E o direito à indignação?
Estou cansado de ver o digladiar político acusando-se mutuamente a ver quem faz pior. Estou cansado de trabalhar e ver o dinheiro dos meus impostos serem roubados por políticos corruptos. Estou cansado de sustentar bancos e banqueiros e ver a «justiça» cega e perdulária. Estou cansado de ver governos a sustentar quem nada produz, à custa do meu esforço. Estou cansado de ver a destruição do meu país, à custa do (negócio) dos incêndios. Estou cansado de que os meus impostos sirvam para formar os cidadãos, que depois para serem reconhecidos tenham que emigrar. Estou cansado de ver centenas de cidadãos à espera de uma consulta ou de uma cirurgia, para depois ver desperdiçar os dinheiros públicos em obras sem utilidade ou de utilidade duvidosa. Estou cansado de ver governos apoiar migrantes estrangeiros que não respeitam a liberdade, e atentarem contra contra a liberdade do nosso próprio povo. Estou cansado de que se promova a solidariedade a troco do sustento de gentes sem escrúpulos que usam as instituições para se auto-promoverem. Estou cansado de ver políticos eleitos pelo povo com arrogância a sentirem-se superiores a quem os elegeu, pois a humildade não é o seu lema. Estou cansado de que os dinheiros dos meus impostos sirvam para sustentar parasitas, que em nada contribuem para o desenvolvimento dos meus conterrâneos e sejam utilizados para promover culturas que nada tem a ver com a nossa. Estou cansado de ver reformados cidadãos que deram tudo, para sobreviverem com pensões miseráveis, enquanto políticos, banqueiros e outros têm-nas chorudas. Estou cansado de sustentar um povo ingénuo, e à custa dos meus impostos financiar os traficantes e os contrabandistas. Estou casado de ver ilhéus (prisioneiros) de um modelo de transporte que não lhe querem dar soluções alternativa por defender lobbies. Estou cansado de sustentar um estado que deveria zelar pela dignidade do ser humano e que com leis estúpidas, protegendo os inescrupulosos, «promovem» a degradação da nossa sociedade. Definitivamente estou cansado de ver um povo que só faz contas do que ganha e não contabiliza o que se paga. É a realidade nua e crua de um país que parece querer continuar anestesiado e que não acorda para a realidade, querendo continuar nesta realidade de governos que sustentando o povo com migalhas, mantendo o precursores deste desastre no lugar que por direito deveria pertencer aos portugueses que querem um país mais digno mais justo e mais humano. Porque a verdade contra o poder do dinheiro, será sempre uma batalha inglória,( mais de 8(oito) MILHÕES de euros na campanha eleitoral. Nos dia 22 de Setembro e 6 de Outubro, em democracia, a liberdade poderá dar-nos a derradeira oportunidade de mudar a região e o nosso país, existem alternativas. Será que os actuais 225 mil milhões de dívida do nosso país justificam votar contra os partidos do arco da governação que durante mais de 40 anos e à custa da ingenuidade de um povo, sustentam a degradação da nação. Será que iremos continuar a ser «cúmplices» de um sistema que teima em tornar cada vez maior o fosso na nossa sociedade? Estou cansado mas tenho um sonho, de ainda um dia ver um PORTUGAL COM JUSTIÇA!
sábado, 31 de agosto de 2019
quinta-feira, 15 de agosto de 2019
Contos proibidos.
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sábado, 3 de agosto de 2019
Vou apostar no boletim de voto
Com o aproximar de mais dois actos eleitorais, começa o campeonato das promessas, a disputa dos troféus, (tachos) a compra de votos, qualquer argumento é válido. Os cidadãos continuam iludidos à volta de promessa, pois a vontade de cada um achar que este ou aquele será melhor, quando a realidade da política no nosso país é bem diferente. Os nossos políticos pensam que ao ocuparem os cargos para o qual se apresentam ao eleitorado, quando eleitos, tomam uma atitude de empresários e em vez de defenderem as pretensões dos eleitores ou minimamente cumprirem as promessas, lutam pelo seu sucesso e riqueza pessoal, com uma ambição desmedida, esqueceram-se em definitiva os ideais e as promessas feitas. Como é possível por exemplo, utilizar-se áreas como a saúde para fazer negócio à custa da fragilidade dos cidadãos? Como é possível (promover) crimes onde o fogo na floresta (por exemplo) passou a ser um negócio mesmo à custa da desgraça e até pasmem-se: da vida dos cidadãos. Como é possessível, fomentar monopólios onde está em causa a mobilidade dos cidadãos para se deslocarem fora da região, com um aeroporto que impõe restrições e condicionalismos, e não existe outra mobilidade a não ser monopolizada pelos interesses de (amigos do regime). Como é possível, investir dinheiro em obras de utilidade duvidosa para beneficiar «amigos» mesmo sabendo que as áreas básicas como, a saúde , educação, justiça, têm urgências prementes. Andam a fazer negócios a fingir que estão a fazer política séria, e os eleitores cada vez mais sentem-se incapazes de pode alterar este estado de coisas. Porque o grande objectivo no actual modelo do regime é cada vez mais tirar a motivação aos eleitores promovendo a abstenção, de modo que os afectos ao regime com o seu voto, mantenham a hegemonia do poder onde em várias organizações partidárias possam existir gente afecta a todos os grupos económicos que controlam sistematicamente o sistema. Se ao menos houvesse da parte dos eleitores uma consciência de cidadania e uma cultura democrática bem esclarecida , o país nunca teria atingido semelhante estado de quase «anarquia política». Imagine-se que como será possível que um regime dito de democracia, possa motivar saudades do Salazar! algo anda a falhar pois os partidos políticos capturaram a liberdade, legalizaram o roubo e institucionalizaram a corrupção. Um povo que não sabe usar o voto, jamais será temido ou sequer respeitado e nunca poderá saborear as vantagens de uma verdadeira democracia. Porque a abstenção não é a solução contra a corrupção, será que a democracia autêntica proporcionará mais uma oportunidade?
Nota. (Com alguma ironia) Aquela aberração de obra um terraço na via de acesso à cota 200 na Rib. de João Gomes, será que dentro em breve a população do Curral das Freiras vai reivindicar um terraço para proteger os moradores daquela zona onde o perigo da queda de pedras é constante?
Com o aproximar de mais dois actos eleitorais, começa o campeonato das promessas, a disputa dos troféus, (tachos) a compra de votos, qualquer argumento é válido. Os cidadãos continuam iludidos à volta de promessa, pois a vontade de cada um achar que este ou aquele será melhor, quando a realidade da política no nosso país é bem diferente. Os nossos políticos pensam que ao ocuparem os cargos para o qual se apresentam ao eleitorado, quando eleitos, tomam uma atitude de empresários e em vez de defenderem as pretensões dos eleitores ou minimamente cumprirem as promessas, lutam pelo seu sucesso e riqueza pessoal, com uma ambição desmedida, esqueceram-se em definitiva os ideais e as promessas feitas. Como é possível por exemplo, utilizar-se áreas como a saúde para fazer negócio à custa da fragilidade dos cidadãos? Como é possível (promover) crimes onde o fogo na floresta (por exemplo) passou a ser um negócio mesmo à custa da desgraça e até pasmem-se: da vida dos cidadãos. Como é possessível, fomentar monopólios onde está em causa a mobilidade dos cidadãos para se deslocarem fora da região, com um aeroporto que impõe restrições e condicionalismos, e não existe outra mobilidade a não ser monopolizada pelos interesses de (amigos do regime). Como é possível, investir dinheiro em obras de utilidade duvidosa para beneficiar «amigos» mesmo sabendo que as áreas básicas como, a saúde , educação, justiça, têm urgências prementes. Andam a fazer negócios a fingir que estão a fazer política séria, e os eleitores cada vez mais sentem-se incapazes de pode alterar este estado de coisas. Porque o grande objectivo no actual modelo do regime é cada vez mais tirar a motivação aos eleitores promovendo a abstenção, de modo que os afectos ao regime com o seu voto, mantenham a hegemonia do poder onde em várias organizações partidárias possam existir gente afecta a todos os grupos económicos que controlam sistematicamente o sistema. Se ao menos houvesse da parte dos eleitores uma consciência de cidadania e uma cultura democrática bem esclarecida , o país nunca teria atingido semelhante estado de quase «anarquia política». Imagine-se que como será possível que um regime dito de democracia, possa motivar saudades do Salazar! algo anda a falhar pois os partidos políticos capturaram a liberdade, legalizaram o roubo e institucionalizaram a corrupção. Um povo que não sabe usar o voto, jamais será temido ou sequer respeitado e nunca poderá saborear as vantagens de uma verdadeira democracia. Porque a abstenção não é a solução contra a corrupção, será que a democracia autêntica proporcionará mais uma oportunidade?
Nota. (Com alguma ironia) Aquela aberração de obra um terraço na via de acesso à cota 200 na Rib. de João Gomes, será que dentro em breve a população do Curral das Freiras vai reivindicar um terraço para proteger os moradores daquela zona onde o perigo da queda de pedras é constante?
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