Não será bem assim, porque o silêncio também fala. Continuo a dizer que este modelo de regime intimidou os portugueses por falta de cultura democrática têm medo da liberdade, e os corruptos sabendo com que povo lidam aproveitam-se das circunstâncias. Será essa a nossa missão, desmitificar o medo de ser livre. Transformar a mentalidade dum povo não acontece num dia, nem num ano, imagine que o socialismo anda com a cabeça dos portugueses às voltas à quase meio século já que não conseguiu pela imposição da força pretendida inicialmente com o 25 de Abril e que o 25 de Novembro adiou, mas infelizmente não erradicou essa praga. O retirara as crianças aos país é o facto de não criarem as condições dignas para que os país possam dedicar o tempo a educar os filhos, propositadamente foram retiradas essas condições transferidas para o estado. Repare que a grande maioria dos pais de hoje não querem «perder tempo com os filhos» essa foi a estratégia utilizada para que eles, os pais sentirem os filhos como um estorvo. 400 mil já deram a sua opinião e o silencio do povo poderá trazer novidades e quase garanto que esta legislatura não CHEGA ao fim, acredite no que lhe digo. Tudo dependerá do desenrolar da guerra e as consequências, de futuros atos eleitorais, a história repete-se e para isso estamos cá nós a dar o litro para que algo mude. Para mim a redução da abstenção foi uma luta que abracei e sinto-me feliz por ter conseguido não sei se contribui ou não mas o fato é que aconteceu. É pena realmente quando as pessoas sentem dificuldade em partilhar ideias, opiniões e lidar com diferentes maneiras de ser, agir e pensar. Afinal todos pensamos de maneira diferente mesmo quando o objetivo seja o mesmo, agora quando os objetivos pessoais se sobrepõem ao coletivo, aí não há nada a fazer. Podemos divergir de opinião mas reza o bom censo que numa qualquer organização as discordâncias terão por obrigação serem discutidas em conjunto para podermos CHEGAr a um consenso. É pena realmente que tenhamos dificuldades em aglutinar militantes e apoiantes, mas percebe-se; que ser do CHEGA não é fácil nem é para todos, romper com hábitos e vícios do passado é complicado, e mais, estar ao serviço das pessoas sem esperar nada em troca no mundo atual torna-se quase impossível, mas se quisermos ser diferentes, terá de ser essa a nossa linha de orientação. Como diz André Ventura nem que esteja a vida toda na oposição mas nunca quebrar e romper os nossos compromisso com os eleitores, porque se fosse fácil não seria para nós. FORÇA, os portugueses esperam muito de nós, da nossa coragem, determinação, abnegação e empenho. O medo e a falta de coragem dos portugueses terá de estar concentrada nos que diariamente damos o nosso melhor daí criar a motivação para que outros com a mesma determinação se juntem a nós. Não é por acaso que já se houve esta frase; O CHEGA é que tem de resolver, isso dá-nos muita força.
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