As nossas guerras
A humanidade passou ao longo dos tempos por vários períodos conturbados com guerras bélicas declaradas e que deixaram marcas inesquecíveis.
Actualmente ainda proliferam muitas em vários pontos do globo e que temos acessos quase imediato do seu desfecho. Mas infelizmente abundam por esse mundo, no nosso país e na nossa região guerras que a diário mexem com o pulsar da cidadania e dos seus modos de vida. É só pegar, por exemplo nos dois matutinos regionais e ver as guerras políticas que diariamente se travam e tudo por culpa de um ódio promovido pela decadência da politica regional. Acusações, vinganças, ódios, maledicência, enfim um sem número de disputas questões que põem em causa a credibilidade da democracia, que se implantou nesta terra e faz com que cada dia tenhamos mais receio de tornar-nos participativos no seu desenvolvimento.
O actual estado a que chegou o país cria um sentimento de revolta aos cidadãos, que sentem-se com sentimento de revolta perante todas as medidas implementadas pelos governantes, vivemos situações que quase se assemelham a um tempo de guerra e que com muita dificuldade será superada.
Importamos guerras diplomáticas; Portugal, Angola, guerras de sociedades supostamente desenvolvidas, são os constantes mascares que acontecem em países como, os EU onde várias vezes pessoas assassinadas à mão de portadores legais ou ilegais de armas, seres humanos que acham que a solução para os seus problemas que a sociedade lhes criou põem cobro à vida, jovens que por infelicidade ou falta de consciência cívica, acabam a sua permanência no mundo dos vivos, prostrados no asfalto, são os políticos derrotados declarando«guerra» politica aos vencedores, é o presidente da FIFA incitando à guerra verbal contra um ícone do desporto actual manifestando a sua simpatia pessoal pelo seu concorrente, é até os programas e as noticias das TV's, vivem das brigas, discussões, mal entendidos, ataques verbais, desavenças de casais, famosos e não só, enfim tudo se movimenta à volta do ódio, da mentira, da promoção de uma sociedade totalmente desprevenida de valores e que em nada abonam à harmonia da sociedade actual. Parece que perdoar é pecado, falar verdade não nos promove, ser amável é sinal da nossa fragilidade, cumprir leis penaliza-nos, dar afecto leva-nos à desconfiança. Mas afinal que mundo é este que nós estamos a construir? Onde as pessoas só se aceitam por interesses, desconfiam de tudo o que se move à sua volta, sentem necessidade de conduzir as suas vidas por padrões que são anti- humanos e que degradam a imagem do único ser que habita a terra e que tem a capacidade de através do afecto, da amizade , da simpatia, das palavras e dos gestos, transmitir o sentimento mais belo que alguma vez algum se conseguiu dar O AMOR.
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