logo relegados para deixar à frente os amigos e comparsas do presidente e do seu assessor. Foi degradante o que aqui se passou. Resultado!  a debandada dos militantes que estavam contra esta direção que eram muitos mais dos que votaram na lista {vencedora} e agora é ver o (sumo pontífice) presidente da direção regional a bloquear na página oficial tudo quem comenta ou opina contra. Isto não é democracia, aliás foi isso que Miguel Castro disse, nos partidos não há democracia. Essa é a razão da minha luta, (sequestrar) um partido político para devolver a democracia aos cidadãos, foi isso que disse cara a cara a André Ventura na primeira vez que troquei algumas palavras com ele, o homem ficou de boca  aberta, pois continuo a ser anti- partidos políticos.

sexta-feira, 11 de outubro de 2024

NAVEGANDO NUM UNIVERSO SALGADO

 Quando a liberdade chega a um estado de decomposição, a democracia em estado de putrefação, o que poderemos esperar no futuro da nação e do seu povo?. Para os que se acham incapazes de construir as suas vidas, para os que não conseguem se libertar da dependência do estado, para os que defendem que um estado deve controlar e supervisionar as capacidades de cada cidadão, será que encontraremos na democracia as respostas para todas estas questões? Concretamente os casos de justiça no nosso país, as sucessivas situações com a demora que essa (justiça) leva a resolver os diversos casos, deixa de ser justiça para se tornar num protetor de criminosos e cúmplices dos crimes. Dez anos para iniciar o julgamento de um dos muitos processos de crimes de peculato, corrupção, burla e tantos outros crimes, acaba por deixar dúvidas em relação à ação da justiça no nosso país. Porque é que nós não vemos o que está a acontecer quando acontecem situações semelhantes. Todos nós acabamos por tomar conhecimento deixando sempre as dúvidas se é ou não crime, mas que a realidade é bem evidente, toda a gente sabe mas a justiça teima em encontrar alibis para contrariar as suspeitas e atuar criminalmente contra os prevaricadores.                    A encenação dum crime cujos episódios levam 10 anos a serem reproduzidos com uma cumplicidade de interesses governativos, o ator principal deixa de ser protagonista para passar a ser arguido, parece que os guiões da história dos crimes são escritos pelos verdadeiros protagonistas dos crimes reais. Insiste-se no respeito da dignidade do arguido, esquecendo que a dignidade dos lesados, das vitimas desses criminosos. Estas e outras histórias levam ao total descrédito dos cidadãos em relação às instituições e mais concretamente a decepcionante ação da justiça onde continua a existir uma justiça para pobre e uma (justiça) para ricos. O sistema terá de mudar, o regime que mantém o sistema terá de ser alterado, será que chegará o dia em que o próprio sistema e o próprio regime não irá resistir muito mais a todos estes casos que ao longo de 50 anos de liberdade, estrão a condenar à morte a própria democracia?

Quando um cidadão acha que arma não é solução para acabar com a violência, pura e simplesmente rejeita a utilização desse método, no entanto há os que acham que devem ser proibidas e entregues a pessoas da sua confiança. Quando um serviço (de saúde) por exemplo, não preenche os requisitos exigidos modos de atendimento, mas existem os que acham que esse serviço deverá ser uniforme e obrigatório cortando a possibilidade da livre escolha. O mesmo podemos comparar a nível da educação, quando uma escola não tem programa que preencha as exigências optamos por outra, no entanto existem os que defendem que o sistema de educação terá de ser uniforme e de igualdade não de oportunidades mas de programas educativos. Comentário à carat do leitor   https://www.dnoticias.pt/2024/10/17/423668-politicos-da-mentira/

OS PERSSEGUIDOS E IDENTIFICADOS. Se dizer de 50 anos de (democracia) num país com 2 milhões de cidadãos no limiar da pobreza, (Título do DN-Madeira de hoje 72.000 Madeirenses). Que a segurança dos portugueses está ameaçada em boa parte por causa da imigração desregrada, (negócio/ escravatura trafico humano do Século XXI). Que os roubos do BES, Banif e outros são meros casos de deficiências do regime milhares de lesados. Que os inúmeros casos que se arrastaram na justiça Socrates /Rendeiros etc. e os que a região foi investigada casos «Cuba Livre Março 2016» e os mais recente. Que andamos à quase meio século a ser roubados porque o roubo foi legalizado e a corrupção institucionalizada. Dizer tudo isso é dum mentiroso compulsivo por isso é perseguido pelos beneficiários do regime, pelos meios de comunicação e quem sabe até pela (in)justiça que vigora num miserável reles e degradado país. O político mais contestado no mundo é Donal Trump. Em Portugal André Ventura. É o que 5 milhões abstencionistas confirmam.

Mensagem à direcção do CHEGA.

Mensagem à direcção do CHEGA.
Boa noite. A razão da deceção relativa à situação atual do CHEGA -Madeira apraz-me comunicar que fico totalmente desiludido com aquilo que se está a passar. A demissão em catadupa de muitos dos militantes que durante todos estes anos fomos pedras basilares do crescimento e implantação do CHEGA na região, fruto dum trabalho árduo, honesto, determinado e convictos dos princípios pelos quais os CHEGA nos apaixonou. Lamentavelmente terem optado por deixar fugir os militantes genuínos e optar por aqueles que continuam impregnados nos vícios do sistema. A traição recebida por parte da atual direção, foi sem dúvida o pior que em política e no conceito de dignidade poderia ter acontecido a 12.500 madeirenses que confiaram em nós o seu voto e outros 120. 000 que no seu silêncio (abstencionistas) dariam a oportunidade de por termo a 48 anos de hegemonia PSD - Madeira se tivessem sido cumpridas as promessas de combate á corrupção e ao compadrio, de a Madeira tem de mudar e por fim com Miguel Albuquerque não é não. Tudo isso foi atirado ao lixo e ignorar e matar a esperança dum povo. Estou totalmente dececionado e desiludido com a atitude dos deputados na Assembleia Regional da Madeira. Está semana com a proibição da apresentação dum voto de louvor numa de acção da deputada Magna Costa foi a catástrofe parlamentar e a chacota do CHEGA -Madeira e dos seus militantes. Foi pena ter-se desperdiçado esta derradeira oportunidade de fazer valer a nossa promessa eleitoral, MUDAR A MADEIRA. Grato pela atenção dispensada, cordiais cumprimentos. 

No meu conceito, a IV Republica seria uma democracia com uma constituição que anula  o socialismo, que construa uma nação com uma economia liberal sem dependência do estado, ou seja, menos estado, com valores onde o conservadorismo, o respeito pela cultura, tradições e civismo, onde não existas divisionismo de minorias mas união dum povo.
Basicamente mudar de estratégia. Sou da opinião de: primeiro , não criar mais um partido, antes ressuscitar um partido muribundo, que tenha como bade um programa muito próximo daquilo que a maioria dos portugueses querem, que se identificar com  aquilo a que o CHEGA colocou nos seus estatutos mas que não está a cumprir. Depois num congresso retificar algumas das normas e avançar com um projeto que inclua como primeira prioridade a erradicação do preâmbulo da Constituição da República, uma sociedade rumo ao Socialismo, substituindo  por uma sociedade livre e democrática. o respeito mútuo.  

Acho que a inscrição de novos militantes deveria ser filtrada pois os oportunistas estão a sequestrar o CHEGA e utilizando a projeção de André Ventura para levar o partido no caminho do sistema rompendo assim com os princípios e valores em que muitos de nós acreditamos e abraçados a esse projecto fizemos catapultar a figura de André Ventura. Teremos de ser diferentes com comportamentos em sociedade que marquem a diferença, para mudar o paradigma político do país e implementar uma nova forma de fazer política e uma nova maneira de estar em democracia. Só assim Portugal terá um novo rumo, com o CHEGA ou com outra forma de fazer mudar aquilo que leva o país à destruição, não podemos ficar indiferentes correndo o risco de sermos cúmplices a nossa auto destruição.

quarta-feira, 2 de outubro de 2024

 

Entre vícios e viciados

Quando olhamos atentamente para a sociedade actual construída ao longo dos últimos 50 anos, quase leva-nos a pensar que afinal andamos todos errados. As verdadeiras causas do que acontece diariamente no nosso país são sempre culpa dos antecessores, nunca será dos que estão agora à frente dos governos, essa parece ser a nossa sina com a agravante de ao que parece já nem ter solução, isto é assim, foi sempre assim e de futuro será sempre assim. Mas afinal ao longo dos anos de décadas e de séculos não existiram mudanças drásticas nas sociedades? Tomemos como exemplo a falta de habitação: apesar de mais de 60% de habitações devolutas, será que se deve também ao excesso de imigração muita dela descontrolada e de legalidade duvidosa pondo país ao rubro, enquanto muitos conterrâneos nossos abandonam os seus lares à procura de melhores dias mesmo aqui ao lado por essa Europa fora, nós importamos mão de obra necessária mas com um handicap, (escravatura do século XXI, tráfego humano), e por vezes à mistura importamos miséria a juntar à já existente, provocando criminalidade e agravando o perpetuar de desnível social, fruto da má gestão política do nosso país. E os restantes setores por tabela levam com o efeito bola de neve, serviços de saúde, educação, segurança, enfim tudo se agrava devido aos sucessivos erros políticos que teimam em prevalecer. Entretanto a corrupção prolifera e a justiça aguarda pelas decisões e os cidadãos ficam de pés e mãos atadas sem verem a resolução esclarecida, perde-se a credibilidade nas instituições, e a instabilidade social e política cresce a olhos visto, a juntar à instabilidade mundial, estamos em cima dum autêntico barril de pólvora que quando explodir vai deixar marcas e o resultado será a repetição da história. Países desterrados, miséria , fome, pobreza e o povo a pagar, Sabe por que as pessoas não reconhecem o que você faz por elas? Construi-se uma sociedade de cidadãos dependente e retirou-se-lhes a responsabilidade, porque ser-se responsável dá muito trabalho, preferiram enveredar por um estado paternalista que dá tudo e o que acontece; Porque, no início, o gesto gera gratidão. Na primeira vez, você é visto como alguém generoso. Na segunda, a gratidão transforma-se em antecipação – agora, a pessoa já espera o que você oferece. Na terceira vez, nasce a expectativa: ela passa a contar com aquilo. Na quarta, o que era gesto passa a ser visto como um direito; a pessoa sente que merece o que você oferece. Na quinta vez, você cria um vício: essa pessoa não consegue mais imaginar sua vida sem o que você dá, e já se sente mimada. Na sexta vez, quando percebe a falta de reciprocidade e decide parar, o que você recebe em troca é ressentimento. A pessoa, acostumada ao que recebia, agora se sente injustiçada e até pode começar a odiar-te por ter negado o que ela acreditava merecer. Por isso é fundamental reconhecer os limites do dar. Porque o outro não tem limites para receber. Temos de devolver a esperança aos cidadãos, recuperar a dignidade e o valor das conquistas na sua individualidade, mostra que todos temos os nossos talentos e somos capazes de subir na vida regenerando uma sociedade um povo e um país outrora orgulhoso dos seus feitos. Vamos deixar de ser os coitadinhos dos pedintes de esmola e mostrar que sim podemos MUDAR o rumo d nossa sociedade com coragem, determinação, confiança e esperança. Já diz o velho ditado: quem dá o que não tem a pedir vem. Estamos fartos de ser os pedintes, queremos ser livres porque valorizamos e sabemos o preço da liberdade e poder escolher o caminho que queremos para Portugal que no dia 5 de Outubro comemora-se a implantação da República; será que estamos na necessidade da implantação duma IV República?


quinta-feira, 26 de setembro de 2024

 O processo envolve crimes de abuso de poder, violação de execução orçamental e prevaricação com dolo e na forma tentada. No debate instrutório, o Ministério Público defendeu o arquivamento.

Além de Alberto João Jardim (presidente do Governo da Madeira entre 16 de março de 1978 e 20 de abril de 2015), são arguidos João Carlos Cunha e Silva (vice-presidente do Governo Regional entre 2000 e 2015), José Ventura Garcês (secretário regional do Plano e Finanças entre 2000 e 2015), Luís Santos Costa (secretário regional do Equipamento Social entre 2000 e 2015), Amélia Gonçalves (diretora do Gabinete de Gestão e Controlo Orçamental), Dulce Veloz (diretora dos serviços do Orçamento e Conta) e Ricardo Rodrigues (diretor regional do Orçamento).

O caso “Cuba Livre” teve por base um inquérito mandado instaurar a 28 de setembro de 2011 pelo então procurador-geral Fernando Pinto Monteiro. 

https://www.dn.pt/arquivo/2007/corrupcao-na-madeira-nas-maos-de-morgado-989011.html

segunda-feira, 23 de setembro de 2024

                          Ser verdadeiro não chega!

Quando sentimos a necessidade de que algo tem de mudar surge a questão: como e quando se deve mudar? "Ao mudar a atitude interior das suas mentes, os seres humanos podem mudar os aspetos exteriores das suas vidas( William James, psicólogo e filosofo. "A única constante da vida é a mudança" Buda, filosofo. "Todos pensam em mudar o mundo, mas ninguém pensa em mudar a si próprio" Lev Tolstoi, escritor e ativista". Quantas vezes cheguei a pensar que seria possível mudar o rumo à democracia em Portugal sobre tudo na nossa região? São demasiados anos, décadas, quase meio século sob a tutela dum partido único, isso analisado no contesto de liberdade e de forma sintética não poria em causa a democracia, muito menos a liberdade estaria condicionada, mas dados os fatos sucessivos e o desenrolar de situações de todos conhecidas e que os meios de comunicação apesar de tudo tentam divulgar,  confirma-se o pior de dois mundos: enquanto a corrupção alastra, tornado-se viciante, quase que inabalável e incontrolável, o povo continua a achar que esta é a forma de fazer política. Política não é isto e se continuarmos indiferentes e alheio da realidade, vamos chegar o dia em que a verdade é condenada e o crime condecorado, se não é já essa a diretriz atingida pelo sistema. Resignação nunca será a solução , condenação e revolta são muito poucos os resultados que se irão obter, apenas e tão só a atitude e a perseverança farão do povo merecedor da liberdade que a democracia consagra, a não seja que após meio século estejamos impreparados para aceitar a liberdade e viver em democracia, achando que isso é para povos com outra forma de cultura. No começo,  e no meu entusiasmo e ilusão de juventude, pedia a Deus que me desse forças para mudar a humanidade. Aos poucos fui percebendo que isso seria utópico, quase impossível. Então pedi-lhe que ao menos me desse força e coragem para tentar mudar ao menos quem estivesse à minha volta seguindo os meus ideais e convicções, mas esbarrei com a ambição desmedida, o orgulho impregnado, o protagonismo e a vaidade intrínseca. Mas continuo a acreditar que o mundo terá de mudar e quem defenda a verdade mesmo que isso custe toda uma vida de luta valerá a pena, pois a ansiedade a que os povos chegaram sedentos de honestidade, verdade, justiça e valores fará de mim continuar a ser um sonhador com propósitos muito difíceis mas se continuar a me rodear de pessoas que tal como eu acreditam nesta «utopia», faremos tudo para construir um mundo diferente onde as promessas virem compromissos, onde a hipocrisia se transforme em genuinidade, e a mentira em verdade. Se não quisermos atirar a liberdade pelo abismo e converter a democracia em ditadura, precisamos de trocar apatia por determinação. Porque política não é nada disto, ser verdadeiro será o princípio do fim numa nova forma de fazer política e uma nova maneira de estar em democracia. 

quarta-feira, 18 de setembro de 2024

O RENASCER DA ESPERANÇA, CHEGA

RENASCER A ESPERANÇA 
Quanto mais destruírem o país, mais difícil se tornará a reconstrução, se não for feito algo a curto prazo agravará cada vez mais a liberdade e um modelo democrático de regeneração social, económica e política. As desgraças cometidas contra os povos pelo abuso de poder, conduzem sempre às ditaduras. Na vida, a aprendizagem que temos é tal e qual como a utilização de uma arma, serve para defender da mesma forma, é usada para atacar. O conhecimento que nos formou ao longo da vida serve para tirar proveito próprio, ou com a cultura e os valores que nós defendemos, pôr-los ao serviço dos outros, eis a grande diferença. A filosofia política que queremos implementar é nem mais nem menos um modelo (quase militarizado) para colocar as pessoas ao serviço da sociedade, o retorno será a construção duma sociedade mais justa, mais humana e mais fraterna. Alguém tem de começar, porque não nós? Nós somos os designados de ser os [escolhidos] para iniciar a mudança do paradigma político do nosso país. Renascer CHEGA-Madeira. Os malabaristas, oportunistas, vigaristas, corruptos e trafulhas pavoneiam-se pela cidade até parecem heróis, e nós até aqui deixamos que isso acontecesse, mas a coragem, o propósito e o objetivo a que nos propomos começou a dar fruto e alimentar a coragem q com que estamos a estreitar o caminho aos nossos adversários que ao fim e ao cabo são ao longo de meio século os inimigos do povo, mas com a nossa determinação e coragem vamos demostrar que é possível fazer política de outra forma. TEMOS DE ACREDITAR!!!!

segunda-feira, 16 de setembro de 2024

 Esclarecimento!!!

Caro militantes! Se dúvidas houvessem!
O candidato da lista B foi o primeiro a assumir a candidatura há presidência do Chega Madeira.
Também é mentira que na lista B não existam deputados, na lista B tem dois deputados municipais e dos primeiros a serem eleitos com cargos políticos na RAM pelo Chega Madeira.
São eles o Jose S S Fernandes e o Luís Vicêncio ao que parece você anda muito desinformado da actualidade do partido na RAM.
Na lista B também tem uma ex deputada a Dra Maíza Gomes Fernandes que teve a coragem de dizer NÃO ao compadrio e ao amiguismo do atual presidente do Chega Madeira mas onde a candidata Magna Costa compactuou com o atual presidente do Chega Madeira ou caso contrário neste momento não era deputada.
Foi o candidato da lista B que ao assumir a sua candidatura foi em busca da união do Chega Madeira e teve reunido com a candidata da lista C na tentativa apenas haver duas listas e não 3 listas como se verifica neste momento.
Pensamento errado tem todos aqueles que na hora da verdade colocam os seus interesses pessoais há frente da instituição Chega.
Foi a candidata da lista C que permitiu e viabilizou a reeleição do atual presidente da Assembleia Regional da Madeira.
É verdade que a Magna Costa votou contra o programa de governo e BEM como é também verdade que na votação do Orçamento de estado Regional o Não passou a sim e abster-se é o mesmo que concordar.
Ao contrário da lista C a lista B foi em busca da união e teve a coragem e a iniciativa de falar com a Magna Costa e não houve sequer uma tentativa do vosso lado para falar com a lista B.
Quanto aos nossos militantes também estão informados de quem é a Magna Costa e a restante equipa e especialmente de ONDE vêem

terça-feira, 10 de setembro de 2024

CHEGA o renascer a esperança!

CHEGA o renascer a esperança!
Não foi só Martin Lufter King que teve um sonho, tal como eu e muitos de nós tivemos e continuamos a alimentar muitos sonhos. O 25 de Abril fez-nos sonhar, depositou em muitos de nós a esperança de reconstruir um país supostamente atrasado, com (uma escola em cada distrito, um hospital em cada conselho e um aeroporto em cada uma das cidades mais importantes do país), com a maior indústria naval do mundo e a 5° maior económica do mundo entre outras coisas [negativas]. O primeiro golpe para a destruição da economia do país foi, a tentativa da implementação duma ditadura de esquerda que só não vingou graças a meia dúzia de corajosos que alguns deles mais tarde foram eliminados, para manter a perspetiva do continuar do projeto e que se mantem firme no preâmbulo da Constituição da República, construir uma sociedade rumo ao Socialismo, o qual queremos ansiosamente mudar para a construção duma sociedade democrática e livre.
 Mas está mais que provadas as palavras de Margaret Tacher, o Socialismo prevalece enquanto houver dinheiro do povo que trabalha. Por isso a degradação a que Portugal chegou e por inerência a nossa região, precisa urgentemente do empenho e determinação de cidadãos corajosos para por termo às sucessivas traições a que ao longo de quase 50 anos de democracia e no caso da Madeira, da hegemonia dum só partido a que fomos sujeitos, por falta de cultura democrática do nosso povo. Chegou a hora de definir planos, ou mudamos o sistema, ou tudo continuará como está caminhando para o abismo e a catástrofe política e financeira. Estamos empenhados em manter firme os nossos propósito porque às vezes sob os destroços de um projeto constroem-se grandes obras, os alicerces estão abertos e as bases lançadas, reforçar essas bases para suportar o projeto que queremos construir, pois a sociedade na sua maioria anseia tudo aquilo que a reboque dessas necessidades nós defendemos, promovemos e lutamos. Para construir um grande exército à sua frente marcham sempre os mais corajosos e se o general sentir esse apoio e essa força, marchará firme e confiante que a vitória está ao nosso alcance. Vamos acreditar que é possível mudar o paradigma político em Portugal e sobre tudo na Região Autónoma da Madeira tomada politicamente por oportunistas , vigaristas, malabaristas e corruptos, pois com a força do povo e a determinação dos corajosos podemos conseguir devolver a democracia aos cidadãos.

sexta-feira, 30 de agosto de 2024

 Amanhã dia 31/08/2024 cumprem-se os 160 anos da morte de Ferdinand Johann Gottlieb Lassal, escritor, político, economista. advogado e filósofo foi o precursor da social democracia.

O espectro político esquerda-direita é um conceito geral de enquadramento de ideologias e partidos. Esquerda e direita são muitas vezes apresentados como opostos, embora um indivíduo ou grupo em particular possa eventualmente assumir uma posição mais à esquerda numa matéria e uma postura de direita noutras.

https://www.publico.pt/2021/10/29/culturaipsilon/entrevista/jonathan-franzen-dogmas-esquerda-mitos-direita-assemelhamse-intolerancia-religiosa-1982553

Conceito- Mente considerada como sede das concepçõesfaculdade de conceber ou conhecer.

Dogma é princípio que se convenciona não discutir e, muitas vezes, que não se aceita discussão. Uma doutrina dogmática é um sistema oficial de princípios que devem ser aceitos tais como são, sem discussão.

O QUÊ É FILOSOFIA? A palavra Filosofia é de origem grega, e significa “amor à sabedoria”. Filosofar quer dizer refletir sobre questões fundamentais da vida humana porque quem o faz sente que precisa de uma resposta a essas questões para viver melhor.

Instruir nos princípios de alguma doutrina ou ideiageralmente sectária e sem abertura a outras ideias. = CATEQUIZAR

Segundo o Dicionário de Filosofia, em sentido geral, o termo liberdade é a condição daquele que é livre; capacidade de agir por si próprio; autodeterminação; independência; autonomia.

Em 1932, ano em que  a 28 de maio era publicado o projecto de uma nova constituição que seria aprovada em 1933 através de um plebiscito popular directo[24] e em que pela primeira vez em Portugal algumas mulheres são autorizadas a votar.[25] Esta foi a única Constituição Portuguesa a ser aprovada por sufrágio referendário. Num universo eleitoral de cerca de um milhão e trezentos mil eleitores, as abstenções e os votos em branco contaram como votos a favor e o número de “nãos” ficou-se por pouco mais de seis mil votos.[24]    A vitalidade é demonstrada não apenas pela persistência, mas pela capacidade de começar de novo, porque a persistência realiza o impossível. O sucesso nasce do querer, da determinação da abnegação e da persistência em se chegar a um objetivo. Mesmo não atingindo o alvo, quem busca e vence obstáculos, no mínimo fará coisas admiráveis. Nunca teríamos alcançado o possível se, repetidas vezes, não tivesse tentado o impossível. A maior riqueza é aquela que não se consolida em bens materiais, mas em valores, em princípios, em conquistas que elevam a nossa dignidade, a nossa honestidade, o nosso caráter. Aquilo que nos molda nos faz crescer, e o que nos faz crescer, nos traz valor, nos dá riqueza.

Efetivamente, e nada a opor a essa situação, mas se em vez da (ânsia) de crescimento rápido, tinham acautelado os lugares a atribuir em listas de candidaturas em vez de colocar qualquer um para, como se diz na gíria (encher chouriços) e logo atrás vêm os oportunistas aparecer na primeira linha. Falo da situação concreta que aconteceu na R.A. da Madeira, onde os militantes genuínos fomos usados e logo relegados para deixar à frente os amigos e comparsas do presidente e do seu assessor. Foi degradante o que aqui se passou. Resultado!  a debandada dos militantes que estavam contra esta direção que eram muitos mais dos que votaram na lista {vencedora} e agora é ver o (sumo pontífice) presidente da direção regional a bloquear na página oficial tudo quem comenta ou opina contra. Isto não é democracia, aliás foi isso que Miguel Castro disse, nos partidos não há democracia. Essa é a razão da minha luta, (sequestrar) um partido político para devolver a democracia aos cidadãos, foi isso que disse cara a cara a André Ventura na primeira vez que troquei algumas palavras com ele, o homem ficou de boca  aberta, pois continuo a ser anti- partidos políticos.

quarta-feira, 21 de agosto de 2024

                                            Fogo; eu bem que avisei!

Hoje e ao escrever este texto já se encerraram as comemorações dos 516 anos da cidade do Funchal. Diz a história que no tempo das descobertas os primeiros navegantes regressando à metrópole atearam fogo e deixaram-na a arder, (reza a história que seria durante um ano) mas segundo e afinal pois só votariam um ano depois. Será que os atuais governantes estarão à espera de voltar a descobrir algum outro principio da origem da nossa ilha?     Estou a arder de indignação. Oito dias de fogo e não há maneira de alguém encontrar a solução para esta catástrofe que nunca deveria ter-se repetido. O drama em que se transformou a situação na nossa região leva-nos a pensar, porque será que continuam a existir tantos impedimentos para que estas e outras situações sejam devidamente planeadas as soluções para problemas desta índole? Além de muitas intervenções, opiniões e sugestões, será que continuamos a ter de aceitar estas catástrofes como um dado adquirido, algo sem solução à vista, coisas às quais temos de nos resignar. Mas afinal existe vontade de parte de alguma entidade responsável em acabar, reduzir ou planear uma solução para este e outros casos como este? Fazendo uma pesquisa nas redes sociais deparei-me com um das muitas intervenções de pessoas creditadas nestas coisas da geologia. Uma intervenção do Sr. engenheiro geólogo Professor João Batista, datada de 11 de Agosto de 2016, já lá vão oito anos. As suas declarações na RTP-3 às 21 h e 15 m estão bem patentes as apreciações sobre algo semelhante então sucedido e as possíveis soluções para evitar que iguais situações não se repetissem. E não é que volvidos apenas escassos oito anos consegue-se permitir que o erro se repita? Afinal o que andam a fazer os nossos governantes? Com uma situação que é reprovável e rapidamente se conseguiram mais de 7.800 assinaturas numa petição pública sobre o caso do Lince "Boris", sinal de revolta das populações. Será que esta catástrofe merece alguma petição pública para que chamem à barra da justiça responsabilizando alguém por esta calamidade? Um ex-presidente dos USA John Adams em pleno século XVIII disse uma vez: (A democracia nunca dura muito tempo, ela logo enfraquece, esgota-se e mata-se a si própria. Nunca houve uma democracia que não tivesse cometido suicídio). Será que a nossa liberdade só serviu para que governantes irresponsáveis queiram prepara o suicido da nossa frágil mas ainda jovem democracia? Não querendo acreditar que foi esta a solução encontrada para reduzir o que já parecem quererem designar de invasão do turismo de massas! PS: O aeroporto tem tido sucessivas condicionantes devido a situações climatéricas. Sabiam que uma das razões da inoperacionalidade, deve-se à falta de atualização nos limites de operacionalidade do mesmo por parte das entidades internacionais competentes?  Tudo isso dito numa declaração do actual secretário regional do turismo neste matutino datada de 08 de Julho do corrente ano segundo a qual ainda prevalece a imposição fixada poe essas autoridades a mesma desde 1964 quando da inauguração do mesmo. Alguém com coragem para dar solução a todos estes problemas?

terça-feira, 13 de agosto de 2024

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André Ventura arrasta multidões. Esperemos que a nível nacional o CHEGA tire conclusões disto. Os portugueses estão ávidos de políticas realistas, soluções para os problemas que o Dr. André Ventura muito bem sabe explorar e cativar os cidadãos com as suas intervenções. Esperemos que não se deixe sequestrar pelo regime e passe a fazer parte do sistema mesmo sendo a sua outra face. Não nos dececione, existem milhões de portugueses ansiosos numa nova forma de fazer política e uma nova maneira de estar em democracia. O CHEGA com André Ventura ao leme, será para muitos dos que ainda acreditamos na democracia, a derradeira oportunidade de defender a liberdade. Não nos dececione!

O CHEGA  nunca foi de adoração, simples e tal como milhões de portugueses continuam a se identificar com os princípios e valores patentes no programa do CHEGA, pena é que esteja a ser usado para cativar descontentamentos e logo esquecidas as promessas e compromissos assumidos. Como dei a cara pelos seus valores e princípios, sempre me assumi anti-partidos políticos de maneira que o meu grande objetivo seria utilizar o partido para repor a liberdade e devolver a democracia aos cidadãos. O propósito continua, a missão prevalece e o compromisso é cada vez maior pois existe um universo de cidadãos à nossa espera, se ser-se verdadeiro e genuíno não CHEGA, a alternativa é MUDAR!

domingo, 11 de agosto de 2024

     A clássica democracia ainda existe?

Porque às vezes questiono-me se verdadeiramente vivemos em plena democracia, pois o caminho que a nossa região, o nosso país e a europa está a seguir em nada tem a ver com o anseio de qualquer comum dos cidadãos que por necessidade trabalha e de forma involuntária paga (IM)postos, sobrevive numa pressão psicológica tentando cumprir os seus deveres mas determinantemente a sentir-se condicionado nos que aos seus direitos diz respeito. A voz do povo não se resume nem se reflete apenas a um X num quadradinho dum papel pré definido por alguém que escolheu e em quem o povo deve votar. É que 70% das leis vem da UE, por exemplo: alguém votou para que António Costa fosse presidir o conselho da Europa, ninguém votou, 70% dessa democracia não existe, só restam 30%,  alguém tentou referendar o apoio militar da UE à Ucrânia ou de qualquer outro referendo que achassem importantes que os cidadãos europeus se manifestassem em serem ouvidos, ninguém quer saber da voz do povo para nada, estão-se marimbando em saber o que o povo realmente pensa e quer, a voz do povo está totalmente silenciada, as pessoas calam sentem quase medo de se expressar. A verdadeira e autêntica democracia está condicionada, diria até (silenciada). A verdadeira democracia clássica seria a minha opinião ou a de qualquer outro cidadão em se expressar livremente de todo e qualquer assunto que nos diga respeito aos cidadãos comuns. Os lideres são escolhidos pelos militantes dos maiores partidos e são postos à disposição do eleitorado e promovidos pelo marketing como se de um qualquer banal produto de consumo se tratasse. Mas afinal podemos continuar a denominar isto de democracia num conceito de liberdade? Quando um dia se promete mil e uma solução para problemas criados pelos mesmos que até agora os criaram, só mesmo um povo sem cultura democrática é que permite que se perpetue um interminável rol de promessas por parte de gente inescrupulosa e que sem qualquer tipo de seriedade usa e abusa da ingenuidade desse mesmo povo para continuar à custa da sua miséria o perpetuar da corrupção. Infelizmente os portugueses e os madeirenses em particular o sentimento que têm em relação à democracia é nulo e cada vez mais de total descrédito. Hora as promessas incumpridas continuam na agenda do partido eternamente no governo, agora coadjuvado pelo defensor dos animais, e não se esqueça que os humanos também fazemos parte desse grupo e apoiado pelos acérrimos combatentes da corrupção e do compadrio que querendo impor a limpeza na Madeira esqueceram-se da vassoura (promessa) em casa na hora de confirmar o não é não e por engano levaram consigo um verdadeiro produto de conservação da madeira para que o caruncho (compadrio) da corrupção fosse envernizado e mantivesse o seu  aparente brilho. Já uma vez preconizou o 2º presidente de USA «John Adams em pleno século XVIII», (a democracia nunca dura muito tempo, ela logo enfraquece, esgota e mata-se a si própria. Nunca houve uma democracia que não tivesse cometido o suicídio). Será que estamos em vias de querer preparar o caminho do suicídio à nossa ainda um tanto ou quanto jovem democracia?

quinta-feira, 25 de julho de 2024

                                          As aparências iludem ou (convencem)!

Imaginemos que numa família aparentemente bem orientada, honesta, trabalhadora e digna dos sus créditos infelizmente existe um seu descendente direto, um filho ou um sobrinho que comete um erro na vida , (um crime) é julgado e condenado depois de provado em tribunal perante um juiz o seu envolvimento e respetiva culpa. Qual a reação dos familiares perante esta situação? Se for pai, poderá sentir-se envergonhado, desiludido, defraudado, penso que nunca resignado. Poderá estar em desacordo com a sentença mas olhando aos factos lamentando muito, terá de aceitar. Enquanto que a sociedade aplaudirá a decisão da justiça, quase que num atitude imperdoável perante a magnitude do crime. E assim passa o tempo se a sociedade rapidamente esquecer, o suposto criminoso tiver a «sorte» de se regenerar e ser reintegrado na sociedade, poder-se-á dizer que o tempo cura todos os males. Agora analisando o comportamento da classe política. Perante a justiça existe a investigação, a acusação, o julgamento e a pena. Seria assim se neste caso a justiça funcionasse de forma célere, equilibrada e com a equidade e o rigor que minimamente se exige. Os casos mais recente que aconteceram na nossa região leva-nos a meditar quão ambígua a forma de procedimento da justiça em Portugal perante muitos e dos mais recente casos levados à justiça no que a corrupção e mal tratamento dos dinheiros públicos. Como se classificam as interpretações dadas pelas diferentes instituições, a análise a a decisão tomada pelos diferentes partidos políticos, supostamente os que deveriam ser como refere a Constituição da República nos estatuto constitucional dos partidos políticos, (Jorge Pereira da Silva)1974/87, (Pode mesmo afirmar-se que o regime português constitui «uma das manifestações mais acabadas do Estado-de-partidos»5, em que estes, mais do que associações lícitas, são associações necessárias 6). Agora eu questiono: será que haverá democracia sem partidos políticos? O comportamento da classe política dentro das suas organizações partidárias tem deixado muito a desejar, de tal forma onde mais de metade dos eleitores já não acreditam neste modelo de regime, que depois de por em causa a democracia coloca dúvidas e se até põe em perigo ou sob ameaça a própria liberdade. Porque por exemplo; para quem vem prometer ao eleitorado inconformado, desiludido, defraudado, indignado e por vezes revoltado o combate à corrupção e ao compadrio e que tem a grande oportunidade de fazer valer a sua força com o aval de 12.500 eleitores, e a esperança de mais de 120.000 que no seu silêncio criavam ilusões de que a grande oportunidade estava ali, ou agora ao nunca a oportunidade de por fim a prepotência, arrogância de quase meio século de hegemonia política monopartidária a qual muitos dos madeirenses resignados ou porque não até pressionados por um sistema musculado e de perseguição. Foi pena ter-se perdido a grande oportunidade de converter 4 madeirenses a  quem lhes foram confiada a representatividade da grande maioria dos madeirenses não saberem interpretar essa mensagem e passaram de potenciais heróis a serem designados de mais do mesmo, reconfirmar que em política são todos iguais por vezes uns mais iguais do que outros, dependendo muito dos interesses que eles defendem e que realmente não são os da maioria dos cidadãos. (Ps): Iniaciam-se os jogos olímpicos de verão em França. O governo e a C.M. de Paris (Hotêl de Ville) Mandou retirar milhares de sem abrigo que deambulam pela cidade luz, para preservar a imagem dos jogos Olímpicos perante o mundo. Afinal não estão minimamente preocupados em resolver um problema que a política de portas escancaradas à imigração tem causado na Europa e que o Socialismo teima em apadrinhar ou esconder debaixo do tapete.