Não tenhamos medo de assumir o nosso apoio a quem quer defender Portugal, pois a esquerda não tem vergonha de apoiar quem o destruiu.
Versão mais forte e retórica:
Não devemos ter medo de apoiar quem quer defender Portugal; já outros não sentem vergonha em apoiar quem o conduziu à decadência.
Versão mais formal:
Assumir o apoio a quem defende Portugal não deve causar receio, sobretudo quando há quem, sem pudor, apoie aqueles que o prejudicaram.
É onde o seguro não existe que a coragem revela quem realmente somos.
Onde o seguro não é garantido, apenas os princípios firmes impedem que nos tornemos reféns do medo
É precisamente onde o seguro não chega que a consciência tem de saber caminhar sozinha.
Quando o seguro não nos protege, só os valores nos impedem de cair.
O seguro não garante o futuro, mas a ventura procura a sua dignidade.
O seguro não garante o futuro; é na ventura que a dignidade se procura
O seguro não promete futuro, mas a ventura caminha em busca da dignidade.
Enquanto o seguro falha em garantir o futuro, a ventura insiste em procurar a dignidade
O seguro não assegura o porvir; a ventura, porém, busca a sua dignidade.
Não é o seguro quem garante o futuro, mas a ventura que, em dignidade, o procura.
O seguro não dá certeza do porvir, mas a ventura, com dignidade, o demanda.
O seguro não firma o futuro; a ventura, todavia, em dignidade o vai buscar.
O seguro não afiança o porvir; só a ventura, caminhando em risco, busca a dignidade que o tempo não concede aos tímidos.
Porque o seguro promete descanso, mas não futuro; e a ventura, sem prometer nada, procura a dignidade que sustém os homens
O seguro não firma o futuro; a ventura, porém, em dignidade o demanda.
Engana-se quem confia no seguro do presente, pois é a ventura — e não a certeza — que vai em demanda da dignidade futura.
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