quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

                                No virar da página

Eis aí 2026! Quando estamos perante inúmeras dúvidas, num role de questões e de incertezas, de projetos, planos, intenções ou promessas, surge-nos a pergunta que fazemos a nós próprios, o que fiz para ser melhor e o que será o meu futuro? Aos que já esfolhamos centenas de folhas dos calendários, a resposta poderá ser a de poder vir a ter um final de vida com alguma subsistência, segurança e saúde. Aos que nasceram na última década saúde, segurança e sucesso. Aos que trabalham lutam pela sobrevivência, sapiência, e segurança. Afinal a nossa vida depende muito dos "S" esses! E se esses esses nos facilitassem a vida, com sensatez, sagacidade, e solidariedade? A satisfação de um sentimento ao segundo, seria importante para que a nossa sobrevivência, supera-se a nossa sorte. Sabemos ser saudosistas os que no passado tivemos uma vida sem sentir sensações muito desagradáveis, os que souberam superar as suscetibilidades talvez sintam sempre o sabor da luta com que tiveram de travar e combater as solicitudes sempre sensatas. Porque as estações do ano fazer a mudança, a nossa vida é uma constante mudança, e ao olharmos o passado foram tantas as coisas que mudaram na nossa vida no nosso país e no mundo, porque não arriscar e mudar de atitude perante um país amorfo, emperrado em continuar a adiar o seu futuro, e a perder a história do seu passado hipotecando as suas saudosas sensações de nação livre e quase milenar. O momento é propício para que aconteça a mudança que à muito poderia ter sucedido, mas parece ser este o momento certo para experimentar uma mudança que muitos querem, mas sentem sempre sintomas de incertezas e de dúvidas. Vamos trocar os "S" esses pelos "M" emes de mudança. Mudar Portugal não tem "S" esses.  

No virar da página

Eis aí 2026.                                                                                                                                          Quando nos encontramos perante inúmeras dúvidas, num rol de questões, incertezas, projetos, planos, intenções e promessas, surge inevitavelmente a pergunta que fazemos a nós próprios:              o que fiz para ser melhor e o que será o meu futuro?                                                                        Aos que já esfolharam centenas de folhas do calendário, a resposta poderá resumir-se ao desejo legítimo de um final de vida com subsistência, segurança e saúde.                                                     Aos que nasceram na última década, desejamos saúde, segurança e sucesso.                                     Aos que trabalham e lutam diariamente pela sobrevivência, pedimos sapiência, sentido e segurança. Afinal, a nossa vida depende muito dos “S”saúde, segurança, subsistência, sucesso, solidariedade, sensatez.                                                                                                                                                      E se esses “S” nos facilitassem verdadeiramente a vida, com sensatez, sagacidade e solidariedade?     A satisfação de um sentimento pode, num só segundo, ser decisiva para que a nossa sobrevivência supere a sorte.                                                                                                                                   Somos, por natureza, saudosistas. Muitos recordam um passado em que a vida parecia menos severa, menos sujeita a sensações desagradáveis. Outros, que souberam superar suscetibilidades, guardam para sempre o sabor da luta, das batalhas travadas com esforço e sacrifício, enfrentando solicitações e desafios com sentido e serenidade.                                                                                                           Tal como as estações do ano, a vida é uma constante sucessão de mudanças.                                     Ao olharmos para trás, percebemos quantas coisas mudaram na nossa vida, no nosso país e no mundo.    Porque não arriscar e mudar de atitude, perante um país por vezes amorfo, emperrado em adiar o futuro, arriscando perder a força da sua história e hipotecar as saudosas sensações de uma nação livre e quase milenar?                                                                                                                                        O momento é sensível, simbólico e singular.                                                                                             A mudança que há muito poderia ter acontecido talvez encontre agora o seu tempo certo. Muitos a desejam, mas continuam reféns de sintomas de incerteza e dúvida.                                                 Talvez seja hora de trocar os “S” do imobilismo pelos “M” da Mudança.                                   Mudar Portugal não é só um slogan.                                                                                                      É um movimento., e não começa com “S”. Começa com atitude

domingo, 21 de dezembro de 2025

 

E pensar que o efeito democracia num povo sem cultura democrática só serviu para dividir e cada vez mais Portugal precisa de unidade.

Em Portugal, a democracia formal chegou antes de uma cultura democrática sólida estar plenamente enraizada. Isso cria um paradoxo:
temos liberdade de expressão e escolha, mas faltam hábitos coletivos de diálogo, compromisso e responsabilidade cívica.

Portugal não precisa de pensar “todos igual”, mas precisa de:

  • valores comuns mínimos (dignidade, justiça, verdade, bem comum);

  • instituições respeitadas mesmo quando discordamos;

  • debate firme, mas não destrutivo;

  • consciência de que o adversário político não é um inimigo.

A unidade nacional nasce quando há:

confiança mútua + sentido de destino comum

Sem isso, a democracia vira apenas um mecanismo de contagem, não um projeto coletivo.

A classe política em Portugal não se destaca pelo melhor que faz, parece querer destacar quem conseguiu fazer pior para justificar as suas pretensões.

Em Portugal, grande parte da perceção pública é que a classe política não se afirma pela excelência, mas por comparação negativa: O homem que corajosamente denuncia aquilo que o povo em silencio se apercebe, passou a ser a voz desse silêncio não cria a verdade, ele articula o que já existe, mas que estava disperso, contido pelo medo, pelo cansaço ou pela descrença.. A classe política em Portugal não se destaca pelo melhor que faz, parece querer destacar quem conseguiu fazer pior para justificar as suas pretensões.

Em Portugal, A liberdade tem sido tão maltratada pelos políticos em democracia que há muita gente deste país com saudades de Salazar. Quando parte da população diz ter “saudades de António de Oliveira Salazar”, na maioria das vezes não está a pedir uma ditadura — está a rejeitar a degradação da democracia atual.

Em Portugal, em teoria jurídica, as minorias estão protegidas pela lei e pela (justiça) quando alguém denuncia o incumprimento da lei, independentemente de quem denuncia. Mas na prática, essa proteção nem sempre é sentida como efetiva, e é que surge a tenção nas diferentes opiniões. Porque nem sempre o debate público distingue bem: Denuncia como um ato ilegal de atacar o grupo pelo que ele realmente é, quando a distinção se perde, a justiça pode ser pressionada pelo clima mediático, ou a denúncia legítima pode ser rotulada de discriminação. Quando existe um partido que é tão contestado pelo sistema, quando o seu líder é tão perseguido pelos seus adversários e condenado pelos seus opositores ao denunciar muitas das verdades até então ocultas, os eleitores começam a sentir talvez a dúvida se não será essa a forma de fazer calar o seu silêncio, de silenciar a sua voz e de abafar a sua indignação e revolta contra um sistema de podridão política. O povo está farto de ser enganado e dificilmente irão impedir que a mudança aconteça, mesmo aqueles que se apresentam como alternativa mas que contestam quem grita pelo povo esquecido. Não há volta a dar, no próximo ato eleitoral os portugueses terão de fazer alguma coisa para alterar este estado de degradação a que a política deste país chegou. André Ventura poderá não ser a solução, mas o país atingiu uma situação de calamidade institucional e os portugueses vão tentar alterar este estado de coisas. Dificilmente serão os que durante 51 anos de democracia trarão a solução para os calamitosos problemas deste país. Convenhamos que nem todos estarão de acordo mas para muitos esta poderá ser a derradeira oportunidade para devolver a democracia aos cidadãos.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2025

 Testo do Pai Natal reconvertido.

E se o Pai Natal fosse candidato à Presidência da República?

A quadra natalícia é, por natureza, fértil em perguntas improváveis, suposições ousadas e comentários irónicos. Assim, nada mais adequado do que aproveitar o espírito da época para imaginar um cenário alternativo: o Pai Natal como candidato à Presidência da República. Não o faço porque “não ligo nada ao Natal” — muito pelo contrário — mas porque há temas que, por mais mágicos que sejam, não podem fugir ao contexto político… ainda que seja um contexto vermelho e cheio de purpurinas.

Cidadãos residentes em Portugal, nacionais ou estrangeiros: apresento-me a estas eleições com a firme intenção de continuar a fazer promessas válidas para todos os que, apesar de tudo, ainda acreditam em mim. Para os portugueses com pais e avós nascidos em território nacional, proponho a inscrição nos centros de saúde para realização de um teste de ADN que dará acesso a uma série de benefícios presidenciais exclusivos.                                                                                                               Comprometo-me a resolver os vossos problemas um por ano, como quem distribui presentes a ritmo de trenó sobrecarregado. No que diz respeito à saúde, proponho uma medida inovadora: aprender a conviver com as doenças. Uma gripe, uma dor de dentes ou uma diarreia têm sempre um motivo, e não é necessário transformar cada incómodo num sprint olímpico rumo às urgências hospitalares.               Para as futuras mães, pretendo recuperar a tradição ancestral das parteiras, devolvendo dignidade a nascimentos em casa — sempre mais confortável do que o cenário alternativo de nascer numa ambulância, ou, pior ainda, num UBER a caminho do hospital.                                                               De forma a incentivar a natalidade, o IVA dos preservativos será aumentado, mas os casais com tentativas de gravidez comprovadas receberão um subsídio especial. Já quem não demonstrar intenção reprodutiva será contemplado com um IRS agravado à taxa máxima, medida essencial para combater o declínio populacional e evitar cenários demográficos que nem os duendes conseguiriam resolver.       Para aliviar o SNS, incentivarei supermercados e lojas comerciais a oferecer vouchers de seguros de saúde como bónus nas compras — uma solução criativa que une consumismo e prevenção.

Quanto à habitação, a minha intervenção será tripartida:

'Casas abandonadas:' plano de recuperação financiado pelos lucros das raspadinhas da Santa Casa.

'Casas devolutas:' aquisição estatal pelo valor declarado nas Finanças (o que promete surpresas).

'Casas desocupadas' IMI agravado anualmente para os proprietários que recusarem o arrendamento, e isenção regressiva para quem disponibilizar o imóvel ao mercado.                                                         Nos transportes, instituirei um serviço individual, gratuito e personalizado para deslocações laborais, escolares ou médicas. Os automóveis privados ficarão reservados para o que realmente importa: passear sem culpa.                                                                                                                                                     A falta de mão de obra deixará de ser um problema graças à medida mais inovadora do meu programa: reduzir em 60% os funcionários públicos contratados apenas para satisfazer compromissos políticos. Essas tarefas serão substituídas por sistemas de inteligência artificial (sem gorro nem barba, mas eficientes). Os recursos humanos libertados serão reconvertidos em pedreiros, pintores, eletricistas, canalizadores, calceteiros, agricultores e pescadores profissões essenciais e carentes, que colocarão o país novamente a produzir.                                                                                                         Professores, médicos, enfermeiros, polícias e bombeiros passarão a receber salários equivalentes aos dos deputados e autarcas. Estes, por sua vez, verão as suas remunerações reduzidas progressivamente até ao salário mínimo nacional. Tal ajustamento promete extinguir rapidamente o fascínio pela carreira de político profissional.                                                                                                                       Quanto à justiça… bem, reconheço que é o verdadeiro calcanhar de Aquiles do meu programa. Assim, deixarei a resolução para os Reis Magos, na esperança de que tragam, por uma vez, algo mais útil do que ouro, incenso e mirra.


       E se o Pai Natal for candidato à Presidência da República? 

A época é propícia para este tipo de questões, insinuações, suposições e até com alguma ironia e porque não humor pegar neste tema e desenvolver uma série de questões pertinentes. Talvez porque como diz a publicidade "Não ligo nada ao Natal" o que não é o meu caso, mas existem referências que não podem ficar fora de contesto.

Cidadão que residem em Portugal sejam portugueses ou não, apresento-me a esta eleição no intuito de continuar a fazer promessas válidas para todos aqueles que continuam a acreditar em mim. Para os portugueses filhos de pais e avós nascidos em Portugal proponho que se inscrevam nos centros de saúde para um teste de ADN e poderem usufruir de todos os seguintes benefícios. Prometo-vos resolver os vossos problema e a cada um de vós nem que seja num dia por cada ano tal qual faço na entrega de presentes. No que diz respeito a saúde farei com que aprendam a conviver com as doenças, afinal uma simples gripe, uma dor de dentes ou uma diarreia há sempre uma causa para isso, e não é normal que precisam de ir a correr para uma urgência hospitalar. Às mães vamos reformular o processo de formação de parteiras como antigamente, será sempre mais confortável os bebés nascerem em casa, do que numa ambulância ou num UBER. Vamos aumentar o IVA dos preservativos em contrapartida haverá subsídio para os casais quem comprovarem tentativas de gravides, e quem não apresentar intencionalidade de se reproduzir terá o IRS agravado à taxa máxima em vigor para resolver o problema da natalidade, a falta de população e combater a substituição populacional . Na saúde vamos incentivar os supermercados e lojas comerciais a oferecerem vouchers de seguros de saúde como desconto das compras e assim reduzir o congestionamento do SNS. O problema da habitação será resolvido com a recuperação de todas as casa abandonadas, das devolutas ou das desocupadas. As primeiras um plano de recuperação com o apoio da Santa Casa dos lucros da raspadinha, o segundo com a compra do imóvel ao preço que esteja declarado nas finanças e  no terceiro quem não quiser alugar a casa via ter o IMI agravada a cada ano, ao contrário de quem alugar, vai ter isenção regressiva do IMI. Nos transportes, poremos um serviço de transporte individual e gratuito para quem se quiser deslocar para o trabalho, escola ou médico assim não terão necessidade de utilizar veículo próprio, apenas só para passear. A falta de mão de obra não será problema e aí vem a proposta mais inovadora: reduzir em 60% os funcionários públicos que são admitidos para preencher as gratidões dos amigos ao tacho e substituir a maioria dessa tarefas por inteligência artificial, reciclar toda essa gente para que passem a pedreiros, pintores, eletricistas, canalizadores, calceteiros e até agricultores ou pescadores para por o país a produzir. Quanto aos professores, médicos, enfermeiros, polícias e bombeiros, progressivamente irão receber o vencimento equivalente ao de deputados da República, municipais e de presidentes de junta de freguesia e a todos esses irão ser-lhes reduzidos os vencimentos e benesses até atingirem o nível do ordenado mínimo, aí perderá todo interesse em se filiar em partidos políticos pois será desmotivada a profissão de político profissional. No que diz respeito à justiça, aí será o calcanhar de Aquiles vou deixar a resolução para que os reis magos possam trazer algum presente que não seja ouro incenso ou mirra! 

Nota de roda pé: Segundo informações dos isentos meios de comunicação, a luta no combate ao narcotráfico está com uma eficácia muito positiva. Hô, hô hô!!! 

Votem no Pai Natal para MUDAR Portugal!


sábado, 6 de dezembro de 2025

              Entre a verdade virtual e a ficção real

Há um conjunto de temas difíceis que raramente são discutidos abertamente, mas que se tornam cada vez mais evidentes no panorama contemporâneo. Muitos observadores descrevem o atual rumo político e cultural da Europa como um processo de centralização extrema, que assume formas subtis de controlo social e moral. Trata-se de um modelo que se apresenta como defensor de direitos, igualdade e progresso, mas que, segundo algumas leituras, pode conduzir a um tipo de totalitarismo invisível.   Nesse contexto, a imigração em larga escala não é vista como um fenómeno fortuito, mas como consequência de um projeto ideológico que considera fronteiras um obstáculo, identidades nacionais um risco e tradições algo a ser superado. A perceção é a de que esse processo tende a diluir culturas, enfraquecer raízes e gerar populações desestruturadas, mais fáceis de administrar e moldar politicamente.                                                                                                                                       Historicamente, regimes totalitários compreenderam que religião, família, comunidade e nação funcionam como barreiras à submissão completa. Povos que possuem memória, fé, coesão e orgulho tornam-se menos vulneráveis à manipulação. A erosão gradual desses pilares pode resultar em indivíduos isolados, culpabilizados e dependentes, propensos à obediência e à conformidade social.           Argumenta-se que esta dinâmica se manifesta, atualmente, sob uma retórica moralizante que desvaloriza culturas tradicionais, banaliza o patriotismo e revisita narrativas históricas para transformar identidades nacionais em fontes contínuas de culpa. Esse enquadramento associa conservadorismo, nacionalismo ou religiosidade a extremismo, atraso ou perigo, produzindo um clima de censura informal e autocensura.                                                                                 A chamada “agenda woke” surge, nesse contexto, como um pacote ideológico que incentiva culpa, vitimização e condicionamento linguístico. A imposição de determinados discursos, normas de linguagem ou interpretações identitárias é apresentada como política de inclusão, mas pode funcionar como mecanismo de regulação moral e social. Quem diverge arrisca ostracismo ou rotulagem.               

O uso de tecnologias digitais adiciona outra camada de controlo. Relata-se a censura de conteúdos, penalizações algorítmicas e supressão de mensagens, justificadas como moderação de “conteúdos perigosos”. A perceção é que o objetivo não é proteger, mas restringir a circulação de ideias fora da narrativa dominante  especialmente num contexto de crescente instabilidade social.                         Nesse cenário, surgem preocupações com medidas como moedas digitais emitidas diretamente por Estados, interpretadas por alguns como instrumentos de monitorização e condicionamento económico, capazes de limitar transações e impor sanções individuais. Projetos de vigilância de comunicações privadas também são vistos como manifestações de um novo paradigma de controlo, associado à justificação de segurança.                                                                                                                         Ao mesmo tempo, fenómenos de fragmentação social, tensões culturais e insegurança podem ser utilizados para demandar mais centralização e mais supervisão pública, num ciclo que alimenta o próprio problema que pretende resolver.                                        Importa distinguir, contudo, críticas a políticas de gestão populacional de hostilidade a indivíduos. A oposição expressa não visa pessoas concretas, mas modelos políticos que instrumentalizam populações e fragilizam identidades coletivas. O receio é que esse processo conduza a sociedades espiritualmente e culturalmente empobrecidas, reduzidas a territórios administrados, carentes de sentido, coesão e liberdade.

 Doa a quem doer estas serão algumas das verdades difíceis de engolir e que ninguém fala nelas cada vez mais vejo um continente a caminhar para um regime totalmente totalitário. Mas um totalitarismo disfarçado de bondade, de direitos e de superioridade moral. A imigração em massa não é um acidente é uma consequência direta deste projeto ideológico. Um projeto que trata fronteiras como um pecado, identidade nacional como uma ameaça e tradição algo a apagar. está claro que o objetivo é extremamente óbvio, diluir os povos, cortar as culturas, diluir as raízes até restar uma população amorfa, sem chão e extremamente fácil de governar. E meus amigos isto segue uma cartilha muito antiga. O comunismo sempre soube que: religião, família e comunidade e nação são obstáculos ao controlo total e por isso tentam apagá-las e por isso quando um povo tem memória, fé e orgulho de si próprio, não se ajoelha perante nenhum estado. Mas se lhes conseguirem tirar isso o que é que sobra? basicamente o indivíduo  isolado, culpado, dependente, pronto a obedecer. Hoje estou exatamente a repetir o mesmo só que com uma máscara, relativiza a tua cultura ridicularizam  o teu  patriotismo e ainda reescrevem a tua história como se fosses um vilão eterno de quem defende a é retrograda, quem defende a nação é extremista e quem defende a religião é perigosos, tudo isto embrulhado numa narrativa de superioridade moral que está a destruir a Europa por dentro. E é aqui que entra a narrativa woke,  um pacote ideológico que transforma tudo em culpa, vitimização e censura. Impõem a linguagem, impõem o pensamento, impõem o medo de dizer o obvio onde idiotas ajoelham-se ou és cancelado, a identidade de género é uma ferramenta, não é para tu respeitares o próximo, é para moldares a sociedade à força das escolas, às leis e para calar qualquer discordância chama-lhe ódio, pessoal esqueçam a conversa de inclusão, isto é o controle moral. Muitos dos nossos ideais, mensagem e intervenções estão a ser censurados, comentários e partilhas nas redes sociais, desparecem milagrosamente por vezes até com ameaças pessoas e intimidações, ou consideradas mensagens perigosas. Tentam designar de algoritmos, censura suave ou até condicionamento, mas o resultado é sempre o mesmo, limitar que fala fora da cartilha e adivinhem! enquanto o caos cresce a solução é sempre a mesma, mais controlo, estamos a entra numa nova fase, a da tirania digital e o primeiro é o CBDC ou Euro digital. E não se pense que é uma modernização inocente ou avanço da tecnologia, basicamente é nem mais  nem menos do que entregarmos a totalidade do poder ao sistema de nos desligar apenas com um clique, limitar o que, quando e onde compramos, o que gastas e tudo de acordo com a tua obediência ; não aceitas? ficas sem acesso, é tão simples quanto isso. Mas esse é só um dos passos, depois vem o chat controle, vigilância sobre todas as mensagens privadas para a tua «segurança»! basicamente é o sonho molhado de qualquer regime totalitário, ler filtrar, condicionar toda a comunicação privada. E quando dermos por nós a liberdade de expressão virou um direito temporário a aprovação e ainda se lhe anexarmos a imigração descontrolada, cria-se o choque social , a fragmentação e a insegurança usam essa instabilidade para justificar mais censura, mais insegurança, mais estado depois começam a atear o fogo depois vendem-te os extintores, só que o preço a pagar é a tua liberdade, mas convenhamos que  ter este tipo de ideias não é o odiar pessoas nem ser contra imigrantes enquanto seres humanos, é ser contra um modelo político que utiliza as pessoas como ferramentas e que desmonta a casa dos povos para construir um império burocrático, sem religião, sem identidade e sem fronteiras, mas acima de tudo sem orgulho e sem liberdade viramos apenas um território administrado e um território vazio espiritualmente e culturalmente. E não se iludam,  porque um território assim será sempre a propriedade de um projeto de poder.    

domingo, 30 de novembro de 2025

              Uma construção sobre um pântano

Há dias em que a democracia parece um edifício bonito por fora, iluminado para ser fotografado, mas com as fundações a ceder por dentro. Não por falta de votos ou de discursos inflamados, mas porque debaixo das palavras grandes continua a morar a pobreza, a ingenuidade e a ausência quase estrutural de cultura democrática. E é nesse vazio que proliferam instituições, organismos, programas e comissões que crescem como hera agarrada a uma parede frágil: alimentam-se da fragilidade para poder existir. E pensar que essa mesma miséria serve para sustentar muita gente e até como promoção e marketing de grandes empresas?     Chamam-lhe Estado social, proximidade, solidariedade, apoio. Mas muitas vezes é apenas sobrevivência burocrática. São máquinas que se movem não para resolver problemas, mas para assegurar que os problemas permanecem o suficiente para justificar relatórios, financiamentos, cargos e discursos.               A pobreza torna-se o combustível, a ingenuidade a matéria-prima, a falta de participação cívica a garantia de continuidade.                                                                                                                                                   E o povo, cansado e descrente, olha para estas estruturas como quem observa um labirinto que nunca foi para ser percorrido apenas para mantê-lo ocupado, confundido, silencioso. Democracia, dizem, é liberdade. Mas que liberdade existe quando tantos dependem de mecanismos que não os libertam, apenas os mantêm amarrados com fitas decoradas de palavras bonitas?                                                                        É um fracasso silencioso, quase educado. Não se vê nas praças, mas nas filas intermináveis para apoios que nunca chegam na forma de dignidade. Não está nos livros de civismo, mas nas conversas sussurradas de quem já não acredita que a sua voz tem utilidade. É um fracasso que se disfarça de normalidade e é isso que o torna tão profundo.                                                                                                                             Não há democracia plena quando a miséria é rotina, quando a ignorância política não é combatida, e quando as instituições crescem apenas porque os problemas persistem. Uma democracia madura emancipa; uma democracia frágil administra dependências.                                                                              E talvez o maior fracasso seja este: habituarmo-nos a viver dentro de uma democracia que existe no papel, mas que, na vida real, continua a pedir ao povo que agradeça por muito menos do que merece.           Será que no dia em que surja um político corajoso que de forma digna e determinada seja a voz dos cidadão que se sentem marginalizados e se empenhe em tentar resolver os problemas básicos duma sociedade ferida, talvez doente com uma epidemia que é constantemente renovada, uma infestação de vírus político da corrupção, esse personagem terá o compromisso e a responsabilidade de manter a esperança em poder resolver esses problemas. Nesse dia essa pessoa esvaziará o espaço dos oportunistas e preencherá a esperança dum povo que não suporta mais a humilhação a que está a ser conduzido.      Agora mais do que nunca precisamos de muita coragem para MUDAR Portugal


sábado, 22 de novembro de 2025

                Da Quinta Falcão para a Casa Branca

Nestes últimos dias, após a entrevista (pela segunda vez) de Cristiano Ronaldo ao repórter britânico Piers Morgan, publicada no dia 07/11, onde, entre outras coisas, o entrevistado manifesta o desejo de conhecer pessoalmente o então presidente dos EUA, Donald Trump — personagem que tem causado muita polémica em setores mais à esquerda e associado a uma direita radical —, vimos novamente o mundo demonstrar que muitos não admitem a existência de democracia quando alguém pensa de forma diferente. Para alguns, só há democracia quando todos pensam e agem como eles. Se alguém for mais liberal ou conservador, e acreditar que cada um deve ser tutor do seu próprio destino, libertando-se das amarras governamentais, é rotulado de tudo o que não presta pelos pseudo-democratas.

Não é irónico que grande parte da comunicação social condene justamente aqueles que, vindo do nada, deixam de ser “mendigos” e tornam-se bilionários graças ao trabalho, empenho, esforço, abnegação, dedicação e sacrifício? Pessoas que pegam num país massacrado pela corrupção, egoísmo, demagogia e hipocrisia, e através da sua imagem fazem o mundo falar de nós de forma positiva, como no desporto-rei.

Estamos a falar de um jovem que, aos 11 anos, com o apoio da família, conseguiu realizar um sonho e manter laços familiares fortes e relevantes, elevando-os a um patamar de excelência. Um atleta que se tornou a figura desportiva mais mediática do planeta nesta década, nascido nesta pequena terra onde a inveja parece ser o sentimento mais promovido. E agora querem crucificá-lo porque simpatiza com alguém que não agrada a todos?

Afinal, quem somos nós para escolher com quem cada um deve ou não se identificar e gostar? Acaso alguém que não gostava de Fidel Castro, criticou Marques Mendes por se encontrar com essa figura? Alguém alguma vez criticou Jorge Sampaio, então Presidente da República, assumidamente agnóstico, por ter um encontro com o Papa? Mais recentemente, alguém condenou Marcelo Rebelo de Sousa por ir a Angola e curvar-se perante João Lourenço, depois deste ter acusado os portugueses de exploradores de escravos?

O que muitos puritanos e invejosos criticam em Cristiano Ronaldo é apenas o facto de não terem coragem de analisar as circunstâncias em que esta visita é programada. E não vale a pena perder tempo com explicações: CR7 não precisa de "advogados do diabo". Ele está num nível acima de todos nós; o seu legado merece apenas que respeitemos a vontade de cada um.

Para muitos, ele é o ídolo da atualidade e representa o Homem que, com esforço próprio, consegue ter o “mundo a seus pés”, enquanto outros se roem de inveja por não conseguirem conquistar sequer a simpatia do vizinho do lado. São esses comportamentos que, a cada dia, fazem o povo perceber a realidade: quem está com o povo e quem condena aqueles que conquistam o seu espaço de forma digna, honesta e firme. Quando a verdade chega, o medo desaparece, e a coragem faz renascer a esperança em nome de uma verdade que a sociedade tenta encobrir e o mundo manipula e insiste em ocultar.

É preciso ter coragem para mudar Portugal, começando por valorizar aquilo que realmente tem valor: a seriedade e o mérito de quem trabalha. Portugal só será grande quando o trabalho for valorizado, porque existem por aí muitos que se ofendem e condenam quem os manda trabalhar.

                         Da Quinta Falcão à Casa Branca 

Nestes últimos dias e após a entrevista (pela segunda vez) a Cristiano Ronaldo dada ao reporter britânico Piers Morgan publicada no dia 07/11 e onde entre outras coisas o entrevistado manifesta um desejo, o de conhecer pessoalmente o atual presidente dos USA, Donald Trum, (personagem que tem causado muita polémica em setores mais à esquerda), conutado com uma direita radical e que o mundo não admite existir em democracia quem pense de forma diferente pois só é democracia para alguns quando alguém pense e aga igual que eles, ser for mais liberarl ou conservador se achar que cada um deve ser tutor do seu próprio destino libertando-se de amarras dos governantes é rotulado de tudo o que não presta e do que os pseudo democractas não querem admitir. E não é que desde muita da comunicação social o que condenam, áquele que passa quase de (mendigos) e se converte em (bilionários) muito às custas do seu empenho, trabalho, esforço, abnegação, dedidação e sacrifíco, do que consegue pegar num país massacrado pela corrupção, pelo egoismo, a demagogia e a hipocrisia, para que com a sua imagem fazer com que o mundo ainda fale de nós em algo positivo omo o desporti rei. De um jovem que aos 11 anos e depois de ter o apoio da sua familia a ajudar em realizar um sonho, consegue manter o elo de ligação com a família intacto e relevante levando-os a um patamar de excelência, que consegue ser o desportista mais mediático do palneta desta dácada e que por acaso nasceu nesta terra minúscula onde a inveja é o sentimento que mais se promove. Não é que agora o querem crucificar porque afinal simpatiza com alguém que não é do gosto de todos? Mas afinal! quem somos nós para escolher com quem cada qual deve ou não se identificar e gostar? Acaso alguém que não goste de Fidel Castro contestou o Marques Mendes a se encotrar com esse personagem. Alguém alguma vez contestou ou criticou por exemplo, Jorge Pampaio então Presidente da República, assumidamente agnóstico a ter um encontro com o Papa. Mais recentemente alguém condenou Marcelo Rebelo de Sousa ir a Angola se vergar ao João lourenço Preisdente desse país e depois dele ter acusado os portugueses de exploradores de escravos. Afinal o crime que muitos puritanso/invejosos criticam a atitude de Cristiano Ronaldo é apenas e tão só o facto de nem terem a coragem de analizar em que circunstâncias essa visita é programada. E não vale a pena perder tempo com explicações pois CR7/ não precisa de advogados do diabo, porque não está à altura de nenhum de nós, o seu legado apenas merece que respeitemos a vontade de cada quem. Se para muitos ele é o ídolo da atualidade e representa fielmente o Homem que com o seu próprio esforço consegue por "O MUNDO A SEUS PÉS" enquanto outros se roem de invejam porque se sentem incapazes de nem sequer conquistarem a simpatia do vizinho do lado. São este tipo de atitudes que a cada dia que passa o pov começa a ver a realidade e quem são e de que lado estão os que estão com o pov e os que condenal os que conquistam o seu espaço de forma digna honetsta e com firmeza, por que quando a verdade chega o medo desaarece e a coragem faz renascer a esperança em nome de uma verdade que a sociedade tenta encubrir  eo mundo amnipula e teima em ocultar. è preciso ter a coragem para MUDAR Portugal, a começar pela atitude em valorizar aquilo que realmente tem valor: a seriedade e o mérito de quem trabalha. POrtugal só será grande quando for valorizado o trabalho, porque existem por aí uns quantos artificies, gente que se ofende e condena quem os mandar trabalhar.

sexta-feira, 14 de novembro de 2025

                           A SAÚDE ESTÁ DOENTE !

    • A saúde em Portugal, para muitos, é uma fonte de preocupação e angústia.                                 O que deveria ser um pilar de acesso universal, o Serviço Nacional de Saúde (SNS), é, na prática, frequentemente visto como um sistema enredado em burocracias e má gestão.:             O sentimento de que a saúde está doente é uma realidade sentida pelos portugueses que dependem do SNS.                                                                                                                         A dificuldade no acesso a cuidados de saúde, a demora nos diagnósticos e tratamentos, e a exaustão dos profissionais de saúde são apenas alguns dos sinais que preocupam.                 As consequências são sentidas na vida de quem tem de esperar horas em urgências, naqueles que têm doenças crónicas e não conseguem o acompanhamento necessário, e nas famílias que lutam para garantir o bem-estar dos seus entes queridos.                                                 Não é o momento de culpas, mas sim de reconhecer que é necessário agir.                              É preciso um investimento sério e estratégico em infraestruturas, recursos humanos e tecnologia.                                                                                                                                       É fundamental uma gestão eficiente dos recursos, com o objetivo de garantir o melhor e mais rápido atendimento possível a todos.                                                                                         Mas para além de soluções concretas, é preciso que todos nós, enquanto sociedade, assumamos um papel mais ativo.                                                                                               Isto significa valorizar mais os profissionais de saúde, apoiar os doentes e as suas famílias, e nunca esquecer que a saúde é um direito fundamental e uma responsabilidade de todos.              A saúde em Portugal pode estar doente, mas a nossa esperança deve continuar viva.               É necessário que todos trabalhamos juntos para que o SNS volte a ser um motivo de orgulho e um sistema de saúde de excelência para todos os portugueses.

 SER "BONZINHO" NÃO SIGNIFICA SER SUBMISSO!

Quando a esperança de resolver os problemas de uma nação se esgota, as opções incluem a emigração em massa ou a revolução, a anarquia e a criação de novas nações através de secessão ou revolução. Cada uma destas opções carrega riscos e consequências significativas, e a viabilidade de cada uma varia consoante as circunstâncias específicas da nação.

Democracia não evolui nem se implementa com tolerância e indiferença, exige muita formação, determinação, participação e sobre tudo acção!