Fazendo férias cá dentro
A. J. Ferreira
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Depois de um ano de trabalho,vieram as merecidas férias: por razões sobejamente conhecidas o que já é uma opção para a maioria dos portugueses, umas férias em contenção,esse foi o meu caso. Passar alguns dias no descanso do lar,fazendo aquelas coisas que a agitação do quotidiano não o permite e aproveitando para aliviar a pressão(stres) optei por um destes dias fazer de turista no imaginário. Claro está depois do almoço pois «como turista» da garrafa de água e duas bananas,e pelo facto de ter o passe social (por um ano) aproveitei e fui visitar a nossa bela cidade do Funchal na qual trabalho. Como é de facto acolhedora,ao chegar à Avenida que apesar de como fizeram com o hospital mudou de nome de uma hora p'ra outra continua a ser a do Mar pois é ele que lhe dá o nome, jardinada e até bem cuidada com os passeios amplos e o aroma do oceano que chega com o bater das ondas apesar de em certa altura o som já se ouvir à distancia. O parque de Santa Catarina com
uma vista deslumbrante entre o céu e o mar e uma envolvencia muito acolhedora. A avenida Arriaga com uma área pedonal dá-nos a sensação de querer receber muitos mais dos que por ali passam descontraídos pois o sossego é convidativo. Com o jardim municipal para retemperar o ar de floresta como de isso se tratasse. A catedral que em diferentes horas do dia encerra poderia serem criadas visitas guiadas pagas,pois o magnitude do monumento assim o dita como noutras partes acontece. As ruas com um movimento de pessoas cá e lá,mas pelo facto de ser Sábado as lojas comerciais que ainda sobrevivem ao comercio tradicional,poucas delas abertas,o que transpira um deserto comercial numa cidade que quer ser turística. Como o percurso faz-se rápido ainda cheguei a tempo de encontrar o que acho ser o ex-libiris da nossa cidade e que é visitado pela maioria dos que por aqui passam;o mercado dos lavradores. Tudo muito arrumadinho já sem a azáfama das compras mas com alguns visitantes. O que mais me impressiona è: e aqui deixo a questão: porquê, por exemplo alguém achou por bem apresentar mangas da América central ou de Espanha como se fossem da madeira; como é possível dar a provar fruta como maracujá de banana ou o inglês expostos ao ar livre cortados ao meio e dado a provar sem condições mínimas de higiene, uma imagem terceiro-mundista que em nada dignifica a nossa maior indústria e fonte de receitas que é o turismo.
De regresso a casa apesar das falhas como a tardia recuperação dos jardins do campo da barca, foi muito retempera-dor e gratificante apreciar o porquê
de muitas pessoas de várias nacionalidades ainda escolherem a nossa cidade para passarem as suas férias,a eles: o meu muito obrigado.
uma vista deslumbrante entre o céu e o mar e uma envolvencia muito acolhedora. A avenida Arriaga com uma área pedonal dá-nos a sensação de querer receber muitos mais dos que por ali passam descontraídos pois o sossego é convidativo. Com o jardim municipal para retemperar o ar de floresta como de isso se tratasse. A catedral que em diferentes horas do dia encerra poderia serem criadas visitas guiadas pagas,pois o magnitude do monumento assim o dita como noutras partes acontece. As ruas com um movimento de pessoas cá e lá,mas pelo facto de ser Sábado as lojas comerciais que ainda sobrevivem ao comercio tradicional,poucas delas abertas,o que transpira um deserto comercial numa cidade que quer ser turística. Como o percurso faz-se rápido ainda cheguei a tempo de encontrar o que acho ser o ex-libiris da nossa cidade e que é visitado pela maioria dos que por aqui passam;o mercado dos lavradores. Tudo muito arrumadinho já sem a azáfama das compras mas com alguns visitantes. O que mais me impressiona è: e aqui deixo a questão: porquê, por exemplo alguém achou por bem apresentar mangas da América central ou de Espanha como se fossem da madeira; como é possível dar a provar fruta como maracujá de banana ou o inglês expostos ao ar livre cortados ao meio e dado a provar sem condições mínimas de higiene, uma imagem terceiro-mundista que em nada dignifica a nossa maior indústria e fonte de receitas que é o turismo.
De regresso a casa apesar das falhas como a tardia recuperação dos jardins do campo da barca, foi muito retempera-dor e gratificante apreciar o porquê
de muitas pessoas de várias nacionalidades ainda escolherem a nossa cidade para passarem as suas férias,a eles: o meu muito obrigado.
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