segunda-feira, 26 de dezembro de 2011


Já não há remédio

 
A.J.Ferreira
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Desde a implementação da liberalização do mercado mundial já se previa por exemplo que a invasão de produtos 'made in china' levariam à decapitação de centenas senão milhares de empresas a nível nacional e mundial.
Mas afinal qual o interesse que levou a que os mercados tivessem esse tipo de atitude para o produto chinês? Quem além dos próprios beneficiou com semelhante atitude? Agora o resultado está à vista: países endividados até os cabelos, economias de rastos sem capacidade de recuperação, desemprego, sublevação e indignação social,revolta e miséria..
O nosso país e a região não são alheios a tudo isto ficamos de pés e mãos atados sem saber como sair de tamanha dificuldade, criada em parte por gestões tão más que aceitaram empréstimos em troca da não produção. Exemplo, abate de frota pesqueira, multas por excesso de produção: leite, tomate e outros, para serem investidos em estradas e infraestruturas para os senhores da Europa venderem os seus automóveis, (França e Alemanha) e os nossos governantes meterem ao bolso o fruto do imposto automóvel, do combustível, das portagens e outros derivados, métodos de fazer dinheiro fácil sem contributo para o desenvolvimento.
E a agricultura a pesca e a industria tradicional o que feito dela? Zero.
Para onde vai o nosso dinheiro?
Exemplo: na saúde um caso patético. Um medicamento da marca Daflon 500 que é utilizado na circulação sanguínea custava 57€. Quando era coparticipado o utente pagava 19,85€. Deixou de ser coo participado pelo SNS custa agora 17,79€. Quem levava (38.21€)o resto  do nosso dinheiro fruto da coparticipação do estado?
Realmente deveria haver entidades que analisassem tudo e que no final chamassem a contas quem de direito e  que denunciassem com nome e apelido dos implicados. A esses deveriam ser confiscados todos os bens. Seria mais justo.

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