domingo, 29 de junho de 2025

 Um mandatário regional de campanha à Presidência da República, no contexto de eleições em Portugal, tem a responsabilidade de coordenar e supervisionar as atividades da campanha na sua região, assegurando o cumprimento das leis eleitorais e a divulgação da mensagem do candidato.

Responsabilidades detalhadas:
  • Coordenação da campanha regional:
    O mandatário regional é responsável por organizar e coordenar todas as atividades de campanha na sua região, incluindo a definição de estratégias, a organização de eventos e a gestão de recursos. 
  • Divulgação da mensagem do candidato:
    É fundamental que o mandatário assegure que a mensagem do candidato seja divulgada de forma eficaz e coerente na região, utilizando os meios de comunicação disponíveis e adaptando a mensagem ao contexto regional. 
  • Gestão de equipas e voluntários:
    O mandatário regional deverá liderar e motivar a equipa de campanha na sua região, incluindo coordenadores locais, voluntários e apoiantes, garantindo a sua participação ativa e eficiente. 
  • Cumprimento das leis eleitorais:
    É crucial que o mandatário assegure que toda a campanha na região seja realizada em estrito cumprimento das leis eleitorais, evitando quaisquer irregularidades ou infrações. 
  • Gestão financeira da campanha:
    O mandatário regional pode ser responsável pela gestão financeira da campanha na sua região, garantindo que todas as despesas sejam devidamente registadas e que a prestação de contas seja realizada conforme a lei. 
  • Relação com a Comissão Nacional de Eleições (CNE):
    O mandatário regional deve manter uma comunicação aberta e transparente com a CNE, esclarecendo dúvidas, fornecendo informações e cumprindo as obrigações estabelecidas pela lei. 
  • Relação com a comunicação social:
    O mandatário regional deve estabelecer e manter relações com os órgãos de comunicação social na sua região, garantindo a divulgação da campanha e a resposta a questões dos jornalistas. 
  • Monitorização e avaliação da campanha:
    O mandatário regional deve monitorizar de forma contínua o desempenho da campanha na sua região, avaliando os resultados e ajustando a estratégia conforme necessário. 
  • Representação do candidato na região:
    O mandatário regional atua como o principal representante do candidato na sua região, transmitindo a sua mensagem e defendendo os seus interesses. 
  • Mediação de conflitos:
    O mandatário regional pode ser chamado a mediar conflitos ou desentendimentos que possam surgir no âmbito da campanha na sua região. 

 O mandatário de campanha política tem responsabilidades cruciais no processo eleitoral, atuando como representante legal da candidatura e garantindo a conformidade com a legislação eleitoral. Suas principais funções incluem a apresentação e gestão da candidatura, a comunicação com a Comissão Nacional de Eleições (CNE), a supervisão da campanha e a garantia da legalidade de todos os atos praticados. 

Responsabilidades detalhadas:
  • Representação da candidatura:
    O mandatário é o principal ponto de contato entre a candidatura e a CNE, sendo responsável por apresentar a candidatura, fornecer documentos e informações, e responder a quaisquer questões ou notificações da CNE.
  • Gestão da campanha:
    O mandatário supervisiona a organização e execução da campanha eleitoral, incluindo a logística, a comunicação com os eleitores e a garantia de que todos os atos da campanha estejam em conformidade com a lei.
  • Comunicação e interação com a CNE:
    O mandatário deve manter contato regular com a CNE, reportar quaisquer irregularidades ou problemas, e assegurar que a campanha esteja em conformidade com as regras estabelecidas, incluindo limites de gastos e horários de divulgação.
  • Garantia da legalidade:
    O mandatário é responsável por garantir que todas as atividades de campanha estejam em conformidade com a legislação eleitoral, incluindo a proibição de propaganda enganosa e a garantia do tratamento igualitário de todas as candidaturas.
  • Gestão de recursos:
    O mandatário pode ser responsável pela gestão dos recursos financeiros da campanha, garantindo que os gastos estejam dentro dos limites estabelecidos e que todos os recibos e despesas sejam devidamente documentados.
  • Representação legal da candidatura:
    Em caso de litígios ou problemas legais, o mandatário representa a candidatura perante as autoridades competentes.
  • Substituições e retificações:
    Caso seja necessário, o mandatário pode ser responsável por substituir candidatos ou retificar listas de candidatos que apresentem irregularidades. 
Em resumo, o mandatário de campanha atua como um gestor e representante legal da candidatura, garantindo a sua conformidade com a lei e a sua correta participação no processo eleitoral. 

sexta-feira, 27 de junho de 2025

                     O mistério e a reforma do estado
Sobre os 51 anos da nossa democracia muito haveria par dizer, muita coisa havia para questionar e uma enormidade de situações que deveriam mudar. A começar pela revisão e alteração da Constituição da República que nunca os portugueses foram questionados se pronunciarem se estão de acordo com ela. Será que os partidos políticos têm medo da opinião do povo para o qual (foi) o grande propósito e objetivo do 25 de Abril de 74, dar a liberdade então supostamente condicionada, mas esqueceram-se de entregar a democracia ao povo. A nossa constituição promulgada em 2 de Abril de 76, após 2 anos da "Revolução dos es(cravos)", entrou em vigor 23 dias depois, nunca perguntaram a nenhum cidadão comum se estava ou não de acordo com aquilo que seria a carta magna que iria reger os destinos políticos da nação. 
A novidade apresentada pelo atual governo da AD liderado por Luis Montenegro, que diz não visa a redução do estado e na voz do seu líder parlamentar Hugo Soares que; a reforma do estado que o governo propõe, não envolve cortar nem despedir, torna-se pois claro e evidente o ímpeto reformista do atual governo. A cosmética e promoção política do atual governo parece ao seu todo querer ser esse o objetivo da criação do Ministério para a reforma do estado, que até o titular da pasta tem no seu (vasto) currículo o facto de ter sido secretario de estado; (veja-se) durante tão só vinte e sete dias. O conceito de reformar o estado à partida seria reduzí-lo, melhorar a eficiência ou restaurar a sua eficácia, o estado por si só ficou-se apenas por romantismos saloios, nem sequer tratarem-se de boas intenções ou motivações políticas, depois de várias experiências quer a nível nacional e não só, aprendemos que tentativas dessa índole vivem condenadas ao fracasso ou a uma negligente melhoria ser a verdadeira redução no âmbito do próprio estado, não haverá reforma que funcione. A administração pública com as suas características dum sistema extremamente burocrático, com vida própria e financiada com o dinheiro dos nossos «impostos» e não pela receitas que dependem de clientes, é natural em mater a inação e abastecer o estômago de absorção até à obesidade patológica como já vem sendo hábito em Portugal. Quando no caso de uma empresa que proporcione um serviço de má qualidade perde credibilidade e por conseguinte clientes, daí que as circunstancias obriguem a evoluir, adaptar-se, apresentar serviços e produtos com a qualidade e o rigor exigidos. As empresas públicas não têm lucros nem perdidas com base na escolha dos cidadãos, por sermos obrigados pelo peso e a força da lei a depender dele recorrendo aos seus serviços, e por arrasto pagar e não piar, o regabofe dos burocratas. Pela natureza dos factos os princípio de gestão empresarial não podem aplicar-se à administração pública. Tentar romper com estes "vícios", para em definitiva reformar, só haverá uma maneira: retirar progressivamente o peso do estado da regulação e interferência da esfera pessoal e devolver aos cidadãos níveis de liberdade e autonomia na gestão das suas próprias vidas. Os partidos políticos que têm o controle (princípios organizativos) que lhes proporciona dividendos, daí recusarem e rejeitarem quaisquer tipo de alteração. Os eleitores na sua maioria viciados num estado Socialista/ paternalista que se acha suporte da sociedade equilibrada, enquanto que a União Europeia e a dívida pública imputada às gerações futuras, sustenta de forma virtual esta farsa; até um dia em que o povo acorda. 

sábado, 21 de junho de 2025

Conta-nos uma história!

Quando nas décadas de 60/70 se promoveu o controle da natalidade, induziu a utilização de preservativos, implementou a pílula, aprovou o aborto, promoveu a homoxexualideade e os movimentos gays, mal sabiam os cidadãos que se estava a implantar a destruição da civilização europeia. Agora comercializam -se escravos, legaliza-se o tráfico humano e promove-se a invasão de culturas que nata têm a ver com a nossa com o pretexto de salvar a economia.
Eu acho que o povo português devido à sua origem latina, não sabe conviver em liberdade e a democracia multipartidária não é o melhor sistema para vigorar em Portugal. O exemplo do equilíbrio social, político e financeiro só se deu com um governo mono partidário, de caris liberal na economia e conservador nos valores e nacionalista  preservar a histórias e a cultura do povo. Por Portugal a trabalhar, mas para isso acontecer, o Socialismo tem de arruinar completamente de modo que a imposição seja obrigatória. Eu acho que o povo português devido à sua origem latim, não sabe conviver em liberdade e a democracia multipartidária não é o melhor sistema para vigorar em Portugal. O exemplo do equilíbrio social, político e financeiro só se deu com um governo mono partidário, de caris liberal na economia e conservador nos valores e nacionalista  preservar a histórias e a cultura do povo. Por Portugal a trabalhar, mas para isso acontecer, o Socialismo tem de arruinar completamente de modo que a imposição seja obrigatória. Em Portugal e pelos sucessivos erros dos autores da democracia e dos portugueses que não souberam usar a liberdade, existem muitos portugueses com saudades de Salazar.
"Assumidamente português genuíno de Portugal" significa afirmar com orgulho e convicção a própria identidade portuguesa, destacando a autenticidade e a ligação profunda com o país. É uma declaração de pertencimento e fidelidade à cultura, 900 anos de história e valores de Portugal.
Essa expressão vai além de simplesmente nascer ou viver em Portugal. Envolve uma identificação ativa com a identidade portuguesa, demonstrando um compromisso com suas raízes e tradições. Pode ser expressa através do idioma, da culinária, do folclore, do comportamento e da maneira de encarar a vida.
Em resumo, ser "assumidamente português genuíno" significa:
Orgulho: Sentir orgulho da história, cultura e conquistas de Portugal no mundo.
Identificação: Identificar-se com a cultura, tradições e valores portugueses.
Autenticidade: Expressar a identidade portuguesa de forma genuína e natural.
Pertencimento: Sentir-se parte integrante do povo português.
Conexão: Manter uma conexão forte com o país, mesmo estando longe ou em outras circunstâncias. # Razão cada vez maior que me leva a querer devolver PORTUGAL aos portugueses e aceitar todos os que vierem por bem ajudar no crescimento do nosso amado país.

sexta-feira, 20 de junho de 2025

CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REÚBLICA

 Parece que iremos ter mais de 10 Candidatos à presidência, como eu ironizava, dentro em breve seremos 10 milhões de candidatos. É pena os portugueses não terem um espírito de unidade, principalmente os que se identificam com a política da direita, porque a esquerdalha!!!! Essa nem que seja por uma cerveja unem-se contra tudo e contra o sistema.

PREPARAR UM CAMPANHA ELEITORAL DE UM CIDADÃO INDEPENDENTE NUMA REGIÃO ONDE PREDOMINA A HEGEMONIA DE UM PARTIDO À MIEO SÉCULO.

Preparar uma campanha eleitoral de sucesso como cidadão independente em uma região dominada por um partido político há meio século exige estratégia, dedicação e uma abordagem personalizada. Aqui estão algumas etapas e considerações importantes para você:
Conhecer o Terreno
  • Estude a região: Entenda profundamente as necessidades, desafios e valores da comunidade. Isso ajudará a moldar sua plataforma e mensagem.
  • Análise da hegemonia: Identifique os pontos fortes e fracos do partido dominante. Isso pode revelar oportunidades para sua campanha.
Construir uma Plataforma Forte
  • Defina sua visão: Destaque como suas propostas se diferenciam do partido dominante e como elas beneficiam a comunidade.
  • Programas e propostas: Desenvolva soluções concretas para os problemas locais, mostrando seu engajamento com a região.
Rede de Apoio e Comunicação
  • Voluntários: Monte uma equipe de voluntários comprometidos que conheçam bem a região e possam ajudar na campanha.
  • Comunicação eficaz: Use redes sociais, eventos locais e reuniões comunitárias para divulgar sua mensagem e construir uma base sólida de apoio.
Financiamento e Logística
  • Arrecadação de fundos: Organize eventos de arrecadação e aceite doações de apoiadores locais.
  • Gestão financeira: Tenha um controle rigoroso das finanças para garantir transparência e uso eficiente dos recursos.
Presença no Terreno
  • Visibilidade: Participe de eventos locais, debates e reuniões para aumentar sua visibilidade e mostrar seu compromisso com a comunidade.
  • Porta a porta: Faça campanhas porta a porta para ouvir os eleitores e divulgar sua plataforma.
Legislação e Registro
  • Verifique a legislação eleitoral: Entenda as regras específicas para candidatos independentes em sua região.
  • Registro da candidatura: Certifique-se de cumprir todos os requisitos legais para se registrar como candidato independente ¹ ².
Desafios e Oportunidades
  • Superar a hegemonia: Use a insatisfação potencial com o partido dominante a seu favor, destacando mudanças positivas que você pode trazer.
  • Autenticidade: Mostre sua autenticidade e compromisso genuíno com a comunidade, pois isso pode ser um diferencial significativo.
Com dedicação, uma boa estratégia e uma conexão genuína com a comunidade, é possível construir uma campanha eleitoral bem-sucedida mesmo em regiões com forte domínio de um partido político.