No virar da página
Eis aí 2026! Quando estamos perante inúmeras dúvidas, num role de questões e de incertezas, de projetos, planos, intenções ou promessas, surge-nos a pergunta que fazemos a nós próprios, o que fiz para ser melhor e o que será o meu futuro? Aos que já esfolhamos centenas de folhas dos calendários, a resposta poderá ser a de poder vir a ter um final de vida com alguma subsistência, segurança e saúde. Aos que nasceram na última década saúde, segurança e sucesso. Aos que trabalham lutam pela sobrevivência, sapiência, e segurança. Afinal a nossa vida depende muito dos "S" esses! E se esses esses nos facilitassem a vida, com sensatez, sagacidade, e solidariedade? A satisfação de um sentimento ao segundo, seria importante para que a nossa sobrevivência, supera-se a nossa sorte. Sabemos ser saudosistas os que no passado tivemos uma vida sem sentir sensações muito desagradáveis, os que souberam superar as suscetibilidades talvez sintam sempre o sabor da luta com que tiveram de travar e combater as solicitudes sempre sensatas. Porque as estações do ano fazer a mudança, a nossa vida é uma constante mudança, e ao olharmos o passado foram tantas as coisas que mudaram na nossa vida no nosso país e no mundo, porque não arriscar e mudar de atitude perante um país amorfo, emperrado em continuar a adiar o seu futuro, e a perder a história do seu passado hipotecando as suas saudosas sensações de nação livre e quase milenar. O momento é propício para que aconteça a mudança que à muito poderia ter sucedido, mas parece ser este o momento certo para experimentar uma mudança que muitos querem, mas sentem sempre sintomas de incertezas e de dúvidas. Vamos trocar os "S" esses pelos "M" emes de mudança. Mudar Portugal não tem "S" esses.
No virar da página
Eis aí 2026. Quando nos encontramos perante inúmeras dúvidas, num rol de questões, incertezas, projetos, planos, intenções e promessas, surge inevitavelmente a pergunta que fazemos a nós próprios: o que fiz para ser melhor e o que será o meu futuro? Aos que já esfolharam centenas de folhas do calendário, a resposta poderá resumir-se ao desejo legítimo de um final de vida com subsistência, segurança e saúde. Aos que nasceram na última década, desejamos saúde, segurança e sucesso. Aos que trabalham e lutam diariamente pela sobrevivência, pedimos sapiência, sentido e segurança. Afinal, a nossa vida depende muito dos “S”: saúde, segurança, subsistência, sucesso, solidariedade, sensatez. E se esses “S” nos facilitassem verdadeiramente a vida, com sensatez, sagacidade e solidariedade? A satisfação de um sentimento pode, num só segundo, ser decisiva para que a nossa sobrevivência supere a sorte. Somos, por natureza, saudosistas. Muitos recordam um passado em que a vida parecia menos severa, menos sujeita a sensações desagradáveis. Outros, que souberam superar suscetibilidades, guardam para sempre o sabor da luta, das batalhas travadas com esforço e sacrifício, enfrentando solicitações e desafios com sentido e serenidade. Tal como as estações do ano, a vida é uma constante sucessão de mudanças. Ao olharmos para trás, percebemos quantas coisas mudaram na nossa vida, no nosso país e no mundo. Porque não arriscar e mudar de atitude, perante um país por vezes amorfo, emperrado em adiar o futuro, arriscando perder a força da sua história e hipotecar as saudosas sensações de uma nação livre e quase milenar? O momento é sensível, simbólico e singular. A mudança que há muito poderia ter acontecido talvez encontre agora o seu tempo certo. Muitos a desejam, mas continuam reféns de sintomas de incerteza e dúvida. Talvez seja hora de trocar os “S” do imobilismo pelos “M” da Mudança. Mudar Portugal não é só um slogan. É um movimento., e não começa com “S”. Começa com atitude