domingo, 10 de agosto de 2025

    1133 será um número mágico para a democracia?
 Segundo a noticia recente do nosso DN-Madeira uma multidão de 1133 cidadãos são os cargos políticos a serem ocupados nas próximas eleições autárquicas, imaginem isso multiplicado por : digamos, dez forças partidárias a concorrerem em todos os municípios e freguesias, estaremos a falar dum numero de 11330 cidadãos a pretenderem ocupar cargos publico/políticos. 
A realidade do país e a Madeira incluída, é que a democracia gera uma dependência tal na sociedade que a razão de muitos cidadãos já serem demasiado céticos em relação a este modelo de regime que subestimam a sua legitimidade, legalidade, funcionalidade e viabilidade. Tem criado enormes rivalidades, inimizades, conflitualidades, confrontos e adversidade fazendo jus à designação; "partidos" um grupo de pessoas com interesses ou opiniões comuns especialmente na política, mas que a mesma palavra ironicamente pode ser (o particípio do verbo partir = a quebrar), ou até que viajou ou até em circunstância morreu, coisas da complicada qe é a lingua portuguesa.
 A grande dificuldade de encontrar uma solução para esta tão emaranhada democracia, leva a que o eleitorado quase que esteja farto de votar, farto de eleições, de campanhas eleitorais com as habituais e já descredibilizadas e falidas promessas, esteja a democracia cada vez mais desacreditada. É necessário uma nova maneira de fazer política, uma nova forma de estar em democracia, ter coragem de reduzir a dependência dos cidadãos do estado e o próprio estado do peso da burocracia e de cargos políticos suportados com o dinheiro dos impostos de quem trabalha e produz, em suma é preciso unidade e coragem para repor a verdade dum sistema caduco e desprovido de confiança e na responsabilidade que a liberdade exige devolvendo a democracia  e o poder que dela advém aos cidadãos.
 É hora de parar de ver os adversários políticos como inimigos. A obsessão com a democracia pode surgir quando a sua aplicação prática se afasta dos ideais que a sustentam, levando a frustrações e desilusões. Quando a democracia se torna um fim em si mesma, em vez de um meio para alcançar o bem comum, pode gerar cinismo e apatia. Isso pode acontecer, por exemplo, quando as instituições democráticas são percebidas como ineficazes, corruptas ou manipuladas, capturada e sequestradas por interesses que não propriamente o dos cidadãos, ou quando as decisões políticas não refletem as necessidades e expectativas da população. Em suma, a democracia, como qualquer sistema político, não é perfeita e pode ser usada para fins negativos. A obsessão com a democracia pode ser prejudicial quando leva a uma visão idealizada e irrealista do sistema, impedindo uma análise crítica e a busca por soluções que realmente atendam às necessidades da população. É importante lembrar que a democracia é um meio para alcançar um fim, e não um fim em si mesma. Por vezes todos temos planos diferentes para o mesmo projeto final. Vamos unir esforços para concretizar esses objetivos num projeto chamado PORTUGAL. 
Tomo como exemplo Diogo Freitas do Amaral um democrata Cristão de direita que ainda sonhou ao  (aliar-se ao socialismo) poderia aportar algo em favor da democracia, fracassou.  e afinal parece que as ideologias tiveram o seu fim.
 Não foi só o povo incauto e sem cultura democrática que se deixou seduzir, este e tantos outros "catedráticos políticos" foram de certa forma cúmplices da nossa desgraça mostrando a falta de coragem para enfrentar o sistema. Depois de tanto insucesso e quando algum corajoso chega, a malta log desconfia e até de certa forma com alguma razão em duvidar daqueles que poderão vir a ter de acreditar que as mentiras ditas em política são para serem verdades. 
 Estamos sequestrados por traidores e terroristas, o que poderá surgir até possa não ser a solução, mas a alternativa no imediato. Apoiar uma candidatura contra os sistema será sem dúvida o primeiro passo, nem que seja a tal malfadada (ditadura) para salvar Portugal. Por razões menos graves que a situação atual fez-se o 25 de Abril e o meio século de (democracia) foi de tal forma mal aproveitado que gerou saudades de Salazar, aquele que tomou conta da nação para sacrificar os portugueses e reconstruir em 38 anos de «repressão/sacrifício» do povo a catástrofe então herdada do fracasso político e económico da I República, para depois em meio século o Socialismo destruir esse mesmo povo outrora sacrificado. Afinal! este povo ou não permitiram que se formassem cidadãos livres para a democracia, ou definitivamente parece que não merecemos viver em LIBERDADE, pois ela permitiu que meia dúzia de oportunistas subjuguem a 10 milhões de pessoas frágeis, ingênuas e por vezes a transparecerem ignorantes. 
Inicialmente o povo mudar de atitude pois, será necessária muita coragem para MUDAR Portugal!


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