Uma realidade incompreendida
Já algum dia alguém se imaginou viver ao lado de um vizinho que tem muitos animais, e por ser pouco dado à limpezas torna-se insuportável viver por perto, o ar irrespirável pelo mau cheiro, o barulho e e a poluição que isso causaria se fosse numa zona de alguma densidade populacional, e onde por muito que sugerisse ao vizinho ele achava-se no direito de ter em sua casa o que quer que fosse e como ele acha que deveria poderia viver?
Mas de repente e saturado pela situação e sem conseguir sequer qualquer recuo, eis que toma uma primeira medida; vai dizer a todos os vizinhos seus amigos para boicotear esse seu vizinho e deixarem de comunicar, não resulta, eis então surge-lhe uma ideia macabra, vem-lhe à cabeça envenenar os animais ou, a levada que leva a água ao vizinho passa na sua propriedade e como forma de protesto pura e simplesmente corta-lhe a água. O seu vizinho que já de si é casmurro faz-lhe um protesto e ameaça-o de morte: pronto,começou uma guerra.
Num país onde existem pessoas que por convicção religiosa ensinaram-os a que: no caso de serem ameaçados fazerem vingança, e quem queira vir impor as suas doutrinas, nunca as aceitarem, pois a sua crença não o permite e deixarão de pertencer à comunidade e a serem considerados inimigos do regime. Agora imaginemos o que passou durante décadas em países como o Irão, Irak, Síria, e muitos outros países que por razões várias sofreram invasões, massacres, guerras ideológicas e convidados a aceitarem uma maneira de viver incompatível com a suas convicções religiosas, a liberdade do ocidente nunca foi compatível com a regra dos países árabes de convicção muçulmana, pois existem regras que os Islamistas nunca aceitarão por não fazerem parte da suas convicções religiosas e proíbe-os de aceitarem liberdades que os ocidentais querem ou quiseram implantá~las à força. E a gora é que vem o resultado, aproveitando a liberdade que a democracia europeia concede, infiltrados nas sociedades ocidentais graças à liberdade, causam os dissabores que já todos receamos que estamos à beira se não já plenamente numa 3ª guerra mundial de proporções inimagináveis, e incalculáveis e de difícil solução à vista. Como nos poderão convencer ao cidadão comum aceitar no seu país, pessoas que na sua concepção ideológica são conta a liberdade ou até só têm algumas condicionantes que a tornam incompatível como a sua maneira de ser. É injusto fazer-nos acreditar que da nossa solidariedade para com esses povos depende a segurança da Europa, quando cada vez mais sentimos essa segurança ameaçada. Como nos poderão fazer pactuar com medidas que perante os nossos olhos é de uma injustiça intolerável, como por exemplo: haverem cidadão nosso conterrâneos a viver na rua ou a serem expropriados e desalojados das residenciais onde vivem e a receber essas pessoas que não aceitam a liberdade como modo de vida, dar-lhes condições para residirem em países de acolhimento, com dinheiro, educação, sistema de saúde, habitação, quando muitas vezes nem sabem para que serve um balcão numa cozinha ou uma banheira numa casa de banho? afinal estaremos a ajudar quem não quer ser ajudado ou estaremos a importar a guerra ou a nossa própria destruição. Porque não alterar o plano e apoiar essas pessoas nos seus países de origem ou em países onde prevaleça a sua cultura e crença religiosa e a única coisa que anseiam é um pouco de paz. Os custos benefício desse apoio seriam mais benéficos para ambas as partes, nem importava-mos problemas e levaríamos soluções a quem nunca aprendeu a viver a liberdade do ocidente, mas que sente na pele a força da vingança imposta pelo fanatismo religioso, que noutros tempos também foram praticados por diferentes religiões e de diferentes formas. Imaginem que até em anos passados cidadãos nossos conterrâneos, criaram porcos nas banheiras dos apartamentos de bairros sociais, isso não foi culpa deles mas de quem não os educou, porque ninguém nasce ensinado e existem muitos seres humanos que não sabem ou não querem aceitar a suposta liberdade que o ocidente quer impor a quem não acredita nela.