O que André Ventura pronunciou e insiste em fazer perante as câmaras da televisão não é mais nem menos do que o reflexo daquilo que o denominado “Zé Povinho” diz à boca pequena nos cafés e nas conversas de amigos, perante a calamidade a que o país foi conduzido por mais de 50 anos pelo socialismo.
Se não querem que alguém traga para a praça pública os lamentos, a indignação e a revolta da chamada “voz do povo” — uma voz com pouca cultura democrática, fruto de nunca lhe terem facultado essa formação — deveriam ter pensado nisso há 50 anos, quando a liberdade supostamente foi conquistada.
Este manifesto é o claro pensamento de quem, ao ir às compras ao supermercado ou à farmácia, e depois de ver um noticiário onde ouviu que o Governo investe 80 milhões nisto, gasta 100 milhões naquilo, apresenta orçamentos de milhares de milhões de euros, que custou 100 milhões a uma escada de acesso a um edifício, 200 milhões de subsídio para um clube, que o jogador do “Calaboca” foi transferido para o Manchester United por 100 milhões — e, depois, chega ao supermercado e a dúzia de ovos que há dois anos nos custava 2 euros agora custa 4; tem de deixar parte dos medicamentos na farmácia porque continua a receber pouco mais de 500 euros de pensão de reforma.
Quando um ladrão mata um polícia e cumpre quatro anos de prisão, e o ladrão que foi assaltar a casa desse polícia é abatido em flagrante delito, o agente fica com 14 anos de prisão efetiva. É por estas e outras razões que as palavras de André Ventura fazem eco e chamam a atenção dos portugueses.
Afinal, será só por isto que a culpa deve ser atribuída a André Ventura? Calar tudo isto tornar-nos-á cúmplices da miséria e da desgraça a que este país foi conduzido.
Posso, por vezes, discordar de algumas coisas que A. V. proclama ou da forma como o faz, mas há uma coisa com que concordo: ou tomamos medidas drásticas — e quiçá radicais — para pôr termo a esta bandalheira, ou em pouco tempo diremos: “Portugal já era!”
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**Versão alternativa (tom final moderado — recomendada para publicação)**
O que André Ventura pronunciou e insiste em fazer perante as câmaras da televisão não é mais nem menos do que o reflexo daquilo que o denominado “Zé Povinho” diz à boca pequena nos cafés e nas conversas de amigos, perante a calamidade a que o país foi conduzido por mais de 50 anos pelo socialismo.
Se não querem que alguém traga para a praça pública os lamentos, a indignação e a revolta da chamada “voz do povo” — uma voz com pouca cultura democrática, fruto de nunca lhe terem facultado essa formação — deveriam ter pensado nisso há 50 anos, quando a liberdade supostamente foi conquistada.
Este manifesto é o claro pensamento de quem, ao ir às compras ao supermercado ou à farmácia, e depois de ver um noticiário onde ouviu que o Governo investe 80 milhões nisto, gasta 100 milhões naquilo, apresenta orçamentos de milhares de milhões de euros, que custou 100 milhões a uma escada de acesso a um edifício, 200 milhões de subsídio para um clube, que o jogador do “Calaboca” foi transferido por 100 milhões — e, depois, chega ao supermercado e a dúzia de ovos que há dois anos nos custava 2 euros agora custa 4; tem de deixar parte dos medicamentos na farmácia porque continua a receber pouco mais de 500 euros de pensão de reforma.
Quando um ladrão mata um polícia e cumpre quatro anos de prisão, e o ladrão que foi assaltar a casa desse polícia é abatido em flagrante delito, o agente fica com 14 anos de prisão efetiva. É por estas e outras razões que as palavras de André Ventura fazem eco e chamam a atenção dos portugueses.
Afinal, será só por isto que a culpa deve ser atribuída a André Ventura? Silenciar estas queixas fará de nós cúmplices da miséria e da desilusão a que muitos sentem que o país foi conduzido.
Posso discordar de algumas das posições e do estilo de A. V., mas creio que é urgente agir com firmeza e responsabilidade: é necessário promover reformas concretas, medidas de combate à corrupção e políticas sociais eficazes para recuperar a confiança dos cidadãos e travar a erosão do bem-estar coletivo.
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Se quiseres que eu:
* ajuste o tom (mais formal ou mais coloquial);
* encurte para publicação em redes sociais;
* ou reescreva para um estilo jornalístico mais neutro,
diz qual opção e eu faço a adaptação.
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