domingo, 30 de novembro de 2025

              Uma construção sobre um pântano

Há dias em que a democracia parece um edifício bonito por fora, iluminado para ser fotografado, mas com as fundações a ceder por dentro. Não por falta de votos ou de discursos inflamados, mas porque debaixo das palavras grandes continua a morar a pobreza, a ingenuidade e a ausência quase estrutural de cultura democrática. E é nesse vazio que proliferam instituições, organismos, programas e comissões que crescem como hera agarrada a uma parede frágil: alimentam-se da fragilidade para poder existir. E pensar que essa mesma miséria serve para sustentar muita gente e até como promoção e marketing de grandes empresas?     Chamam-lhe Estado social, proximidade, solidariedade, apoio. Mas muitas vezes é apenas sobrevivência burocrática. São máquinas que se movem não para resolver problemas, mas para assegurar que os problemas permanecem o suficiente para justificar relatórios, financiamentos, cargos e discursos.               A pobreza torna-se o combustível, a ingenuidade a matéria-prima, a falta de participação cívica a garantia de continuidade.                                                                                                                                                   E o povo, cansado e descrente, olha para estas estruturas como quem observa um labirinto que nunca foi para ser percorrido apenas para mantê-lo ocupado, confundido, silencioso. Democracia, dizem, é liberdade. Mas que liberdade existe quando tantos dependem de mecanismos que não os libertam, apenas os mantêm amarrados com fitas decoradas de palavras bonitas?                                                                        É um fracasso silencioso, quase educado. Não se vê nas praças, mas nas filas intermináveis para apoios que nunca chegam na forma de dignidade. Não está nos livros de civismo, mas nas conversas sussurradas de quem já não acredita que a sua voz tem utilidade. É um fracasso que se disfarça de normalidade e é isso que o torna tão profundo.                                                                                                                             Não há democracia plena quando a miséria é rotina, quando a ignorância política não é combatida, e quando as instituições crescem apenas porque os problemas persistem. Uma democracia madura emancipa; uma democracia frágil administra dependências.                                                                              E talvez o maior fracasso seja este: habituarmo-nos a viver dentro de uma democracia que existe no papel, mas que, na vida real, continua a pedir ao povo que agradeça por muito menos do que merece.           Será que no dia em que surja um político corajoso que de forma digna e determinada seja a voz dos cidadão que se sentem marginalizados e se empenhe em tentar resolver os problemas básicos duma sociedade ferida, talvez doente com uma epidemia que é constantemente renovada, uma infestação de vírus político da corrupção, esse personagem terá o compromisso e a responsabilidade de manter a esperança em poder resolver esses problemas. Nesse dia essa pessoa esvaziará o espaço dos oportunistas e preencherá a esperança dum povo que não suporta mais a humilhação a que está a ser conduzido.      Agora mais do que nunca precisamos de muita coragem para MUDAR Portugal


sábado, 22 de novembro de 2025

                Da Quinta Falcão para a Casa Branca

Nestes últimos dias, após a entrevista (pela segunda vez) de Cristiano Ronaldo ao repórter britânico Piers Morgan, publicada no dia 07/11, onde, entre outras coisas, o entrevistado manifesta o desejo de conhecer pessoalmente o então presidente dos EUA, Donald Trump — personagem que tem causado muita polémica em setores mais à esquerda e associado a uma direita radical —, vimos novamente o mundo demonstrar que muitos não admitem a existência de democracia quando alguém pensa de forma diferente. Para alguns, só há democracia quando todos pensam e agem como eles. Se alguém for mais liberal ou conservador, e acreditar que cada um deve ser tutor do seu próprio destino, libertando-se das amarras governamentais, é rotulado de tudo o que não presta pelos pseudo-democratas.

Não é irónico que grande parte da comunicação social condene justamente aqueles que, vindo do nada, deixam de ser “mendigos” e tornam-se bilionários graças ao trabalho, empenho, esforço, abnegação, dedicação e sacrifício? Pessoas que pegam num país massacrado pela corrupção, egoísmo, demagogia e hipocrisia, e através da sua imagem fazem o mundo falar de nós de forma positiva, como no desporto-rei.

Estamos a falar de um jovem que, aos 11 anos, com o apoio da família, conseguiu realizar um sonho e manter laços familiares fortes e relevantes, elevando-os a um patamar de excelência. Um atleta que se tornou a figura desportiva mais mediática do planeta nesta década, nascido nesta pequena terra onde a inveja parece ser o sentimento mais promovido. E agora querem crucificá-lo porque simpatiza com alguém que não agrada a todos?

Afinal, quem somos nós para escolher com quem cada um deve ou não se identificar e gostar? Acaso alguém que não gostava de Fidel Castro, criticou Marques Mendes por se encontrar com essa figura? Alguém alguma vez criticou Jorge Sampaio, então Presidente da República, assumidamente agnóstico, por ter um encontro com o Papa? Mais recentemente, alguém condenou Marcelo Rebelo de Sousa por ir a Angola e curvar-se perante João Lourenço, depois deste ter acusado os portugueses de exploradores de escravos?

O que muitos puritanos e invejosos criticam em Cristiano Ronaldo é apenas o facto de não terem coragem de analisar as circunstâncias em que esta visita é programada. E não vale a pena perder tempo com explicações: CR7 não precisa de "advogados do diabo". Ele está num nível acima de todos nós; o seu legado merece apenas que respeitemos a vontade de cada um.

Para muitos, ele é o ídolo da atualidade e representa o Homem que, com esforço próprio, consegue ter o “mundo a seus pés”, enquanto outros se roem de inveja por não conseguirem conquistar sequer a simpatia do vizinho do lado. São esses comportamentos que, a cada dia, fazem o povo perceber a realidade: quem está com o povo e quem condena aqueles que conquistam o seu espaço de forma digna, honesta e firme. Quando a verdade chega, o medo desaparece, e a coragem faz renascer a esperança em nome de uma verdade que a sociedade tenta encobrir e o mundo manipula e insiste em ocultar.

É preciso ter coragem para mudar Portugal, começando por valorizar aquilo que realmente tem valor: a seriedade e o mérito de quem trabalha. Portugal só será grande quando o trabalho for valorizado, porque existem por aí muitos que se ofendem e condenam quem os manda trabalhar.

                         Da Quinta Falcão à Casa Branca 

Nestes últimos dias e após a entrevista (pela segunda vez) a Cristiano Ronaldo dada ao reporter britânico Piers Morgan publicada no dia 07/11 e onde entre outras coisas o entrevistado manifesta um desejo, o de conhecer pessoalmente o atual presidente dos USA, Donald Trum, (personagem que tem causado muita polémica em setores mais à esquerda), conutado com uma direita radical e que o mundo não admite existir em democracia quem pense de forma diferente pois só é democracia para alguns quando alguém pense e aga igual que eles, ser for mais liberarl ou conservador se achar que cada um deve ser tutor do seu próprio destino libertando-se de amarras dos governantes é rotulado de tudo o que não presta e do que os pseudo democractas não querem admitir. E não é que desde muita da comunicação social o que condenam, áquele que passa quase de (mendigos) e se converte em (bilionários) muito às custas do seu empenho, trabalho, esforço, abnegação, dedidação e sacrifíco, do que consegue pegar num país massacrado pela corrupção, pelo egoismo, a demagogia e a hipocrisia, para que com a sua imagem fazer com que o mundo ainda fale de nós em algo positivo omo o desporti rei. De um jovem que aos 11 anos e depois de ter o apoio da sua familia a ajudar em realizar um sonho, consegue manter o elo de ligação com a família intacto e relevante levando-os a um patamar de excelência, que consegue ser o desportista mais mediático do palneta desta dácada e que por acaso nasceu nesta terra minúscula onde a inveja é o sentimento que mais se promove. Não é que agora o querem crucificar porque afinal simpatiza com alguém que não é do gosto de todos? Mas afinal! quem somos nós para escolher com quem cada qual deve ou não se identificar e gostar? Acaso alguém que não goste de Fidel Castro contestou o Marques Mendes a se encotrar com esse personagem. Alguém alguma vez contestou ou criticou por exemplo, Jorge Pampaio então Presidente da República, assumidamente agnóstico a ter um encontro com o Papa. Mais recentemente alguém condenou Marcelo Rebelo de Sousa ir a Angola se vergar ao João lourenço Preisdente desse país e depois dele ter acusado os portugueses de exploradores de escravos. Afinal o crime que muitos puritanso/invejosos criticam a atitude de Cristiano Ronaldo é apenas e tão só o facto de nem terem a coragem de analizar em que circunstâncias essa visita é programada. E não vale a pena perder tempo com explicações pois CR7/ não precisa de advogados do diabo, porque não está à altura de nenhum de nós, o seu legado apenas merece que respeitemos a vontade de cada quem. Se para muitos ele é o ídolo da atualidade e representa fielmente o Homem que com o seu próprio esforço consegue por "O MUNDO A SEUS PÉS" enquanto outros se roem de invejam porque se sentem incapazes de nem sequer conquistarem a simpatia do vizinho do lado. São este tipo de atitudes que a cada dia que passa o pov começa a ver a realidade e quem são e de que lado estão os que estão com o pov e os que condenal os que conquistam o seu espaço de forma digna honetsta e com firmeza, por que quando a verdade chega o medo desaarece e a coragem faz renascer a esperança em nome de uma verdade que a sociedade tenta encubrir  eo mundo amnipula e teima em ocultar. è preciso ter a coragem para MUDAR Portugal, a começar pela atitude em valorizar aquilo que realmente tem valor: a seriedade e o mérito de quem trabalha. POrtugal só será grande quando for valorizado o trabalho, porque existem por aí uns quantos artificies, gente que se ofende e condena quem os mandar trabalhar.

sexta-feira, 14 de novembro de 2025

                           A SAÚDE ESTÁ DOENTE !

    • A saúde em Portugal, para muitos, é uma fonte de preocupação e angústia.                                 O que deveria ser um pilar de acesso universal, o Serviço Nacional de Saúde (SNS), é, na prática, frequentemente visto como um sistema enredado em burocracias e má gestão.:             O sentimento de que a saúde está doente é uma realidade sentida pelos portugueses que dependem do SNS.                                                                                                                         A dificuldade no acesso a cuidados de saúde, a demora nos diagnósticos e tratamentos, e a exaustão dos profissionais de saúde são apenas alguns dos sinais que preocupam.                 As consequências são sentidas na vida de quem tem de esperar horas em urgências, naqueles que têm doenças crónicas e não conseguem o acompanhamento necessário, e nas famílias que lutam para garantir o bem-estar dos seus entes queridos.                                                 Não é o momento de culpas, mas sim de reconhecer que é necessário agir.                              É preciso um investimento sério e estratégico em infraestruturas, recursos humanos e tecnologia.                                                                                                                                       É fundamental uma gestão eficiente dos recursos, com o objetivo de garantir o melhor e mais rápido atendimento possível a todos.                                                                                         Mas para além de soluções concretas, é preciso que todos nós, enquanto sociedade, assumamos um papel mais ativo.                                                                                               Isto significa valorizar mais os profissionais de saúde, apoiar os doentes e as suas famílias, e nunca esquecer que a saúde é um direito fundamental e uma responsabilidade de todos.              A saúde em Portugal pode estar doente, mas a nossa esperança deve continuar viva.               É necessário que todos trabalhamos juntos para que o SNS volte a ser um motivo de orgulho e um sistema de saúde de excelência para todos os portugueses.

 SER "BONZINHO" NÃO SIGNIFICA SER SUBMISSO!

Quando a esperança de resolver os problemas de uma nação se esgota, as opções incluem a emigração em massa ou a revolução, a anarquia e a criação de novas nações através de secessão ou revolução. Cada uma destas opções carrega riscos e consequências significativas, e a viabilidade de cada uma varia consoante as circunstâncias específicas da nação.

Democracia não evolui nem se implementa com tolerância e indiferença, exige muita formação, determinação, participação e sobre tudo acção!