A revolta dos acomodados
Quando a oportunidade CHEGA , ninguém com o mínimo de pers ospicácia deixa-a fugir. Quando os tripulantes do Poder Sem Discrepância impera num barco que já mete água por todos os lados o . chega e serve para ancorar no mesmo porto onde espera os naufragos e os que outrora estavam nos porões a saltarem para o convés ou para a cabine de comando. O protagonismo, a ambição desmedida, a vaidade e o orgulho típico dos povos latinos e mais evidentes nos madeirenses, impedem o verdadeiro e autêntico espírito de unidade. Como seria vergonhoso por exemplo para um Socialista madeirense apoiar uma candidatura do JPP ou um PSD estar de acordo com o programa do ADN ou da IL para o Funchal sem exigir nada em troca. Ninguém dá nada a ninguém sem esperar algo em troca, já diz o velho ditado; não há almoços grátis. Acham-se únicos aqueles que outrora sobreviveram das fragilidades do regime e que agora sentem-se capazes de transformar a política até aqui existente. Entretanto e sabendo que lidam com este modelo de sociedade, ambígua e de eleitores sem cultura democrática, mais a pressão exercida pelo poder, facilmente se manipula um povo que prefere estar quieto no seu canto, a sofrer as consequências de sucessivos governantes corruptos do que arriscar a MUDAR, porque estar ativo acarreta responsabilidade e o regime quis retirar essas responsabilidades às populações para melhor as manipular. Porque afinal muitos sobrevivem disto, da ingenuidade do povo e da ignorância do eleitorado. Os interesses pessoais falam mais alto em tudo, definitivamente não existe espírito de unidade. O padrão ideal para quem exerce um cargo político, o de servir as populações inverteu os papeis e apenas é utilizado para servir-se e servir interesses de quem lhes concede a "oportunidae» de ocupar o cargo. O descrédito atingiu uma tal dimensão, a falta de confiança nas instiutições é de tal ordem que aparentemente parece que a política é isto mesmo e já não há nada a fazer. Desenganem-se; pois estamos a hipotecar a nossa liberdade, a abrir a sepultura para a democracia e a fazer a cremação de Portugal como nação suberana, se continuarmos indiferentes a toda esta situação. A democracia precisa de cidadãos ativos, corajosos, determinados, aqueles a quem o sistema designa de ativistas, ou rotula de fascistas, extremistas, racistas, xenófobos ou tudo o que de mau possa existir para quem defende a nação com patriorismo, a cidadania com determinação e a verdade com a consciênca e a coragem que assim determina os verdadeiros cidadãos. As alterações que terão de ser feitas para mudar radicalmente os destinos e o futro do país, passam por uma profunda alteração da Constituição da República. Uma constituição que proibiu o fascismo e a monarquia, mas admitiu o comunismo, o marxismo e o Maoísmo. Perseguiu os partidos da direita como oitrora o CDS e outros, convertendo-os por culpa da sua falta de coragem em meros espectadores políticos que se eu jogaram só Socialismo e submeteram-se à pressão psicológica do regime para sobreviverem e depois cederam aos encantos da corrupção institucionalizada permitindo covardemente a legalização do roubo pela classe política. Quanto tempo mais temos de esperar? será até a degradação final do país onde só fique escrito o nome Portugal, onde as populações sejam substituidas pela invasão (pacífica) e tolerada pelos governantes traidores apoiantes da escravatura do século XXI e subscritores do tráfico humano. Não andamos distraidos com manobras de diversão, apenas estamos à espera do líder corajoso que faça estremecer este mostro adormecido para que de forma corajosa, democrática e determinada possamos um dia MUDAR Portugal.
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