Sucessão ou tabu!
A. Ferreira
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Do modo como vem sendo tratada a sucessão do líder do partido
"maioritário" na RAM até parece que a oposição continua não conta para
nadar.Tendo em conta as ultimas eleições regionais e visto que a maioria
dos eleitores não votaram PSD,as actuais contas parecem levar a acreditar
que continuará a hegemonia PSD,apesar de toda a oposição estar anestesiada
à espera de ver o que acontece perante a indecisão do possível sucessor.
Hora existem várias intenções do modo a que estão a ser tratados este
tema:
primeiro o da possível recandidatura do Dr.AJJ e tudo fica no mesmo ou
talvez não,o apoio ao Dr Manuel António como candidato apoiado pelos duros
do partido e por conseguinte manter a força dos actuais apoiantes,a
possível liderança do Dr.Miguel Albuquerque figura que aparentemente dá
todo o crédito e ser a mais credível visto ser o único que ganhou
eleições no partido fora do Dr.AJJ,e agora com a atenuante de aparentemente
estar a ser cozinhada um virtual entendimento com o Dr. Cunha e Silva à que
o Jornal do regime chama de aliança Blandy para confundir e ao que parece
para fazer passar à opinião pública que os interesses da região estão
acima dos interesse partidários.
Isto cheira a esturro,pois até o dia que houver seja qual for o futuro da
liderança e mantendo o secretismo estratégico à volta dos possíveis
sucessores,tudo leva a crer que a oposição da-se por satisfeita com este
jogo de monopólio,quando na verdade isto são tudo manobras de diversão e
marketing para manter a oposição distante e fora de qualquer análise
prévia a futuros pretendentes do poder regional.Até parece que nesta terra
não existe ninguém capaz de governar esta região fora do PSD,ou pelo menos
com coragem para enfrentar os problemas que durante trinta e seis anos de
hegemonia laranja e conhecendo a actual situação financeira da nossa
região,não foram estes mesmos senhores que tiveram consigo todas as
responsabilidades por atingirmos a actual situação.Ainda por cima para o
bem ou para o mal com todos os defeitos com que foi gerida toda a política
desta terra ao longo destes anos,com que autoridade moral poderão vir estes
cidadãos dar soluções a uma situação que eles próprios criaram. Apesar
de muitas das coisa que se fez nesta terra serem dignas de louvar,outras há
que não vale a pena continuar a reprovar pois muito se tem dito e as
verdades cada qual deverá tirar as suas próprias conclusões,mas de uma
coisa estou certo,de nada irá mudar a política governativa desta terra se
não houverem madeirenses com dignidade,coragem, seriedade e vontade de
refazer esta região numa terra próspera,digna do seu povo e com um futuro
verdadeiramente confiável,pois como diz o povo aprendamos com os erros e
não cometamos muitos mais,pois poderemos chegar tarde na recuperação desta
maravilhosa terra que tem por cognome de Pérola do Atlântico.
Os madeirenses anseiam políticos honestos e competentes,capazes de enfrentar
uma situação muito complicada mas não impossível de solucionar,pois para
os madeirenses nunca houve impossíveis.
Aprendamos pois com os erros e não demos oportunidade a que os mesmos
prevaleçam.
"maioritário" na RAM até parece que a oposição continua não conta para
nadar.Tendo em conta as ultimas eleições regionais e visto que a maioria
dos eleitores não votaram PSD,as actuais contas parecem levar a acreditar
que continuará a hegemonia PSD,apesar de toda a oposição estar anestesiada
à espera de ver o que acontece perante a indecisão do possível sucessor.
Hora existem várias intenções do modo a que estão a ser tratados este
tema:
primeiro o da possível recandidatura do Dr.AJJ e tudo fica no mesmo ou
talvez não,o apoio ao Dr Manuel António como candidato apoiado pelos duros
do partido e por conseguinte manter a força dos actuais apoiantes,a
possível liderança do Dr.Miguel Albuquerque figura que aparentemente dá
todo o crédito e ser a mais credível visto ser o único que ganhou
eleições no partido fora do Dr.AJJ,e agora com a atenuante de aparentemente
estar a ser cozinhada um virtual entendimento com o Dr. Cunha e Silva à que
o Jornal do regime chama de aliança Blandy para confundir e ao que parece
para fazer passar à opinião pública que os interesses da região estão
acima dos interesse partidários.
Isto cheira a esturro,pois até o dia que houver seja qual for o futuro da
liderança e mantendo o secretismo estratégico à volta dos possíveis
sucessores,tudo leva a crer que a oposição da-se por satisfeita com este
jogo de monopólio,quando na verdade isto são tudo manobras de diversão e
marketing para manter a oposição distante e fora de qualquer análise
prévia a futuros pretendentes do poder regional.Até parece que nesta terra
não existe ninguém capaz de governar esta região fora do PSD,ou pelo menos
com coragem para enfrentar os problemas que durante trinta e seis anos de
hegemonia laranja e conhecendo a actual situação financeira da nossa
região,não foram estes mesmos senhores que tiveram consigo todas as
responsabilidades por atingirmos a actual situação.Ainda por cima para o
bem ou para o mal com todos os defeitos com que foi gerida toda a política
desta terra ao longo destes anos,com que autoridade moral poderão vir estes
cidadãos dar soluções a uma situação que eles próprios criaram. Apesar
de muitas das coisa que se fez nesta terra serem dignas de louvar,outras há
que não vale a pena continuar a reprovar pois muito se tem dito e as
verdades cada qual deverá tirar as suas próprias conclusões,mas de uma
coisa estou certo,de nada irá mudar a política governativa desta terra se
não houverem madeirenses com dignidade,coragem, seriedade e vontade de
refazer esta região numa terra próspera,digna do seu povo e com um futuro
verdadeiramente confiável,pois como diz o povo aprendamos com os erros e
não cometamos muitos mais,pois poderemos chegar tarde na recuperação desta
maravilhosa terra que tem por cognome de Pérola do Atlântico.
Os madeirenses anseiam políticos honestos e competentes,capazes de enfrentar
uma situação muito complicada mas não impossível de solucionar,pois para
os madeirenses nunca houve impossíveis.
Aprendamos pois com os erros e não demos oportunidade a que os mesmos
prevaleçam.
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