quarta-feira, 16 de julho de 2025

Comentário á intervenção de FG no DN-Madeira dia 16/07

 No final da manhã de 4 de Novembro de 1961, um sábado, zarpava da Gare Marítima de Alcântara, localizada na foz do Rio Tejo, em Lisboa, o navio 'Funchal', a mais famosa embarcação com o nome da capital madeirense. O rumo desta viagem inaugural estava traçado. Funchal, a sua primeira escala, e depois Ponta Delgada, Horta e Angra do Heroísmo, os portos açorianos, antes do regresso a Lisboa. O paquete ANGRA DO HEROÍSMO (1966-1974) também complementava em simultâneo as mesmas ligações. Será que a ligação marítima entre as regiões e o continente um verdadeiro modelo de autonomia? Não importa que sejam o JPP, o CHEGA ou o PSD, não importa que sejam os Sousas, o Jaime Ramos, o Armas ou a Holsen Line. O que seria importante é que existisse um serviço ( que já deu prova da sua viabilidade: https://www.sulinformacao.pt/2012/01/naviera-armas-anuncia-abandono-da-ligacao-por-ferry-portimao-madeira/ ) que desse uma alternativa e uma dimensão de modernidade no que a transportes diz respeito. O monopólio, o caciquismo, o protagonismo a ambiguidade e as querelas políticas só fazem atrasar o desenvolvimento da nossa região. A política a sobreviver das dificuldades do povo a cada dia que passa perderá a sua credibilidade, fomentará a indignação e a revolta e abre brechas para caminhos que a liberdade não se identifica. Acho que é hora da malta que anda a vender política acordar para a realidade, o povo poderá ser ingénuo, displicente e tolerante mas não é estúpido.

Comentário a uma publicação de Nuno morna sobre André Ventura. 18/07

Para devolver a democracia aos portugueses, é crucial fortalecer as instituições democráticas, promover a participação cívica e garantir o respeito pelos direitos fundamentais. Isso envolve a atuação ativa de todos os cidadãos na defesa da democracia, seja através do voto consciente, do exercício da cidadania e da fiscalização do poder político. Além disso, é fundamental garantir a liberdade de expressão, a independência dos órgãos de justiça e a transparência na gestão pública.

Quando a informação deixa de ter isenção e converte-se em meio de manipulação de mentalidades.

André Ventura não é nem mais nem menos o fruto da incongruência duma sociedade sem cultura democrática, da degradação palpitante de uma democracia que nunca existiu, de um socialismo que conduziu o país numa calamitosa catástrofe, de uma classe política que se digladia para ver quem conseguiu fazer pior, de uma liberdade que sobrevive à custa da miséria do povo. CHEGA na hora em que o país está em avançado estado de decomposição graças à estupidificação dos cidadãos que devoram meios de comunicação convertidos em meios de manipulação. Quando a verdade é promovida num estado de ansiedade, quando a esperança é servida num tabuleiro de miséria, tudo serve para sair do fosso, quando a nossa covardia faz eco num ato de coragem perante aqueles que nos converteram em escravos da suas verdades, nada mais nos resta em aceitar a última oportunidade de sobrevivência muito pela força do ressoar da nossa já tão frágil voz. Só o facto da coragem de enfrentar uma democracia amorfa numa liberdade fracassada, ditou a esperança a milhões de (ingénuos) de desiludidos, defraudados, indignados e revoltados que sonhamos de novo ser possível restaurar a democracia, restituir a liberdade e resgatar os valores de uma sociedade imbuída na auto-destruição. Será que ainda temos liberdade suficiente de chegar a tempo de salvar a democracia?

Texto comentário da evolução de Portugal na década de 60 (J.L.Braga 23707

Do telegrama ao em@il, vejo como o mundo evoluiu principalmente no que a comunicação diz respeito, no entanto a classe política continua a cometer os mesmos erros do passado, quando nos anos 20 os níveis de analfabetismo eram quase de 70%, o que nos dias de hoje são apenas e ainda ultrapassam pouco mais de 3%. Afinal formaram-se os cidadãos amestrados mas pouco ou nada democráticos, mas não se criou uma sociedade paralela aos seus conhecimentos e à sua evolução.

Texto enviado após correção.

Para devolver a democracia aos portugueses, é crucial fortalecer as instituições democráticas, promover a participação cívica e garantir o respeito pelos direitos fundamentais. Isso envolve a atuação ativa de todos os cidadãos na defesa da democracia, seja através do voto consciente, do exercício da cidadania ou da fiscalização do poder político. Além disso, é fundamental assegurar a liberdade de expressão, a independência dos órgãos de justiça e a transparência na gestão pública.

André Ventura é, nada mais, nada menos, o fruto da incongruência de uma sociedade sem cultura democrática, da degradação evidente de uma democracia que nunca existiu, de um socialismo que conduziu o país a uma calamitosa catástrofe, de uma classe política que se digladia para ver quem conseguiu cometer o maior erro, e de uma liberdade que sobrevive à custa da miséria do povo. O partido CHEGA surge num momento em que o país está em avançado estado de decomposição, graças à estupidificação dos cidadãos que devoram meios de comunicação convertidos em instrumentos de manipulação.

Quando a verdade é promovida em um estado de ansiedade, quando a esperança é servida num tabuleiro de miséria, tudo parece válido para sair do fosso. Quando nossa covardia ressoa como um ato de coragem diante daqueles que nos converteram em escravos de suas verdades, nada nos resta senão aceitar a última oportunidade de sobrevivência, impulsionada pela força do eco de nossa já tão frágil voz.

Só o fato de enfrentar uma democracia amorfa em uma liberdade fracassada ditou a esperança para milhões de desiludidos, defraudados, indignados e revoltados. Sonhamos que seja possível restaurar a democracia, restituir a liberdade e resgatar os valores de uma sociedade imersa na auto-destruição. Será que ainda temos liberdade suficiente para chegar a tempo de salvar a democracia?

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