domingo, 20 de setembro de 2020

                                              Como hoje está gente alerta 

Porque sempre que questionámos alguém em que lugar coloca a sua saúde, maioritariamente põe-na em primeiro lugar. Daí que por essa afirmação conseguiu-se através da imposição do medo, amedrontar as pessoas. Vivemos num mundo onde é tão importante esconder a verdade e de viver numa mentira. Uma (democracia) com 46 anos tão mal gerida, que pôs os portugueses a «suspirarem» por 38 anos de ditadura.  A triste realidade dum regime que construiu muitos milionários, mas que acentuou ainda mais o fosso entre ricos e pobre. A máscara que continua a ocultar a nossa raiva, o nosso descontentamento e a nossa revolta por um regime altamente corrupto. Há quem diga que: esta pandemia serviu até de teste aos governos para avaliar o quão seria possível o regime controlar a liberdade aos cidadãos. Até que ponto a submissão enquanto formos um povo que não tenta o sucesso, incentiva-o e alimenta-o, e em vez disso se regozijam com o fracasso de muitos, enquanto assim for, nunca seremos uma verdadeira nação. Promover o sentimento da inveja condiciona-nos a todos em geral. A saúde converteu-se num verdadeiro negócio, o serviço é vendido como um qualquer produto de um vulgar supermercado, em vez de promover a prevenção e a excelência nos serviços sob a tutela do estado, e que são suportados com os nossos impostos. A gestão dos bens públicos poderia ser comparada a uma empresa onde os seus donos entregariam a gestão de forma a ser rentável e produtiva, ao contrário daquilo que tem sido feito pelos tutelares de cargos públicos que lutam por um cargo que à partida o único objetivo é o garante da sua sustentabilidade individual e a dos seus parceiros. Pobre mentalidade a do nosso povo, a falta de cultura democrática levou-nos a ter de suportar mais de 4 décadas de gestão pública miserável, onde a corrupção, o compadro, a demagogia, e a hipocrisia conseguiu à conta da ignorância desse povo, sustentar corruptos e fomentar a miséria do mesmo povo. E pensar que ainda existem muitos que defendem este regime, pois é! ou são beneficiários do mesmo, ou cúmplices desta miséria, onde 50% dos portugueses trabalham para sustentar vadios, calaceiros, vigaristas e oportunistas, mas quando alguém tem a coragem de vir para a praça pública denunciar estes atentados à dignidade dos cidadãos, as «Virgens ofendidas» começam a classificar de extremistas, fascistas e outros nome terminados em istas, esquecendo que foram os OPORTUNISTAS  que se aproveitaram desta catástrofe. Portugal precisa de remar para outros destinos, assumir de uma vez por todas que algo tem de mudar, a começar pelo comportamento e atitude dos cidadãos na hora de serem chamados a decidir o futuro da nação. A democracia continua a dá-nos a oportunidade de civicamente demonstrar o nosso descontentamento e a nossa revolta contra um modelo de democracia que ultrapassou os limites do tolerável. A recuperação da dignidade passa pela restauração dos valores da sociedade, a de uma classe política que altere a sua concepção de exercer cargos para a necessidade e o orgulho de se disponibilizarem estar ao serviço da sociedade e em prol do futuro e da dignidade dos cidadãos. Porque acredito nas pessoas, na boa vontade e dignidade do nosso povo acho que é possível alterar esta situação. Não acham que chega a hora de voltar a acreditar que é possível viver com maior dignidade e equidade na Justiça?

Sem comentários:

Enviar um comentário