domingo, 22 de julho de 2018
O descrédito a que os corrupto propositadamente conduziram o modelo de democracia em Portugal. É verdade, criou-se a ideia que pertencer a uma organização politico partidária é para arranjar tacho ou ter influências ou status social, quando o único objectivo deveria ser disponibilidade para servir o país. O conceito errado de como se instruiu o modelo de democracia em Portugal.Se realmente podemos ainda acreditar na boa vontade de alguém aportar algo de novo para o nosso país, não seria propriamente com a criação de um novo partido, afinal a grande maioria da população que já não acredita neste modelo de democracia e portanto não se revê naquilo que até aqui é designado de partido político, pois os próprios partidos que até aqui têm levado ao descrédito o actual modelo. Aqueles que realmente achamos que pode mudar alguma coisa neste país, terá de ser de base, começar por mudar a mentalidade dos portugueses em relação ao que é e como funciona uma verdadeira democracia, activa e participativa, pois até aqui os políticos arrebanhados nos partidos que por sua vez foram sequestrados pelos lobbies e os interesse onde até a justiça já está comprada, as populações sentem-se desamparadas e sem meios para actuar. O exemplo de como ressuscitar a verdadeira democracia foi dado pela Islândia que conseguiu aglutinar esforças com as populações a tomarem as medidas certas para corrigir a situação de caos económico e financeiro a que os corruptos tinham conduzido os eu país. Existem com certeza muitos portugueses que como eu querem ajudar a alterar este estado de coisa. Pessoas com projecção mediática que talvez adeririam a um projecto de uma liderança já existente e que deu mostras de ser um dos poucos que teve a coragem de dar a cara contar o maior flagelo da nação; a corrupção. Falo do Prf. Paulo Morais, que os meios têm barrado a sua mensagem por vai contra tudo o que são interesses instalados. Existem nos meios de comunicação figuras com algum mediatismo que juntos fariam com que a população despertasse consciências; exemplos Manuela Moura Guedes, Camilo Lourenço, José Gomes Ferreira, Hernâni Carvalho, Nuno Rogeiro, Sandra Felgueiras, Ana Leal (jornalistaTVI), Francisco Moita Flores,e muitos outros que têm rebatido a actual situação do país mas que a justiça impede que se chegue a um fim onde os culpados sejam castigados e penalizados. Se gente como esta se dedicasse de corpo e alma à volta de um líder, não precisava-mos de mais partido, mas sim de um grupo de cidadãos que despertasse a consciência do eleitorado com uma campanha anti corrupção e anti partidarismo, um modelo de Frente de salvação nacional. Mas acredito na boa vontade de mudar o estado das coisas em Portugal, unidos à volta de uma causa:democracia activa, participativa, autêntica com um objectivo prioritário, a luta contra a corrupção, por que Portugal quer justiça.
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