Sendo um militante ativo desde Fevereiro de 2021, fui cabeça de listas nas autárquicas de 2021 sendo a 3ª força mais votada de Santa Maria Maior.(Funchal) Aceitei ser candidato às eleições para o Parlamento regional 2023 no 14º lugar. Do mesmo modo candidato suplente (por minha sugestão) não querendo aceitar nos 6 elegíveis pela Madeira nas últimas legislativas 2024. Assinei o documento para integrar a lista das regionais do próximo dia 26 de Maio. Quando constatei de que não fazia parte da mesma (fiquei surpreso), recebi uma resposta do presidente do CHEGA-Madeira que me perguntava se eu afinal queria ser candidato! isto agora a seleção dos possíveis candidatos é feita por pedido pessoal ao presidente ou a minha seleção nos atos anteriores foi levada em consideração pela minha capacidade, valorização pessoal, empenho e trabalho árduo que sempre dediquei ao CHEGA e à causa que representa e a qual me identifico, a luta contra a corrupção, o compadrio e o oportunismo? Onde está a meritocracia que nos identificamos e tanto defendemos?
Não pondo em causa os selecionados esperando que tenham sido escolhidos os(melhores) mas a verdade é que me deixou surpreso visto que o ato foi sucessivo à consequência da demissão da vice presidente Dra. Maíza Fernandes, do vogal Filipe Gouveia e de dum elemento da mesa o Dr. José S.S, Fernandes. Será que foi esse o motivo da recusa da minha colocação na lista de candidatos?
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