https://cnnportugal.iol.pt/estado/criancas/estado-paga-ate-3-300-euros-por-mes-por-cada-crianca-ou-jovem-acolhido/20240312/65f003c6d34e8d13c9b8bbec
https://eportugal.gov.pt/guias/ter-uma-crianca/educacao-das-criancas-e-jovens
A falta de cultura democrática do povo português juntar à qualidade dos políticos escolhidos que não representam o verdadeiro interesse dos cidadãos, juntando à liberdade de ficar em casa por desinteresse da política e desmotivação da mesma é o retrato duma sociedade subjugada à dependência e ao controlo do estado e submetida à total irresponsabilidade propositada, de modo a prevalecer a indiferença e o alheamento político dos portugueses.
No plano onde os nossos heróis são vistos e representados com cara de palhaços (desfigurando seus rostos) e chamando a isso de arte e de artistas aos seus autores, onde a defesa da pátria chega a ser considerada de crime para depois apoiar radicais que contrariam e contestam a nossa cultura e os nossos costumes. Enquanto noutras latitudes o povo vota contra o sistema, em Portugal promove-se a cultura do ódio, insiste-se em propagandear o racismo e a xenofobia atribuindo aos que queremos continuar a ser o país do povo humilde, trabalhador, lutador e bom acolhedor, na hora de protestar os portugueses absteem-se desmotivados pela forma como esta democracia tem (representado) muito mal a vontade deste povo humilde, histórico e valente!
Como podem sentir-se cidadão Europeu se em Portugal recebem 800€ de vencimento e sobrecarregados de impostos, quando aqui mesmo ao lado, com o mesmo desempenho, recebem logo à cabeça 1.400 €? Mais um dos motivos do alheamento em relação a sentir-se cidadão Europeu de pleno direito. Como se motivam cidadãos a participarem numas eleições que à partida pouco ou quase nada beneficia o cidadão comum? É caso p'ra dizer que: votem ou não, eles serão eleitos e esses vencimentos vão ser distribuídos e os que sobrevivem dum mísero vencimento vão continuar a sobreviver dessa miséria e de nada lhes serviu a abstenção como protesto, apenas foram ignorados pelo sistema.
Definitivamente ao abraçar este projeto foi no intuito de implementar uma nova forma de fazer política e uma nova maneira de estar em democracia. Mostrar que a política não é só para vigaristas, oportunistas, malabaristas e corruptos, os cidadãos sérios, honestos e genuínos temos de conquistar o nosso espaço no universo político. Dá muito trabalho? dá! é quase uma utopia? É mas não é impossível se nos mantivermos firmes nos nossos propósitos e manobra-mos a máquina política da mesma forma que os nossos adversários, logo estaremos disponíveis para fazer valer os valores em que acreditamos e as nossas convicções, sem ceder um palmo dos nossos princípios.
Um dos projetos de alteração nos estudos do partido, seria a forma de inscrição dos militantes. Crescemos (de qualquer forma) quase que acreditando na vontade de mudança expressa logo após o último ato eleitoral legislativo num milhão e duzentos mil votos, esquecendo que nos nossos adversários existiam ressabiados, oportunistas, malabaristas e infiltrados que desestabilizam por completo uma organização, no caso um partido que pretende ser a voz dos cidadãos relegados dum sistema, manipulador, e protetor de corruptos. Acho que a militância deverá ser aceite mediante um certo compromisso de honra, disponibilidade de servir e de intrínseca defesa da liberdade dos cidadãos. Assumir um compromisso de serviço à nação e às causas que os valores do partido defendem e que foi um dos pilares das nossas conquistas perante uma sociedade de insatisfeitos e descrentes.
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