terça-feira, 19 de novembro de 2024

 Respostas aos comentário do DN-Madeira 19/11

A construção do cidadão novo passa por: incutir nos que até aqui apenas e tão só se preocuparam com o seu bem estar pessoal, vivem exclusivamente para os seus interesses pessoais, onde predomina o egoísmo, a ganância e a soberba em serem donos do protagonismo a todo custo mesmo que isso prejudique a maioria dos cidadãos. Formar os cidadão para a democracia, pessoas que de forma livre e emotiva assumam as suas responsabilidades sendo úteis a si, à sua família e ao país. Não precisa aborto e eutanásia nem controle da natalidade, apenas e tão só consciência cívica, na luta pela dignidade e a vida.

Imagine que surgia um líder com a coragem de por fim a uma realidade inalienável, "A corrupção"? Um líder que recrutasse na sociedade civil pessoas integras que tivessem como princípio base, servir o país. Pesssoas desprendidas de egoísmo, protagonismo e vaidade, apenas com vontade de mudar o rumo político do país. Será que não é possível? Qual a razão de que muitas pessoas não querem agarrar a política? Para não se confundirem com aqueles que até aqui descredibilizaram uma missão que deveria ser a mais digna de todas, a de servir o país e os cidadãos. A classe política ao longo destes 50 anos de democracia adotou como sinónimo de ladrão; o político! Quando deveria ser pessoa com vontade de servir a nação. São pessoas que à partida para se manterem no sistema abdicam dos seus princípios, gente sem verticalidade e hombridade, pessoas que cedem à primeira sedução, claudicam no primeiro obstáculo. Razões mais do que suficientes para continuar a afirmar, esta classe política não quer cidadãos como nós num parlamento, a representatividade que assumiriamos tornar-se-ia numa verdadeira ameaça ao sistema em vigor.

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