quinta-feira, 23 de junho de 2016

Comentário no DN-23/06/2016.sobre a novas descobertas sobre Michael Jackson

O mundo dos negócios, a sociedade de consumo e a fobia por fazer dinheiro ultrapassou todos os níveis do admissível. A degradação a que o ser humano chegou leva-nos a duvidar cada vez mais de uma sociedade justa, próspera, e em paz.Os seres humanos estão desorientados e leva-nos cada vez mais a auto-destruição.A começar pelo controle da natalidade e a fome na maioria dos países e o excesso de consumo numa minoria.Dito em outras palavras está tudo torto e está tudo louco. Haja consciência naqueles que ainda conseguem pensar pela seu livre raciocínio e que não se deixam manipular por esta sociedade que sepultou os valores e promove os vícios.

Comentário sobre artigo de opiniãoDN 23/06/21016. Arca de Noé -José Manuel Morna Ramos

Existem situações que levariam a tomar a atitude consoante às circunstâncias.
Não será igual corrigir uma deficiência física, que optar por um capricho ou uma tara. A lógica das coisas só seria válida se à partida a consciência de cada ser humano prevalecesse, ou que não acontece no mundo actual, visto que por detrás de todas e cada uma das situações apresentada existe o factor, NEGÓCIO, que a sociedade de consumo implementou e que condiciona a maioria que por necessidades intrínsecas, terão de esperar que a saúde pública se digne resolver o seu problema passando por cima de caprichos e manias, mas isso é uma utopia pensar que algum dia iria ou seria possível acontecer porque o poder do dinheiro sobrepõe-se a todas as necessidades quer mais ou menos urgentes. Resumindo se tem dinheiro resolve o seu problema ou capricho, se não tem tire o ticket e aguarde a sua vez.

Comentário 12 reacções saída RU da UE: Opinião DN.24/06/20161

Aquilo que se poderia intitular de casamento por conveniência, acabou pura e simplesmente em divórcio.
1º: Porque os políticos europeus falharam em toda a linha, defendendo estratégicas económicas que só privilegiavam esses grupos e deixaram de fora toda a base do equilíbrio, o braço produtivo;os povos. Será que ainda vão a tempo de salvar a família europeia, visto que os seus progenitores estão de costas voltada num divórcio não litigioso mas com consequências imprevisíveis.
2º Estava na cara que o evoluir de extremismos radicais teria o seu efeito, visto que as sociedades europeias ao longo da sua construção nunca sentiram benefícios directos, antes pelo contrário, a decadência implementada pela alta taxa de desemprego, serviços de saúde pouco digno, o aumento da pobreza, a insegurança, e o pior de todos os males, a corrupção, que foi a doença que mais se propagou nestes anos decorridos pós união, e o povo demora mas reage e começou por aqueles que à partida nem sequer aderiram em pleno na já de início duvidosa união.O futuro passa pela regressão no comportamento dos políticos europeus, governando para as populações, mas acho que o vírus da corrupção e da defesa dos interesses económicos está demasiado enraizado na cabeças dos actuarias políticos europeus.http://portugalglorioso.blogspot.com/2014/01/um-arrasador-discurso-no-parlamento.html =

Comentário Facebock; Miguel Fonseca A Catarina Martins 26/06/2016 Referendo


Os radicalismos e o populismo impõe-se, quando falham os políticos no seu verdadeiro desempenho em democracia, depois é a catástrofe e uns serão piores que os outros, pois a culpa não é da democracia nem da esquerda ou da direita, mas sim dos interesses que cada uns defendem que não são verdadeiramente os das maiorias que contribuem com o seu trabalho e esforço para o engrandecimento dos países, e no nosso caso ao longo de 42 anos de democracia, têm sido todos iguais sem excepção. Terá de nascer uma nova geração que tenha outro tipo de mentalidade, formação e relação com a democracia autêntica, pois a nossa e a vindoira, está contagiada pelo vírus da corrupção dos políticos do século passado e do XXI. Vivemos no típico país latino onde os desenrasques e os favores, terão sempre prioridade.

Comentário  Irresponsabilidades directas ,Jorge Freitas de Sousa DN 26/06/2106


Os radicalismos e o populismo impõe-se, quando falham os políticos no seu verdadeiro desempenho em democracia, depois é a catástrofe e uns serão piores que os outros, pois a culpa não é da democracia nem da esquerda ou da direita, mas sim dos interesses que cada uns defendem que não são verdadeiramente os das maiorias que contribuem com o seu trabalho e esforço para o engrandecimento dos países, e no nosso caso ao longo de 42 anos de democracia, têm sido todos iguais sem excepção. Terá de nascer uma nova geração que tenha outro tipo de mentalidade, formação e relação com a democracia autêntica, pois a nossa e a vindoira, está contagiada pelo vírus da corrupção dos políticos do século passado e do XXI. Vivemos no típico país latino onde os desenrasques e os favores, terão sempre prioridade.

Que pergunta gostava de fazer ao presidente da república DN 30/06/ 2016

Tanta esperança que os portugueses criaram ao volta do regime democrático ao longo destes 42 anos, e porque os políticos usaram a liberdade que a democracia concede em beneficio próprio de modo que agora, quase ninguém acredita na democracia por culpa dos políticos corruptos que ao longo de quatro décadas deram cabo da economia do nosso país, e que os presidentes ainda não tiveram a coragem de assumir perante a nação esta detestável realidade. Será que ele teria a coragem de ao menos  reconhecer esta triste realidade?


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