Sociedade, Saúde e Segurança
Aquilo que habitualmente sentimos no nosso meio é sem dúvida uma razoável segurança. um ambiente saudável e uma sociedade equilibrada. Quando algo de anormal acontece no nosso pequeno meio soam os alarmes, a população fica angustiada, começam os boatos, os comentários, as angustias e uma sensação de que afinal, o tal cantinho do céu parece perder um pouco do seu habitual ou aparente sossego. Quando somos confrontados com actos de violência pouco habituais, quando o álcool e a droga continuam a fazer estragos em várias sectores da sociedade, quando temos uma equipa de saúde que nos serviços públicos se desintegra pondo por vezes em causa a eficácia dos serviços, quando acabadas as festividades natalícias parecem cair-nos em cima a (sete pragas) do Egipto, começamos a pensar onde irá parar esta situação, facto que nos vinca mais por ser logo no início de um novo ano. Nas dúvidas e incertezas de uma Europa pouco europeia, de uma nova administração no todo poderoso USA, com ameaças de um futuro presidente com discursos radicais, deixa qualquer cidadão na expectativa e apreensivo quanto ao futuro pouco satisfatório. A continua acção política de tentar manter oculta a corrupção e à incerteza de continuar-mos a ser os contribuintes o sustento das entidades financeira (vulgo) bancos, deixa toda uma sociedade apreensiva e quase em alerta máxima a ver o que nos deparará no futuro. O medo na insegurança, na incerteza dos administradores dos bens públicos instala-se na cabeça de todo o cidadão minimamente responsável e que se vê atado de pés e mãos, a um sistema que não os liberta de uma preocupação cada vez mais acrescida de situações pouco esperançosas quanto ao futuro do país e do mundo. Ás vezes queremos transmitir uma mensagem positiva e de esperança querendo motivar a sociedade para um futuro melhor, mas as circunstâncias criam uma barreira que às vezes por muito pensamento positivo que possamos querer transmitir, pairam sobre nós as dúvidas fomentadas por uma democracia que após 43 anos, ainda não encontrou a receita para a liberdade plena e cívica, pois quem se apoderou dela, acha-se dono daquilo que a constituição consagra a todos. Façamos votos para que este novo ano 2017 traga ponderação aos nossos governantes, equidade à justiça e esperança, motivação, consciência cívica aos cidadão. Desejar a todos um novo ano cheio de esperança, deveria ser o lema, mas...! a ver vamos.
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