domingo, 17 de janeiro de 2016

                                  Será que podemos mudar a democracia?
Como quantos dedos temos nas nossas mãos assim é o numero de pretendentes à máxima magistratura do país, e os eleitores no próximo dia 24 são novamente chamados a escolher o futuro presidente da república. Não sei se são cinco da esquerda e cinco da direita, até em relação ás pessoas em causa o que conheço é sobretudo aquilo que os meios de comunicação habitualmente «vendem», mas felizmente como quando faço compras  só compro aquilo que realmente preciso. Tudo o que se tem querido passar à população e tal qual o que acontecem no futebol, só se fala nos três grandes e o resto é paisagem, mas afinal o que é que realmente o país precisa ou sejam os cidadãos comprariam em política, alguém que simpaticamente vendeu imagem durante muito tempo perante as câmaras de TV , por exemplo, alguém que defende loobis concentrados nas várias organizações partidárias onde ao longo destes anos têm dado mostras dos verdadeiros interesses para os quais concentram as suas lutas, talvez nem calceteiro, sem desconsideração à profissão apesar dos enormes buracos que o país apresenta. A desilusão é grande demais a desmotivação é duma dimensão impressionante e tudo por culpa dos políticos e das políticas para as quais, durante toda a já bem adulta democracia portuguesa levou a que a maioria dos portugueses perdessem a vontade de fazer parte da luta democrática manipulada pelas tais organizações, refugiadas nos partidos políticos, onde aquilo que eu apelido de PPP's Parceria Perversas do Poder, dão cabo de toda uma vida dos cidadãos que continuam à espera dum Portugal melhor. Será que ainda resta alguma possibilidade de resgatar o regime democrático para aquilo que foi a sua verdadeira essência? A liberdade ainda permite-nos que possamos ter uma opção e escolher alguém que realmente a sua luta prioritária é sem dúvida o combate ao flagelo que levou ao total descrédito do nosso regime e que a classe política utilizou e utiliza a seu belo prazer para seu benefício e benefício dos seus próprios interesses e  seus cúmplices. Não quero influenciar ninguém na hora de escolher, mas como nas compras faço-as livremente sem pressão ou imposição, adquirindo essencialmente aquilo que preciso, também na hora de eleger o futuro presidente do meus país irei optar por escolher aquele que em consciência acho que deveria ser o que propõe a luta que a grande maioria dos portugueses em silencio lutam e se revolta todos os dias, a luta contra a corrupção. Porque o último poderá ser o primeiro e às vezes sempre do mesmo cansa e deixar que outros escolham por nós, perdemos autoridade moral de reclamar o que quer que seja.
Porque precisamos de salvar a democracia, disciplinar a justiça e dignificar o país,
Portugal merece muito mais.

Sem comentários:

Enviar um comentário