sábado, 20 de julho de 2013

                                                               Emergência nacional
Durante todos estes anos , mais concretamente nos últimos anos, ou seja, já nos anos mais recentes, e com mais evidencia nas ultimas semanas, assistimos a um continuado funeral da situação política do nosso país, depois de ter passado por um alergia, seguindo-se um vírus e depois uma infecção até uma doença crónica e incurável, que culmina com a morte lenta provocada por «pessoas» sem escrúpulos que se apoderaram da política, infiltrando-se nas organizações que a sustentam, ou pelo menos deveriam sustentar, que são as organizações políticas, mas que, por  razões várias, contagiando-se com a força que o poder proporciona, foram a pouco e pouco tomando conta dos bens da nação que a repressiva ditadura ao longo de quatro décadas e à força da ignorância e de  parca cultura a que foi submetido o povo, consegui-o arrecadar.
O facto da queda do regime ter concedido ao povo o poder de decidir, eis que surgem os salteadores da arca, que com magistral astúcia tomam conta daquilo que é por natureza do povo e aproveitando da liberdade permitir que outros moldes de gestão dos bens públicos pudessem ser utilizados,consideraram-se donos e senhores da coisa publica e ao longo de outras tantas décadas, chegou-se o dia e a hora de o país estar definitivamente arrasado e financeiramente destruído.
Como será possível este mesmo povo a quem a liberdade permitiu a opção de escolha dos seus governantes, permitir que esses escolhidos, pudessem fazer do povo uns ignorantes e pior ainda ao longo de quatro décadas, continuarmos a confiar-lhes a gestão do património que é de todos, sem nunca terem tido a coragem de por em causa semelhante desastre?
Como será possível depois de tentativas falhadas de acordos políticos a convidar todos os até aqui, intervenientes da festança, a comerem no mesmo gamelão que agora só tem as cascas secas da bolota que é dada ao povo já que ninguém a quer, pois o caviar já à muito deixou de existir e por já nem o seu cheiro pairar no ar, leva-se a que ainda consigam brigar para gerir as esmolas que a esfarrapada Europa nos que  mandar, à custa de comermos o pão com farinha da bolota, pois já nem o rolão nos dão.
Acham que é motivante para o cidadão comum, ser chamado mais uma vez a participar no refegabofe que se tornarão novas eleições, para voltar a ver e ouvir os mesmos salteadores e (até presidiários candidatos a assembleias municipais existem),a fazerem promessas impossíveis de cumprir, a apresentar planos para enterrar o esforço de um povo farto de sacrifícios, quando aqueles que deveriam se sacrificar por serem os beneficiários directos do desastres nacional, continuarem a usufruir dos seu vencimentos chorudos ou de um senhor (Silva)  fazer estoirar dos cofres do estado 160 MIL Euros, para visitar as selvagens, quando a maioria dos cidadãos deste país,demoraria pelo menos 20 anos a receber essa verba de vencimento fruto do seu trabalho, e para os privilegiados que ainda o têm, pois quase um milhão já vive à esmola de instituições, institutos e voluntários, sem falar dos que adormecem e se levantam sem saber se irão aconchegar o seu estômago.Terá de haver uma outra motivação e muito forte para que  com toda a força, convicção, confiança e sobretudo esperança, possamos em massa acorrer às assembleias de votos e dizer com toda a força vai ser desta que eu e milhões de portugueses vamos libertar verdadeiramente o nosso país. Até lá resta-nos que apareçam cidadãos com coragem de prestar os seus serviço a bem da nação mas a troco única e exclusivamente de um protejo de salvação nacional verdadeiro e sobretudo autentico. A verdade é que muitos dos que poderiam dar o seu contributo até terão receio a dar o passo em frente visto a classe política estar tão desacreditada, mas terá de haver alguma coragem e sobretudo vontade de lutar, com trabalho e convicção patriótica.Portugal consegue e a nação é o seu povo.

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