Redescobrir a Madeira
Porque à 600 anos as caravelas de Gonçalves Zarco, Tristão Vaz Teixeira, Bartolomeu Perestrelo, depois de uma odisseia na travessia do Atlântico, descobrem aquilo que é hoje as nossas belas ilhas. Longe estariam eles de pensar que, 600 anos depois os madeirenses e portosantenses não teriam um barco para poderem voltar às origens. Por teimosia ou caprichos dirão alguns, por incompatibilidades e inviabilidade financeira justificarão outros, o certo é que não podemos sair da ilha sem outro meio a não ser o transporte aéreo, com a condicionantes de todos conhecidas. Infelizmente os nossos governantes mostram a pouca inteligência que têm , pois seria uma maneira estrondosa e de um impacto monumental, reactivar o transporte marítimo de e para o Continente, pois a experiência efectuada no período correspondente entre 2008 a 2012 por um operador privado espanhol e que bons resultados deixou, e a teimosia ou um capricho em defender interesses, fez com que o operador depois de tanto pressionado, viesse a «abandonar» um serviço que já nos estávamos habituando e com resultados evolutivos, não fossem as condicionantes impostas pelas autoridades regionais, e tornar-se-ia num serviço regular, com a grande possibilidade de crescimento progressivo. Por toda a Europa existem ligações entre ilhas e continente por barco, vamos continuar insistir que a nossa situação será a única que não tem possibilidades de ser viabilizada? Por favor usem a inteligência, a melhor comemoração dos 600 anos das descobertas das Ilhas do Porto Santo e Madeira seria a reposição do meio de transporte com que elas foram descobertas, assim seria uma comemoração apoteótica e que beneficiaria a todos. Haja bom censo.
quarta-feira, 28 de março de 2018
sábado, 3 de março de 2018
Portugal quer justiça
Parece nos filmes de Hollywood com diferentes histórias, diferentes actores mas muitas vezes as mesmas emoções, as mesmas conclusões e até um final muito semelhante. Falo do flagelo que continua a assolar a nossa já adulta democracia 44 anos depois; a corrupção. Todos os dias a imprensa, publica novos casos que são postos à luz pública e que o comum dos cidadãos assiste como se de uma série televisiva se tratasse, devido talvez à falta de incentivos, falta de meios e impossibilitado de se revoltar contra este flagelo que já parece fazer parte do quotidiano da vida dos portuguese. Parece ser tão normal que a justiça portuguesa tem tanta dificuldade em chegar à resolução de um problema gravíssimo pois o país cai todos os dias no mesmo flagelo. Parece que a corrupção está institucionalizada e legalizada. São dezenas de suspeitos e ou arguidos, centenas de caso, milhares de processos, milhares de milhões de Euros que deambulam por esse país fora e em contas ocultas, que já parecem tão normal como se de uma série televisiva se tratasse. Os casos arrastam-se à meses, anos, décadas sem que tenham sido punidos os possíveis arguidos, sem que o estado seja ressarcido aquilo que lhe foi roubado, Parece que afinal nunca existem culpados, e a maioria das vezes esses continuam à solta e pior ainda a desempenhar o mesmo papel. Os cidadãos vêem-se incapacitados de encontrar na democracia que lhes foi dada, a possibilidade de acabar com esta calamidade e dia após dia estamos a pagar aquilo que outros continuam a obter ilegalmente ou até quem sabe se legalizado por culpa de leis que de alguma forma os cúmplices ajudaram a criar propositadamente, para saírem airosos dos seus «negócios» fraudulentos. Qualquer modelo serve para ganhar dinheiro à custa das negociatas fraudulentas, e corruptas. Cada vez mais a desilusão e o desanimo habitam nas nossas mentes, achando até um certo saudosismo por um regime que uma vez celebramos euforicamente o seu fim, mas que afinal a tão propagandeada democracia pouco ou nada veio colmatar os anseios dos mais humildes cidadãos. A continuar este tipo de gestão o país caminha para um abismo sem precedentes, com consequências inimagináveis, por situações idênticas outros países optaram por aceitar e apostar em situações de radicalismo e depois a população pagou caro dada a desilusão que se sente com o actual modelo de democracia e que em Portugal continua a delapidar os cofres da nação. Terá urgentemente de haver consciência política de modo que se possam rapidamente reparar os erros, para não cair-mos nós também numa alternativa radical, não por culpa das circunstância, mas por desilusão da população onde a justiça deveria actuar com seriedade, honestidade, e sobre tudo com igualdade, foi para isso que foi implantada a democracia para dar a garantia da liberdade a todos, não para ser usada por alguns para seu próprio benefício. Portugal e os portugueses querem JUSTIÇA.
Parece nos filmes de Hollywood com diferentes histórias, diferentes actores mas muitas vezes as mesmas emoções, as mesmas conclusões e até um final muito semelhante. Falo do flagelo que continua a assolar a nossa já adulta democracia 44 anos depois; a corrupção. Todos os dias a imprensa, publica novos casos que são postos à luz pública e que o comum dos cidadãos assiste como se de uma série televisiva se tratasse, devido talvez à falta de incentivos, falta de meios e impossibilitado de se revoltar contra este flagelo que já parece fazer parte do quotidiano da vida dos portuguese. Parece ser tão normal que a justiça portuguesa tem tanta dificuldade em chegar à resolução de um problema gravíssimo pois o país cai todos os dias no mesmo flagelo. Parece que a corrupção está institucionalizada e legalizada. São dezenas de suspeitos e ou arguidos, centenas de caso, milhares de processos, milhares de milhões de Euros que deambulam por esse país fora e em contas ocultas, que já parecem tão normal como se de uma série televisiva se tratasse. Os casos arrastam-se à meses, anos, décadas sem que tenham sido punidos os possíveis arguidos, sem que o estado seja ressarcido aquilo que lhe foi roubado, Parece que afinal nunca existem culpados, e a maioria das vezes esses continuam à solta e pior ainda a desempenhar o mesmo papel. Os cidadãos vêem-se incapacitados de encontrar na democracia que lhes foi dada, a possibilidade de acabar com esta calamidade e dia após dia estamos a pagar aquilo que outros continuam a obter ilegalmente ou até quem sabe se legalizado por culpa de leis que de alguma forma os cúmplices ajudaram a criar propositadamente, para saírem airosos dos seus «negócios» fraudulentos. Qualquer modelo serve para ganhar dinheiro à custa das negociatas fraudulentas, e corruptas. Cada vez mais a desilusão e o desanimo habitam nas nossas mentes, achando até um certo saudosismo por um regime que uma vez celebramos euforicamente o seu fim, mas que afinal a tão propagandeada democracia pouco ou nada veio colmatar os anseios dos mais humildes cidadãos. A continuar este tipo de gestão o país caminha para um abismo sem precedentes, com consequências inimagináveis, por situações idênticas outros países optaram por aceitar e apostar em situações de radicalismo e depois a população pagou caro dada a desilusão que se sente com o actual modelo de democracia e que em Portugal continua a delapidar os cofres da nação. Terá urgentemente de haver consciência política de modo que se possam rapidamente reparar os erros, para não cair-mos nós também numa alternativa radical, não por culpa das circunstância, mas por desilusão da população onde a justiça deveria actuar com seriedade, honestidade, e sobre tudo com igualdade, foi para isso que foi implantada a democracia para dar a garantia da liberdade a todos, não para ser usada por alguns para seu próprio benefício. Portugal e os portugueses querem JUSTIÇA.
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