Um semen quase meio século que congelou muitas mentalidades portuguesas, acaba de conceber um partido anti sistema; CHEGA! Nenhuma força é poderosa se não for acompanhada de uma coragem imbatível. Se for pra desistir, desista de ser fraco. Situações difíceis constroem pessoas mais fortes. Algumas vezes coisas ruins acontecem nas nossas vidas para nos colocar na direção das melhores coisas que poderíamos viver.
sábado, 29 de abril de 2023
quarta-feira, 12 de abril de 2023
O Abril das ilusões
O mês de Abril caracteriza-se por no seu primeiro dia ser dedicado às mentiras. Infelizmente em Portugal e à quase meio século essa normativa ou adágio popular do primeiro dia desse mês à 49 anos, parece ter sido prolongado até o então dia 25 do ano de 1974. Pois é, andamos à quase meio século num sucessivo rol de promessas para que politicamente depois os portugueses paulatinamente se desinteressassem da política. O problema até não estará nos portugueses em si, mas sim na maneira de fazer política por parte dos partido que dominam o sistema á quase 50 anos! julgam-se ter sempre respostas para tudo, considerando-se em tudo responsáveis, daí que tudo prometem e tudo pretendem transformar. Logo que assumem o poder transformam as promessas em arma para perpetuar esse mesmo poder numa lógica de confraria virada de dentro para fora. Atualmente onde os estadistas escasseiam por terem sido substituídos por títeres controlados por poderes globalizados, sendo estes postos de lado para benefício da legalidade partidária que deixando de ser a voz dos cidadãos para passarem a ser os emissários dos patões. Esses manipuladores de mentalidades que são colocados na tribuna partidária onde são formados para fazerem promessas e semearem ilusões e apoiados numa comunicação social que muitas vezes pelas circunstâncias também faz parte dessa cúpula, com o grande objetivo de hipnotizar os cidadãos. É nesse palco das ilusões que vence quem mais promete e mais facilmente engana. Começa a opinião pública a ficar farta deste modelo de propaganda ideológica que apenas tem conduzido ao atual estado de degradação quase anárquica das instituições, dos serviços, enfim de toda uma sucessão de erros gerando a desconfiança no atual sistema político. São os ingredientes principais para que a abstenção se transforme no maior universo do eleitorado. Após todos estes longos anos de (democracia) continuamos com partidos virados de frente para um estado e de costas para os cidadãos. Agora começam a tremer e a rotular aqueles que se apresentam dispostos a mudar todos estes anos de propagandística utopica e de progressiva insatisfação, onde a voz do descontentamento começa a ecoar e a despertar esses cidadãos do estado de hipnose a que foram submetidos. E é ver-los num ato de desespero após 50 anos como (donos do poder), a tentarem ser eles mesmos a solução do que nunca foram capazes e não quiseram ser. Quando se começa a sentir a voz desses cidadãos que durante todo este tempo se manteve em silencio e que agora sentem que têm quem reproduza aquilo que à muito estava-lhes preso na garganta dos cidadãos comuns, aqueles que com o fruto do seu trabalho, esforço, empenho, coragem e dedicação, sentem-se os eternamente castigados por um estado que apenas lhes exige contributo e votos a cada vez que são chamados. Se algo haverá para comemorar deverá ser um novo despertar de Abril em Portugal. Por isso e para muitos começam a acreditar seriamente que em breve chega uma alternativa.
O Abril das ilusões O mês de Abril caracteriza-se por: no seu primeiro dia ser dedicado às mentiras. Infelizmente em Portugal e há quase meio século essa normativa ou adágio popular do primeiro dia desse mês há 49 anos, parece ter sido prolongado até o então dia 25 do ano de 1974. Pois é, andamos há quase meio século num sucessivo rol de promessas para que politicamente depois os portugueses paulatinamente se desinteressassem da política. O problema até não estará nos portugueses em si, mas sim na maneira de fazer política por parte dos partidos que dominam o sistema há quase 50 anos! Julgam-se ter sempre respostas para tudo, considerando-se em tudo responsáveis, daí que tudo prometem e tudo pretendem transformar. Logo que assumem o poder transformam as promessas em arma para perpetuar esse mesmo poder numa lógica de confraria virada de dentro para fora. Atualmente onde os estadistas escasseiam por terem sido substituídos por títeres controlados por poderes globalizados, sendo estes postos de lado para benefício da legalidade partidária que deixando de ser a voz dos cidadãos passam a ser os emissários dos patrões. Esses manipuladores de mentalidades que são colocados na tribuna partidária onde são formados para fazerem promessas e semearem ilusões, apoiados numa comunicação social que muitas vezes pelas circunstâncias, também faz parte dessa cúpula, com o grande objetivo de hipnotizar os cidadãos. É nesse palco das ilusões que vence quem mais promete e mais facilmente engana. Começa a opinião pública a ficar farta deste modelo de propaganda ideológica que apenas tem conduzido ao atual estado de degradação quase anárquica das instituições, dos serviços, enfim de toda uma sucessão de erros, gerando a desconfiança no atual sistema político. São os ingredientes principais para que a abstenção se transforme no maior universo do eleitorado. Após todos estes longos anos de (democracia) continuamos com partidos virados de frente para um estado e de costas para os cidadãos. Agora começam a tremer e a rotular aqueles que se apresentam dispostos a mudar todos estes anos de propagandística utópica e de progressiva insatisfação, onde a voz do descontentamento começa a ecoar e a despertar esses cidadãos do estado de hipnose a que foram submetidos. E é vê-los num ato de desespero após 50 anos como (donos do poder), a tentarem ser eles mesmos a solução do que nunca foram capazes e não quiseram ser. Quando se começa a sentir a voz desses cidadãos que durante todo este tempo se manteve em silêncio e que agora sentem que têm quem reproduza aquilo que há muito estava-lhes preso na garganta dos cidadãos comuns, aqueles que com o fruto do seu trabalho, esforço, empenho, coragem e dedicação, sentem-se os eternamente castigados por um estado que apenas lhes exige contributo e votos a cada vez que são chamados. Se algo haverá para comemorar deverá ser um novo despertar de Abril em Portugal. Por isso e para muitos começam a acreditar seriamente que em breve chega uma alternativa.
quarta-feira, 5 de abril de 2023
Quatro anos depois!
Existem duas situações que levaram ao aparecimento e ao crescimento desenfreado da implantação do partido CHEGA. O primeiro, foram quase meio século de sucessivos erros, de falta de cultura democrática deste povo que pela mesma razão permitiu a «legalização do roubo e institucionalização da corrupção». Segunda: a coragem de alguém que despertou a população totalmente desiludida, desmotivada, defraudada, indignada e revoltada mas que não se revia nos atuais partidos que sustentam o sistema implantado no pós 25 de Abril. Volvidos 4 anos apresenta-se um projeto que já galvanizou milhares de portugueses e caminha para ser a alternativa a mais de 5 milhões de abstencionistas que até aqui se recusaram a validar um sistema a cair de podre. As primeira eleições a que este partido se apresentou ao eleitorado, casualmente foram as legislativas regionais em Setembro de 2019 com apenas 5 meses de vida e que mesmo desconhecendo qualquer origem deste projeto, 619 eleitores confiaram-nos o seu voto. Desde então até à data e passados 4 anos, o crescimento tem sido vertiginoso tornado-se neste momento como a 3ª força política a nível nacional e única oposição válida a um sistema onde a corrupção e o compadrio têm sido o maior vírus da democracia que contínua a manter-nos como o 5º país mais atrasado da UE e a Madeira como a região mais pobre desse mesmo país, mesmo após 37 anos de adesão e apesar de ter recebido MILHARES DE MILHÕES de euros de fundos Europeus. A democracia nunca impediu que se legalizassem partidos com filosofias diferentes das existentes, daí que o Tribunal Constitucional aprovou a legalidade deste partido. Ao contrário de países que proibiram os símbolos do comunismo como a Polónia, Lituânia, Geórgia e Moldávia outrora do bloco de leste (ex-URSS), Portugal não o fez, mas em compensação a lei 64/78 de 6 de Outubro no seu artigo 1º são proibidas as organizações que perfilhem a ideologia fascista. Portanto essa parte está salvaguardada pela carta magna da nação. Daí que pelo facto do slogan do partido ser; Deus, Pátria, Família e Trabalho, estes quatro valores estão equiparados no slogan do partido, por termos muito gosto pela nossa nação, pela nossa família e pelo nosso trabalho, a grande diferença é a existência duma igualdade ética e moral destes valores que preservamos, e nunca a subordinação do valor nação em relação a todos os outros, daí que: pelo fato de sermos conservadores no respeito à fé religiosa de cada um, à nossa família como agente pessoal de cada um de nós e a liberdade de cada indivíduo no respeito dos valores por estes preservados, tendo a nação como objetivo de fundo em função do desempenho no nosso trabalho. Por isso a democracia jamais estará em causa quando o nosso principal objetivo é restituir a liberdade, restaurando a autêntica democracia e resgatando os autênticos valores da sociedade. Esta é a missão de todos os que abraçaram ou eventualmente venham a aderir a este projeto, uma árdua tarefa após quase meio século de promessas, ilusões e utopias. Queremos ser uma nova forma de fazer política e uma nova maneira de estar em democracia. Seria hipocrisia e anti-democrático defender a pátria odiando e desrespeitando quem professa outras ideologias. Porque só com formação, educação, determinação, coragem e muito trabalho, construiremos uma nação livre e democrática.domingo, 2 de abril de 2023
Quatro anos depois!
Existem duas situações que levaram ao aparecimento e ao crescimento desenfreado da implantação do partido CHEGA. O primeiro, foram quase meio século de sucessivos erros, de falta de cultura democrática deste povo que pela mesma razão permitiu a «legalização do roubo e institucionalização da corrupção. Segunda: a coragem de alguém que despertou a população totalmente desiludida, desmotivada, defraudada, indignada e revoltado mas que não se revia nos atuais partido que sustentam o sistema implantado no pós 25 de Abril. Volvidos 4 anos apresenta-se um projeto que já galvanizou milhares de portugueses e caminha para ser a alternativa a mais de 5 milhões de abstencionistas que até aqui se recusaram a validar um sistema a cair de podre. As primeira eleições a que este partido se apresentou ao eleitorado, casualmente foram as legislativas regionais em Setembro de 2019 com apenas 5 meses de vida e que mesmo desconhecendo qualquer origem deste projeto, 619 eleitores confiaram-nos o seu voto. Desde então até à data e passados 4 anos o crescimento tem sido vertiginoso tornado-se neste momento como a 3ª força política a nível nacional e única oposição válida a um sistema onde a corrupção e o compadrio têm sido o maior vírus da democracia que contínua a manter-nos como o 5º país mais atrasado da UE e a Madeira como a região mais pobre desse mesmo país, apesar de após 37 anos de adesão e de mesmo ter recebido MILHARES DE MILHÕES de euros de fundos Europeus. A democracia nunca impediu que se legalizassem partido com filosofias diferentes da existentes, daí que o tribunal constitucional aprovou a legalidade deste partido. Ao contrário de países que proibíramos símbolos do comunismo, Polónia, Lituânia, Geórgia e Moldávia outrora do bloco de leste (ex-URSS), Portugal não o fez, mas em compensação a lei 64/78 de 6 de Outubro no seu artigo 1º São proibidas as organizações que perfilhem a ideologia fascista. Portanto essa parte está salvaguardada pela carta magna da nação. Daí que pelo facto do slogan do partido ser; Deus, Pátria, Família e trabalho, estes quatro valores estão equiparados no slogan do partido, por termos muito gosto pela nossa nação, pela nossa família e pelo nosso trabalho, a grande diferença é a existência duma igualdade ética e moral destes valores que preservamos, e nunca a subordinação do valor nação em relação a todos os outros, daí que: pelo fato de sermos conservadores no respeito à fé religiosa de cada um, à vossa família como agente pessoal de cada um de nós e a liberdade de cada indivíduo no respeito dos valores por estes preservados, tendo a nação como objetivo de fundo em função do desempenho no nosso trabalho. Por isso a democracia jamais estará em causo quando o nosso principal objetivo é restituir a liberdade, restaurando a autêntica democracia e resgatando os autênticos valores da sociedade. Esta é a missão de todos os que abraçaram ou eventualmente venham a aderir a este projeto, uma árdua tarefa após quase meio século de promessas, ilusões e utopias e onde este modelo de democracia falhou em toda a linha. Queremos ser uma nova forma de fazer política e uma nova maneira de estar em democracia. Seria hipocrisia e anti-democrático defender a pátria odiando e desrespeitando quem professa outras ideologias. Porque só com formação, educação, determinação, coragem e muito trabalho, construiremos uma nação livre e democrática.
Quatro anos depois! Existem duas situações que levaram ao aparecimento e ao crescimento desenfreado da implantação do partido CHEGA. O primeiro, foram quase meio século de sucessivos erros, de falta de cultura democrática deste povo que pela mesma razão permitiu a «legalização do roubo e institucionalização da corrupção». Segunda: a coragem de alguém que despertou a população totalmente desiludida, desmotivada, defraudada, indignada e revoltada mas que não se revia nos atuais partidos que sustentam o sistema implantado no pós 25 de Abril. Volvidos 4 anos apresenta-se um projeto que já galvanizou milhares de portugueses e caminha para ser a alternativa a mais de 5 milhões de abstencionistas que até aqui se recusaram a validar um sistema a cair de podre. As primeira eleições a que este partido se apresentou ao eleitorado, casualmente foram as legislativas regionais em Setembro de 2019 com apenas 5 meses de vida e que mesmo desconhecendo qualquer origem deste projeto, 619 eleitores confiaram-nos o seu voto. Desde então até à data e passados 4 anos, o crescimento tem sido vertiginoso tornado-se neste momento como a 3ª força política a nível nacional e única oposição válida a um sistema onde a corrupção e o compadrio têm sido o maior vírus da democracia que contínua a manter-nos como o 5º país mais atrasado da UE e a Madeira como a região mais pobre desse mesmo país, mesmo após 37 anos de adesão e apesar de ter recebido MILHARES DE MILHÕES de euros de fundos Europeus. A democracia nunca impediu que se legalizassem partidos com filosofias diferentes das existentes, daí que o Tribunal Constitucional aprovou a legalidade deste partido. Ao contrário de países que proibíram os símbolos do comunismo como a Polónia, Lituânia, Geórgia e Moldávia outrora do bloco de leste (ex-URSS), Portugal não o fez, mas em compensação a lei 64/78 de 6 de Outubro no seu artigo 1º são proibidas as organizações que perfilhem a ideologia fascista. Portanto essa parte está salvaguardada pela carta magna da nação. Daí que pelo facto do slogan do partido ser; Deus, Pátria, Família e Trabalho, estes quatro valores estão equiparados no slogan do partido, por termos muito gosto pela nossa nação, pela nossa família e pelo nosso trabalho, a grande diferença é a existência duma igualdade ética e moral destes valores que preservamos, e nunca a subordinação do valor nação em relação a todos os outros, daí que: pelo fato de sermos conservadores no respeito à fé religiosa de cada um, à nossa família como agente pessoal de cada um de nós e a liberdade de cada indivíduo no respeito dos valores por estes preservados, tendo a nação como objetivo de fundo em função do desempenho no nosso trabalho. Por isso a democracia jamais estará em causa quando o nosso principal objetivo é restituir a liberdade, restaurando a autêntica democracia e resgatando os autênticos valores da sociedade. Esta é a missão de todos os que abraçaram ou eventualmente venham a aderir a este projeto, uma árdua tarefa após quase meio século de promessas, ilusões e utopias. Queremos ser uma nova forma de fazer política e uma nova maneira de estar em democracia. Seria hipocrisia e anti-democrático defender a pátria odiando e desrespeitando quem professa outras ideologias. Porque só com formação, educação, determinação, coragem e muito trabalho, construiremos uma nação livre e democrática.