Vou (pagar) a promessa!
Será que estas datas dizem-nos alguma coisa? 05 de Março 2001, ou 20 de Fevereiro de 2010, ou 16 Agosto 2013, ou 10 de Agosto 2016 ou ainda 15 de Agosto de 2017 . Embora deveríamos esquecer os momentos trágicos das últimas duas décadas, é importante relembrar mais que não seja para que se poupe cometer os mesmos erros, evite que sucedam semelhantes catástrofes, e previna calamidades desta índole no futuro. Independentemente das causa, dos responsáveis e das condições atmosféricas e ou orográficas que levaram a que situações destas, manchassem a pacatez do quotidiano da nossa cidade, é sempre importante fazer um balanço do que se tem feito para evitar e melhorar as condições, para que situações semelhantes que possa vir a acontecer, não atinjam proporções de desastre. No caso específico e mais recente do último acontecimento na freguesia do Monte, uma tradição que tende a perder algum fulgor de outros tempos, mas que a crença e a fé do povo madeirense de certeza que não deixará «morrer» o que sempre foi designada de uma das maiores demonstrações de fé dos madeirense. Pena é que um dos monumentos simbólicos dessa mesma freguesia e por factores de todos conhecidos, na catástrofe de 2010 foi arrasada, ainda não se conseguiu erguer; falo da capela das Babosas, que depois de terem havido promessas de um empresário madeirense em apoiar a sua reconstrução, de terem sido feitos peditórios, recolhas de donativos e muitas outras tentativas, surpreende a notícia publicada neste prestigiado matutino do dia 09 do corrente mês que: afinal será o orçamento da região a cobrir os custos da recuperação ou reconstrução do emblemático monumento. Então prometo não voltar a focar no assunto, assim como todas as promessas feitas anteriormente sobre o mesmo venham a ser cumpridas. Hã! porque de promessas está o povo farto, e promessas de vários sectores!
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