segunda-feira, 16 de maio de 2022

                                No desemprego, o trabalho, o mérito e o incentivo.

Num dos setores mais difíceis de tratar numa democracia como a nossa é a empregabilidade. Onde interesses, compadrios e oportunismo por vezes se sobrepõem às capacidades, valor e profissionalismo de muitos candidatos a um emprego. O Governo Regional joga com os números e a falta de formação das populações. A D.R. Estatística da Madeira, joga com os números e com uma versão muito mais perto da realidade. Enquanto que o Presidente do G.R. num recente debate na A.R. citava que o desemprego na região rondava os 6,6% no último trimestre de 2021, a D.R. Estatísticas da Madeira no dia 11 de Maio anunciava 7,5% taxa de desemprego na R.A. da Madeira, sendo considerada a mais alta do país. Contabilizando tudo isto, analisando razões, casos e circunstâncias que leva a esta deplorável situação, concluímos que: A falta de incentivo e a valorização do trabalho em Portugal é latente. Prova disso é o sucessivo aumento de emigração principalmente qualificada e jovem. Num país onde o Socialismo é o pior inimigo dos investidores e dos trabalhadores sacrificando-os e afogando-os com impostos, onde um desempregado chega a rejeitar mais de uma dezena de ofertas de emprego porque sem produzir recebe mais de R.SI. do que se estiver a trabalhar, onde quem por necessidade e impossibilidade de ir para outras paragens, sujeita-se aos miseráveis salários para os quais têm de trabalhar como escravo pois infelizmente não temos empresários (além de massacrados com impostos) alguns pouco profissionais, conscienciosos e com nível na formação de trato laboral e humano a juntar leis que penalizam e castigam drasticamente quem trabalha e a quem investe para criara postos de trabalho, o CHEGA conclui o seguinte: se não for alterada a lei laboral criando condições para salvaguardar e incentivar investidores e trabalhadores, se não houver regras a que quem recebe e não produz terá de aceitar um trabalho de modo a compensar aquilo que usufrui sem nada produzir o que á partida castiga e desincentiva aqueles que por razões várias sentem-se na necessidade e quase obrigados a trabalhar para terem um meio de subsistência. Se o pago pela função a desempenhar não for medida mediante o empenho e á produtividade, continuaremos numa política laboral descompensada, que desincentiva e sem qualquer tipo de solução à vista. No caso específico da Região onde sendo o turismo uma das nossas maiores indústrias, a hotelaria e similares, dentro da atividade turística, representava 37% (dados 2018) Em 2021/12/30, o CCT para o setor de Indústria Hoteleira (aprox. 8000 trabalhadores abrangidos);- Em 2022/01/24, o CCT para o setor de Similares de Hotelaria (aprox. 7200 trabalhadores abrangidos); a sazonalidade também implica uma política de contratação de trabalhadores de forma seletiva. Não podemos continuar a ser o país onde quem vai se sacrificar a trabalhar pois a necessidade obriga, é ver esplanadas e cafés a abarrotar de gente que com o R.S.I. nada produz, mas recebe o fruto de quem se sacrifica. Se criaram-mos as condições necessárias, CHEGA para por Portugal a trabalhar.

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