sexta-feira, 21 de maio de 2021

                       É hora de por fim ao comodismo

Vivemos numa sociedade extremamente tolerante, quase sem objetivos ou sonhos, desiludida, diria até que decadente pelo facto de que os cidadãos que diariamente tentamos cumprir regras, leis, trabalho, os contribuintes sentimo-nos cada vez mais desprotegidos, castigados, penalizados, indignados, revoltados e sobre tudo impotentes perante este continuar de perseguições e opressões ao cidadão comum. Já sem falar do castigo a que cada dia que passa somos submetidos a uma carga fiscal direta e indireta insuportável, olhem só para o exemplo dos combustíveis, os mais caros da Europa. E sem meios para combater esta diversidade, continuamos impávidos e serenos á espera dum milagre ou dum messias. Mas afinal de quem será a culpa? Infelizmente continuamos a acreditar em profecias e promessas vans da parte duma classe política que usa e abusa do poder para benefícios individuais ou seus cúmplices, e faz com que os cidadãos cada vez mais deixem de acreditar na classe política e com alguma razão. Mas será que nós os que continuamos a cumprir minimamente as nossas obrigações, não teríamos o dever de fazer frente a esta classe de administração que anda à 47 anos a enganar o povo tirando-lhe o poder de se indignar. O surgimento de novas vertentes políticas que querem classificar de extremistas, não é mais do que o resultado duma gestão escandalosa, desavergonhada e catastrófica, daí que as pessoas começam a se cansar disto e a mostrarem a sua indignação e revolta contra um sistema caduco. É hora de por fim ao «comodismo» e saltar do sofá, da frente da TV ou da cadeira do café onde habitualmente se ouvem os lamentos e protestos e mostrar que afinal existem alternativas para mudar o paradigma da democracia. Os cidadãos de bem aqueles que achavam que devem continuar quietos no seu canto, temos de nos organizar e mostra que estamos presentes para reivindicar o que por direito nos pertence, a liberdade e a democracia. Não podemos continuar tolerantes e indiferentes pois se não reagirmos com coragem e determinação no combate a esta situação, seremos no futuro apelidados de covardes e cúmplices desta miséria a que a ignorância e a falta de cultura democrática conduziu a nação. Não tenhamos medo, qualquer oportunidade que nos seja dada para mostrar a nossa indignação e revolta contra este estado de coisas não a podemos deixar fugir sob pena de hipotecar o futuro dos nossos filhos, netos e quem sabe no imediato o nosso próprio futuro. Não iremos continuar a creditar que aqueles que criaram o atual estado de degradação a que o país chegou, venham a ser a solução para um problema que já ultrapassou uma geração. Porque queremos cidadãos livres e não um povo cada vez mais condicionando a sua liberdade à custa da cada vez maior dependência do estado. Ansiamos um projeto novo, onde o povo se sinta livre e útil à sociedade, não os coitados subsídio-dependentes dum estado ladrão, corrupto que persegue quem trabalha, massacra com uma carga de impostos quem produz, para sustentar vícios e promover a miséria. Até quando iremos continuar tolerantes e indiferentes a este drama que se apoderou da democracia á conta da liberdade. Chega de ingenuidade e de resignação pois queremos um Portugal com justiça.

sábado, 15 de maio de 2021

Comentários numa página de maria vieira onde dois homens se beijam. 15/05/2021

Será que a partir de agora os heterossexuais, os casais formados por homens e mulheres, os filhos de famílias tradicionais, os homens apaixonados por mulheres e vice verso teremos que vir para as redes sociais manifestar o nosso modelo de comportamento, o que até aqui era considerado de normalíssimo? Aceitar as pessoas tal qual elas são, não obriga necessariamente a (autopromoção) daqueles que até aqui eram «rejeitados» pela sociedade dita de conservadoras e defensoras dos valores tradicionais da sociedade. O que até aqui era condenado poderá ser aceite sem a obrigação ou a imposição no gosto das pessoas. As coisas são livremente aceites pelo modelo de comportamento dos seres e não pela imposição de modelos até aqui rejeitados e por vezes condenados, mas não talvez condenáveis. As sociedades evoluem consoante à sua cultura, mas o que é dado pela natureza não pode nunca ser rejeitado ou condenado, apenas aceite, melhorado e sobretudo que a tolerância seja recíproca e haja harmonia na sociedade sem deturpar a mentalidade dos seres. No comportamento dos humanos a falta de afetos, carinho, dedicação, disponibilidade, atenção, conduz por vezes as sociedades por guetos à procura desses sentimentos que levam ao confronto de mentalidades desprotegidas. Queremos resgatar os valores da sociedade, não por imposição mas com educação, formação cívica, tolerância, equidade e sobre tudo muito AMOR. 

sábado, 1 de maio de 2021

                                   Calamidade, catástrofe ou pandemia

Continua a saga da corrupção neste pequeno país à beira mar plantado. Desculpem continuar a insistir e persistir num tema que parece não ter solução á vista.  Cada vez mais sente-se a revolta e indignação de cidadãos impotentes para travar este flagelo nacional. São situações que seriam impossíveis transcrever  no tempo da ditadura, mas que agora livremente é-me permitido falar pois a legalidade de roubar foi institucionalizada. Se fosse para enumerar os caso que estes 47 anos do regime permitiu, seria quase impossível devido ao limite de carateres que o DN disponibiliza, aliás quem quiser ter um dos "catálogos da corrupção" O pequeno livro negro da corrupção existe. Mas as coisas não ficaram por aqui: Até o parlamento europeia já se pronunciou com o comportamento da «justiça» portuguesa ao substituir a designada Ana Carla Almeida 1ª classificada para o cargo de procurador(a) preterida pela ministra da «justiça» por José Guerra 2º classificado. Pois isso não vos dirá nada é verdade, mas essa guerra não termina aqui. Promulgou-se uma lei 41/ 2020 de expropriações um tanto ou quanto semelhante ao que vigora em regime como Cuba e Venezuela, onde simplesmente aquilo que é vosso deixa de o ser mediante a conveniência do governo. Até onde chega a usurpação da liberdade? E o pior ainda está para vir; eis que os iluminados dos corruptos pretendem (combater a corrupção) com uma lei anticorrupção imaginem só, que aqueles que supostamente cometam atos de corrupção mas que se acusem e venham a arrepender-se serão perdoados. Dito em português percetível: ROUBEI, SEI QUE O FIZ E ESTOU ARREPENDIDO POR ISSO NÃO VOU PRESO,(PERDÃO)! Isto é o cúmulo da pouca vergonha e da hipocrisia. Por isso insisto que neste pais legalizou-se o roubo, institucionalizou-se a corrupção com a conivência da «justiça», o patrocínio dos meios de comunicação e a cumplicidade da ignorância duma grande maioria do povo português. Há quem já diga que o cancro da «justiça» nasce no parlamento. Há quem aproveite esta selva jurídica? aos prevaricadores e aos seus advogados pagos a preço de ouro. Há quem classifique o juiz Ivo Rosa como um perigo à solta, tendo em conta ele ser  o juiz que Sócrates mais gosta, outros catalogam-no de ovni, e há que o diga que o juiz  até parecia o advogado de Sócrates. Muitas outras coisas poderia transcrever. Só que infelizmente temos enorme dificuldade em alavancar as nossa possibilidade de enfrentar esta deplorável e imunda situação a que permitimos chegar o nosso país. Entretanto quem realmente enfrenta, denuncia, reage e confronta os protagonistas desta calamidade nem tem direito a tempo de antena e muito pior é escorraçado e bombardeado com acusações e rotulados de extremistas, racistas, xenófobos, fascistas, enquanto os verdadeiros salteadores continuam impunes. Alguém dizia que gostava de ter oportunidade de voltar ao serviço militar e pegar nas armas, mas atenção! a democracia ainda permite que o povo utilize duas armas fundamentais disponíveis, com a sua inteligência usar a determinação fundamentada na sua indignação e revolta através da outra arma; O VOTO.