AQUILO QUE FALTA À DEMOCRACIA
A razão que tem levado ao descrédito Das instituições, na perca da confiança dos regimes e a desilusão de um sistema deve-se em boa parte pelo comprtamento errado de quem passou e geriu essas mesmas instituições, muitas vezes cheios de boas inteções, com planos, projetos e sonhos fantásticos, mas que na prática ou: não se daptaram às circunstâncias, não foram aplicados criteriosamente ou simplesmente foram influenciados a servirem quem iniacialmente não eram os seus propósitos.
Num projeto político onde o propósito venha a ser os eleitores, o caminho a democracia e o sonho a liberdade, só será concretisável se dentro dessa linha nunca for desviados dos intresses a execução desse mesmo propósito. Porque em democraccia todos serão vádios e aceites, mas são irão vigar aqueles que com firmesa e detrminação nos mantiver-mos coerentes, determinados e firmes aos rpicípios que nos motivaram a abraçar o projeto em que acreditamos. Razão pela qual para que a democracia seja validade tera de haver sempre uma alternativa ou dexará de ser uma democarcia autêntica.
AQUILO QUE FALTA À DEMOCRACIA
A razão que tem conduzido ao descrédito das instituições, à perda de confiança nos regimes democráticos e à desilusão em relação ao sistema deve-se, em grande parte, ao comportamento inadequado de quem passou por essas mesmas instituições e as geriu. Muitas vezes, essas pessoas estavam movidas por boas intenções, com planos, projetos e sonhos ambiciosos; porém, na prática, tais objetivos não se adaptaram às circunstâncias, não foram aplicados com o rigor necessário ou acabaram por ser influenciados por interesses alheios aos seus propósitos originais. Num projeto político cujo propósito seja servir os eleitores, tendo como caminho a democracia e como ideal a liberdade, esse objetivo só poderá ser concretizado se a sua execução nunca se desviar dos interesses que lhe deram origem. Numa democracia, todos devem ser ouvidos e respeitados; contudo, apenas prevalecerão aqueles que, com firmeza e determinação, se mantiverem coerentes, comprometidos e fiéis aos princípios que os motivaram a abraçar o projeto em que acreditam. Por essa razão, para que a democracia seja verdadeiramente válida e autêntica, deve existir sempre uma alternativa. Sem pluralismo, sem escolha e sem a possibilidade de alternância, a democracia perde a sua essência e deixa de ser uma democracia genuína.
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