quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

                             NO SORRISO DE QUEM LIMPA

O carácter não precisa de palco e quando precisa, normalmente é porque não o tem.

Não elevar a voz, senão perdes a razão
o que eu utilizo no meu dia a dia não discutir em público, pois ninguém paga o bilhete, para ver teatro de graça
Aqui aplicaram tudo o que não deviam, e todos vimos teatro dramático, com final lamecha, amoroso

No meio de tanto protagonismo inflamado, acabam por ser os trabalhadores anónimos que nos recordam o significado da palavra “servir” No fim, a lição é simples: há quem brilhe sob holofotes e há quem ilumine discretamente o quotidiano. A diferença nota-se quando a luz apaga.

Sem coragem, o espírito enfraquece; com coragem, encontra sentido no serviço ao bem.

A desilusão existe. A frustração também.
Mas a pergunta mantém-se: há alternativa?
Ou é tempo de assumir o projeto e fazer valer, com atitude e luta, os princípios em que acreditamos?

Quando não se gosta, ignora-se é isso que fazem os inteligentes.
Quando se responde com agressividade a quem pensa diferente, revela-se ignorância.

A diversidade de caminhos não enfraquece a causa quando o propósito é comum.
E se o propósito é mudar Portugal, então é nele que devemos concentrar a nossa energia.

Se há quem utilize a imagem de líderes mediáticos para se manter confortável dentro do sistema, porque não haveremos nós de usar a mesma determinação mas ao serviço de uma mudança verdadeira?                                    
A diferença não está na força da liderança, está na intenção e nos princípios que a sustentam.
À medida que aumenta o desgaste da confiança pública, torna-se mais difícil encontrar pessoas sérias dispostas a governar. O sistema tende a perpetuar quem já está dentro dele, enquanto os que desejam mudança e transparência hesitam em integrar estruturas que consideram distantes dos princípios da honestidade política.”

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