sexta-feira, 5 de outubro de 2018

FRENTE CÍVICA: República contra a Corrupção

                              L.S.D. Liberdade,Sociedade e Democracia
Pelo facto de após o 25 de Abril o país ter conquistado a Liberdade e ter implementado um regime designado de democrático, a sociedade continua com os mesmos medos e os mesmos vícios que existiam no anterior regime. A democracia não é nada do que até aqui tem sido o regime que predomina no nosso país. Educar para a democracia será a chave, para activar a participação cidadã.
A liberdade ampla e total dos cidadãos, possibilita-lhes manifestar as suas opiniões com destaque ao público pelos meios de comunicação. Neste caso o que aqui faço agradeço à liberdade de expressão. Isto não implica que o que se escreve ou se opina, possa vir a alterar o estado das coisas, muito por culpa da má utilização dessa liberdade, a causa de que venha a beneficiar certos grupos em detrimento da maioria das populações. A igualdade política para todo e qualquer cidadão independentemente da sua situação económica, social, religiosa, espírito de liderança, fama etc. em definitiva, a liberdade conquista-se com a igualdade de oportunidades para todos, o que não acontece na sociedade actual. Por exemplo: nas sociedades eslavas antigas, toda a comunidade estava investida de plenos poderes, por conseguinte, as decisões deveriam ser tomadas por unanimidade. Hoje na sociedade actual prevalece o domínio dos interesses e coarta as liberdades. Existem uma série de palavras que as máquinas políticas constroem na mente dos cidadãos para condicionamento do político-padrão da "democracia representativa", em que confundem na profundeza o que realmente seja uma democracia: Eleições, Partidos políticos,liberdade de expressão,igualdade, maioria. Tudo palavras arquitectadas por políticos profissionais e associadas a um discurso elaborado num modelo um tanto ou quanto maquiavélico, para materializar na mente dos cidadãos como elementos chaves da democracia. A realidade é bem diferente, e não é o povo que elege as pessoas , mas sim os interesses políticos que através dos partidos colocam-nas (à disposição ) dos eleitores como forma de escolha «livre». Resultados, cada vez mais as populações alheam-se à participação na construção, acção e participação na evolução de um verdadeiro regime democrático. Resultados; os radicalismos começam a tomar conta das nações e conquistam-nas de dentro para fora. Esses medos parecem ter tomado outro rumo e os povos parece até que começam a acreditar e em ter medo daqueles que radicalmente prometem o que muita gente anseia, mas que tem medo de que se cumpram essas mesmas promessas, aliás, como até aqui ninguém tem cumprido aquilo que promete, daí esses medos. Para quem vive sob ameaça constante políticas que exploram os pobres, ou políticos que vivem dos pobres, as populações da esquerda à direita têm medo dos radicalismos, afinal os resultados acabam sendo os mesmos. Porque os cidadãos já começam a manifestar o seu descontentamento e repúdio contra a corrupção, está na hora de abrir a oportunidade dos cidadãos se sentirem livres, socialmente e deixarem de ter medo em serem úteis em servir a verdadeira democracia pura.

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