Um teste à paciência
Durante este mês que está a findar tivemos entretidos com mais de 3 arraias por dia (em média), caso para dizer que isto é uma terra sempre em festa. Do mar à cebola que por vezes até faz-nos chorar, das gastronomias ás temáticas, das dos santos ás paróquias, tudo é motivo nesta terra para dedicar uma festa e ou diversão que entretenha a população. E não é que esteja contra as festas, aliás até alinho nalgumas, mas o facto é que acontecem tantas coisas pelo meio disto tudo, que parece que as ditas festas são ,propositadamente organizadas para distrair o pessoal. Fazer testes à resistência para quem ganha a medalha de ouro comparecendo no maior numero de festas possível, para ver qual a que aglomera maior número de visitantes, qual a que se consomem mais comidas e bebidas. Uma coisa que faz das inúmeras festas uma competição que poderá desencadear num concurso internacional de arraiais festas festinhas e festanças. Entretanto na parte da governação fazem-se por detrás da cortina das festas outros testes. Testa-se o Helicóptero no combate aos incêndios que durante mais de 40 anos nunca foi viável, mas que agora pelo facto de pouco ou nada haja para inaugurar, alterou-se a designação para teste. Faz-se o teste do avião de carga que afinal nem, sabemos muito bem o que carrega, mas o resultado poderá ser quem sabe, tipo diagnóstico de doença incurável que não se tem coragem de dizer ao doente. Faz-se o teste da Binter para as ligações da Madeira com o Porto Santo, afinal com um comprimido analgésico sem saber bem o diagnóstico da doença. E por fim o teste do Armas, para a ligação Madeira continente, onde é muito semelhante ao que aconteceu comparativamente à gripe das aves, medidas de prevenção, depois a gripe suína, medidas de prevenção, a gripe epidérmica (A) e o remédio foi o mesmo, só que no caso do Armas4(quatro) anos a doença ou a cura parecia ser encontrada, mas os caprichos de uma meia dúzia puseram sem efeito e suspenderam o tratamento, agravou-se a doença, e agora apresentou-se uma solução por meio de um teste quando o problema já esteve mais do que resolvido. Ou seja reactivou-se a doença, para depois aparecerem como heróis apresentando um teste a uma possível solução. Quando o aeroporto cada vez mais condicionado poderá cumprir com as necessidades de ligação da ilha com o exterior e se condiciona aquilo que já deveria ser uma rotina mais que consagrada no hábito de viajar dos portugueses no geral e madeirense em particular, quando desde sempre dependemos das ligações marítimas desde à 600 anos quando foram descobertas estas ilhas atlânticas? Desta vez será que o povo cumpre quando for chamado a eleger futuros governantes e com uma penalização arrasadora corre com aqueles que querem manter a Madeira isolada e distante, não permitindo que as ligações pela auto-estrada marítima sejam uma alternativa entre a Madeira, o continente e as ilhas que nos são mais próximas?
domingo, 26 de agosto de 2018
domingo, 12 de agosto de 2018
Vou (pagar) a promessa!
Será que estas datas dizem-nos alguma coisa? 05 de Março 2001, ou 20 de Fevereiro de 2010, ou 16 Agosto 2013, ou 10 de Agosto 2016 ou ainda 15 de Agosto de 2017 . Embora deveríamos esquecer os momentos trágicos das últimas duas décadas, é importante relembrar mais que não seja para que se poupe cometer os mesmos erros, evite que sucedam semelhantes catástrofes, e previna calamidades desta índole no futuro. Independentemente das causa, dos responsáveis e das condições atmosféricas e ou orográficas que levaram a que situações destas, manchassem a pacatez do quotidiano da nossa cidade, é sempre importante fazer um balanço do que se tem feito para evitar e melhorar as condições, para que situações semelhantes que possa vir a acontecer, não atinjam proporções de desastre. No caso específico e mais recente do último acontecimento na freguesia do Monte, uma tradição que tende a perder algum fulgor de outros tempos, mas que a crença e a fé do povo madeirense de certeza que não deixará «morrer» o que sempre foi designada de uma das maiores demonstrações de fé dos madeirense. Pena é que um dos monumentos simbólicos dessa mesma freguesia e por factores de todos conhecidos, na catástrofe de 2010 foi arrasada, ainda não se conseguiu erguer; falo da capela das Babosas, que depois de terem havido promessas de um empresário madeirense em apoiar a sua reconstrução, de terem sido feitos peditórios, recolhas de donativos e muitas outras tentativas, surpreende a notícia publicada neste prestigiado matutino do dia 09 do corrente mês que: afinal será o orçamento da região a cobrir os custos da recuperação ou reconstrução do emblemático monumento. Então prometo não voltar a focar no assunto, assim como todas as promessas feitas anteriormente sobre o mesmo venham a ser cumpridas. Hã! porque de promessas está o povo farto, e promessas de vários sectores!
Será que estas datas dizem-nos alguma coisa? 05 de Março 2001, ou 20 de Fevereiro de 2010, ou 16 Agosto 2013, ou 10 de Agosto 2016 ou ainda 15 de Agosto de 2017 . Embora deveríamos esquecer os momentos trágicos das últimas duas décadas, é importante relembrar mais que não seja para que se poupe cometer os mesmos erros, evite que sucedam semelhantes catástrofes, e previna calamidades desta índole no futuro. Independentemente das causa, dos responsáveis e das condições atmosféricas e ou orográficas que levaram a que situações destas, manchassem a pacatez do quotidiano da nossa cidade, é sempre importante fazer um balanço do que se tem feito para evitar e melhorar as condições, para que situações semelhantes que possa vir a acontecer, não atinjam proporções de desastre. No caso específico e mais recente do último acontecimento na freguesia do Monte, uma tradição que tende a perder algum fulgor de outros tempos, mas que a crença e a fé do povo madeirense de certeza que não deixará «morrer» o que sempre foi designada de uma das maiores demonstrações de fé dos madeirense. Pena é que um dos monumentos simbólicos dessa mesma freguesia e por factores de todos conhecidos, na catástrofe de 2010 foi arrasada, ainda não se conseguiu erguer; falo da capela das Babosas, que depois de terem havido promessas de um empresário madeirense em apoiar a sua reconstrução, de terem sido feitos peditórios, recolhas de donativos e muitas outras tentativas, surpreende a notícia publicada neste prestigiado matutino do dia 09 do corrente mês que: afinal será o orçamento da região a cobrir os custos da recuperação ou reconstrução do emblemático monumento. Então prometo não voltar a focar no assunto, assim como todas as promessas feitas anteriormente sobre o mesmo venham a ser cumpridas. Hã! porque de promessas está o povo farto, e promessas de vários sectores!
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