domingo, 26 de outubro de 2025

                Será que precisamos de constuir heróis? 

A histório remetenos ao inicio da nossa história tendo como referencia Dom Afonso Henriques fundador da nação do reino de Portugal. Hoje considerado um e talvez seria o primeiro dos nossos heróis. Muitos se sucedeream: Dom Nuno Alvares Pereira herói da crise entre 1383/1385 garantido-nos a independência frente a Castela nas batalha de Atoleiros, Aljubarrota e Valverde, denominado do santo contestável. Depois seria D. João I o rei fundador da dinastia de Avis, consolidando a nossa independência e lançado as bases para as descobertas que com o seu casamento com Dna Filipa de Lencastre cimentou  as relações entre Portugal e a Inglaterra, 1357/1433. Muito à conta dessa espação seguiram-se nomes como o do Infante D. Henrique, 1394/1460, Bartolomeu Dias, 1450/1500, Vasco da Gama, 1469/1524, Pedro Alvares Cabral, 1467/1520, D. João II 1455/1495, D Sebasteão 1554/1578, que apesar de derrotado em Alcaçer-Quibir tornou-se num símbolo mítico da esperança nacional, D.João IV Restaurador da independência, 1604/1656, Padre António Vieira missionário e orador brilhante, 1608/1697, o Marquês de Pombal restaurou e modernizou Portugal após 1755, reformulou a nação políttica e económicamente, D. Pedro V, 1798/1834, os nossos soldados que na 1ª guerra mundial na batalha de La Lys, Humberto Delgado 1906!1965, os capitães de Abril 1974 que quieseram simbolizar a liberdade e a democracia. Mas será que passamos por cima de alguém ou alguns dos últimos (heróis) propositadamente fizeram-nos esquecer, alguém que tenha contribuido para algum sucesso da nação? Nove séculos de história onde os catalogados de herós só depois dos feitos é que ganharam esse estatuto. Estamos em condições de voltar a promover portugeuses da atualidade para que os nossos descendentes venham a considerar-lo de heróis para este século. Vivemos um período conturbado num regiem de frágilidade democrática, onde a liberdade por vezes é duvidosa, onde o número de insatesfeitos é cada vez maior e meio século de liberdade onde os 51 anos de democracia sobrevivem muito às custas de um nível de instisfação e de contestação por parte das população de tal forma que a liberdade que a democracia consagrea deixa os cidadãos com saudades daquilo que foi diabolizado como a maior ameça aos portugueses, apagados da história, que após 1928 finda a II república  1932/1968, ao ponto de que já há quem diga que: para endireitar a catástrofe a calamidade a que o país foi conduzido nestes 51 anos de democracia "são precisos três Salazar'es" para por o país na ordem. Agora pergunto; como foi possível tartar tão mal a democraci para que este povo começe a (sintir saudades da tão malfadada ditadura)? No dia em que surja um líder político que esteja determinado em pegar nos problemas das populações e iniciar o processo de resolução e redução desses problemas, os seus opositores perderão o seu espaço crítico e os seus adversários irão catalogar-lo de ditador. Será que os portugueses estamos preparados para  (construir um novo herói) numa nova revolução e que de forma democrática, fazer com se possa restaurar a democracia, restituir a liberdade e resgatar os valores da sociedade, devolvendo a democracia aos cidadãos e implementando uma IV República?  Será que forcosamente ter de ser esse o plano para MUDAR Portugal?

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